Só hoje cheguei a este porto e estou contente por tê-lo encontrado. Que bom foi teres começado a tirar “as linhas do bolso” e mostrá-las a todos nós, aqui deste lado. Força! Vou seguir atentamente este percurso.
Zacarias
no dia 3 de Dezembro de 2007 às 23:30
Muito bonito.
formiguinha
no dia 10 de Dezembro de 2007 às 0:19
Há telefonemas que nos aquecem, que nos “amaçiam” o final do dia. Mesmo que sejam para nos lembrar que, por muito que nos moam a cabeça,não deixamos de ser quem somos…..
Margaridaa
no dia 10 de Dezembro de 2007 às 10:41
Bem aparecida, Formiguinha! Espero ver-te por aqui muitas vezes!
Anonymous
no dia 10 de Dezembro de 2007 às 20:29
Obrigado pelo elogio. Ainda bem que fui útil. JC
Zacarias
no dia 11 de Dezembro de 2007 às 13:28
Muita boa sem dúvida esta ideia de sugerir livros. Posso também sugerir um dos últimos que li: Planisfério Pessoal de Gonçalo Cadilhe, a história de uma viagem à volta do mundo, sem utilizar avião.
Zacarias
no dia 11 de Dezembro de 2007 às 13:30
Tradução, please.
Margaridaa
no dia 11 de Dezembro de 2007 às 20:36
Cá vai a tradução
SCHOCK DEINE ELTERN, LIES EIN BUCH Choca os teus pais, lê um livro. (acho tão giro!)
e a outra de cima : Livros abrem mundos
Amorena
no dia 11 de Dezembro de 2007 às 22:07
ohh…aviva-me a memória…onde e quando essas mãos nas quais me reconheço ???
Formiguinha
no dia 12 de Dezembro de 2007 às 0:59
Já estou com curiosidade aguçada sobre este “Planisfério à volta do mundo”. Para quem gosta, como eu,de viajar e ler, deve ser a combinação perfeita.Boa!
Margaridaa
no dia 12 de Dezembro de 2007 às 16:13
Obrigada digo eu, amorena, que bom estares aqui!
formiguinha
no dia 16 de Dezembro de 2007 às 23:09
Tão bonito que está tudo! Sente-se Amor nas escolhas feitas. Não me canso de olhar. (e logo eu,sempre com stress nesta época, obrigatóriamente feliz…)Tão bonito…
Margaridaa
no dia 17 de Dezembro de 2007 às 11:36
Não é por acaso que os laços se tecem! A linguagem tem que ser a mesma!
reza habibi
no dia 25 de Dezembro de 2007 às 23:38
Merry Christmas
Anonymous
no dia 27 de Dezembro de 2007 às 19:43
Pois é !!! Eu também!… Mas a verdade é que temos pouca disponibilidade blogal para já não falar no longe e nas distâncias que unem as pessoas por linhas de comunicação misteriosas rendilhadas de estrelas parideiras de sonhos com luzinhas que acendem e apagam e acendem e apagam como tudo na vida do ciberespaço entre acender e apagar zero e um… Pitágoras nunca poderia ter sonhado com um código de barras e Empédocles saltou para a boca de um vulcão e é por nós – estes amigos - mas também por eles que sinto a batida do tambor o apelo dos antigos e das forças da terra e da água e do vento e do fogo. bum, bum, bum Estamos juntos e batemos os pés na terra bum, bum, bum e ressonâncias mágicas resplandecentes antes e depois aqui e além bum, bum, bum e sentindo a comunhão ecoam as fogueiras destas noites de Inverno ligados à batida do êxtase bum, bum, bum bum bum
One Love One Heart
Marley
Anonymous
no dia 29 de Dezembro de 2007 às 12:59
Obrigado Margaridaa, foste muito gentil! Apetecia-me, aliás, dissertar sobre a gentileza, que é uma qualidade que por vezes se perde no turbilhão da brutalidade dos nossos quotidianos… Lembro-me da surpresa que me provocou a minha primeira ida a França à boleia, há muitas décadas – não digo quantas porque senão ficavam a saber que estou velho que nem um jovem carvalho (esta era especial para druidas)… – a surpresa de verificar que a generalidade dos franceses eram gentis no trato com desconhecidos. Isso deu-me uma imagem de marca civilizacional que muito apreciei. Não me digam que é apenas o comerciante no seu bistro, boulangerie, poste…, porque não é: a mim, vários franceses e francesas, livres de qualquer intenção maligna, me ofereceram casa para dormir e refeições. É provável que não seja assim em Paris e noutras cidades, mas é em muitos outros lugares. Ah… Por razões misteriosas, associaram-se AQUI, AGORA, inesperadamente, o meu Tour de France e a qualidade de ser gentil – gentileza. Acerca do primeiro, esclareço que o livre pensamento é independente de seitas e lojas, que repudio. Da segunda, fica a sugestão para uma reflexão vossa. Sobre a gentileza.
Marley
Amorena
no dia 30 de Dezembro de 2007 às 1:11
OH ?!? O título ñ saiu ?!?
Amorena
no dia 30 de Dezembro de 2007 às 1:15
…Bonito…
Amorena
no dia 30 de Dezembro de 2007 às 1:16
OH ?!? E o título tb ñ saiu ?!?
Margaridaa
no dia 30 de Dezembro de 2007 às 13:23
Quanto ao título, é de propósito, tens que o escrever também na caixa da mensagem, foi a forma que Dardna encontrou para eu poder escrever o Título com as letras às cores.
Anonymous
no dia 31 de Dezembro de 2007 às 0:08
Eh… Este é muito bom! Tem tanta gente que nem os conhecemos todos! – “Em cada esquina um amigo” E que o Som esteja contigo! Obrigado
Marley
Zacarias
no dia 31 de Dezembro de 2007 às 0:59
Bom ano também para todos vocês. Estamos juntos.
Zacarias
no dia 31 de Dezembro de 2007 às 1:04
Que maravilha! Don´t worry, be happy!
formiguinha
no dia 1 de Janeiro de 2008 às 2:11
Nós já vivemos cem mil anos….Mais um ano para esta pequena comunidade que sinto a crescer.
Tudo de bom!
luipa
no dia 1 de Janeiro de 2008 às 14:57
eu percebi a mensagem!! e sim, melhores dias virão!!!!!
luipa
no dia 1 de Janeiro de 2008 às 17:26
“e tudo o que eu vivi estou a partilhar contigo” gosto dessa!!!
luipa
no dia 1 de Janeiro de 2008 às 17:29
eu percebi a mensagem!!! e sim, dias melhores virão!!!!!
Margaridaa
no dia 1 de Janeiro de 2008 às 18:19
Bem vinda, Luipa, amiga!
Anonymous
no dia 2 de Janeiro de 2008 às 18:06
Revela-te miúda! Despe os brincos e põe-os na mesa! Bom Ano! Marley
Anonymous
no dia 6 de Janeiro de 2008 às 22:59
Por mim, na estrada não, mas numa varanda com vista sobre a cidade, ou no alto de uma colina, no campo… é do melhor!…
Marley
Anonymous
no dia 6 de Janeiro de 2008 às 23:01
Ah… já me esquecia: para o espectáculo das luzinhas da cidade ao longe ser mesmo perfeito é preciso ter som de cigarras…
Marley
Anonymous
no dia 6 de Janeiro de 2008 às 23:04
Magnífico! Lembro-me de que fiquei absolutamente rendido a este livro quando o folheei, há muitos anos, quando tu andavas com ele na sacola. (Os aviadores solitários também devem gostar de ver luzinhas a brilhar ao longe, não achas?)
Marley
Margaridaa
no dia 7 de Janeiro de 2008 às 8:25
Pois é Marley, tens toda a razão, mas para haver alto de uma colina, para haver cigarras a cantar, tem que haver Verão, calor . Aqui nem há cigarras, nem colinas , nem calor.Há o carro a andar e muitas vezes a chuva a bater no vidro da frente . E as luzes. O que também não deixa de ter a sua beleza.(Enquanto não chega o Verão e as colinas e as cigarras…). Um beijinho pata ti.
Margaridaa
no dia 8 de Janeiro de 2008 às 19:57
Lá nos veremos, L.R., falta pouco.
luipa
no dia 8 de Janeiro de 2008 às 20:44
eh eh eh chama se a isto uma “panelinha”…
Anonymous
no dia 9 de Janeiro de 2008 às 0:32
PODE ALGUÉM SER QUEM NÃO É?
Agora fizeram-me lembrar uma poesia para a infância de Augusto Santa-Rita, efabulando sobre uma criança que adoeceu e a quem a aia não deixou ir ver os saltimbancos. Termina assim:
«E o que não viu, desperto O que não viu olhando Pôde ver dormindo Pôde ver sonhando!»
(note-se que o “pôde” com acento circunflexo é o da expressão original de meados do século XX)… No futuro, os avatares não serão mais limitados aos teclados e joysticks. O desenvolvimento dos aparelhos de realidade virtual é antigo, mas neste caso, trata-se de um fato justo ao corpo cuja superfície interna é um sensorium device com múltiplos chips, por forma a que todo o movimento feito por quem vestir esse fato, serão desempenhados lá no cenário onde escolhermos passear os nossos rabos virtuais. Efectivamente, é um mundo de possibilidades, até porque não só queremos prolongar a nossa identidade para além da morte e acreditar nos vaticínios das estrelas como, ainda por cima, colonizámos (eu não, os utilizadores desse software) o mundo dos nossos avatares com dinheiro, propriedade privada, exclusão social, etc., etc. É claro que passamos ao lado, olhamos mas não vemos. Eu próprio, aliás, congeminei há anos a contraparte destes sistemas com que vocês brincam nos computadores. Trata-se de uma espécie de mini câmaras que, dispostas no espaço em que nos encontramos como colunas de som em sensurround, emite feixes de laser que projectam imagens tridimensionais no espaço em que nos encontramos (por exemplo, o avatar em tamanho ral de um gajo qualquer, etc). Num espaço aberto, os sistemas mais sofisticados conseguirão simular a catedral de Chartres, a Porta do Sol ou investir em monstruosidades assustadoras, camuflagens para a guerra… Mas suponho (e lamento)que Vossas Luciferinas Majestades prefiram as panelinhas… Seja! Ao menos ainda somos livre de sermos quem não somos, como nos fados, nos teóricos do Quinto Império, ou no Sérgio Godinho – “pode alguém ser quem não é?…”
Marley
Margaridaa
no dia 9 de Janeiro de 2008 às 7:23
Ora ora E se pudermos ser tudo? Quem somos E quem não somos, uma vez uma outra vez outra…
(Sonhei que era uma borboleta ou foi a borboleta que me sonhou a mim?)
Amorena
no dia 9 de Janeiro de 2008 às 15:38
…sem comentários…
Anonymous
no dia 9 de Janeiro de 2008 às 17:59
AMORENA Como não jogo no clube da L.R. e demais Majestades Luciferinas, apetece-me comentar o comentário. Basicamente, parece-me que comentar “…sem comentários…” é deveras revelador e, indiscutivelmente, interessante… Revelador, porque dá conta da tua vontade de não partilhar ideias – uma opção que respeito mas que não deixa de me fazer pensar nas razões pelas quais aqui venho. Faz-me lembrar a atitude do heroinómano a quem ninguém compreende a não ser os outros heroinómanos – os da sua panelinha – pois os demais, mesmo que se esforçem, jamais atingirão as profundidades metafísicas do seu vício, e daí o seu mutismo, a dispensa de comentários e, claro, a fractura entre leigos e iniciados, etc… Interessante, porque acabaste de dar alguma ressonância ao que escrevi: comentar “sem comentários” é, justamente, fazer aquilo que se diz não querer fazer, ou ser-se o que não se é. É como o “ceci ce n’est pas une pipe” escrito por debaixo da imagem do cachimbo do Magritte. Nalguns casos é arte, noutros é filosofia e noutros é confusão mental… … como quem se fecha dentro de… boxes, little boxes… (Pete Seeger) e constrói muros e muralhas defensivas, procurando novos isolamentos securizantes. Mas quando o lúdico cede lugar ao autismo e à autofagia, canibalizando tudo à volta, há que ter cuidado – até porque todos os heroinómanos tendem, canibalisticamente, a arrastar os que lhe são mais próximos para o vício… Aí, facilmente se perde o controle, ainda que a ilusão persista…
Marley
Margaridaa
no dia 9 de Janeiro de 2008 às 20:56
Sobre o SL já ouvi falar muito bem e muito mal (pelas razões que sabemos.). Tenho lido sobre o assunto. Interessa-me. E realmente ainda ninguém falou de um aspecto que existe no jogo : a aprendizagem, a possibilidade de se usar a imaginação. Todos os objectos são formados a partir de formas geométricas básicas, o cubo, o cilindro, o cone…, que depois são modelados a partir de medidas que se introduzem nos sítios adequados. Mesmo a bijuteria é formada a partir destas formas. Pode-se modelar a forma do avatar dentro do programa ou do exterior. Também se pode conceber a roupa, não exactamente da mesma forma, mas precisamos à mesma de aprender a lidar com a “ferramenta “ que nos é dada. Tudo isto, esta parte que acabei de citar é altamente aliciante para mim. Depois há a comunicação entre os avatares. Se bem que seja virtual, reflecte a pessoa que se encontra por trás desse avatar, da mesma maneira que um livro reflecte o autor.
Dizem os budistas (e muito bem, a meu ver) , que a via certa é a via do meio, que a corda não deve estar nem solta nem demasiado tendida. E este conceito aplica-se a tudo.
Onde eu quero chegar é que o bem e o mal isolados não existem, existe sim um equilíbrio, uma dança entre eles. O jogo é o jogo, independente de rótulos.
Esta é a maneira como eu vejo este assunto. (Sinto muitas vezes uma enorme dificuldade em explicar claramente o que penso).
Amorena
no dia 9 de Janeiro de 2008 às 22:31
…decididamente, sem comentários…e chama-me o k kiseres, és bom a rotular as pessoas…ñ posso deixar de notar, no entanto, k, ao k me parece dado ver, esta foi, desde o início deste blog, a “postagem” k a mais comentários deu azo (ou aso??)…apenas me pergunto: porque será ?…
Zacarias
no dia 9 de Janeiro de 2008 às 22:41
Também gostei muito! Parabéns, o teu blog está a evoluir bastante, a cada dia que passa. Bom trabalho. Tornou-se leitura obrigatória. A criatividade abre-nos novos horizontes, não é ?
Anonymous
no dia 10 de Janeiro de 2008 às 9:50
Ó Amorena, não é para te chamar nomes nem rotular, mas a falar (ou a escrever, neste caso) é que a gente se entende!… Também sabemos todos gerir e partilhar silêncios, mas aqui – pelo menos do meu ponto de vista – é para aproveitar a oportunidade que a gentil margaridaa nos deu para regarmos o nosso jardim (tu sabes a conversa: a amizade é como um jardim. Se não regas…). Além disso, sabes bem que te adoro – a ti e a todos os nossos amigos – mais do que a muitas centenas de milhões de outros bichos humanos, pelo que não escrevo coisas para te fazer mal mas, antes, para te estimular! Interrogas-te sobre as razões do elevado número de postagens nesta entrada. Porque será? Não parece difícil uma resposta, e aposto que estás a pensar numa resposta para a tua pergunta – algo do tipo: “há mais postagens porque o tema SL é fabuloso e mais interessante do que tudo o resto”. Julgo que, intimamente, deve ser isto que anseias ouvir, mas gostava de estar enganado (em todo o caso, eu acho o SL um fenómeno interessantíssimo para nos ajudar a compreender a natureza humana e o mundo em que vivemos, basta acompnhar as novidades em http://blogs.publico.pt/discursosdooutromundo/). Ah, a resposta ao “Porque será?”: Há vários factores que fazem com que as coisas sejam como são e, geralmente, nunca os conhecemos todos, mas aqui atrevo-me a destacar 1) a margaridaa (I love you baby!….) gosta de dialogar – e, em boa medida, é para isso que servem os blogs 2) a luípa atreveu-se a escrever uma linha (alguém tem foguetes?). É coisa (ainda?)tão rara que também estou em crer que lhe falta estímulo e estimulação, claro… Ou então não tem nada para dizer, não se quer dar, partilhar…; e, certamente, está escaldada com os caramelos que pululam pelo ciberespaço e lhe entram pela vida adentro, preferindo o recato das panelinhas… 3) o Marley dá umas picadinhas que ajudam à festa… Pronto, agora vou pregar para outra freguesia. Descobri um borracho canadiano que tem bué de coisas interessantes para dizer. Chama-se Naomi Klein e podem conhecê-la em http://www.naomiklein.org/video-audio Beijo beijo
Marley
Anonymous
no dia 10 de Janeiro de 2008 às 13:25
Parabéns malta! Está tudo muito giro!…
Marley
Anonymous
no dia 11 de Janeiro de 2008 às 16:05
Fantástico! Estou encantado! Não percebo porque é que eu não tenho um único disco deste homem!? Acho que nunca calhou… Mas nunca me esquecerei daquela performance extraordinária em “As Asas do Desejo”!… Em que disco vem este tema? dizes-me para eu ver se arranjo ok?
Marley
Margaridaa
no dia 11 de Janeiro de 2008 às 16:49
Engraçado falares disso, Marley, foi justamente nesse filme que eu descobri Nick Cave. Este tema vem em Murder Ballads.
(Bom ter-te por perto, atento!)
Mutesound
no dia 11 de Janeiro de 2008 às 19:30
Grande Som
Amigo Marley poderá provar esses discos na nossa comunidade, é só registar e procurar! mutesound.info/ms/viewtopic.php?f=59&t=960
até já,
Zacarias
no dia 11 de Janeiro de 2008 às 23:45
Muito bonito o poema do Craveirinha. As coisas simples são as mais apetitosas.
Zacarias
no dia 11 de Janeiro de 2008 às 23:50
É um fantasma muito bem aparecido. Com um discurso algo surpreendente. Captar o momento é a missão impossível de aprisionar o presente numa redoma intemporal. No entanto vale sempre a pena tentar. Quero ver mais! Digital ou analógica é uma discussão secundária, o importante é a imagem. Um abraço para ti.
Zacarias
no dia 12 de Janeiro de 2008 às 0:00
Estava eu para aqui a ler esta interessante polémica, quando de repente tudo começou a abanar violentamente à minha volta. Primeiro pensei que seria da intensidade da disputa, mas depois o abanão persistia e o candeeiro á minha frente parecia subitamente enlouquecido num bailado frenético, que nunca mais parava. Deixei de achar piada e pensei para onde fugir. Estúpidamente comecei a desligar o computador, mas a música continuava lá. Fugir para onde ? Por fim parou, já estava a ficar algo pálido confesso. Olhei á minha volta e já nada mexia. Que alívio! Mais tarde vim a saber que um tremor de terra de intensidade 4,7 de escala de Ricther, acabara de abalar a minha tranquilidade. Safa !!!
dardna
no dia 12 de Janeiro de 2008 às 0:07
Vale sempre a pena quando a alma não é pequena
Abraços do Nuorte!
Anonymous
no dia 12 de Janeiro de 2008 às 1:37
dardna gostei dos blogs pá! Fiquei inebriado de imagens e satisfeito com tanta criatividade em estado puro! Aquilo por lá parece um vulcão!… Ah!… e obrigadão belo Nick Cave. Entretanto já fui ao MuteSound e achei… que é um lugar de muita generosidade, pois receber é canja, enquanto que dar é um bocado complicado, com tanto registo, instruções e tatata… Abraço One Love One Heart
Marley
Anonymous
no dia 12 de Janeiro de 2008 às 1:42
Sortudo!… A última vez que eu dei por um abanão foi em 1969! (até me sinto dinosauro ou qq koisa assim mesmo em vias de extinção…) Daí para cá só ouço falar e leio nos jornais, mais nada… Abraço
Marley
Margaridaa
no dia 12 de Janeiro de 2008 às 10:48
Marley A única formalidade é arranjares um nick name (se não quiseres por o teu), e um endereço email. Tudo o resto é simples!(Fala a experiência!)
Margaridaa
no dia 12 de Janeiro de 2008 às 11:21
Creio que é o som antigo desse tambor que às vezes reconhecemos em certas músicas e nos faz vibrar.
Anonymous
no dia 12 de Janeiro de 2008 às 17:50
Ná… Acabo de passar umas duas horas no mutesound e é bastante complicado. Os guest downloads (onde há coisas que parece não haver noutras secções) não estão acessíveis a partir da página de entrada e depois de um bocado, com login feito e tudo, aparece uma mensagem a dizer que não tenho permissão. O pior é que descarreguei um duplo dos Therion onde faltam os dois últimos temas do disco 2 – ganda galo!… Mas o que me deixou a vibrar foi ter descoberto por lá (também só nos guest downloads) o Strictly Rockers II que, a avaliar pela secção onde está (caseiros) e pela qualidade do som, suponho ter origem numa cópia que, no período jurássico, terei oferecido ao sponji. O dardna deve tê-la digitalizado e eis aquele somzão fabuloso proveniente de uma fita com mais de vinte anos e que tem cá uma história… Não estou enganado pois não?
Marley
Anonymous
no dia 12 de Janeiro de 2008 às 17:54
Irie drum sound!… Ital drum sound!… One Love! One Heart!
Marley
Anonymous
no dia 12 de Janeiro de 2008 às 20:27
… para já não falar nos links de downloads para o rapidshare em que me dizem que já gastei os meus downloads gratuitos e, a partir de agora só a pagantes… Marley
Anonymous
no dia 12 de Janeiro de 2008 às 22:36
… ah, já me esquecia: e aquela compilação do velho scratch, não tem lá um dedinho aqui do je? Se não tem… é porque há sintonias nas escolhas que transcendem o meu entendimento… Marley
Margaridaa
no dia 12 de Janeiro de 2008 às 23:58
Falta de hábito, Marley! Amanhã falo-te disso tudo por outra via.(Tudo é simples, desde que se saiba.)
Anonymous
no dia 13 de Janeiro de 2008 às 0:10
Depois de alguns dias de ausência, vim fazer uma visita. Tanta coisa nova e bonita! Os”botões” laterais são muito giros. Hoje encontrei uma velha amiga que me fez recordar tempos de infância, cheiro a terra, piqueniques, mergulhos no rio e danças ao som dos “Pink Floyd”(Tanto tempo já passou e a alma que se recusa a envelhecer….) Beijos da Mariazinha!
Margaridaa
no dia 13 de Janeiro de 2008 às 19:02
Depois de explicar as coisas sobre o mutesound a Marley, fiquei a pensar que talvez fosse útil passar essa informação para aqui, no caso de haver alguém com as mesmas dúvidas.
1 Uma vez que já te inscreveste, podes escolher que o computador te “log in” automáticamente, cada vez que queres entrar no Mute.
2 Aquela parte primeira, ( Guest Downloads) na pag de acolho é como um hall de entrada.Todas as pessoas tem acesso, podem ver o que há , mas não podem descarregar nada. A vantagem para quem já está inscrito é poder ver o que foi postado, o que há, e depois ir às secções respectivas para download. Tens que ter atenção, há certos discos que tem password.É raro mas acontece. Precisas desse pass quando descomprimes.
3 Na maior parte dos casos os discos tem mais que um link. Serve isso para poderes descarregar mais à vontade visto que no rapidshare free tens que esperar 3 horas para poderes descarregar novamente.
4 Acontece por vezes haver links mortos. É necessário chamar a atenção, para se poderem retirar esses discos ou arranjar novos links.(No “post reply”)
5 Cada tópico (cada disco) tem lá um botãozinho post reply . Tudo o que tiveres a dizer sobre o disco, bom ,mau, link morto…enfim…, carregas aí, escreves a tua mensagem e carregas em enviar.Se quiseres apagar a tua mensagem carregas em editar, já na mensagem e podes modificar, apagar… e depois enviar.
A melhor coisa que podes fazer para retribuir o serviço é reagires; Post reply nas músicas que te tocam(ou não).
Amorena
no dia 14 de Janeiro de 2008 às 11:56
Moi-même……..sempre gostei de Sting……desde há muitos anos…….desde o tempo dos Police….a primeira banda branca a usar ritmo reggae……..mas enfim……isso já vai longe…………….deixo aki esta letra, como primeira mensagem neste blog, não como um uivar de amor de um cão ferido….mas sim dar a conhecer esse eu k anseia por o amor do “altissimo”, do retorno ao amor sem condições, onde todos nós temos saudades de num futuro lá regressar……Janus
Anonymous
no dia 14 de Janeiro de 2008 às 17:40
Viva Janus!… Desconfio que tu andas há muito por aí a pairar pela blogosfera, muito caladinho, a ver em que param as modas… Verdade? Um grande abraço Marley
Anonymous
no dia 14 de Janeiro de 2008 às 17:49
Para quem não sabe, o artista que pintou a série do Zodíaco de onde Janus retirou este belo Aquário é o holandês Johfra (1918 – 1998). Se querem uma boa rota de navegação recomendo:
texto original deste post, entretanto movido para aqui:
“@ Marley: eheh, verdade! as compilaçãos têm dedo seu sim senhor! as primeiras de muitas digitalizações, há já algum tempo. Tesouros… (quanto ao som meu amigo eheh, há que cantar e dançar e isso é que importa… ) Quanto à complicação do fórum acho que a Margaridaa já deu umas excelentes dicas mas se ainda houverem dúvidas cá estou para elas (aliás para aqueles que acharem o processo de registo muito areia posso criar contas e enviar para o email, depois é só curtir…). p.s.: ainda bem que curtiste lá do blog e desculpa só agora responder… p.s.2: quanto aos Therion, shit happens eheh, pode ser que se arranjem novos links…”
Anonymous
no dia 15 de Janeiro de 2008 às 0:34
Dizes bem Dardna, tesouros!… Os temas incluídos na compilação “Strictly Rockers” – boa parte das quais nunca editados em cd e raríssimos em vinil – são mesmo preciosos!… Vieram-me parar às mãos por via de um casal de ingleses chamados Peter e Sheridan (aliás, Thor e Ishtar…) que conheci no sul de França na década de 80. Viajavam num camião amarelo que tinha sido antes um camião de lixo e que eles transformaram. Até uma salamandra tinha lá dentro!… Imagina o meu espanto quando uns anos mais tarde o camião aparece na serra da Arrábida. Aí foi mesmo uma festa!… Antes de voltarem à estrada, sabendo da minha paixão pelo reggae, deixaram-me umas cassetes, de que essa, é a única sobrevivente… Onde quer que estejam, espero que apanhem boas vibes com a minha boa memória deles, com as recordações dos bons momentos que passámos juntos! A complicação do forum é para dar, não para receber, ou seja: a tua generosidade é uma dádiva para os frequentadores (só hoje baixei uns vinte albuns do Sun Ra – obrigadão meu!…), mas se eu quiser ontribuir com uns uploads, parece bastante mais complicado, com muito clic, muito link, não é?… Um grande abraço! One Love One Heart
Marley
Anonymous
no dia 15 de Janeiro de 2008 às 14:48
Muitos parabéns à Formiguinha! Que conte muitos anos de vida!!! … e que possa sempre dar umas boas lições à cigarra!… Tudo de Bom!!! Marley
Anonymous
no dia 15 de Janeiro de 2008 às 14:52
Janus, isto é um post ou um comentário? Bloga aí meu!… Marley
dardna
no dia 15 de Janeiro de 2008 às 15:49
: )
…sim realmente para upload torna-se complicado (mas está lá um tutorial para os corajosos).
De qualquer forma temos sempre malta a trazer a sua contribuição, acho que se deixares um reply nos melhores que sacares já alegra quem posta!
Abraços!
Anonymous
no dia 16 de Janeiro de 2008 às 10:18
Love hides in the strangest places. Love hides in familiar faces. Love comes when you least expect it. Love hides in narrow corners. Love comes to those who seek it. Love hides inside the rainbow. Love hides in molecular structures. Love is the answer. (Jim Morrison / The Doors)
When the truth is found to be lies and all the joys within you dies When the garden flowers baby are dead yes and your mind is full of red your eyes, I say your eyes may look like his but in your head baby I’m afraid you don’t know where it is tears are running ah running down your breast and your friends baby they treat you like a guest don’t you want somebody to love don’t you need somebody to love wouldn’t you love somebody to love you better find somebody to love
Obrigadão Margaridaa! És muito gentil!… … E deixa-me dizer-te que a gentileza é uma qualidade que eu aprecio muito!… Esqueci-me (mas mais vale tarde…)de te dizer que gostei muito do poema do A. Gedeão que postaste há tempos no triploM. Foi uma escolha sábia e uma forma feliz de encerrarmos aquela e passarmos à seguinte! Obrigado! beijo beijo
Marley
Margaridaa
no dia 16 de Janeiro de 2008 às 15:54
Não se trata de generosidade, penso.É a mesma coisa como se quiseres fazer uma festa. Claro que há a generosidade de organizares.Mas…a festa só é conseguída se os teus convidados aceitarem vir. Sinto-me feliz por haver convidados na festa. Que não é a minha festa, mas a festa de todos os que cá estão, os que cá passam. Sinto isso também quando vou ao Zacarias ou ao Maio Maduro Maio. Casa de amigos. Que bom!
Margaridaa
no dia 16 de Janeiro de 2008 às 22:01
…pois, não era generosidade, era gentileza, enganei-me na palavra, mas isso não muda o que queria dizer!…
formiguinha
no dia 17 de Janeiro de 2008 às 0:13
Margaridaa nem podes calcular como foi bom ver tudo o que preparaste. Senti-me especial, o teu mundo a tocar no meu, num cantinho a que só alguns tivemos acesso. Que privilégio ter partilhado tanta magia, ter conhecido pessoas tão boas, chegar a esta altura do caminho e reconhecer que sou abençoada porque tenho Amigos.
E também para ti, Marley,que fazes parte deste universo, o meu obrigada. Possa eu também cantar….
Anonymous
no dia 17 de Janeiro de 2008 às 17:33
É gira!… É pasta de papel? Marley
Margaridaa
no dia 17 de Janeiro de 2008 às 20:14
É barro, moldado por mim e depois de cozido, pintado a quatro mãos, as duas minhas e as duas do T. Bons tempos criativos!
Durante muito tempo pensei que a distância não interfere nas relações pessoais, mas após longos períodos sem estar com os meus amigos e família, comecei a ser mais céptica. A distância interfere, quanto mais não seja para criar em nós a nostalgia, a saudade por aqueles que não estão perto de nós, apesar que vivam no nosso coração.
E depois a adicionar a esta questão, há o problema de que quando arranjamos tempo para estarmos juntos, esse tempo não é suficiente para falarmos de tudo que queremos. Ou nos esquecemos sobre o que queríamos falar, ou pior, quando estamos mesmo a falar, somos interrompidos e depois aparece sempre a celebre frase “que dizia eu?… já não me lembro.”
Foi com imenso prazer – por isso, comento – que através do blog, ouvi uma música que me fez acreditar que por vezes devemos seguir os nossos instintos e acreditar que “não sei onde vou, só sei que vou por aqui.”. Contudo, porque os gostos estão ligados ao individuo, eu gosto muito de outro dueto http://www.youtube.com/watch?v=jRMe5H9WKpM (apenas envio o enlace dado que o video é muito especial mas deverá ser sujeito à censura)
Não imaginam o quanto fui atrás, viajei no tempo e nas minhas lembranças.
Mas acima de tudo, confirmou que mesmo sem muito comunicar, há por vezes as intuições que deveremos seguir. Obrigada , E
Anonymous
no dia 18 de Janeiro de 2008 às 11:06
«…and we both know what memories can bring They bring diamonds and rust…» (joan baez)
«…May your wishes all come true, May you always do for others And let others do for you. May you build a ladder to the stars And climb on every rung, May you stay forever young…» (bob dylan)
One Love One Heart
Marley
Anonymous
no dia 18 de Janeiro de 2008 às 15:42
… e ainda a propósito de sensualidade, não deixem de conhecer o significado daquele provérbio catalão que diz “La mar es posa bona si véu el cony d’una dona”. Tudo explicado em http://triplom.blogspot.com/ Encontramo-nos por lá! Abraços
Marley
Anonymous
no dia 19 de Janeiro de 2008 às 1:40
Marly, de presente eu estava na faculdade a ouvir Joan Baez. May we stay forever yong!
Margaridaa
no dia 19 de Janeiro de 2008 às 20:36
Clã em Espalhem a notícia
formiguinha
no dia 19 de Janeiro de 2008 às 22:55
“Não vimos as coisas como elas são, mas como nós somos” Anais Nin dixit.
Cada vez concordo mais com esta frase
Zacarias
no dia 19 de Janeiro de 2008 às 23:44
Linda BD. Gostei muito.
Zacarias
no dia 19 de Janeiro de 2008 às 23:46
Não consigo ouvir nada.
Anonymous
no dia 20 de Janeiro de 2008 às 1:05
com dois clicks eu consegui Marley
Anonymous
no dia 20 de Janeiro de 2008 às 1:43
Lembro-me do deslumbramento que me atravessou, quando jovem, ao ler os livros do Bhagavan Shree Rajneesh. O excerto que a Joana nos trouxe ilustra muito bem uma das mais fantásticas descobertas que fiz com este grande filósofo: tudo já está, tudo já é… só que nós não vemos a floresta por causa das árvores… Ou seja: perdemos anos das nossas vidas acreditando nas patranhas da “evolução espiritual”; julgamos que atingimos a iluminação com jejuns, yogas acrobáticos, alimentações especiais, rituais… Por vezes, convencemo-nos que o auto-hipnotismo a que os gurus de pacotilha condenam os seus seguidores nos irão levar a um estádio “superior” de consciência e lá vamos repetindo mantras em línguas desconhecidas e fórmulas mágicas, olhamos para o meio da testa com os olhos fechados e imaginamos toda a espécie de coisas delirantes e “técnicas” absurdas. Krishnamurti foi o primeiro a dizer claramente que repetir Om tat sat ou coca-cola tinha exactamente o mesmo efeito na mente, e que tanto dava fazê-lo em incómodas posições de “yoga” como sentado, deitado ou em pé. A primeira vez que tive um vislumbre do que era a iluminação foi graças a este ser maravilhoso, há uns trinta anos atrás… Depois, então, veio o Rajneesh ensinar a lição mais preciosa – esta mesmo que está expressa neste post(obrigado Joana): se acreditarmos que é com esforço e sacrifício que atingimos o que julgamos ser “patamares superiores” de consciência, é porque, intimamente, estamos convencidos que não estamos nesse estado e que há que percorrer um caminho para lá chegar, mas já outros o disseram… “caminhante: não há caminho!…”; não há superior nem inferior, nem evoluído nem atrasado, nem vidas passadas nem vidas futuras. Só há o aqui e agora – karuna, karuna… A ilusão é isso: a dualidade, a crença de que temos que ir a qualquer lado que nos torne em pessoas melhores, com esforço, com sadhanas e, pior do que tudo, com a repressão dos nossos instintos, da nossa sensualidade. Conheci gente que acreditava que ia atingir a iluminação com a castidade… Enfim, o Rajneesh desmitificou todas estas ilusões que povoaram a minha juventude. A única iniciação é a tomada de consciência de que já somos iguais aos deuses, à beleza… E, por isso mesmo, somos criadores – e essa é a nossa maior grandeza espiritual. As técnicas que nos ajudam a criar, isso sim, podemos aperfeiçoar e, nesse processo, tornar-nos-emos, provavelmente, pessoas melhores. Ou não… Quem sabe o que acontecerá amanhã? Tudo isto, no fundo, foi já dito também, por uma importante escola budista do séc. II ou III através do notabilíssimo filósofo Nagarjuna: «…not existent not non-existent not both not the absence of both…» E há respostas para as quais não existem perguntas…
(e desculpem lá tanta conversa para coisas tão simples…)
One Love One Heart
Marley
Anonymous
no dia 20 de Janeiro de 2008 às 1:47
delicioso naco de prosa!…
Marley
Margaridaa
no dia 20 de Janeiro de 2008 às 10:52
Não encontro dificuldade , às vezes é necessário clicar duas vezes, vê-se logo, os botões mudam de cor mostrando que a leitura foi activada.
Margaridaa
no dia 20 de Janeiro de 2008 às 15:48
Mas é magnífico, Joana, a imagem leva-nos directamente para o Site de Osho! Tanta coisa a explorar!
Anonymous
no dia 20 de Janeiro de 2008 às 15:48
Gostei Margaridaa! E deste-me uma belíssima ideia: um destes dias também irei “postar” algumas imagens das minhas bandas desenhadas favoritas no triploM!
One Love
Marley
Margaridaa
no dia 20 de Janeiro de 2008 às 21:05
…e gostei do que vi…(sobre o Site de Osho)
formiguinha
no dia 21 de Janeiro de 2008 às 1:00
Desculpa lá Marley, a simplicidade do meu pensamento mas eu acredito que aproximar-nos dos outros de coração limpo( ou mente ou alma ou o que se queira chamar)é o início da corrente. Penso que em cada dia temos oportunidade de semear e é nessa semente que está o caminho
Anonymous
no dia 21 de Janeiro de 2008 às 11:58
Não acredito nisso !!
Anonymous
no dia 21 de Janeiro de 2008 às 13:13
E o que é que os meus amigos têm a dizer do curriculum do senhor Bhagwan Shree Rajneesh ou posteriormente Osho. Ter sido proprietário de 93 Rolls Royces, os automóveis mais luxuosos do mundo, de vários aviões a jacto, diversas propriedades, hoteis, uma rede de casas de prostituição, ter respondido por dezenas de processos em tribunal, por fraude, falsificação de documentos, envenenamento, e das penas de prisão, constantes fugas aos impostos, manter um harém destinado à prática de orgias tantricas colectivas e pedófilas, ser extraditado de diversos paises, que foi deportado para a Índia, onde morreu de Sida, etc, etc … e actualmente do OSHO INTERNATIONAL MEDITATION RESORT, em Pune, na India, ser um SPA caríssimo para gente espiritual e rica … Uma fraude, uma criatura iluminada ou “o guru dos Rolls Royce”, como também era conhecido.
Anonymous
no dia 21 de Janeiro de 2008 às 14:40
Ó anónimo, tens razão, o Rajneesh era um excêntrico, uma criatura que fazia jus à ideia de que a santidade e a loucura andam de mãos dadas, mas duvido que tenha sido um bandido com más intenções. As orgias tântricas eram já faladas nos anos 80, quando eu li uns livros dele. Morreu de ataque cardíaco e não de sida, como dizes, e nunca tinha ouvido falar em cenas pedófilas nem em redes de casas de prostituição – mas acerca disso hás-de dizer-me as tuas fontes porque eu interesso-me por seitas em geral e esses dados são importantes. Creio que o pior que deve ter acontecido ao homem foi, justamente, ter uma legião de jovens sequiosos de “espiritualidade” a chamar-lhe guru e a segui-lo como cães a um dono, para além de muitos homens desiludidos com as esposas e mulheres na menopausa que lhe entregaram fortunas e carros de luxo, convencidos que iam atingir o samadhi nos braços do seu guru. O que fez a diferença do Rajneesh face a outros foi, justamente, o iconoclasmo, a ruptura com convenções e com tudo o que levava as pessoas a acreditar em patranhas. Para mim, as palavras dele foram decisivas, precisamente, para me ajudar a perder uma certa inocência relativamente aos charlatães, daí que não o considero como um “guru” (se queres um bom exemplo de “guru”, à moda antiga procura uma bigrafia de Ramana Maharshi e, aí sim, encontrarás o que procuras, sem orgias nem rolls royces…) mas considero-o, antes, como um filósofo. Ao contrário de gurus talhados pela e para a fraude (tipo Maharaji) ou dos infames gurus criadores de seitas perigosas tipo Ananda Marga ou Brahma Kumaris, o velho Rajneesh nunca promoveu a lavagem ao cérebro dos discípulos nem, muito menos, a estupidez – e só por isso merece ser celebrado. Suponho que a legião crescente de seguidores acabou por não se revelar muito diferente dos seguidores de um qualquer pastor evangelista do tipo daqueles que subiram na vida a vender bíblias ou dos que andam de fato e gravata a expulsar demónios do corpo dos crentes no cinema Império. Hoje o que resta é uma marca – Osho – que parece ter uma quota de mercado significativa no negócio new age. Mas não confundas: eu li dois livros do Rajneesh há trinta anos atrás e as palavras dele ajudaram-me a amadurecer. Quanto ao resto, despego-me de tudo.
One Love
Marley
Anonymous
no dia 21 de Janeiro de 2008 às 15:12
Anónimo, fiquei um bocado perturbado com a ideia de estar aqui a sancionar positivamente um tipo que, não obstante eu poder ter tido no passado uma imagem dele como filósofo, poderia ser afinal um crápula. Fiz uma pesquisa rápida e a minha preocupação aumentou. Vale a pena ler o que está em http://www.enlightened-spirituality.org/rajneesh.html – que por acaso até parece um site muito new age. Aí se resumem testemunhos de gente que esteve junto da personagem e toda a história é, efectivamente, muito preocupante. No fundo, confirma a necessidade crescente de não irmos nas patranhas “espirituais” que as almas supostamente bem-intencionadas nos querem vender. Melhor aprender arte, filosofia e ciência do que acreditar nas tangas da nova era. E atenção, pois há por aí mais seitas perigosas, prontas a arregimentar os ingénuos e os fracos de espírito.
One Love
Marley
Anonymous
no dia 21 de Janeiro de 2008 às 15:14
Ó Margaridaa, olha que eu não te posso pagar a publicidade (lol…)
One Love
Marley
Anonymous
no dia 21 de Janeiro de 2008 às 16:27
pois…mas tanta raiva, rancor e perturbação porquê? eu postei estas palavras não por serem do OSHO e terem vindo do site dele, mas porque me transmitiram uma ideia que, seja ele um crápula ou não, eu concordo. Não digo que temos que fazer yogas e jejuns e outras coisas mais como mencionou o Marley. Talvez tenhamos só que ser verdadeiros e não nos deixarmos corromper por toda a porcaria que anda à nossa volta. O que quer que sejamos está dentro de nós e não à nossa volta. Pelo menos eu sinto-me assim, em relação a valores, princípios e sentimentos. Eu não sou o que sou por a sociedade me dizer para o ser. Sou-o porque me identifico com, porque sinto que assim é que sou. É óbvio que o conhecimento não está todo dentro de mim, que o vou buscar ao mundo que me rodeia, seja ao OSHO ou a qualquer outro mais ou menos crápula do que ele, que tenha transmitido ou transmita ideias que ma ajudem a desenvolver o meu próprio conhecimento e sabedoria. Não por quem o diz, mas pelo que se diz. Por outro lado não acho irrelevante o lado espiritual porque, quer queiramos usufruir dele, quer não, ele faz parte de nós. Mas nesse aspecto cada um sabe de si. O que gostava ter transmitido com a citação é que nós já somos a almofada, não precisamos de procurar sê-la. Agora podemos e devemos enchê-la de algodão, mas com o algodão mais puro que exista, um algodão que não nos faça alergia, mas que seja fofo e confortável. Que nos aconchegue o coração.
Joana
Anonymous
no dia 21 de Janeiro de 2008 às 16:37
Boa, Joana! Fizeste fazer valer o teu ponto. A metáfora da almofada é bem gira!
ÓME QUEREM LÁVÊR QUISTE É TUDE PSSUAL CANDA ALMARIADE OH EMTÃ ANDEM COM US JANÊRES
taxkastocesoskoskoices
no dia 21 de Janeiro de 2008 às 22:10
Fora de cena quem não é de cena! o último não pode estar mais a leste…já não admira
Amorena
no dia 21 de Janeiro de 2008 às 23:01
YAY !!! Já bem dizia o outro: -Falem…bem ou mal, mas falem… Curioso, este post k bateu o SL em comentários…Hehehe Dá k pensar! Brava Joana! E mais até pelo comentàrio d k pelo post em si…smiles…
Formiguinha
no dia 22 de Janeiro de 2008 às 1:19
Gostei da imagem da almofada!
Margaridaa
no dia 22 de Janeiro de 2008 às 8:50
Tenho a dizer que há muitos anos li um livro de Bhagwan Shree Rasheesh, (futuro Osho) intitulado Tantra, a suprema compreensão. E lembro-me de ter gostado imenso, de ter sentido uma empatia com aquilo que o homem dizia. Curiosa , fui procurá-lo a um canto da minha estante e folheei-o. Continuo a sentir a mesma coisa, a mesma admiração por quem consegue materializar em palavras muita coisa do que sinto como verdadeira.
Certo, como diz o primeiro anónimo, há muitas coisas criticáveis.Mas isso vem do homem e não da sua obra.
E depois, não é o primeiro que desenvolve uma imensa máquina à volta da ideia. Sem querer ofender ninguém,e sem querer comparar o que não é comparável, o que dizer da enorme máquina montada à volta das ideias iniciais de Jesus, o Vaticano, a igreja…
Apeteceu-me deixar aqui mais um pedacinho de BSR que encontrei no livro que voltei a abrir, e que gostei muito.
Caminhar sobre a grama Quando as gotas de orvalho ainda não se evaporaram, E sentindo totalmente A textura, o toque da grama, A frescura das gotas de orvalho, O vento da manhã, o nascer do sol. Que mais precisas tu para ser feliz? Que mais é necessário para ser feliz?
Margaridaa
no dia 22 de Janeiro de 2008 às 8:56
Mas é justo, Marley, não é publicidade, como não tens o teu nome incluído nos contribuintes, apesar de haver pistas suficientes pelo Blog fora, assim é mais fácil, para quem quiser chegar ao teu triplom.
(Janelas e portas abertas, é bom!)
Margaridaa
no dia 22 de Janeiro de 2008 às 9:03
Por um erro meu não copiei a primeira parte do comentário que fiz.Ela aqui vai :
Desde ontem que ando para juntar o meu comentário.
A OBRA TRANSCENDE SEMPRE O SEU AUTOR
Isto aplica-se não só aos gurus, como a todos os que transmitem qualquer coisa. Importante é aquilo que recebemos. Há Picasso, cuja neta escreveu um livro, só a dizer mal da maneira de ser dele (o que a meu ver não tem relação com a obra), há Jacques Salomé, um autor conceituado que escreve sobre relacionamentos humanos e que no entanto é divorciado…O homem é o homem, é a sua obra que é importante e aquilo que podemos ganhar com ela.
Margaridaa
no dia 22 de Janeiro de 2008 às 23:19
É um prazer reencontrar Tolkien aqui, assim à mão. Obrigada, Janus.
Anonymous
no dia 23 de Janeiro de 2008 às 1:42
Gostei da música (de uma maneira geral aprecio Talking Heads), mas não curti as roupinhas deles. É mais giro quando se vestiam de cortinados coloridos. Conheces Tom Tom Club Margaridaa? tem a Tina no baixo e é cá um somzão!… Marley
formiguinha
no dia 23 de Janeiro de 2008 às 2:01
Margaridaa pareces adivinhar quando estou mesmo a precisar de ouvir as tuas palavras. Saravá AMIGA!
Margaridaa
no dia 23 de Janeiro de 2008 às 8:38
Concordo contigo. Para mim a cor tem imensa importância, apesar de eu sentir que os TH são tão bons , que mesmo com esta imagem cinzenta conseguem passar a mensagem. Mas fui à procura, por curiosidade , e não achei nada da fase dos cortinados coloridos. Pena!
Margaridaa
no dia 23 de Janeiro de 2008 às 8:41
Formiguinha, bom saber isso, bom saber-te por aí. Um beijinho.
Anonymous
no dia 23 de Janeiro de 2008 às 11:13
Devem ser as almofadas de que a Joana falava, lá mais atrás …
Margaridaa
no dia 23 de Janeiro de 2008 às 16:24
…tens razão, ó anónimo(a), mas deve ter sido o inconsciente…de repente tive vontade de as pôr aqui!
Anonymous
no dia 23 de Janeiro de 2008 às 18:00
Que animação fantástica! Também adorei! Sabes?… A música deles não é sempre nesta veia mais pop. A Tina Weymouth é uma grande fã da batida jamaicana (ora toca baixo eléctrico, não é?…), daí que grande parte do som deles seja pop, sim, mas a puxar para o reggae! Obrigado margaridaa!
One Love Marley
Anonymous
no dia 23 de Janeiro de 2008 às 18:09
lol… Que pena não nos podermos sentar lá agora mesmo a brincar aos sputniks…
One Love Marley
Anonymous
no dia 23 de Janeiro de 2008 às 18:15
A ideia do messias como mecânico de automóveis é muito gira e tenho pena de não ter lido o livro… Sabes quem me falou neste livro pela primeira vez, há muito, muito tempo? O Paulo (da Erika), que era uma criatura luminosa, apesar de discreta (e espero que seja durante muitos mais anos, pois chegou-me aos ouvidos que estava com uma saúde frágil…). Que saudades tenho do convívio dele!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 23 de Janeiro de 2008 às 18:53
Acabo de decobrir um blog a partir do qual poderão “baixar” (entre centenas de outras preciosidades dos Canned Heat, Jefferson Airplane, Bob Dylan, etc…) os primeiros albuns dos Tyrannosaurus Rex, que um comentador descreveu e qualificou muito bem como BEBOP ÉLFICO, dado os gostos literários dos dois músicos que formaram este grupo incrível – Marc Bolan e Steve “Peregrin” Took (Tolkien, claro!…). Os álbuns que vos recomendo vivamente e que encontram em http://dudu2dovinil.blogspot.com/search?updated-max=2007-09-19T10%3A27%3A00-03%3A00&max-results=30 são: - “My People Were Fair And Had Sky In Their Hair But Now They’re Content to Wear Stars On Their Brows” (1968). - “Prophets, Seers & Sages, The Angels of the Ages” (1968). - “Unicorn” (1969) - “A Beard of Stars” (1970). Admito que o som não seja fácil para os ouvidos pouco habituados a música acústica… diferente… – aliás, freneticamente diferente… Mas para mim, estes albuns são preciosíssimos, pois sou um incondicional do Marc Bolan, mesmo na fase Glam Rock… Aqui, porém, o que encontram é guirarra acústica, percussões variadas e lindas melodias vocais! Deste lote, se quiserem ouvir apenas um para experiência recomendo-vos aquele que é, talves, o melhor: “Unicorn”; ou o meu favorito “Prophets, Seers & Sages…”. E lembrem-se que estão a ouvir música extremamente inovadora feita há quarente anos atrás! Como dizia o comentador, BEBOP ÉLFICO – designação que não poderia ser mais adequada… Boa Navegação
One Love Marley
formiguinha
no dia 24 de Janeiro de 2008 às 1:21
Porque é que se parte da ideia que a verdade magoa?
Margaridaa
no dia 24 de Janeiro de 2008 às 9:19
É nestas alturas que sinto que não há longe nem distância, Marley. Apesar de mais de 2000 quilómetros que nos separam, consigo-te ver a dizer isto e mesmo ouvir a tua gargalhada!
Margaridaa
no dia 24 de Janeiro de 2008 às 9:20
Gostei muito!
Margaridaa
no dia 24 de Janeiro de 2008 às 9:26
As verdades nem sempre são más.E mesmo quando calham a ser….a mentira arrepia-me! Não concordo com a última frase deste post. A verdade, sempre soberana!(E há verdades que nos fazem bem!)
Anonymous
no dia 24 de Janeiro de 2008 às 18:12
Gotcha!!!… Ó pra mim a gingar à frente do computador! Que somzão do cacete!!! Do melhor!!! (até o meu cão dançou!…)
One Love
Marley
Amorena
no dia 24 de Janeiro de 2008 às 23:25
mais está para vir…….. *smile*
Janus
Anonymous
no dia 25 de Janeiro de 2008 às 9:37
On this day, the Lord gave you life, May you use it to serve him. All of our loving prayers, will be with you, May you never forget them. May the long time sun Shine upon you All love surround you, And the pure light Within you Guide your way on.
One Love One Heart Let’s get together and feel allright
Marley
Anonymous
no dia 25 de Janeiro de 2008 às 10:49
Então, muitos Parabéns para o Janus
Amorena
no dia 25 de Janeiro de 2008 às 12:03
Obrigado………embora me sinta mais de luto do k própriamente aniversariante………..obrigado há mais marés k marinheiros… já desatinei com a luipa hoje de manhã………isto não está a correr lá muito bem…..continuo a sentir-me descriminado……..enfim…… time will tell……think your in heaven but you living in hell…..
Zacarias
no dia 25 de Janeiro de 2008 às 23:04
Muito bonito Margaridaa! A cor é o tempero da vida. Contra os dias nublados, que entorpecem a mente!
Amorena
no dia 25 de Janeiro de 2008 às 23:53
obrigado a todos……….. nunca estamos sós……… possa eu continuar a ser merecedor da vossa amizade……….
Light and love……….Janus
formiguinha
no dia 26 de Janeiro de 2008 às 2:23
Parabéns Janus (who ever you are) Hoje também faz anos a minha pintaínha, de nome Carolina, que eu amo de paixão. 17 anos de vida e de semente a crescer!
Anonymous
no dia 26 de Janeiro de 2008 às 19:44
Pois então, muitos parabéns à Carolina e à Formiguinha! Tudo de Bom!…
One Love
Marley
Margaridaa
no dia 27 de Janeiro de 2008 às 16:16
Este assunto é interessante e não é simples, há muitas teorias.Voltarei mais tarde para dizer mais concretamente o que penso.(Sempre o tempo…)
Formiguinha
no dia 27 de Janeiro de 2008 às 23:19
A Carolina ficou muito surpreendida quando “se viu” e…adorou. Obrigada P.
Formiguinha
no dia 27 de Janeiro de 2008 às 23:23
Só tu, Margaridaa para pores aqui o nosso Tejo, o rio que eu/nós amamos, às vezes tão maltratado,tantas vezes esquecido, mas sempre tão generoso na beleza e na energia que dá!
Anonymous
no dia 28 de Janeiro de 2008 às 20:05
Creators of crop circles In 1991, two men from Southampton, England announced that they had conceived the idea as a prank at a pub near Winchester, Hampshire during an evening in 1976. Inspired by the 1966 Tully Saucer Nests,[19] Doug Bower and Dave Chorley made their crop circles using planks, rope, hats and wire as their only tools: using a four-foot-long plank attached to a rope, they easily created circles eight feet in diameter. The two men were able to make a 40-foot (12 m) circle in 15 minutes.
The pair became frustrated when their work did not receive significant publicity, so in 1981 they created a circle in Matterley Bowl, a natural amphitheatre just outside Winchester, Hampshire – an area surrounded by roads from which a clear view of the field is available to drivers passing by. Their designs were at first simple circles. When newspapers claimed that the circles could easily be explained by natural phenomena, Bower and Chorley made more complex patterns. A simple wire with a loop, hanging down from a cap – the loop positioned over one eye – could be used to focus on a landmark to aid in the creation of straight lines. Later designs of crop circles became increasingly complicated.
Bower’s wife had become suspicious of him, noticing high levels of mileage in their car. Eventually, fearing that his wife suspected him of adultery, Bower confessed to her and subsequently he and Chorley informed a British national newspaper. Chorley died in 1996, and Doug Bower has made crop circles as recently as 2004. Bower has said that, had it not been for his wife’s suspicions, he would have taken the secret to his deathbed, never revealing that it was a hoax.[20]
Circlemakers.org, a group of crop circle makers founded by John Lundberg, have demonstrated that making what self-appointed cereologist experts state are “unfakeable” crop circles is possible. One such cereologist was filmed claiming that a crop circle was genuine when the people making the circle had been filmed the night before.
Scientific American published an article by Matt Ridley,[21] who started making crop circles in northern England in 1991. He wrote about how easy it is to develop techniques using simple tools that can easily fool later observers. He reported on “expert” sources such as the Wall Street Journal who had been easily fooled, and mused about why people want to believe supernatural explanations for phenomena that are not yet explained. Methods to create a crop circle are now well-documented on the Internet.[18]
On the night of July 11-12, 1992, a crop-circle making competition, for a prize of several thousand UK pounds (partly funded by the Arthur Koestler Foundation), was held in Berkshire. The winning entry was produced by three helicopter engineers, using rope, PVC pipe, a trestle and a ladder. Another competitor used a small garden roller, a plank and some rope.
Gábor Takács and Róbert Dallos, both then 17, were the first people to be legally charged with creating a crop circle. Takács and Dallos, of the St. Stephen Agricultural Technicum, a high school in Hungary specializing in agriculture, created a 36-meter diameter crop circle in a wheat field near Székesfehérvár, 43 miles (69 km) southwest of Budapest, on June 8 1992. On September 3rd, they appeared on a Hungarian TV show and exposed the circle as a hoax showing photos of the field before and after the circle was made. As a result, Aranykalász Co., the owners of the land, sued the youngsters for 630,000 HUF (approximately $3000 USD) in damages. The presiding judge ruled that the students were only responsible for the damage caused in the 36 meters diameter circle, amounting to about 6,000 HUF (approximately $30 USD) and that 99% of the damage to the crops was caused by the thousands of visitors that flocked to Szekesfehervar following the media’s promotion of the circle. The fine was eventually paid by the TV show, as were the students’ legal fees.
Not everybody accepts that circles are man-made, believing instead that many designs are too perfect and that they lack signs of human interaction. Among these critics was British born astronomer Gerald Hawkins who, prior to his death, argued that some circles displayed a level of complexity and accuracy that would be difficult to recreate on paper, let alone in a field after dark.[18] In response, circle creating groups and proponents of the man-made hypothesis state that it is possible to create a complex design by marking radii and angles with rope, and to enter and to move about a field using landscape features and tractor trails in order to avoid leaving other marks.[22] (wikipedia)
Grandes artistas cerealíferos!…
One Love
Marley
Anonymous
no dia 28 de Janeiro de 2008 às 20:07
É Spielberg ou Lucas Arts?…
Marley, o Galáctico
Margaridaa
no dia 28 de Janeiro de 2008 às 20:55
Marley
Mais uma vez penso que a obra é o mais importante, sendo os crop circles lindíssimos. Interessante teres posto aqui informação,(pena o inglês, mexo-me melhor no francês,eh eh!), mas parece-me que foste parcial e não transcreveste todos os pontos de vista, pelo menos os existentes na Wikipédia. Também lá fui e completo aqui a tua pesquisa.
Le terme agroglyphe est un néologisme synonyme de crop circle parfois traduit de l’anglais par cercle de culture ou cercle de récolte. Un agroglyphe est la zone d’un champ de blé ou d’autres céréales similaires dont certains épis ont été recourbés ou couchés pour former diverses formes géométriques certaines en trois dimensions et d’autres en deux. Ces formes vont du simple cercle de quelques mètres à la composition de plusieurs centaines de mètres impliquant de nombreuses sections. L’explication de la formation de ces figures est très controversée. L’explication la plus simple, celle défendue par le scepticisme scientifique, est une action humaine délibérée : les agroglyphes sont une production artistique humaine, similaire du point de vue de la démarche aux graffitis que l’on trouve sur les murs de nos cités. Dans ce contexte, la méthode de réalisation utilise un ou des plans sur papier et des moyens de report sur le terrain comme des cordes, pieux, décamètres ainsi que des planches ou rouleaux pour abaisser les tiges. Un très grand nombre d’agroglyphes ont été produits selon ces procédés, prouvant leur faisabilité. A noter que certains agroglyphes sont produits à des fins moins artistiques. En effet, d’autres explications persistent à être avancées. Par exemple l’origine serait due aux ovnis ou à des “manifestions d’énergie”. Les premiers agroglyphes sont apparus dans le sud de l’Angleterre (Hampshire, Wiltshire et contrées avoisinantes) au milieu des années 1970. Au fil du temps, en même temps que le nombre des crop circles croissait, les motifs sont devenus de plus en plus complexes (les premiers agroglyphes étant de simples disques, tandis que certains de ceux apparus dans les années 1990 et 2000 furent très élaborés : messages verbaux, signes iconiques, dessins d’objets manufacturés). Évolution aussi de la distribution géographique, le phénomène sortant de son aire d’origine. Toutes ces transformations suggèrent clairement que le rôle des articles de journaux et reportages télévisuels sur le sujet, qui se sont multipliés vers la fin des années 1980, a été important dans la création même du phénomène. Certaines personnes estiment que les agroglyphes, ou du moins certains, ne peuvent pas être des fabrications humaines. Ainsi, les motifs les plus complexes ne pourraient pas, de leur point de vue, avoir été réalisés de façon secrète et dans la durée d’une seule nuit par un simple groupe de plaisantins, même organisés ; de plus, certains débris causés par des radiations seraient selon elles très difficiles à reproduire[réf. nécessaire]. Elles tentent aussi d’argumenter en faveur de l’ancienneté des agroglyphes. Plusieurs théories pour expliquer l’origine non humaine (naturelle, surnaturelle, extraterrestre) de ces agroglyphes ont été avancées depuis les années 1960. Au début du phénomène, deux hypothèses s’affrontaient : l’« hypothèse naturelle » et l’« hypothèse d’une cause ufologique ». De nombreux groupes marginaux proposent leur propre explication du phénomène, en accord avec leurs croyances, la plupart sans une réelle méthodologie ou rigueur d’analyse (voir liens externes). En effet, seule une approche scientifique rigoureuse (à l’instar d’une enquête policière sur la scène d’un crime), portant non seulement sur le relevé des indices physico-chimiques sur le terrain et particulièrement sur les indices communs à un grand nombre d’agroglyphes, mais aussi sur l’inventaire géographique, et dans le temps, des phénomènes recensés. Seule une telle méthodologie pourrait permettre de trancher en faveur d’une des quatre hypothèses émises à ce jour (humaine, naturelle, surnaturelle, extraterrestre). Le placement de caméras de surveillance dans les zones les plus concernées par ces phénomènes (tel le Wiltshire en Angleterre) devrait également permettre d’avancer dans cette investigation Phénomène naturel [modifier] Plusieurs théories ont été émises attribuant aux agroglyphes une origine naturelle (tourbillons de vent, « éclairs en boule », vortex de plasma, etc.). On pense entre autres à des champs magnétiques. Cette hypothèse a été avancée pour plusieurs raisons : des personnes peuvent se sentir mal sur un crop circle, avoir des maux de tête ou des nausées. De plus, certains appareils électroniques sont défaillants. Enfin, on mesure aussi sur certains crop circles des champs magnétiques plus élevés que la normale.[réf. nécessaire] Cependant cette hypothèse — outre qu’elle laisse dans l’ombre la nature et le mode d’action des mystérieuses forces à l’œuvre — perd toute vraisemblance au regard de la perfection et de la complexité des formes géométriques produites par le phénomène, lequel se caractérise tant par des formes circulaires ou elliptiques, généralement multiples et symétriques, que par des motifs radiaux ou angulaires, parfois symétriques, parfois asymétriques. Ce double constat, de complexité et de perfection, écarte également d’emblée la possibilité d’une origine humaine. Origine extraterrestre [modifier] Parmi les groupes les plus assidus à l’étude de ces phénomènes, BLT Research (http://www.bltresearch.com/). Les chercheurs de ce groupe auraient découvert des isotopes radioactifs rares dans les agroglyphes, ils auraient aussi trouvé des modifications structurelles profondes dans les nœuds des plantes tressées (et non simplement couchées) et ont fait germer des graines extraites de celles-ci. Il faut ajouter que la complexité des motifs est en constante évolution. [réf. nécessaire] Boules de lumière [modifier] W. C. Levengood et N. P. Talbott défendent l’hypothèse selon laquelle les agroglyphes sont réalisés par des « boules de lumière » (en anglais Balls of light), qui sont à mettre en relation également avec les phénomènes de Foo fighters. Selon eux, de telles boules de lumières émettraient des micro-ondes qui réaliseraient la forme dans les blés. L’origine de ces boules n’est pas précisément définie. Dans un article de 1999, Levengood et Talbott prétendent que les blés ont été irradiés. E. H. Haselhoff (2001) propose dans la foulée un modèle physique explicatif3. Joe Nickell4, membre du Committee for Skeptical Inquiry, a mis en question la fiabilité de ces résultats : l’analyse n’avait pas été faite en double-aveugle et il semblerait que les laboratoires ne puissent pas distinguer les épis de blé qui proviennent des agroglyphes de ceux qui n’en proviennent pas, si on ne leur donne pas l’information avant toute analyse. De plus, le modèle de Haselhoff (2001) n’explique pas comment les micro-ondes coucheraient les épis de blé ni comment ils traceraient la forme de l’agroglyphe dans le champ, mais seulement une possible différence de longueur entre les épis.
Margaridaa
no dia 28 de Janeiro de 2008 às 21:01
Não acredito nem na negação completa destes fenómenos nem na aceitação total. Acredito que a explicação passe por outros lados (mais que um).Brevemente voltarei aqui, para expor o que penso. Mas de certeza que o que penso não passa pela negação total. Há mais que isso!
Margaridaa
no dia 28 de Janeiro de 2008 às 21:03
E ainda…acredito que há mais mundo do que o mundo que vemos com os cinco sentidos.
Anonymous
no dia 28 de Janeiro de 2008 às 23:00
A explicação de que fenómeno? Bah!… Não vou postar mais nada sobre estes assuntos porque recebi ordens do comandante galáctico Ashtar Sheran e do seu ajudante de campo Adoniesis para não revelar nenhum segredo aos profanos. Mas deixa, que eles estão aí por cima de nós e têm um olho que tudo vê e no final dos tempos (data que não posso também revelar mas que será numa terça-feira depois do jantar) os maus hão-de ser queimados com os seus raios galácticos. Só os seres superiores que têm auras índigo-cristal se salvarão, tal como eu, mas mais não posso revelar, e além disso isto já está tudo escrito.
Marley o galáctico
Anonymous
no dia 28 de Janeiro de 2008 às 23:06
Só há uma falha nisto tudo: não mencionam o nome do comandante Ashtar Sheran e do seu ajudante de campo (aliás, de nave) Adoniesis, que foram os verdadeiros jardineiros do universo que, com as suas naves galácticas iniciaram este processo de elevação vibratória do campo magnético terrestre, deixando tudo codificado nos cereais. E mais não posso revelar, pois estes segredos são apenas para iniciados no fogo violeta e para os demais mestres ascensionados tal como eu próprio, que sei tudo isto porque já voei muito a bordo das suas naves (tanto dos discos como dos charutos…).
Marley Saint Germain, The Upsetter
Margaridaa
no dia 29 de Janeiro de 2008 às 8:23
Certo!Partiremos do princípio que já está tudo escrito, os prós e os contras, e quem quiser que se informe. Mas quanto ao resultado final, crop circles , sejam quem forem os autores,o resultado é belo!
Margaridaa
no dia 29 de Janeiro de 2008 às 8:40
Quanto a este assunto, não me apetece ir daqui embora sem ter exposto a minha opinião, sendo claro que não quero convencer ninguém.
Quanto ao fenómeno dos extra terrestres, considero que é tido como extra terrestre qualquer forma de vida não existente no nosso planeta. (Como não existe no nosso planeta, é desconhecido aos olhos de todos, logo tem forçosamente de ser “inimigo ou mau”, como tudo o que não se conhece.)
Qualquer forma de vida, ( e de não vida, tudo o que podemos ver e também o que não podemos ver), resulta de uma mesma energia. O que faz com que o resultado seja diferente é a taxa de vibração dessa mesma energia. Há coisas que vemos, há outras que não vemos, os nossos sentidos são limitados.
Não acredito que nós os humanos sejamos a única forma de vida em todo o Universo. Não seria lógico. Penso que tem que haver outras formas, uma mais evoluidas, outras menos, assim como os humanos não tem todos o mesmo grau de evolução.
Tudo aquilo que nos é apresentado pelos média ( e normalmente é pelos media que as informações são veiculadas, para não falar dos livros , onde não podemos esquecer o seu autor e as suas convicções e portanto os pontos de vista também não são isentos de opinião),é manipulado, a informação nunca faz o seu caminho num estado puro. (Quem conta um conto junta-lhe um ponto).
Toda a informação acerca dos ufo recebe o mesmo tratamento.
Pessoalmente considero lógica a existência de extraterrestres. (Sendo extraterrestres, toda a forma de vida não existente neste planeta.)
Não sei porque é que a minha descoberta da música do David Sylvian foi tão tardia… Conhecia apenas uma faixa notável do album Sahara Blue (poemas do Rimbaud e produção do Hector Zazou). Depois, no mute, descobri o Dead Bees on a Cake e posso dizer que estou rendido! Delicioso! Obrigado Margaridaa!
One Love Marley
Anonymous
no dia 30 de Janeiro de 2008 às 12:46
Deixa-me opinar: eu também gosto desta canção – especialmente se inserida no album genial que é o Transformer – , mas aqui ná, não gostei! No primeiro video é a brigada do reumático a mostrar que ainda não lhes deu um AVC (felizmente!)e que precisam de ir amealhando qualquer coisita para manterem a renda do penthouse, donde se segue que é melhor ouvir os originais ou, então, os putos novos a fazerem coisas giras (Sigur Ros, God Speed Black Emperor… eu sei lá!…). No segundo… ughghhh, que horror: parece aqueles vídeos hiper-mega-super pirosos que se fazem no Natal para ajudar as crianças com paralisia cerebral – o que, se fosse o caso, era uma ideia louvável, pois há muita gente pirosa com bom coração e que necessita de umas pirosadas para abrir os cordões à bolsa e contribuir para aquelas causas em que o Estado se demite de cumprir o seu papel (como no caso recente das crianças com necessidades especiais que ficaram sem apoio educacional porque os cleptocratas dos nossos governantes só sabem roubar aos fracos e aos indefesos…). Mas afinal, parece que era só para promover a BBC… (Thumbs Down!…)
One Love
Marley
Margaridaa
no dia 30 de Janeiro de 2008 às 13:16
Eh eh!!Ok. Eu gosto das duas versões, por acaso gosto destas misturas. Teria cá posto uma terceira, (depois de ler o teu comentário), mas não encontrei nada que me satisfizesse!
formiguinha
no dia 30 de Janeiro de 2008 às 23:39
Gosto muito desta canção, principalmente da versão Lou Reed e Dr. Jonh. Desculpa lá, Marley mas quanto à ideia da brigada do reumático, tudo na boa, tudo tem o seu tempo. De alguns anos a esta parte, passei a gostar ou não, sem grande filosofias, só com os sentidos
formiguinha
no dia 30 de Janeiro de 2008 às 23:47
é muito bom receber um elogo de alguém que amamos (mesmo que se ache que lá no fundo, mesmo no fundo, a pessoa deve estar “céguinha” de todo) principalmente se estamos com a auto-estima na m….(e acreditem que eu sei do que estou a falar)
Zacarias
no dia 31 de Janeiro de 2008 às 22:32
Lindo! Sempre adorei estes músicos. Ao ouvi-los um tímido arrepio, estremece-me a coluna … cavalgo-o sem limites, nem fronteiras … e um raio luminoso trespassa o espaço-tempo, ignorando as leis da física, os limites do corpo. Onde estou eu ? Poderá esta alucinação continuar ? Há minha volta seres cabeludos e extasiados, falam de amor e paz, enquanto trocam sorrisos e flores. O arrepio permanece, até que a música acaba e a realidade regressa. Foi bonito, Margaridaa.
dubleudansmesnuages
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 1:56
Olha queria felicitar-te pelo teu blog maravilhoso de que gostei muito. Beijinhos para vocês. Armando
Margaridaa
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 7:42
É sempre gratificante saber que aquilo que se faz com muito gosto e que inegavelmente é feito a pensar na partilha, é realmente partilhado. Obrigada, Armando.
Anonymous
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 10:33
Huummmmmm… Creio que não concordo com a senhora da frase, pois o mundo muda constantemnte – e mudamos nós que somos parte dele – e, por isso, nem sempre obtemos aquilo que sempre obtivemos se fizermos o que sempre fizemos. É essa, aliás, uma das ideias fundamentais codificadas na imagem da roda da fortuna.
One Love
Marley
Margaridaa
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 11:57
A ideia desta frase é que, se queremos obter outras coisas além daquelas que temos, também temos que mudar certos HÁBITOS, certas rotinas, e descobrir outras maneiras de estar , outros caminhos.(Pelo menos foi assim que a entendi, e por isso gostei.Está relacionada com os AUTOMATISMOS, sobre os quais já falei num “post” antigo.
Anonymous
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 15:18
Huummmmmm… Estou a ver!…
dardna
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 18:49
engraçado, à primeira vista reagi exactamente como tu Marley mas de facto não há que esquecer o potencial do pensamento lateral, algo alternativo à lógica a que tanto nos habituámos.
Abraços!!
Anonymous
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 20:46
Ou seja: a frase é tão auto-referencialmente vazia (à primeira, aliás, parece uma a la monsieur de La Palisse…), que permitiu estas duas leituras diametralmente opostas relativas à mudança e à permanência – ambas legítimas, ambas correctas, ambas lógicas. O busilis está no arco causal (daí a necessidade de reflexão sobre os processos de transformação ou, numa mais xamânica, de TRANSFIGURAÇÃO…)que faz aqui uma espécie de ouroboros… No fundo, é um processo semelhante a:
a frase que se segue é verdadeira.
a frase anterior é falsa.
e, portanto, a lógica é um mau modelo de causalidade, pois se verdadeiro, então falso, e se falso, então verdadeiro. Se se aplicar a uma máquina digital, esta entra em oscilação permanente e acaba por rebentar.
Yo dardna, curti essa do pensamento lateral, cujo hábito pode ser treinado por forma, a justamente, transfigurar o real… (isto em estética deve ser giro…)
Mais abraços
One Love Marley
formiguinha
no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 0:07
Tenho este livro, Prima amiga. Às vezes viajo no tempo, ao lê-lo, volto a ter 15 anos e a acreditar em muita coisa. Hoje, muitos anos depois, ainda acredito em muitas delas. Agradeço (ao Universo? à minha natureza?) continuar a ter fé nas pessoas!
formiguinha
no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 0:18
Lindo és tu, Zacarias, que consegues pÔr em palavras o arrepio que me percorreu depois de ouvir esta música.Obrigada!
Amorena
no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 11:01
haaaaaa….simmmmmmmm que bom…….. tantas saudades….. além de conservador tou a ficar saudosista também……. deve ser da idade…….. lembro-me tão bem do meu amigo camões e a sua ibanez a tocar crosby`s no largo do café modesto….. sim, uma nova esperança nas nossas vidas……. tudo era possivel……. blessed be……..
Anonymous
no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 11:52
Adorei!… Tanto, aliás, que fiz uma “postagem” no triplo M a pensar em vocês… (http://triplom.blogspot.com/). Trata-se de uma pequena lição de história ao som de um dos meus temas favoritos do Graham Nash. É bom não esquecermos – sobretudo agora, que a tortura e os campos de concentração do Império são vistos com indiferença por uma certa Europa instalada… A Europa do grande capital, da alta finança, da economia do conhecimento… A Europa financeira que engorda não só com o jogo da bolsa, com as taxas de juro, com os incentivos fiscais e com os offshores mas, também, com o nosso trabalho. O abismo que a história cavou entre os rendimentos dos muito ricos e os da classe média, é cada dia maior e mais profundo. Aqui no nosso burgo trabalha-se para engordar a banca, como diz qualquer comentador… Enfim, por tudo isto, é bom sabermos que a Convenção Democrática de Chicago, em 1968, marcou o fim do sonho e da esperança de uma geração de revolucionários pacifistas na América. Em Paris as barricadas foram destroçadas pela polícia de choque e Woodstock marcou depois o ponto final! Esta geração acabou bem instalada no poder e a lixar a vida a toda a gente, com a ganância do dinheiro. Até tentaram limpar-se dizendo que sim, que fumaram, mas nunca engoliram o fumo… E a América tem hoje as mais altas taxas de encarceramento do mundo, graças à proibição da marijuana. É possível passar vinte anos na prisão por ter uma planta de cannabis – mais do que em inúmeros casos de violação e roubo à mão armada. Tristes tempos estes… Enfim, espero encontrar-vos no triplo M One Love Marley Marley
Anonymous
no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 11:56
Quem é esta miúda? Faz-me lembrar alguém…
“If you can´t be with the one you love Love the one you’re with! Love the one you’re with! Love the one you’re with!…” (Crosby, Stills & Nash)
One Love Marley
Margaridaa
no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 14:05
Rui Veloso em As regras da sensatez
Margaridaa
no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 17:11
Nestas tuas participações, só te falta dizer : e agora senhoras e senhores, algo completamente diferente!!! Eu gosto, é como uma brisa…
luipa
no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 18:55
Há verdades que de tão verdadeiras não deixam sombras de duvidas…tomara k todos nós seres humanos pudessemos entender todas as verdades. Beijos
dardna
no dia 3 de Fevereiro de 2008 às 1:19
O que teriam os irmãos Brain a dizer sobre isso? hmmpf… :/
formiguinha
no dia 3 de Fevereiro de 2008 às 23:29
Marley, vou tentar “interiorizar” a sabedoria da ideia. Já a conheço há muito tempo, mas tem sido difícil vivê-la!
Anonymous
no dia 4 de Fevereiro de 2008 às 11:44
Bonito, sim senhora!… Nesta linha, conheço apenas um trabalho fantástico de que tu também deves gostar: Steve Tibbets (um guitarrista onírico…) com uma monja tibetana cujo nome não recordo agora (mas na amazon descobres facilmente…). E numa linha laica, a tibetana Yungchen Lhamo tem três discos lindos, lindos, lindos…
One Love Marley
Anonymous
no dia 4 de Fevereiro de 2008 às 11:48
…Fez-me lembrar uma música deliciosa do Dick Annegarn chamada, justamente, “La Mer”…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 4 de Fevereiro de 2008 às 16:49
Steve Tibbets, não conheço, mas vou procurar, quanto a Youngchen Lhamo, lindíssimo, tenho dois discos dela.Há imensa música que gostaria de postar, mas ainda não encontrei a solução correcta para o poder fazer. Enquanto isso vou procurando no Youtube .(Já pensei em fazer upload para o Youtube e depois passar para aqui.)Beijos.
Anonymous
no dia 5 de Fevereiro de 2008 às 12:42
A Noite Desce
«A noite desce, o calor soçobra um pouco, Estou lúcido como se nunca tivesse pensado E tivesse raiz, ligação direta com a terra Não esta espécie de ligação de sentido secundário observado à noite. À noite quando me separo das cousas, E m’aproximo das estrelas ou constelações distantes — Erro: porque o distante não é o próximo, E aproximá-lo é enganar-me.»
Parabéns Rodrigo!… Um grande Abraço!…
Anonymous
no dia 5 de Fevereiro de 2008 às 12:46
…Esqueci-me de dizer que o anterior era um poema do Pessoa.
E Toma lá mais desassossego:
«Tenho mais pena dos que sonham o provável, o legítimo e o próximo, do que dos que devaneiam sobre o longínquo e o estranho. Os que sonham grandemente, ou são doidos e acreditam no que sonham e são felizes, ou são devaneadores simples, para quem o devaneio é uma música da alma, que os embala sem lhes dizer nada. Mas o que sonha o possível tem a possibilidade real da verdadeira desilusão. Não me pode pesar muito o ter deixado de ser imperador romano, mas pode doer-me o nunca ter sequer falado à costureira que, cerca das nove horas, volta sempre à esquina da direita. O sonho que nos promete o impossível já nisso nos priva dele, mas o sonho que nos promete o possível intromete-se com a própria vida e delega nela a sua solução. Um vive exclusivo e independente; o outro submisso das contingências do que acontece.»
Tudo de Bom para ti!
One Love Marley
Anonymous
no dia 5 de Fevereiro de 2008 às 20:41
Rodrigo, muitos parabéns !! Um abraço
Anonymous
no dia 5 de Fevereiro de 2008 às 20:44
Isto já começa a ser demais, encher o Blog com Copy – Paste …
formiguinha
no dia 5 de Fevereiro de 2008 às 23:24
Parabéns ao Rodrigo. Tudo de bom!
Zacarias
no dia 6 de Fevereiro de 2008 às 1:38
Gostei muito! Não só da música dos Dead Can Dance, como do video que também está excelente.
Margaridaa
no dia 6 de Fevereiro de 2008 às 7:43
Seja paste , seja outra coisa qualquer, quando vale a pena, vale a pena!
Margaridaa
no dia 6 de Fevereiro de 2008 às 8:40
Ó Janus, que bonito!! Dead Can Dance é dos meus grupos preferidos, no entanto não sei se teria adivinhado à primeira, (fiz batota, li o comentário de Zacarias!). Gostei tanto do vídeo!Onírico!Faz lembra certos sonhos que temos, com muita imagem e muita cor, numa desorganização aparente… Obrigada.
Anonymous
no dia 6 de Fevereiro de 2008 às 11:08
Eis-me para agradecer a gentil manifestação de carinho que os meus amigos que colaboram neste blogue me deram no dia em que completei meu 42º Inverno. Depois de uma grave (vista agora à distância, assim a considero) expressão de intolerância, falta de capacidade para aceitar a crítica e de sentido de humor, depois de compreender, em toda sua extensão, o que significa ter um blogue ou colaborar com os blogues alheios, deixei-me destas lides, pelo menos de uma forma activa. Fazer parte de “grupos”, panelinhas, ou do que lhes queirasm chamar, aplicar as nossas regras e leituras às vidas dos outros, adoptar padrões comportamerntais aceites, apenas para fugir `*a solidão, são coisas que cada vez considero mais limitantes, mas há quem julgue que a coimunicação supera estas coisas… Eu às vezes também, por isso estou aqui a “comunicar” e a mandar para todos abraços e beijinhos… Comam, bebem, fodam, divirtam-se e levem tudo isto um pouco menos a sério que é como quem diz, mais a sério, na busca da liberdade e de uma verdade que é só nossa e de mais ninguém. Verdades colectivas deixam-me sempre de pé atrás, pois são incompletas e, na maior parte das vezes, pouco verdadeiras. Fiquem bem e uma vez mais, obrigados
Margaridaa
no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 9:23
Tudo o que se escreve fica mais bonito se for lido na língua de origem. Mas…isto não serve para nada se não se perceber a língua. Aqui vai uma tradução LIVRE do texto do post.
Debaixo de uma velha árvore , num prado.
Num magnífico dia quente de verão, estou estendida debaixo de uma velha árvore, alta e forte. Uma brisa de verão, doce e perfumada, acaricia o meu rosto e eu sinto o perfume das flores dos campos e da erva do prado. Deixo o meu olhar vaguear pelo céu claro, de um azul luminoso, e cada respiração me refresca e liberta. Deixo-me suster passivamente pela terra e sinto-me em segurança debaixo da árvore. Sinto a sua força natural fluir em mim como uma agradável corrente energética de cura. O calor do sol irradia deliciosamente o meu corpo. Sou invadida por uma felicidade total e uma paz profunda. A minha cabeça repousa à sombra, refrescada.Olho o cimo da árvore através das folhas,cujo verde brilha, penetrado pelo sol. A brisa de verão sopra docemente nas folhas, fazendo reflectir o sol. Saboreio uma profunda paz interior e sinto o meu espírito perfeitamente desperto.
Margaridaa
no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 16:42
Janus, foste tu que há muito tempo, na casa da A. falaste de padrões que se repetem. O que dizer? Que os amigos estão por perto (mesmo os que estão longe).Mas é a tua torre. Dizer-te que a transformes na roda da fortuna, nada é imóvel no tempo.(Fui tirar uma para ti, deu O Eremita.Como a confirmar o que eu disse.)
Margaridaa
no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 16:59
Nota : o A é de Arrábida!!
Margaridaa
no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 20:51
Graças a Dardna e a Zacarias tenho agora duas soluções para fazer o que tanto queria : postar música sem estar dependente do Youtube.
Obrigada!
dardna
no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 23:35
Muito bom o jogo de imagens, curti!
dardna
no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 23:38
peço desculpa mas acho que o dardna não teve nada a ver desta vez… …mas quem procura sempre alcança, valeu!
dardna
no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 23:59
De vez em quando sabe mesmo bem ouvir estes man’s… tal como hoje de manhã assim p’ra abrir a pestana eheh… valeu!
Amorena
no dia 8 de Fevereiro de 2008 às 1:45
acho k não estás a ver bem o significado da carta…………. não é a minha torre………a carta refere-se a uma relação….a um lar ……uma familía…… uma familia não é uma ,não ´~ao duas não são três……são todos……………é um lar k foi desfeito…….sofrem todos……. todos……principalmente as crianças……..comprende? tenho uma maneira muito antiga de ver as coisas……… não admira…..sou um dos antigos………ainda me lembro de andarem por ai uns dinossauros… *smile* em todo o caso a minha máxima preferida é: ” há mais marés que marinheiros” ontem tavas frágil e eu forte………..hoje sou eu que estou frágil e tu estás forte, amanhã a deus pertence……
Margaridaa
no dia 8 de Fevereiro de 2008 às 7:25
Janus Desejo do fundo do coração que tudo, tudo, se passe da melhor maneira. E não posso fazer mais nada do que desejar , as cartas são do teu/vosso baralho.Beijos.(E dizer que estou aqui, se precisares.)
Anonymous
no dia 8 de Fevereiro de 2008 às 9:32
Cada vez sei menos o que dizer… Creio que há limites para… não sei… Em momentos difíceis lembro-me sempre de um provérbio mongol que diz: «que as aves da tormenta voem sobre a tua cabeça não podes impedir, mas que nela façam ninhos, isso sim, podes impedir»…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 8 de Fevereiro de 2008 às 20:57
Vi há muito tempo um documentário sobre os Hopis e com os Hopis. Sobre os cinco mundos, parece-me que era isso. Fui à procura de mais informação porque tinha gostado imenso, mas não encontrei nada parecido com o que tinha visto. Conheces (Janus) algum bom livro sobre eles? (Daquilo que dizem.)
Anonymous
no dia 8 de Fevereiro de 2008 às 22:49
Margaridaa Este é um clássico: «Soleil Hopi : l’autobiographie d’un Indien Hopi», de Don C. Talayesca ; textes, rassemblés et presentés par Leo W. Simmons ; trad. Geneviève Mayoux ; prefácio de Claude Lévi-Strauss, Paris, Plon, 1982.
One Love Marley
Anonymous
no dia 8 de Fevereiro de 2008 às 22:52
Bem giros!…
One Love Marley
Amorena
no dia 9 de Fevereiro de 2008 às 1:24
sim os meus irmãos corvos……… acompanham-me desde k fomos há bretanha……… engraçado ….logo na nossa pimeira manhã em paris,fomos acordados por eles……….a crocitar……..craaa…..craaa…..craaa…..
posted by janus
Amorena
no dia 9 de Fevereiro de 2008 às 1:28
o nosso bom bardo Marley nunca nos deixa ficar mal………..lol
janus
Amorena
no dia 9 de Fevereiro de 2008 às 1:34
um céu de folhas de carvalho verdes, novas , viçosas…….um dia de verão…..sim……..k bom……
dardna
no dia 9 de Fevereiro de 2008 às 1:45
Ena!! ..muito bom! ..pois realmente ainda não deviam lá estar, ter-me-ia lembrado.. (ou será que só viajei de noite?! XD)
Margaridaa
no dia 10 de Fevereiro de 2008 às 9:10
Seu Mulher é manter em equilíbrio a colher Para não entornar o que lá estiver.
Não sabia que escrevias!! Gostei!(De escreveres e do que escreveste)
Anonymous
no dia 11 de Fevereiro de 2008 às 10:24
Grande Tó, Não faço ideia se, por aqui, chegará até ti a expresão dos meus votos de que este se torne em mais um dia de celebração da tua vinda até este mundo. Até aqui já chegámos, meu irmão, daqui para a frente só Deus sabe o que se irá passar, mas espero que o balanço seja positivo e que continues, com saúde, trabalho, dinheiro e alegria a cumprir os objectivos a que te propões, junto daqueles que amas e com a força de quem sabe que tudo isto é para ser levado, sem grandes sobressaltos, até ao fim, aproveitando a cada segundo o prazer de estarmos vivos. Conta muitos, meu irmão (e que eu cá pelo “burgo”, consiga estar presente, para te ver a contá-los) Um grande abraço RV
Anonymous
no dia 11 de Fevereiro de 2008 às 15:00
Junto-me ao RV E com dois já é um coro! (Parabéns a você) – mas não sei bem porquê Sempre me irritou este “você” Que parece que não é para ninguém Porque se canta a qualquer um Mesmo que tenha cara de atum Enlatado Supersónico E esventrado como artigos elegantes A arder em moscas E outras tropelias Como as que tu fazias (Sim, lembro-me bem!…). Mas era de um coro que falava Enquanto alguém que não é “você” esperava e desesperava Apenas porque “você” não és tu e para cantar não precisamos do cú! (A não ser para as sinfonias pastorais – que a Europa educada não diz cú, que é feio) E Que importa se estamos afinados? O que importa são os feriados E os dias lânguidos da alma bêbada E a memória dos Pinbáis Tudo lá longe À distância A desaparecer Como fumo Desvanecendo-se azul Cinzento Imenso E caras de bacalhau Em cacilheiros oníricos Na manhã deste dia Em que cantamos Os parabéns ao gentil Tó O vampiro suspiro olhando o De Niro O Próprio Único e Irrepetível Triunfante E mirabolante Com as asas muito abertas Sentado na sua cadeira Atrás das suas lentes À frente da Musa Mastigando torresmos E salpicos de maresia Na praia Com coelhos e palhaços Robert Fripp e Fred Frith Sempre de improviso Amen Amen Amen
(Parabéns meu! Um grande abraço!!!)
One Love Marley
Anonymous
no dia 11 de Fevereiro de 2008 às 15:20
Joana Do que gostei mais foi do «esplêndido espectáculo interno», mas… vais-me perdoar, mas acho-te muito sexista – um defeito de homens e mulheres que não sabem que sendo uma coisa são também a outra. Eu não consigo agora explicar-te integralmente o meu ponto de vista, mas acho que sim, que devemos cantar as virtudes do feminino – sendo que, atenção, as virtudes do feminino não são exclusivo das mulheres… Porque é que será que eu não imagino um rapaz da tua geração a escrever qualquer coisa do tipo “Ser homem é…». Aliás, nem da tua nem da minha geração! (ah como me irritam os homens que coçam os tomates no metro e abrem muito as pernas quando se sentam, ocupando o lugar vazio do lado; os que escarram no chão e os que se vestem de igual, seja de fatos e gravatas ou de calças de cú caído e chapelinho a dizer NY… – mas esta é outra conversa) Enfim, se eu não imagino isto, porque é que será que no feminino parece fazer sentido e ser poesia, como tu a escreves?! Mas eu fico na minha: é claro que há descriminação (cada vez menos, felizmente) e, geralmente, são as mulheres que apanham dos homens e não o contrário mas o sexismo, como a vitimização, não ajuda nada! É claro que há diferença e é claro que devemos celebrar as diferenças, mas… (Olha, tu fáxavor não me interpretes mal, estou só a pensar de alto, hein?)
One Love Marley
Anonymous
no dia 11 de Fevereiro de 2008 às 16:57
Este poema foi inspirado pelo ciclo menstrual da mulher, pelas hormonas que tanto nos fazem “sofrer” e que aos homens não fazem tanta diferença. Não foi de modo algum numa visão sexista, porque o feminino e o masculino estão presentes no homem e na mulher para que haja equilíbrio, como disseste, mas sim um jogo de palavras que só as mulheres devem conseguir perceber na perfeição porque só elas é que sentem esses efeitos, por isso dediquei-o às mulheres… Não para as superiorizar, mas para as identificar entre elas.
Joana
Anonymous
no dia 11 de Fevereiro de 2008 às 22:45
Para o RV e pró MARLEI, nestas ocasiões já se sabe… a malta está à coca e não perdoa! é como os calduços do binóculo às 9 horas! binóculo! obrigado, muito obrigado pela lembrança, soma e segue,não há mãos a medir, nem tempo a perder, é mais uma etapa que começa, e ainda é cedo para balanços, sobe sobe marujinho ao mastro real, ver se avistas terras de Espanha, areias de Portugal…como se diz por cá: allez de l’avant!, que já dizia a minha avó, lanterna que vai à frente alumia duas vezes e prá frente é que é caminho! VIVA!
formiguinha
no dia 12 de Fevereiro de 2008 às 0:30
Como aqui se diz é mais uma etapa que começa e prá frente é o caminho que nos espera. O nosso/teu tempo é hoje. Parabéns Tó!
Portiir
no dia 12 de Fevereiro de 2008 às 15:03
Vou repetir uma frase que achei apropriada “não faço ideia se, por aqui, chegará até ti” mas como estamos atrasados nos votos de parabéns mais vale tentar por todos os meios…. Não me esqueci do aniversário mas estávamos fora e quando me lembrei de manhã ligar(a mim mesma disse “hoje é o dia especial do A), foi a horas ainda impróprias. Depois foi o esquecimento (andar a correr atrás dos catraios). Porém o dia estava de sol e sei que tiveste um OPTIMO, ESPLENDOROSO, MAGNIFICO dia de aniversário… Atrasados, cá vão os meus votos (e do resto de lá de casa) de imensas felicidades, saúde, amor, paz e AHAH SOL, para o ano que agora inicias…. Muitos parabéns E
Portiir
no dia 12 de Fevereiro de 2008 às 15:11
Margaridaa Rendo-me à evidência e terei que te pedir emprestado (finalmente) O Profeta. E
Margaridaa
no dia 12 de Fevereiro de 2008 às 20:23
Soube-me muito bem ouvir Sandy Denny nesta (e nas outras ).
Zacarias
no dia 12 de Fevereiro de 2008 às 23:24
Muito interessante. Uma cidade que valoriza a Banda Desenhada e não a considera como uma arte menor. Gostei. É bem melhor do que ver sempre as mesmas caras dos políticos ranhosos, nos cartazes foleiros, que “decoram” as nossas cidades.
Anonymous
no dia 12 de Fevereiro de 2008 às 23:59
Nunca ninguém retirará esta mulher/voz/poesia do lugar que ocupa em mim. A voz da Sandy Denny é há muito assim como… parte do meu ser… E junto com ela a harpista Katrien Delavier. Só para as ouvir valeu a pena ter vivido… A lista continuaria com o Phil Ochs e… Well… What a drag it is getting old… (Instant karma is gonna get you… But we all shine on Like the moon And the stars And the sun…)
One Love Marley
Anonymous
no dia 13 de Fevereiro de 2008 às 0:06
Boa!… Bem giro mesmo!… Adorei ver o Olivier Rameau e a menina Colombe, de quem me tornei um indefectível admirador aos 11 ou 12 anos… Haverá mais Urbicanda e demais Cidades Obscuras? E onde está o Tintin, para além do Museu? Em termos de impacto visual, a do Ric Hochet parece-me a mais bem conseguida.
One Love Marley
Margaridaa
no dia 13 de Fevereiro de 2008 às 9:20
Há mais. Um dia destes vou fotografar o que falta. Mas de Hergé só há Quick & Flupke. (Ouvi dizer que é complicado lidar com a imagem de Tintin por causa dos direitos de autor!Pena!)
Anonymous
no dia 13 de Fevereiro de 2008 às 11:07
Absolutamente DELICIOSO!… Obrigado
One Love Marley
formiguinha
no dia 13 de Fevereiro de 2008 às 21:14
GOstei muito, muito, muito!! Que bom uma estória que acaba bem, aquece-nos ver coisas simples e… absolutamente “deliciosas” (desculpa o plágio, Marley)
Este blog está cada vez melhor, nota-se o cuidado e o amor com que é feito. Tenho saudades tuas, Margaridaa!
Amorena
no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 0:03
what can i say? delightful…….. inspired……… the goddess itself……. ………only words………..
Margaridaa
no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 9:49
Mmmmmmmmm, saboroso, sorriso nos lábios enquanto dura a canção, M. pede : põe mais!!! (Eu já sabia que tinhas razão!!)
Margaridaa
no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 10:16
Há música e há vozes que parecem vir lá de longe, no tempo…
Lindo!
Margaridaa
no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 10:46
…e já “lá” fui, a correr, eh eh!!
Anonymous
no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 11:31
Dardna, que curte fantástica! Adoro tuba (e trombone também!…). Aposto que a minha filhota vai querer dançar esta de certezinha!!! Gostei mesmo!
One Love P’tit chat Marley Barbapapa
Anonymous
no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 11:36
Parabéns Joana! Tudo de bom – mas mesmo bom! – para ti! Erguemos as nossas taças e inflamamos a centelha à tua saúde à dos teus antepassados e à dos teus descendentes!… Para que contes muitos, na companhia dos que amas!…
One Love Marley
Joana
no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 15:21
Obrigada!
Obrigada Margaridaa pela música e pelo excerto, gostei mt!
Amorena
no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 22:52
Ohh…então parabéns, Joana! Toda a Saúde… Toda a Luz… Todo o Amor… Toda a Paz…
Anonymous
no dia 18 de Fevereiro de 2008 às 15:34
FENOMENOLOGIA DA DÁVIDA (pt II) Tens razão Margaridaa – e tens razão em absoluto – , no entanto, se deres e não tiveres a certeza de que as tuas dádivas são apreciadas; se deres e as tuas dádivas – testemunhos do teu amor e da tua amizade… – encontram silêncio, indiferença, ausência de resposta… então, deverás repensar a tua relação com os destinatários das tuas dádivas, pois uma relação tem sempre dois sentidos (há o ir e o vir…) e, como dizia a U.K. LeGuinn, «a verdadeira viagem é o regresso»… Se não o fizeres, o resultado será sempre perturbador e indicia autismo ou frustração. E haverá, certamente, mais quem aprecie as tuas pérolas e te deixe usufruir da felicidade de saberes que deste prazer e satisfação. Por isso deixas o teu amante saber que adoras quando ele te beija de determinada maneira. Se não o disseres por palavras saberás fazer com que ele entenda a mensagem do teu corpo. Não se trata de dar à espera do retorno, nem muito menos se trata de clientelismo: quando dou, não estou à espera de nenhum retorno material equivalente ao que ofereci, mas apenas de uma qualquer forma de reciprocidade para o prazer de dar – como o que se encontra, por exemplo, na gratidão, que é o feedback mais elementar da tua dádiva. Se alguém não sabe agradecer a um amigo é mais que provável que sofra de perturbações relacionais, para além do mero défice comunicacional. A mim dá-me tanto prazer dar como me dá prazer exprimir (e tão efusivamente quanto possível) a minha gratidão perante uma qualquer dádiva que receba. É disto que se trata quando falo nos dois sentidos de uma qualquer relação. É isso o amor: dar e receber. Se alguém exerce o seu legítimo direito a não-dar, pois deve também, creio eu, abster-se de receber. Mas quando há reciprocidade – e, sobretudo, reciprocidade continuada – a intensidade da relação aumenta e, com toda a probabilidade, aumenta o prazer de dar, dar cada vez mais…
One Love Marley
Anonymous
no dia 18 de Fevereiro de 2008 às 15:36
NOTA – no post anterior houve gralha: no título, onde se lê «dávida», deve ler-se «dádiva» sorry lá…
Margaridaa
no dia 18 de Fevereiro de 2008 às 16:59
Não posso estar mais de acordo contigo. Mas tudo, tanto o dar como o receber ou como o retribuir tem de ser sentidos, e não abrangidos pelas “regras dos bons costumes”, aos quais sou um bocado avessa.
Zacarias
no dia 18 de Fevereiro de 2008 às 23:18
Concordo inteiramente com o Marley. Dar desinteressadamente é importante, mas é também fundamental um feedback, uma reaçcão qualquer á nossa dádiva. Quando damos desinteressadamente e do outro recebemos desinteresse e desprezo, isso é também uma forma de agressão. Não se trata aqui de regras, apenas de relações humanas.
Margaridaa
no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 8:38
Já diz Sérgio Godinho, hoje é o primeiro dia do resto da nossa vida!! É sempre bom lembrar, para aproveitarmos a fundo o aqui e agora.
Anonymous
no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 10:29
Onde te venderam essa pomada de jibóia, Janus? Eu vejo essas ideias acerca do fim do mundo com grande preocupação. São conhecidos os acontecimentos motivados pelo pânico induzido pelas crenças dos fanáticos do ano mil, assim como em diversos outros momentos da idade média europeia e em diversas outras ocasiões ao longo da história – dentro e fora da Europa. Casos houve em que populações inteiras acometidas pela pesta negra se entregavam à devassidão, pois como iam morrer em breve, achavam que tudo lhes era permitido. É a “lógica” do “aprés moi la déluge”, como escreveu Émile Zola. Acontecimentos desconhecidos, reais ou imaginários, e que escapam ao controle humano, assim como todos os momentos de mudança social intensa, caracterizam-se por uma certa efervescência de que há, actualmente, um vasto conhecimento, não se limitando a um passado mais ou menos remoto em que, de modo simplista, podemos sempre invocar a irracionalidade das crenças. Assim, depois da queda do muro, a Alemanha e a Polónia foram varridas por uma vaga de medo de lobisomens e de bruxas, e na Rússia, com a Perestroika, foram os discos voadores. Os psicanalistas chamam-lhe “o regresso do recalcado”… Por cá, nunca se viram tantos discos voadores como no período que se seguiu à Revolução de Abril… E são também conhecidos os fenómenos messiânicos que atingiram as sociedades não-europeias destruídas pela expansão europeia. Quem nunca ouviu falar na “ghost dance” dos indios das pradarias (linda música da Patti Smith…), ou nos “cargo cults” da Oceania e na demanda da Terra sem Mal dos Ameríndios do Brasil? Depois há os casos também conhecidos da passagem de cometas, que levava outrora populações inteiras à histeria motivada pela crença no fim do mundo. Outrora? Não, não só outrora. Se bem se recordam, aqui há uns vinte anos, pouco mais ou menos, uns pseudo rosacruzes da chamada Ordem do Templo Solar conseguiu convencer cerca de quarenta pessoas a suicidarem-se, convencidos que iam entrar numa nave espacial que os ia levar para Sirius. Foi na Suiça. Apareceram mortos com o uniforme da seita e panos a tapar a cabeça, que era para fazerem melhor a viagem para a “nave”. No Canada, gente desta mesma seita esfaqueou um bebe de meses de um acólito da seita, convencidos de que se tratava do anti-cristo… A coisa não fica por aqui. Hoje, continuamos a ter debaixo dos nossos narizes mais seitas que se aproveitam das fraquezas das pessoas e daqueles que lhes aparecem nos consultórios com sede de mudança de justiça e a necessitar de ajuda, e manipulam-nas, violentam-nas com crenças absurdas e, por vezes, levam-nas a cometer os maiores disparates. Isto representa hoje um perigo considerável para os crentes e para os incautos, pois passámos a uma fase em que os alvos são agora as crianças. Se têm problemas de atenção ou de comportamento, haverá aí alguns “psicólogos” que se encarregarão de vender uma pomada de jibóia apropriada: dirão que são crianças especiais (como se as crianças não fossem todas especiais…), muito evoluídas, que vieram à terra para elevar a frequência vibratória (que barbaridade…) do planeta: têm auras de cor indigo e outras são “cristal”. Como é óbvio, só a gentalha desta seita é que percebe disso e consegue lidar com estas crianças, daí que procurem convencer os pais (os que cometem a imprudência de lhes levar os filhos) de que necessitam de agir de forma que só eles sabem. Se os pais se querem afastar, então, vem a ameaça do suicídio dos filhos. Esta gentalha tem diplomas académicos e, entre outras coisas, dizem aos seus fiéis que, de acordo com o calendário maia, o mundo vai acabar em 2012, ou melhor: acaba o velho mundo e inicia-se uma nova era para a qual só alguns estarão preparados. Esta gente, que vende cursos de coisas como “terapia galática” aos ingénuos que caiem sob o seu poder, fascinados com os aspectos lúdicos do “encantamento do sonho”… Esta gente, que vive da exploração das fraquezas dos outros e que dissemina o obscurantismo (na origem da seita está um daqueles americanos que se auto denominam “channelers” e que diz que fala por ele um extraterrestre chamado Kryon. Como ele há milhares a fazer dinheiro à custa da estupidez alheia, mas este teve sorte e tem vendido bem) servindo-se, sem escrúpulos, das crianças… Esta gente mete-me nojo. Aconselho-vos a terem cuidado com os consultórios de “psicologia” que frequentam, com as pessoas a quem pedem ajuda, com os “terapeutas” que vos recomendam. Não lhes entreguem os vossos filhos. Janus, o mundo não vai acabar em 2012! Os que te disseram isso sofrem da pior das doenças do mundo moderno: a estupidez que vem de mão dada com a maldade. Põe os olhos na mãe terra que te nutriu. Olha para as árvores, para as plantas e para as gotas de orvalho pela manhã. Vê a aranha na sua teia, os filhotes de cão, as nuvens a lua e as marés. Bate os pés na terra e ouve o tambor que te bate no peito. Isso é quanto basta. O único mundo que eu gostava de ver acabar – e não era em 2012, era já – é o mundo pequenino e grotesco de todos os Kryons deste mundo, dessa gente nojenta que espalha a peçonha em redor e se serve das crianças para a sua promoção.
One Love Marley
Margaridaa
no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 11:56
Eu também não acredito que o mundo vai acabar, assim, numa data prevista.Mas há um conceito que os budistas veiculam, que é a ideia da impermanência.Tudo muda, tudo se transforma.A cada instante. Essa ideia é para mim a mais importante, a de ser necessário dar a devida atenção aos momentos que vão passando por nós, viver o melhor possível, dar o melhor de nós a cada momento.(Às vezes não se consegue, mas pelo menos tenta-se!)
Anonymous
no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 18:48
Ôba Margaridaa!… Agora digitalizas e pões aqui no linhas para a malta curtir!
One Love Marley
Anonymous
no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 18:55
Espantosa, criativa e divertidíssima desbunda!!! (será que no final fazem um guizado de vegetais?)
One Love Marley
Margaridaa
no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 20:09
Claro que sim, tinha previsto.Mas hoje já era tarde, pouca luz.
Formiguinha
no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 21:13
Marley, fizeste-me chegar lágrimas aos olhos. Concordo mesmo muito contigo. E não pode deixar de reparar nas palavras “dádiva” e “dá-vida”…
formiguinha
no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 21:21
É incrivel como este poema me fez lembrar o A. Sabes, margaridaa, que o Síndroma de Asperger passa por isto? O não perceber o sentido de algumas frases, por exemplo. Estava a ler e estava a”ouvir” algumas das dúvidas do A. ao longo dos seus (já) quase 15 anos de vivência….
Amorena
no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 23:34
hehehe…meu bom marley és tão previsivel… então e dos pink floyd?………….ninguém fala? sim………pink floyd………em casa do eduardo, vizinho do camões…….janelas fechadas, luz apagada………seruma de moçambique……..ahhhhhhhhhh……….é tudo tão pouquechinho hoje em dia……………………….
Margaridaa
no dia 20 de Fevereiro de 2008 às 7:35
David Fonseca faz as coisas com intensidade . Já o vi na televisão a cantar uma canção “pimba” num programa, e ele fez com que essa canção soasse credível.
Gosto do que ele faz.
Margaridaa
no dia 20 de Fevereiro de 2008 às 7:41
Está visto que este álbum dos Pink Floyd teve o condão de ser importante para muita gente. Para mim também foi , e muito. Foi logo o que pensei quando vi a música. Também gostei muito da imagem. O espaço. Fascina-me. (Há muita coisa que me fascina!)
Amorena
no dia 20 de Fevereiro de 2008 às 22:55
…Mmmmmm…
Margaridaa
no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 8:53
WIND RIVER . Andrew Vasquez (Apache) VALE DO JAVARI . Regional Vermelho e Branco (Amazónia) NEENDA-GO BACK . Jerry Alfred and The Medicine Beat (Tutckome) QINGAUIIT . Tudjaat (Inuit)
Anonymous
no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 9:52
Boa! Entretanto consegui arranjar todos (em formato digital) até ao 13 (La Saveur du Songrong). Este Echo é o 14 ou há algum outro antes?
OneLove Marley
Anonymous
no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 9:54
… Não, não pode ser o 14 porque não é da série Jonathan, é um extra… Ok, desculpa
One Love Marley
Anonymous
no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 10:00
Este livro é um belíssimo livro (tive-o nas mãos!) , grosso, de capa dura, com papel de boa qualidade e com croquis e comentários do Cosey, sobre a sua obra toda.Só tem uma desvantagem : custa 50 euros (glup!)
Anonymous
no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 10:02
Ainda bem que sou previsível Janus! Assim os meus amigos já sabem que contam comigo!… Não falei dos Pink Floyd porque me pareceu mais relevante a cena do fim do mundo, mas se bem que goste de praticamente todos os trabalhos da banda, a mim, o que me marcou mais foi o Wish You Were Here. Quanto à Seruma, no meu caso não era Pink Floyd, mas Genesis – The Lamb Lies Down on Broadway… (I’ve got sunshine im my stomach while I rock my baby to sleep… sleep, deep in the deep…). E não fechávamos as luzes mas sim os olhos, deitados no chão a ouvir música… deep, deep in the deep… Um grande abraço
One Love Marley
Anonymous
no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 10:10
Não sou fã, não é o género de música que me inflama a centelha, mas respeito o trabalho dele. Já tinha visto este video na TV e tem a sua graça…
One Love Marley
Anonymous
no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 10:13
Ahahahahahahahaa… (gargalhada tão sonora que até o meu cão olhou para mim…) Raio dos tarecos, são mesmo danados!…
One Love Marley
formiguinha
no dia 22 de Fevereiro de 2008 às 1:04
Miau para todos os que amam esses seres fascinantes que nos fazem cativos. Long live the cats!
E margaridaa,para ti que vives no meu coração….PARABÉNS!!!!
Margaridaa
no dia 22 de Fevereiro de 2008 às 10:21
Esta é forte!! Parece que se dá um mergulho enquanto a música não acaba! Gostei muito das duas!
Margaridaa
no dia 22 de Fevereiro de 2008 às 10:24
Mmmm, tanta coisa boa!Obrigada.
Anonymous
no dia 22 de Fevereiro de 2008 às 17:45
Não tens de quê!… Tens sorte em fazer anos à sexta, como a Joana também teve… Eu hoje já não desbundaria nada, pois estou mais morto (de cansaço) do que vivo…
One Love Marley
formiguinha
no dia 22 de Fevereiro de 2008 às 22:31
O amor que eles te deram, deitou raízes e fez a árvore que és hoje, forte e sensível, sensata e que sabe seguir o coração quando os ventos sopram a favor. Não há melhor criação do que aquela que é feita com Amor…
formiguinha
no dia 22 de Fevereiro de 2008 às 22:46
Obrigada pelo presente, a ideia foi muito carinhosa. Beijo e abraço grande Priminha!
Margaridaa
no dia 23 de Fevereiro de 2008 às 10:18
Obrigada,Janus. Na verdade, o melhor deste dia é que os fios tocam todos os que habitam no meu coração , dá vontade que seja este dia todos os dias do ano.
Anonymous
no dia 23 de Fevereiro de 2008 às 15:50
Que maravilha!!! São lindos!… Fez-me lembrar os bonecos da capa do “A Trick of The Tail” e, também, os desenhos do genial Arthur Rackam…
One Love Marley
formiguinha
no dia 23 de Fevereiro de 2008 às 17:41
Está fantástico!
Margaridaa
no dia 25 de Fevereiro de 2008 às 10:54
Joana, gostei muito, muito, muito!(Não conhecia).
Margaridaa
no dia 26 de Fevereiro de 2008 às 7:14
Há coisas que ultrapassam o meu entendimento : há dias que ando com estas imagens na cabeça, estas não que não conhecia, mas as mesmas do filme “As Asas Do Desejo”. E tu vens e pões aqui! Que é que eu posso dizer?
Margaridaa
no dia 26 de Fevereiro de 2008 às 10:59
Estou-me a repetir, mas senti necessidade de dizer que já há muito tempo que não lia uma história que me surpreendesse tanto. Obrigada, Joana, por teres pensado em partilhar.
Anonymous
no dia 26 de Fevereiro de 2008 às 11:43
Ainda que cheio de pressa, não posso deixar de registar que neste espaço tenho, aqui no linhas no meu monitor, um espaço vazio. Não se vê nada. Há marosca técnica, certamente, pois vejo todos os outros posts menos este…
One Love Marley
Amorena
no dia 27 de Fevereiro de 2008 às 2:14
lol há coisas assim……….. tenho sentido tanto a falta das minhas asas……….. tambem tinha posted uma poesia k se perdeu nos insondáveis caminhos do cyber espaço…… bem hajam ou hajam bem
janus
Portiir
no dia 27 de Fevereiro de 2008 às 10:31
Olá Margaridaa Gosto muito destes temas da lua, sol, mar…e por isso te envio um endereço no qual se pode encontrar umas fotos do nosso IMENSO E BELO planeta TERRA… e no qual nos rendemos à evidência da nossa pequenez. http://www.jaxa.jp/press/2007/11/20071113_kaguya_e.html Vou ainda procurar outro doc onde tenho umas imagens girissímas de estrelas… quando encontrar, enviar-to-ei. Entretanto, devo dizer-te que me rendi ao facto que de manhã a minha primeira página de IE se abre com o teu blog….Parabéns
Margaridaa
no dia 27 de Fevereiro de 2008 às 15:49
Obrigada, portiir. Sabe muito bem “ouvir” isso. Beijinhos.
Margaridaa
no dia 27 de Fevereiro de 2008 às 18:38
Ah, e apeteceu-me dizer que estas ondas foram filmadas com a minha maquina fotográfica. Fiquei muito contente com o resultado!
formiguinha
no dia 27 de Fevereiro de 2008 às 23:13
Fizeste-me saudades do mar,da energia que ele me dá, do prazer de andar pela água e dar pontapés e correr à beira mar e sentir os salpicos a molhar o rosto e abrir muito os braços, rodopiar e sentir que estou a abraçar um mundo fresco e novo….Preciso mesmo de matar estas saudades!
Margaridaa
no dia 28 de Fevereiro de 2008 às 16:58
Estas músicãs não tocam no IE6, pelo menos no meu não tocam. Pelo Firefox tocam na perfeição, o Firefox não desiluse!!(Para bom entendedor…)
Margaridaa
no dia 28 de Fevereiro de 2008 às 18:28
Parece que no IE mais moderno (a seguir ao 6) também tocam.
formiguinha
no dia 29 de Fevereiro de 2008 às 21:04
É giro ver como no desenho do António as figuras femininas são muito maiores que as figuras masculinas e o papel dominante da mãe no desenho da Mariana…
Anonymous
no dia 1 de Março de 2008 às 0:27
Que maravilha!… Foi a magia do fim de um dia especial, pois não é todos os dias que tenho o privilégio de estar com uma grande alma, como o meu amigo Chico (é sempre tudo muito breve, mas fica sempre, também, uma imensa vontade de podermos estar mais tempo à conversa, passear, ir aqui e ali, mostrarmos as músicas que ouvimos… E o tempo nunca chega… O tempo nunca morre… como cantava a Xana/Radio Macau… – e a divina Sandy Denny: who knows, where the time goes?…) Foi com ele que, pela primeira vez, fiz planos para sair desta tugalândia, quando ainda precisávamos de uma “licença militar” para passarmos a fronteira. Hoje vivemos melhor, sem dúvida, mas que dizer da servidão voluntária em que, melhor ou pior, se transformaram as vidas de todos nós? Chegará de novo um tempo para te ouvir… E terás, certamente, contos de oceanos topográficos… Boa sorte para a nova etapa É tarde e estou cansado… E não faltam canções para embalar o meu sono… Obrigado amigo!
One Love Marley
Anonymous
no dia 1 de Março de 2008 às 0:30
Que batatinhas queridas e adoráveis! Muitas luas, sóis, flores e unicórnios, para o António e para a Mariana!
One Love Marley
Margaridaa
no dia 1 de Março de 2008 às 11:15
Compreendo o que dizes : amigo é alguém com quem se está bem. E os amigos que já vem de muito longe…mmmm , é bom!
dardna
no dia 1 de Março de 2008 às 16:36
Muito bom mesmo!
Anonymous
no dia 3 de Março de 2008 às 23:34
«Time, Time is what we need so they say… So give us a little bit more of time… ‘Cause time is running and passing and running and passing… And there might be no next time ya…» (Big Youth)
Lembrei-me disto, mas o que quero mesmo dizer é que não chego para as encomendas… As solicitações são tantas… E que saudades tenho de postar qualquer coisinha no triplo M… E os discos que gostava de descarregar… E… …Só para dizer que estou aqui vivo, e que não me fui embora…
One Love Marley
Anonymous
no dia 3 de Março de 2008 às 23:58
Amigos Confesso que tive uma “recaída” de Coltrane. Estava a pensar nas imagens do mar postadas pela Margaridaa e, subitamente, começei a ouvir este “Salmo”. Relaxem, fechem os olhos, ponham-se confortáveis e ouçam o que esta música tem para vos dizer. Será uma tristeza infinita ou será puro êxtase? Que dizem? Repararam bem na suavidade aveludada do saxofone e na sua deliciosa melodia? Nas catadupas rítmicas da bateria e nos ciclos do contrabaixo? sentiram a pontuação do piano e na forma como empresta texturas subtis aos restantes músicos? Como é possível esta música, tão bonita e simultaneamente tão estranha, tão espiritual e tão cruamente física, corporal?… Relaxem, deixem-se levar… Aqui e agora – Karuna, Karuna…
Toca o quarteto de John Coltrane, que se formou no mesmo ano em que nasci – 1960: Elvin Jones na bateria, Jimmy Garrison no contrabaixo e McCoy Tyner no piano.
One Love Marley
Margaridaa
no dia 4 de Março de 2008 às 9:48
Senti, gostei. (E quando nos virmos, tenho uma música na cabeça que ouvi “via tu”, que gosto muito e não sei o que é!)
Margaridaa
no dia 4 de Março de 2008 às 9:51
…que possas sempre estar aqui, a tua presença é preciosa!… (e esta, hein?Saíu-me assim, sem eu dar por isso!) Beijinhos.
Margaridaa
no dia 4 de Março de 2008 às 10:00
Muito interessante!E…ainda bem que juntaste tradução, há certos assuntos que são difíceis de ler numa língua que não se domina bem. Obrigada.
Zacarias
no dia 4 de Março de 2008 às 14:22
Muito bonito
Anonymous
no dia 5 de Março de 2008 às 9:21
Sò hoje me apercebi da importância deste comentário do velho Tim Leary ao Livro dos Mortos! Obrigado Dardna!!!
One Love Marley
Anonymous
no dia 5 de Março de 2008 às 11:13
Lembrei-me dum rapazinho que era soldadinho americano numa base na Alemanha e que cantava “Go away rain!…”! Era o Terence Trent D’Arby!… Por cá estamos mesmo no espírito da época: “Março Marçagão, de manhã Inverno, à tarde Verão” – especialmente na temperatura. De manhã e à noite, vou passear o meu cãozito e está um vento cortante que até enrijece… e volto para casa com as orelhas congeladas, a tiritar; à hora do almoço aquece e anda-se à vontade…
One Love Marley
formiguinha
no dia 6 de Março de 2008 às 0:06
Como tu sabes, margaridaa há tempos tive oportunidade de estar no terraço do Arco da Rua Augusta e ao ver a cidade, o Tejo, a outra margem( apesar da tristeza de ver o meu querido Cais das Colunas em mísero estado…)senti-me abençoada por viver em Lisboa!
Anonymous
no dia 6 de Março de 2008 às 1:00
Ó Formiguinha, no terraço do Arco da Rua Augusta?!… Que sorte! E não postas umas fotografias para a gente ver? Partilho inteiramente do teu sentimento acerca do Cais das Colunas. É um dos sítios de Lisboa que mais recordações me traz. É assim como que… um dos lugares fundamentais da cidade (tão importante que até me custa a encontrar a palavra certa…). Parece que basta pensar nos momentos que lá passei, sózinho ou acompanhado, sentado a ver o rio e os barcos e já estou a ouvir a guitarra do Paredes. É automático. Cada um tem o Ganges que merece. Nós temos o Tejo e o Cais das Colunas… Infelizmente, houve uns cretinos que, por razões pouco claras, mantêm aquilo tapado e estragado há uma década. A necessidade de uma estação de Metro ali é um disparate: já há Metro no Oriente com ligação aos comboios (dispensamos, portanto o Metro em Sta Apolónia ) e já há Metro no Cais do Sodré com ligação a um cais fluvial com capacidade para receber barcos do Barreiro, Montijo, Seixal e Cacilhas. Assim, para quê o esbanjamento de dinheiro numa obra que não só escorregou financeiramente para além de tudo o que é razoável, como se revela inútil em termos de acessibilidades? Bom, eu calculo que há uma razão: a Manhattan de Cacilhas/Margueira está em stand by, mas quando for para a frente, há que assegurar um acesso privilegiado e luxuoso ao centro da cidade. Será para isso que vai servir o Metro no Terreiro do Paço. Um luxo, apenas. Eu já não me posso considerar abençoado por viver em Lisboa, pois vivo na margem esquerda. E tá-se bem aqui, garanto-vos!…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 6 de Março de 2008 às 16:42
Fico para aqui comovida, a olhar para o cais e a ouvir a música…daqui a nada ainda choro!Nem sei explicar porquê!
Zacarias
no dia 6 de Março de 2008 às 23:29
Esta música do Paredes está sólidamente amarrada ao Cais das Colunas. Nem o movimento constante dos cacilheiros a consegue desligar. Paredes já cá não mora e o Cais está fechado, prisioneiro da mediocridade de um qualquer engenheiro virtual.
Margaridaa
no dia 8 de Março de 2008 às 10:45
…uma linguagem especial ! Lembrei-me do poder dos tambores pela repetição. Hipnótico!
Margaridaa
no dia 8 de Março de 2008 às 10:46
Estava esquecida do quanto gosto da música deste homem!
Anonymous
no dia 8 de Março de 2008 às 11:21
Fazem bem em gostar, que o gajo parece que é muito bom compositor! Eu confesso-me bastante mais bimbo, pois prefiro de longe a música popular à música erudita e confesso-me perante vós: não suporto estes gajos assim que são – ou foram – completamente avant-garde. Tudo o que ouvi do P. Glass tem sempre as mesmas combinações de acordes – é bom para tripar imagens – Koyannisqatsy, Powaqatsy e assim e chega; Pierre Boulez: outra seca monumental; Schoenberg: intragável. Também no jazz, por exemplo, o Coltrane, de quem sou fã, quando sai da fase modal e passa ao registo atonal, nos dois últimos anos da sua vida, é absolutamente insopurtável. E já ouvi coisas hediondas do Ornette Coleman, do Archie Shepp ou do Anthony Braxton – insuportáveis ao ouvido. Minimalismo, tachismo, atonalismo, free-jazz e cenas assim, não são para mim. Tal como não me apetece dizer que o Piet Mondrian é um génio porque compôs equilibradamente uns quadrados às cores e mais uma data de gajos que pintam telas todas de uma só cor e são considerados geniais porque… nunca ninguém tinha feito antes e só quem estuda história da arte e bla bla… Bah!… Ao diabo os formalistas e o mercado de vaidades dos críticos e dos galeristas, com a sua arrogância e a sua superioridadezinha. Não tenho mesmo pachorra (mas o Rauschenberg, por exemplo, tem colagens deliciosas… – e nem seguer é um problema com o não-figurativo, pois abomino igualmente a Paula Rego… E lembro-me de telas às manchas de cor que são lindas – como um tríptico azul/verde da Xinha, por exemplo…
PS: dardna, adorei o poema, apesar de não ter apreciado a sua expressão musical
One Love Marley
Margaridaa
no dia 8 de Março de 2008 às 11:37
Por rótulos limita. Mas percebo. Eu também rotulo .Rotulo a música clássica em geral, porque não conheço bem, mas de vez em quando sou apanhada desprevenida e gosto muito.
Deste Philip Glass, óh Marley, adoro a repetição!.(Que eu sou daquelas pessoas que gosta de ouvir uma mesma música vezes sem conta até à exaustão, como se fosse um mantra.)
Anonymous
no dia 10 de Março de 2008 às 9:35
Bem giro!!! Porque será que me lembrei das BDs do Comès?
One Love Marley
Anonymous
no dia 10 de Março de 2008 às 9:36
Belíssima foto, sim senhora!
One Love Marley
Anonymous
no dia 10 de Março de 2008 às 9:50
Para mim, que não sou dado a delírios new-age (a não ser como fascinantes objectos de curiosidade sociológica…), o melhor que tinha defunta xis – a revista do Público (jornal que aproveitei para deixar de comprar por ocasião da última alteração de design, pois também já não tinha pachorra para o seu director, que passei a abominar…) – o melhor, dizia eu, eram as deliciosas crónicas da Faíza Hayat e as biografias. Não teria sido má ideia se eles tivessem feito uma publicação com todas as biografias publicadas ao longo do tempo de vida da revista… Ao invés, publicaram umas pastelices nha-nha-nha da Laurindinha e umas músicas de plástico colorido… Que dizes, Margaridaa?
(já agora – até porque falar da Anais Nin é falar de desejo… – não poderei deixar de te convidar, assim como aos demais amigos do “linhas…”, a ir espreitar a chegada da Primavera no MMM, em triplom.blogspot.com)
One Love Marley
Anonymous
no dia 10 de Março de 2008 às 9:55
Lindas!!! Pena não se juntarem mais vezes (sem se esquecerem de levar os “gajos”…)
One Love Marley
Margaridaa
no dia 10 de Março de 2008 às 9:59
Pois, antes de me convidares, já lá fui, vou lá sempre. Aquela fotografia está sublime!!
Acerca da Laurinda Alves, eu gosto muito dela, da maneira como ela fala das coisas. É das tais pessoas que não conheço mas posso bem imaginar como sendo minha amiga.
E essa ideia de se publicar as biografias…acho bem interessante!
Zacarias
no dia 10 de Março de 2008 às 20:11
Gostei muito. Bela história.
Zacarias
no dia 10 de Março de 2008 às 20:14
Subscrevo inteiramente o comentário do Marley.
Formiguinha
no dia 11 de Março de 2008 às 1:41
Também eu tenho memórias de uma casa e um rego (era assim que lhe chamavam lá práquelas bandas!)de água fresquinha, que corria debaixo da janela do meu quarto. Quando chegava da cidade, o cantar da água não me deixava dormir. Mas como me fazia falta quando acabavam as férias e eu deixava a liberdade e o cantar da água já não acompanhava os meus sonhos… Depois vieram umas sumidades (antepassados dos senhores da ASAE)que taparam com cimento os regos de água que serpenteavam a minha/nossa Várzea e o encanto só ficou vivo na memória.
E como me sabiam bem as uvas morangueiras do Cabril, lavadas na água que corria a céu aberto!
Pronto, vou prá cama, que daqui a pouco começo de lágrima no olho….
Anonymous
no dia 11 de Março de 2008 às 9:26
Melhor ainda, no neo-folk psicadélico: Devendra Banhart! Conheces? Recomendo-te o “Rejoice in the Hands” – uma delícia!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 11 de Março de 2008 às 11:14
Surpreeeee-sa!!!!
One Love Marley
Anonymous
no dia 11 de Março de 2008 às 15:37
Quem também não encaixei à primeira foi a Joanna Newsom, cuja voz me irritou solenemente. Depois ouvi-a ao vivo numa rádio alemã (disco pirata)e gostei. A seguir ouvi o “Ys” inteirinho, do princípio ao fim, e fiquei fã. Joanna Newsom, Devendra Banhart, CocoRosie… é a música mais gira que conheci ultimamente. Esta música – “neo-folk psicadélico” (?) – deixa-nos um sabor nostálgico na alma (memórias da infância e das coisas simples?…) e uma ilusão de simplicidade que quase nos faz acreditar que também nós poderíamos ter sido músicos… (tal como todas as crianças sabem desenhar e o fazem com tanto gosto e empenho profundo…). Para os amigos que queiram conhecer a discografia das CocoRosie, procurem no site de um internauta chileno, em http://raopnet.blogspot.com/search?q=cocorosie&submit.x=18&submit.y=8
One Love Marley
Anonymous
no dia 11 de Março de 2008 às 16:11
Bem… eu não queria deitar os foguetes, fazer a festa (sózinho) e ainda apanhar as canas, mas a verdade é que fiquei tão excitado por saber que as CocoRosie não são apenas um produto da minha imaginação e que há mais quem goste da música delas poupando-me a ouvir dizer que parecem patetinhas, que resolvi fazer um post no triploM – atendendo ao manifesto interesse antropológico do fenómeno – com um vídeo das irmãs Coco e Rosie! Convido-vos a passarem lá e verem!…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 11 de Março de 2008 às 16:42
Foi mesmo uma surpresa!! Que imagens bonitas, oníricas, nao conhecia, que prazer. E pois, quanto à Joanna Newson , foi isso também : desagrado e depois…encanto.Vou ver se na sequência posto aqui umas músicas dela. (Que bom fazerem-nos surpresas destas!) Agora vou ao triploM!
Joana
no dia 11 de Março de 2008 às 17:02
huahuahuahuahua!
Zacarias
no dia 11 de Março de 2008 às 22:12
Eu também gostei bastante do video. Já conhecia CocoRosie e Joanna Newson e é curioso que tive uma sensação semelhante, do género: primeiro estranha-se e depois entranha-se … Realamente inovador.
Anonymous
no dia 11 de Março de 2008 às 23:44
O quê Zacarias, tu também JÁ conhecias as CocoRosie!?… Então não era só a Margaridaa!?… E eu que julgava tratar-se de um produto da minha imaginação… Por este andar ainda vou descobrir que já todos os meus amigos conheciam CocoRosie… Não tarda nada está aí a Formiguinha, o Janus, o Dardna, a Joana, a Xinha, mais os dos outros blogues, amigos, conhecidos, gente de carne e osso (e… se calhar até avatares…), todos a confirmarem que as CocoRosie são reais. Já me imagino como o Zé Kravejolas a passar numa qualquer rua da cidade ou a andar de metro e notar as pessoas a conversarem acerca de mim: – «Olha, lá vai aquele que julgava que as CocoRosie eram um produto da sua imaginação»… E esperemos que ninguém me venha dizer que acabou de ler nas notícias de última hora que, de acordo com a Agência Lusa, as CocoRosie regressaram definitivamente à infância…
One Love Marley
margaridaa
no dia 12 de Março de 2008 às 10:07
Eh eh, fazes-me rir, Marley! Já os Xutos cantavam : não, não sou o único, não sou o único a olhar o céu!(Era o céu?)
É isso o que as pessoas tem de magnífico, surpreendem-nos, (para além de outras coisas magníficas que podem fazer (nos) !
Viva! A Alegria de estarmos juntos e nos surpreendermos uns aos outros!
Anonymous
no dia 13 de Março de 2008 às 19:26
Delicioso!! das animações mais giras que vi nos últimos tempos. Boa Margaridaa! é bom no grafismo, na musica e no conteudo. não podia ser melhor…! bjinhos_Xinha_((( : P
Margaridaa
no dia 13 de Março de 2008 às 20:19
Concordo. Mas o que é bom mesmo é “ver-te ” por aqui. Beijinho, Xinha.
Zacarias
no dia 13 de Março de 2008 às 21:24
a solução é fácil, mas não vou dizer para não estragar o enigma.
Margaridaa
no dia 14 de Março de 2008 às 7:12
Tudo é fácil, desde que se saiba.E talvez uma mente mais virada para as lógicas matemáticas ajude. Como disse, daqui a uns posts dou a solução.
Anonymous
no dia 15 de Março de 2008 às 11:18
Também adorei Margaridaa! Tens muito bom gosto nas animações (e não só) que trazes. Esta foi estupenda para começar o sábado! Obrigado!
One Love Marley
Anonymous
no dia 15 de Março de 2008 às 11:22
Eu também conheço esta! O mais interessante nem é a parte técnica da resolução propriamente dita (ainda que nos surpreenda!…) mas a lição que se extrai: a necessidade de termos visão mais ampla, de nos conseguirmos colocar fora dos limites estreitos dos problemas, de vermos para além das coisas…
One Love Marley One Love Marley
Anonymous
no dia 15 de Março de 2008 às 11:28
- Fica-se?… - Não! Faça-se! Ser é fazer, realizar, desempenhar… E se é certo que o medo guarda a vinha, também é verdade que nem todos os anos dão bons vinhos… Longe dos extremos, sempre… Karuna, Karuna!… Aqui e agora…
One Love Marley
Anonymous
no dia 15 de Março de 2008 às 11:34
Mais uma pérola!… delicioso!!!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 15 de Março de 2008 às 11:37
Ó Tita, que lindos parabéns que aqui tens, hein? Junto-me ao coro: muitos parabéns! Muitas felicidades! Beijinhos
One Love Marley
Margaridaa
no dia 15 de Março de 2008 às 13:15
É isso mesmo, agora faço como tu nas Cocorosie : afinal não sou a única !!! Eu não consegui resolver, exactamente porque me impus regras que me inibiram de encontrar a solução!Por isso gostei tanto deste enigma!
Anonymous
no dia 15 de Março de 2008 às 19:10
Giro! muito giro! E, já agora, parabéns também para a tita. Xinha
Anonymous
no dia 15 de Março de 2008 às 20:01
Pois, o medo…os medos…todos temos…Faz parte… Nem sempre conseguimos realizar o que idealizamos. Nem conseguimos ser em plena liberdade. O ideal é estar atento às construções do nosso miolo, e não lhes dar muita importância. Porque na maioria das vezes o medo não tem muita sustentação nem corresponde a um perigo real. E depois o medo não é estático: agora sinto-me insegura, mas daqui a um momento já não estou. E tb não adianta muito massacrar-nos pelas nossas incapacidades. Hoje não consegui, não aproveitei a oportunidade, paciência. Fica-se na mesma.…faz parte… Xinha_((( : P
Anonymous
no dia 15 de Março de 2008 às 20:20
Por mais horrível que tudo nos possa parecer num dado momento, a verdade é que tudo está em constante transformação. Agora estamos tontos e burros, tudo é horrível, e depois quando menos esperamos…tudo faz de novo sentido, mesmo que não tenha sentido nenhum. eheh… Xinha
É exactamente isso que sinto! Daí que tenha também arquivado este puzzle para nunca me esquecer!
One Love Marley
Margaridaa
no dia 16 de Março de 2008 às 16:20
Depois de se ver uma coisa de que se gostou muito, é-se mais exigente com o que se vê a seguir. Isto porque eu gostei muito de MAHA hRIT. Mas esta sensação também pode ser inibidora de novas descobertas. Eu gosto de animação porque (assim como a publicidade bem feita) são histórias curtas contadas de diferentes maneiras.
Esta também é bonita, se bem que pudesse ser um bocadinho mais curta.
Anonymous
no dia 16 de Março de 2008 às 22:30
Bonito! Há no entanto qualquer coisa que me escapa no argumento… Tens razão quanto ao Maha Hrit, que é fenomenal!
Anonymous
no dia 16 de Março de 2008 às 22:31
Partilhado!!!
One Love Marley
Margaridaa
no dia 17 de Março de 2008 às 9:27
…a ilusão. só no fim te apercebes que o que ela tem são sacos cheios de folhas, que o varredor pensa que são tesouros. (E parece-me que o que conta para ela apesar das folhas é a dádiva dele, a amizade. Por isso carrega pacientemente todos os sacos, como se vê no princípio.)
Anonymous
no dia 17 de Março de 2008 às 9:55
Sim, boa leitura, é isso mesmo!… Muito bonito, mas mesmo assim escapa qualquer coisa na concretização, no script…
One Love Marley
Anonymous
no dia 17 de Março de 2008 às 10:03
Sim! Que disco fantástico é o “The Lamb Lies Down on Broadway”… Que momentos de incrível intensidade interior a ouvir estas músicas… Margaridaa, sabes que estive no concerto de Cascais em 75, mas não consegui encontrar os amigos que me deram o bilhete (que chegaram antes de mim) e, meia-hora depois, saí, pois estava sózinho e lá dentro do pavilhão o cheiro no ar ganzava qualquer um… Ainda me lembro de ver o Peter Gabriel a “voar”, a cena em que anda dentro dum tubo e o fato de bolhas amarelas… E lamento ter sido tão tótó… Vir embora porque não se encontrou os amigos… é preciso ser muito ingénuo…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 17 de Março de 2008 às 10:38
Há uma altura em que os amigos valem muito mais do que um concerto que vale muito. E vale muito mais conhecer essa sensação do que mil concertos!(Excepto concertos feitos por amigos, claro!)
Anonymous
no dia 17 de Março de 2008 às 23:58
Sim, a mim tb me parece que a mensagem é sobre a amizade, a partilha, e de como estas são possíveis mesmo quando interpretamos o mundo de forma diferente. E como essa partilha, essa troca de atenção faz as pessoas mais felizes. Tb me parece inacabado…não que não se perceba a mensagem, mas porque pequenos aspectos formais tb ajudam à estética do conjunto Bjinhos_Xinha
Anonymous
no dia 19 de Março de 2008 às 11:14
Eu inclino-me para trabalho de photoshop… Mas gostei!
Anonymous
no dia 19 de Março de 2008 às 11:17
Que lindas bolas!… Hás-de dizer-me qual o melhor detergente – o verdadeiro segredo da mistela infalível. Ás vezes faço uma dose para a minha filhota mas não sei se é da qualidade ou da quantidade do detergente, a coisa nunca resulta tão bem como com o detergente original que vem com o equipamento…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 19 de Março de 2008 às 15:26
A melhor mistela parece ser efectivamente a de compra. Eu tenho uma receita caseira que já experimentei, mas não resultou muito bem.Mas não a encontro. Quando der com ela, ponho aqui.
Margaridaa
no dia 19 de Março de 2008 às 15:38
Não acredito que seja photoshop, até porque tenho mais para mostrar. Isso só prova o quanto estamos longe destes cenários!(Pena!)
Anonymous
no dia 21 de Março de 2008 às 19:19
Tb gosto mais das crónicas. Dos livros, tenho para aí um que nunca consegui acabar. Mas é um escritor com bastante piada. Xinha
Anonymous
no dia 21 de Março de 2008 às 20:00
São bichinhos fantásticos e óptimas companhias. Neste momento tenho uma gatinha tigra em casa, e mais 4 no quintal que nasceram num abrigo que criei para se protegerem da chuva e o frio. Esterelizei uma fémea e trato deles para que não tenham uma vida muito dificel. Adoro vê-los felizes ao Sol e a maneira como se roçam amigos pelas minhas pernas. Xinha
Anonymous
no dia 22 de Março de 2008 às 11:40
Ah que belas viagens gostaria de fazer com os meus amigos… (ninguém tem um autocarro amarelo?)
One Love Marley
Anonymous
no dia 22 de Março de 2008 às 11:42
Gosto disto Dardna, ma soa-me mais a jazz (assim um som mais ECM…) do que a P. Glass…
One Love Marley
Anonymous
no dia 22 de Março de 2008 às 11:46
Este bandido não foi aquele que acordou o dono à cacetada e depois fingiu estar a dormir? Que piratas cómicos são os gatos!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 22 de Março de 2008 às 12:10
Em casa com umas músicas a encher o ar e as vozes das crianças… Que bom!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 22 de Março de 2008 às 12:32
Já fiz upload duas vezes e o tema continua a acabar antes de tempo. Verifiquei o ficheiro e está bem. Creio que é o motor do boomp3 que anda doido (deve ser da Primavera!…). Peço desculpa!…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 22 de Março de 2008 às 12:48
É verdade que é uma música bonita, e a música não tem idade. E é verdade também que não toca até ao fim. sabes, estas coisas às vezes são mistérios…também já me aconteceram alguns percalços, chateia um bocadinho, mas estamos à mercê! Mas penso que para postar música, esta ainda é a melhor maneira.
dardna
no dia 22 de Março de 2008 às 17:45
Tche!! muito bom mesmo!
formiguinha
no dia 23 de Março de 2008 às 13:51
Absolutamente *****
Que criaturas fantásticas são os gatos! Adoro-os e tenho saudades dos miaus que fizeram parte da minha vida…
formiguinha
no dia 23 de Março de 2008 às 13:54
Bom Domingo para todo o pessoal que aparece no “Linhas no bolso”!
Anonymous
no dia 25 de Março de 2008 às 11:44
Adoro arvores. E passeios em bosques ou florestas. De preferência em silêncio para as poder ouvir chiar e estremecer ao vento. Como poderia ser a vida sem elas? Xinha
Anonymous
no dia 25 de Março de 2008 às 18:08
Bela árvore! Bem-Vinda Xinha!
One Love Marley
Anonymous
no dia 25 de Março de 2008 às 18:13
Tem graça!… São uns bichos tão giros… Noutro dia, tinha chovido, e também me deliciei a vê-los mais a minha filhota. Tantos… E há quem goste de os comer mas eu não. Nem é por razões afectivas, nem nada, como me sucede com os coelhos. Apenas não gosto!
One Love Marley
Anonymous
no dia 25 de Março de 2008 às 20:56
Tirei esta imagem dum concurso num site europeu para a mais bonita árvore centenária. Havia fotos com árvores com 900 anos…conseguem imaginar. Infelizmente perdi a morada desse site, mas ainda tenho esperança de o recuperar um dia destes. Xinha
Margaridaa
no dia 26 de Março de 2008 às 16:40
A imagem é realmente bonita, mas o que me vem mais ao espírito é : e estavam tão certos que o mundo era assim!! E nós estamos tão certos daquilo que sabemos agora… Quem dizia : Eu só sei que nada sei?
Joana
no dia 27 de Março de 2008 às 1:14
O Sócrates!
sim, é engraçada a concepção do mundo que eles tinham e o quão verdadeira para eles era! Hoje em dia, já temos tantas certezas científicas sobre tantas coisas que nos é mais difícil poder crer em algo tão inocentemente quanto eles podiam há 800 anos!
Joana
no dia 27 de Março de 2008 às 1:16
Muchas gracias!
Anonymous
no dia 29 de Março de 2008 às 19:24
Ás vezes sinto-me como esta coruja. Montes de desatinos todos a acontecer ao mesmo tempo. Acontece…ás vezes… Xinha
Margaridaa
no dia 30 de Março de 2008 às 9:12
Lindíssimo, dardna, tripante!
…e…obrigada pelo resto, era mesmo isso!
Anonymous
no dia 30 de Março de 2008 às 13:30
Boa dardna! Também sou um grande admirador deste artista. E também de Petar Meseldzija, Gil Bruvel, Michael Parks, Rafal Olbinski… Boas navegações!
One Love Marley
Anonymous
no dia 30 de Março de 2008 às 13:33
Arf, arf!!!
One Love Marley
Anonymous
no dia 30 de Março de 2008 às 13:39
Caracóis, joaninhas, borboletas… Ai que bom ser pequenino!… (a liliputização do real é uma porta aberta na fantasia e no sonho… – liliput por parte du gulliver, claro…)
One Love Marley
Anonymous
no dia 30 de Março de 2008 às 15:25
Bonitas ilustrações. Fazem-me sonhar e recordar os livros de infância. Xinha
Anonymous
no dia 30 de Março de 2008 às 15:29
Que focinhas queridas. Os bichos são fantásticos. Xinha
PS: enviei um comentário para as fotos das Joaninhas e ele perdeu-se. Porque será que isto acontece?
Margaridaa
no dia 30 de Março de 2008 às 15:33
Xinha, no fim, quando escreveste tudo, tens de decifrar as letras e não te podes esquecer de clicar em “enviar comentário”.
Anonymous
no dia 30 de Março de 2008 às 16:30
Irie Irie, lady Asa!… Jah liveth and reigneth Itinually Ever faithful!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 30 de Março de 2008 às 16:49
Ó amigo de Benfica, isso das nigerianas com nomes de três letras é fetiche ou quê? Primeiro era a Ayo, agora é a Asa… eheheheheheheh… rsrsrsrsrsr… - Just kidding, como diria o dardna!… Na verdade gostei bem mais da Asa do que da Ayo… Abraços
One Love Marley
Margaridaa
no dia 30 de Março de 2008 às 17:07
Aquilo que me levou a por aqui estes focinhos amigos foi porque muitas vezes estes focinhos me fizeram pensar que Deus estava inspirado quando inventou o bicho cão. E apeteceu-me dizer que, muitas vezes quando há problemas com cães, (como é abordado no triploM), a culpa é de quem os ensina a ser assim. E apeteceu-me dizer que muitas vezes quando há histórias infelizes entre cães e pessoas, o lado do cão nunca é ouvido, pois ele não fala a nossa língua. Muitas vezes o cão é usado como brinquedo, onde tudo é permitido, e onde não é respeitada a sua natureza.
Há vinte anos que usofruo da sua companhia (dos cães.) E apeteceu-me agradecer-lhes por tanto que partilham comigo (e com o resto da minha matilha!)
Anonymous
no dia 31 de Março de 2008 às 11:13
Boa!!! A música e o preto e branco dão-lhe um encanto especial, né?
One Love Marley
Anonymous
no dia 1 de Abril de 2008 às 19:07
A Laurinda é capaz de ser boa moça, mas é muito beata. Não que o texto o denuncie, mas por coisas que vi na TV. Xinha
Margaridaa
no dia 1 de Abril de 2008 às 19:47
Tudo o que eu sei dela (via revista xis) , é que escreve muito bem sobre coisas simples. Gosto imenso.
Margaridaa
no dia 2 de Abril de 2008 às 9:04
Coincidência, a partir do momento em que postei isto, a rádio iniciou uma campanha de angariação de fundos. Acho chato e pensei apagar este post, mas afinal deixo ficar, porque apesar de tudo passa boa música.
Margaridaa
no dia 3 de Abril de 2008 às 8:41
Eu diria que o texto é escrito por uma mulher, pois sempre senti que a mulher escreve de uma forma mais subjectiva e sensual. (Estou-me a lembrar da escrita de Anais Nin, e de dois filmes realizados por mulheres, um é O Piano, realizado por Jane Champion, um filme muito sensual, e outro realizado por Sofia Coppola, Lost in Translation, que eu gostei imenso e que nunca poderia ter sido realizado por um homem, um filme inteirinho sem uma cena de sexo, apesar da sensualidade andar com força no ar.) E que é uma mulher a falar do corpo de um homem, pelo menos há partes onde o que é escrito se encaixa na ideia que se tem do corpo masculino. (Sempre estou para ver se tenho razao…)
Anonymous
no dia 3 de Abril de 2008 às 17:00
JUNTO ENVIO UMA DATA DE LINKS ONDE, PARA ALÉM DO JACEK YERKA, PODES ENCONTRAR MUITOS MAIS ARTISTAS COM PIADA, NA MESMA ONDA, ESPREITA, DARDNA, QUE VALE A PENA
Pois, é difícil. Há músculos, mas tb há curvas, mas há mamilos e não seios, e depois tb há uma anca que se salienta (só) agora, porque está de lado. Bem, talvez seja a descrição do corpo de um homem. Quanto ao escritor não sei…mas vou apontar para que seja uma mulher. Se fosse um homem descreveria com mais atenção as nádegas e o sexo…embora o texto continue e nós não saibamos o que vem a seguir… Xinha
dubleudansmesnuages
no dia 3 de Abril de 2008 às 21:29
Embora não seja especialista em nada e aind amenos em textos, tenho tendência para dizer que o texto foi escrito pour um homem. Foi? Armando
Anonymous
no dia 4 de Abril de 2008 às 8:49
Para além das pistas objectivas que a xinha muito bem detectou, creio que está tudo em aberto e todas as combinações são possíveis. Infelizmente, movemo-nos em meios onde – apesar de todos os progressos – ainda há imenso preconceito relativamente ao prazer entre pessoas do mesmo sexo. E isto serve, fundamentalmente, para dizer que… 1) achei graça vocês dizerem coisas como «a mulher escreve de forma mais sensual»; um homen não poderia ter realizado «um filme inteirinho sem uma cena de sexo» (margaridaa); «se fosse um homem descreveria com mais atenção as nádegas e o sexo» (xinha). As ideias que estão no fundo e na base destas vossas afirmações podem bem, eventualmente, falar-me ao coração enquanto homem… Mas, sinceramente, a minha ideia das diferenças gajo-gaja não passam por aí. O que vocês, como mulheres, estão aqui subtilmente a dizer é como que… uma forma camuflada, dissimulada e provavelmente não-consciente nem assumida, de inverter aquela conversa de certos homens (e mulheres) de que o lugar delas é na cozinha ou, na cama, por baixo. Eu não acho nada disso daí que 2) o texto está aberto (como nós também deveríamos estar) a todas as combinações possíveis, pelo que a resposta ao enigma propostoi pela Joana é, neste caso, um exercício aleatório que serve muito bem os propósitos de trazer ao de cima e, eventualmente, exacerbar, as nossas ideias feitas quanto aos papéis e atributos de género. Assim, e absolutamente ao acaso – pois é disso que se trata – eu apostaria em… pode ser narrador mulher a descrever corpo de homem…
One Love Marley
Anonymous
no dia 4 de Abril de 2008 às 8:51
Lindo, maravilhoso, delícia!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 5 de Abril de 2008 às 17:33
Já lá vão mais de trinta anos… Lembro-me de as ver às duas, creio que em 1976 ou 1977, a tocarem viola a e a cantar junto aos mastros das bandeiras do Liceu D. Pedro V… E lembro-me de pensar, sempre que me cruzava com elas: estas miúdas devem ser fixes!… De uma delas, porém, nunca mais soube nada… Mas sempre lhe apreciei o humor peculiar (cáustico?) e, junto com a outra, a gargalhada fácil… Só me resta mandar milhões de beijos às duas!
One Love Marley
Anonymous
no dia 5 de Abril de 2008 às 19:00
É gira a forma como eles criam texturas! E as cores.. Xinha
Anonymous
no dia 5 de Abril de 2008 às 19:13
Eu tb me lembro! Já não me recordo bem do rosto da Ana, mas recordo-me das duas como uma dupla bem disposta e sempre com a viola atrás. Xinha
Anonymous
no dia 5 de Abril de 2008 às 22:16
Ah… E uma flauta de bisel e uma jalaba!…
One Love Marley
Joana
no dia 6 de Abril de 2008 às 1:44
hehehe! Parabéns! Safaram-se bem! As pessoas que estavam comigo na altura do exercício deixaram-se levar pelos adjectivos e pelas palavras que tradicionalmente são associadas a cada um dos sexos, ignorando os pequenos elementos que indiciam tratar-se de um homem. Este texto foi escrito por estas três mulheres exactamente com o propósito de desafiar os critérios e os normas socias e sexuais da época. Censurado em 1972, após a publicação, voltou a ser publicado em 1974. Espero que tenham gostado! Eu gostei muito quando o exercício me foi proposto!
Margaridaa
no dia 6 de Abril de 2008 às 10:20
Gostei, sim. Mas…fiquei a pensar no censurado, fiquei a pensar que tudo o que é escondido aumenta de tamanho na cabeça das pessoas. Estou-me a lembrar que há pouco tempo expliquei o que queriam dizer certos “enormes” palavrões, (os mais correntes), à minha filha, e como esses palavrões deixam de ter essa conotação negativa depois de explicados, passam a ser exactamente e só, o que são : a definição de qualquer coisa concreta. Quero eu dizer com isto que quem censura nao se apercebe que de facto está a apontar os holofotes ao objecto censurado.
Anonymous
no dia 6 de Abril de 2008 às 11:21
Queres saber a melhor? Eu e o meu amigo Zé Pianista estávamos no meio da confusão que se gerou ao cimo da Av. Sidónio Pais, junto a S. Sebastião, na entrada tradicional das famílias para o Parque Eduardo VII, quando as estas três Marias e mais um grupo de mulheres decidiram contestar a dominação masculina e queimar os seus sutiãs (confesso que gosto mais de ver e escrever soutiens…) publicamente. Íamos frequentemente passear e brincar para aquela zona e daquela vez fomos surpreendidos pela agitação, mas nunca chegámos a perceber bem o que se passou. Recordo vagamente uma chusma de homens ululantes… Só muitos, muitos anos mais tarde é que me apercebi que tinha estado no meio de um dos mais notáveis acontecimentos da jovem democracia: notável pelo espírito insubmisso que tanta falta fazia às mulheres portuguesas e pela coragem daquelas mulheres… mas triste, muito triste, pela reacção que suscitou nos grunhos que as quiseram agredir…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 6 de Abril de 2008 às 11:53
Lindo !
Talvez não o devesse dizer, pois também colaboro, mas muitas vezes toca-me muito o que aqui é postado pelos amigos que contribuem. Uma sinceridade, um sentimento genuíno, um fazer parte…não sei explicar. …
É bom.
dardna
no dia 7 de Abril de 2008 às 14:29
Boa boa, eu também curti! (: (e não conhecia…)
dardna
no dia 7 de Abril de 2008 às 14:33
Bom link anónimo! Já espreitei mas tem tanta coisa que será difícil dar a volta a tudo…Anyway, não conhecia ainda e são sempre boas referências! (:
Anonymous
no dia 7 de Abril de 2008 às 17:16
margaridaa, o que não sabes explicar e todos sentimos é algo como… «passarinhos antigos, leves como as bolas de sabão»… dardna: há um album fundamental desta mulher (que, para além de compositora de algumas das mais bonitas canções que alguma vez ouvi, foi folclorista, pintora, ceramista, artesã…), morta de amor aos 49 anos: “Últimas Composiciones” de 1966, onde se encontram três temas que, nas suas próprias palavras, eram os que mais a tinham realizado como compositora: esta espantosa canção de amor que é “Volver alos 17″ e ainda “Run Run se fue p’al norte” e “Gracias a la vida”. Eu acrescentaria “Rin del Angelito”. O album em causa (e toda a obra de recolha folclórica, antologias e livros sobre a grande Violeta Parra pode ser descarregado em http://discosvioleta.blogspot.com/ Se aceitas um conselho, recomendo, para além das “Ùltimas Composiciones”, os seguintes: “Canciones Reencontradas en Paris” e “Recordando a Chile – una chilena en Paris”. Boas navegações!!!
One Love Marley
Anonymous
no dia 7 de Abril de 2008 às 18:48
Parar, e não fazer mais nada… observando simplesmente o que se passa dentro e fora de nós, pode ser fabuloso! Com a prática rapidamente conseguimos aquietar os pensamentos, e emoções…e apesar de parecer que podemos estar a perder tempo, o incrível é que saímos sempre renovados e revigorados.
Mas há pessoas que por natureza não precisam de se sentar e cruzar as pernas, para entrar em comunhão com o grande vazio. A mim, por exp. aconteceu-me sempre, desde os 16 anos, entrar em estado de meditação sem sequer saber que disso se tratava. Ao passear no meio da cidade…ou no campo, ao cozinhar, ao fazer amor…sempre que me ausentava de mim, para me fundir com o mundo, ou com o outro. Eu acredito que podemos obter estados semelhantes aos da meditação a praticar algum tipo de actividade que exija concentração e ao mesmo tempo entrega total e distanciação da nossa pessoa. Quando deixamos de nos identificar com a pessoa que julgamos que somos… ((( : )_Xinha
Margaridaa
no dia 7 de Abril de 2008 às 19:54
Fabuloso link, anónimo, obrigada!
dardna
no dia 8 de Abril de 2008 às 0:12
Não conhecia e é uma daquelas descobertas!…
E excelente o link também! Mais direi quando tiver digerido um pouco mais…
boas partilhas! (como diria margaridaa estas coisas são como as cerejas…)
…sim, digo eu que nem gosto de cerejas.. XD… a ideia passa…
Anonymous
no dia 8 de Abril de 2008 às 8:51
E aí, então… é altura de nos interrogarmos, como o bom Sri Ramana Maharshi: – “QUEM está a meditar?”; “Quem é ESSE que medita”?; “Quem DESEJA meditar”?
…A coluna de fogo sobre os picos do Arunachala…
One Love Marley
Anonymous
no dia 8 de Abril de 2008 às 9:01
Bela dinâmica… sobretudo se as mãos acompanharem todo o balanço do canavial exposto aos ventos… – mão e forma, corpo e sopro… movimento…
É o que lamento mais, ter perdido o Tai Chi (não me refiro a bonequinhos animados mexidos por teclas de computador), que é, para mim, a melhor meditação…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 9 de Abril de 2008 às 6:21
Não sei quem é o autor, mas este haiku foi postado num blog por Quarto Galarza.
Anonymous
no dia 9 de Abril de 2008 às 19:28
Sempre gostei destes poemas curtos dos japoneses. Tão minis…e no entanto, tão cheios… Este faz-me sorrir, como a papoila ao autor. ou o autor com a papoila… Xinha
formiguinha
no dia 10 de Abril de 2008 às 22:33
Lisboa é linda! Só precisa de ser mais amada…
Anonymous
no dia 11 de Abril de 2008 às 11:52
Mto bom, sim senhora! Sempre me fascinaram os desenhos infantis. Pela frescura, pela autenticidade, a força, a liberdade… Ainda bem q a Mariana pode participar em projectos assim.. As pinturas dos slides são tão bonitas, que não me importava de ter qualquer uma delas, em grande, numa das minhas paredes. Xinha
Anonymous
no dia 11 de Abril de 2008 às 16:58
Sim senhora, bem giro!!!
One Love Marley
Zacarias
no dia 12 de Abril de 2008 às 20:23
Bonitos desenhos de Lisboa, sem dúvida.
Margaridaa
no dia 13 de Abril de 2008 às 10:37
Bom, a ideia era por Little Axe, mas talvez por ser domingo não consegui fazer o Upload.Volto a tentar quando deixar de ser domingo.
Anonymous
no dia 13 de Abril de 2008 às 12:26
Estou a ver que tb tens um olho atento e sensivel. Gosto deste olhar, Margaridaa, e das fotos só só acho que ganhavam mais força se fossem a preto e branco. bjinhos_Xinha
Holof.
no dia 13 de Abril de 2008 às 17:22
Bonita historia… Aqui foram cortando os carvalhos durante muitos anos e agora os pinheiros invadiram o bosque… Felizmente agora é um parque natural e salvaram-se alguns exemplares centenários… Holof
Holof.
no dia 13 de Abril de 2008 às 17:32
Obrigado Margaridaa!! Grande Nina Simone, gosto muito! Tambem do Little Axe e de blues em geral. Quando aprenda a manejar isto vais ouvir mais de um blues…
Anonymous
no dia 13 de Abril de 2008 às 18:55
Viva! Que fixe! Até q enfim Holof. E bem vindo claro! Estou montes de contente por esta participação. Só espero é q não desertes, pois estou certa q tens boas coisas p trocar aqui com a malta. Bjinhos_xinha_((( : P
joao
no dia 13 de Abril de 2008 às 19:59
alguém sabe do Dardna, tenho alguns sites com ele , e ele sumiu, se souberem me mande noticias
Margaridaa
no dia 14 de Abril de 2008 às 6:25
Look inside yourselve : what have you done? You’ll find the answer!…
Anonymous
no dia 14 de Abril de 2008 às 14:35
Ei Holof!… A tua chegada é sempre um acontecimento! Viva!!! Bem vindo!
One Love Marley
Margaridaa
no dia 14 de Abril de 2008 às 20:17
Absolutamente incrível! Não consigo encontrar explicação para a forma como foi possível formatar esse elemento em queda!
Boa!
Anonymous
no dia 15 de Abril de 2008 às 10:52
Pois é… Bem isto é obra de engenheiros, e eles são peritos em medir, quantificar e controlar tudo e mais alguma coisa. Aqui a informática e a electrónica devem definir a quantidade exacta de água que cai em cada secção para produzir o efeito desejado. xinha
Anonymous
no dia 15 de Abril de 2008 às 10:54
Parabens! xinha
Anonymous
no dia 15 de Abril de 2008 às 10:55
Parabéns Luís!!! Ó para ti a fazer anos todo plastificado!… Abraço
One Love Marley
Anonymous
no dia 15 de Abril de 2008 às 12:01
Muito obrigado !!! os meus agradecimentos a todos … em relação ao plastificado, vejo a coisa mais como aquele brilho do vidrado do azulejo … LF
Holof.
no dia 15 de Abril de 2008 às 14:22
Parabens!…
Anonymous
no dia 15 de Abril de 2008 às 19:42
Também gosto muito! Os meus favoritos continuam a ser os dois primeiros, para a etiqueta On-U-Sound!…
One Love Marley
Holof.
no dia 15 de Abril de 2008 às 21:12
Uf!! Parece que correu bem. Este foi para experimentar. Outra vez ponho mais.
Margaridaa
no dia 16 de Abril de 2008 às 6:23
Que bom, que bom, pela música e por ti aqui.
Zacarias
no dia 16 de Abril de 2008 às 21:44
Margaridaa Venho aqui dar-te os meus sinceros parabéns pelo sucesso do teu blog. Tiveste um enorme sucesso exactamente no ponto onde eu falhei, ou seja no conseguir de uma interactividade entre amigos distantes. Conseguiste pôr várias gerações a comunicar e a expôr as suas ideias e os seus gostos, através deste meio fabuloso que é a Internet. Posso imaginar o gozo que te dará todos os dias abrir o Linhas e ver quem escreveu desta vez, que músicas lá puseram, que opiniões lá deixaram … é o sentir da criatividade fluir … e é também o encurtar das distâncias … É bem bonito e simpático o que estás a fazer. Força! Beijinhos.
Margaridaa
no dia 17 de Abril de 2008 às 6:20
Obrigada Zacarias. Beijinhos.
Anonymous
no dia 17 de Abril de 2008 às 19:03
eheh! divertido xinha
Anonymous
no dia 18 de Abril de 2008 às 13:55
Bem vindo ó amigo de benfica! Interessante, o som dos dead combo! Sacava-se bem dois ou três temas para uma colectânea de modernices, mas confesso que não faz muito o meu género. Parece mais… música para putos que curtem noites de plástico e neon!… Nem aquece nem arrefece. É agradável e pronto. O pior é quando os gajos metem vozes, como no tema dos “diamonds não sei quantos”. Aí, então, é mesmo intragável. É música que faz bom fundo enquanto se conversa e se bebe um copo. Se tivesse vinte anos talvez gostasse.
One Love Marley
Anonymous
no dia 19 de Abril de 2008 às 0:11
Ai que mauzinho que sou!…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 19 de Abril de 2008 às 8:54
Gostei de ouvir, não conhecia.
Anonymous
no dia 19 de Abril de 2008 às 11:11
Boa escolha holof! margaridaa: a Cinematic Orchestra é um grupo canadiano que faz alguma da música mais interessante que ouvi ultimamente. A primeira vez que os ouvi foi graças à xinha, que me passou uns temas soltos num cd daqueles pequeninos e simpáticos, entre os quais este que aqui está, onde os músicos trabalham a partir de uma samplagem desse disco genisal que é o “Illuminations” da Alice Coltrane e do Carlos Santana. Depois, o holof passou-me uns albuns inteiros deles e aí é que descobri mesmo o feeling da banda e fiquei rendido! Vale a pena ouvires mais, garanto-te!
One Love Marley
Anonymous
no dia 19 de Abril de 2008 às 11:13
Site delicioso, lindo, adorável… pena é que os formatos das fotos sejam tão diminutos…
One Love Marley
Anonymous
no dia 19 de Abril de 2008 às 13:54
É verdade, eu sou fã da musica deles. Infelizmente perdi um dos discos. Desconfio que os russos que iam limpar o nosso atlier ao fim de semana ficaram com ele. Uma vez surpreendemo-los: enquanto faziam as limpezas ouviam os nossos discos assim bem alto, como eu tb gosto. Bem, não eram nada parvos…tenho saudades é do meu disco. xinha
Holof.
no dia 19 de Abril de 2008 às 14:33
xinha, diz qual é o disco e ponho um link para que possas baixar se quiseres, acho que tenho todos os discos deles. Outra coisa: é preciso registrar-se cada vez que se poe um comentário? Pede-me sempre uma palavra chave e eu nao sei qual é…
Margaridaa
no dia 19 de Abril de 2008 às 14:45
Holof. – Para se comentar, ou assinas com a tua conta google (email e passe desse email, o que resulta em Holof. como costuma aparecer,), ou no fim escolhes Nome e escreves o teu nome. Tens sempre que verificar as palavras.Depois enviar comentário.
Quanto ao link para a xinha, ….também quero, também quero!!!(entenda-se dedo no ar e aos saltos!!)
Anonymous
no dia 19 de Abril de 2008 às 15:29
FIXE !!! viva os amigos fixes ! Olha o nome do album q perdi é o MOTION. Mas tb pode ser outro q tu aches bom…eu confio.. Agora fico á espera do tal link… Bjinhos_xinha_((( : P
Margaridaa
no dia 19 de Abril de 2008 às 15:29
Ena, que giro! Podia-se passar aqui a tarde toda, voando…voando….Boa!
Holof.
no dia 19 de Abril de 2008 às 19:06
Adoro arvores! Junto com a musica, o que mais me ajuda a sair duma “má onda”.
Holof.
no dia 19 de Abril de 2008 às 19:50
Engraçado,sim! Como encontras coisas destas? Quanto ao link que prometi demora um bocado a fazer o upload, vao lá ao post da cinematic e olhem de vez em quando, vou tentar por ainda hoje tá?
(vao ver que poe “loading file, please wait”, é preciso esperar mais ou menos um minuto e depois clicar download)
Anonymous
no dia 20 de Abril de 2008 às 12:10
Absolutamente elegante e delicioso|
One Love Marley
Anonymous
no dia 20 de Abril de 2008 às 12:14
Bom trabalho holof!
One Love Marley
Anonymous
no dia 20 de Abril de 2008 às 13:20
Ena pá! Isto é muito mais do que eu esperava. Mil vezes obrigado! Logo à tarde já vou espreitar estes links maravilhosos Bjinhos, bjinhos_xinha
Anonymous
no dia 20 de Abril de 2008 às 13:38
Holof: esta animação devo ter encontrado por acaso quando navegava pelos sites de design aonde vou regularmente para me manter actualizada e informada. mas eu também podia perguntar: onde encontras tu musicas tão fixes? xinha_((( : )
Anonymous
no dia 20 de Abril de 2008 às 14:04
tb já tinha recebido estes videos por mail…e fico a imaginar os desenhos que os primeiros homens e todos os outros fizeram dos quais não ficou registo… xinha
dardna
no dia 20 de Abril de 2008 às 21:18
ena que fixe!! (a melhor parte é o “mergulho p’ra fora d’água” no fim!)
dardna
no dia 20 de Abril de 2008 às 21:21
bom som!
dardna
no dia 20 de Abril de 2008 às 21:26
Ehe, terei de dizer que são uns dos que gosto muito! XD …e também não me importo de curtir noites de plástico e neon.. ehe.. joking!
abraços!
Anonymous
no dia 21 de Abril de 2008 às 8:39
… a estática permanência da transformação…
One Love Marley
Anonymous
no dia 21 de Abril de 2008 às 9:09
Eu vou tentar explicar melhor, ó malta: cada tema é uma boa ideia, expressa e materializada nos riffs e na textura do ambiente construído pela utilização criativa da guitarra e baixo eléctricos e arsenal de pedaleiras e efeitos. Mas cada uma destas boas ideias deixa-se perceber logo ao primeiro minuto e, depois, quando esperamos a alquimia das combinatórias possíveis para a boa ideia se transformar (até poderia ser apenas um solo avassalador)… não acontece nada. Não há desenvolvimento… E isto torna-se particularmente chato quando se reconhecem os talentos potenciais dos músicos; quando se pensa que poderiam galopar mais longe, largando as sopas de cavalo cansado e os diamantes de pechisbeque para chegarem ao voo Lisboa-Berlim e, a partir daí, começarem então a explorar convenientemente as ideias, trabalhando-as para além da repetição, para além daquele ambiente acastanhado. Mas admito que isto é apenas a expressão daquela ideia de que só estamos bem onde não estamos… E eu terei de me conformar com o facto de que os Dead Combo são o que são e não o que eu gostaria (só conhecia o trabalho deles no album colectivo dedicado ao Carlos Paredes…) que fossem… Sorry lá mesmo!… Mas à margem disto reparei que o amigo de Benfica já não consta hoje lá em cima na lista dos animadores do linhas. Espero que não tenha desanimado por eu ser mauzinho para o Tó Trips, não?
One Love Marley
Margaridaa
no dia 21 de Abril de 2008 às 9:19
Gosto da maneira como exprimes o que sentes. O que dizes sobre o desenvolver da ideia inicial poder-se-ia aplicar a outras coisas, às pessoas, por exemplo. Eu sinto muitas vezes isso, que não exploro ao máximo as ideias que surgem.
Quanto ao amigo de Benfica, ele continua presente, embora ausente da lista.(Opções…)
Anonymous
no dia 21 de Abril de 2008 às 10:52
É verdade… E é por ser verdade que o seu entendimento pode ser de grande ajuda, sobretudo se nos mantivermos atentos…o que requer uma constante observação… e muita disciplina… xinha
Anonymous
no dia 21 de Abril de 2008 às 11:00
Eheh…o que o bicho homem inventa. É por isso que temos as gavetas das cozinhas cheias de coisas. xinha
Margaridaa
no dia 21 de Abril de 2008 às 15:20
…isso é porque tu nunca descascaste penosamente um ananás com uma faca!!!!…isto é mais que uma mera coisa, isto volta a dar o gosto de se comer ananás!!!(Não é à toa que este objecto é merecedor de um post!)
Anonymous
no dia 22 de Abril de 2008 às 9:26
Genial! Eu adoro esta arte em papel, assim como a engenharia do papel que produz os lindos “pop-up books”, inteiramente montados à mão… Quem quiser fazer o download gratuito de um simpático livrinho que ensina a arte do origami, está em http://www.portaldetonando.com.br/forumnovo/viewtopic.php?t=4463
One Love Marley
dardna
no dia 22 de Abril de 2008 às 15:51
Espantoso sem dúvida! o link do Marley(para quem não consegue apanhar, o truque e clicar no inicio do link e SHIFT+End (em cima da tecla-seta Cima)
abraços!
Margaridaa
no dia 23 de Abril de 2008 às 6:31
…e aqui vai uma (das muitas) explicações do poema :
Ici, le poète joue avec les mots, les lettres, les couleurs et les sons (bombinent, rire, colère, vibrements, strideurs) en un tableau très coloré déjà précurseur des Illuminations. Les voyelles deviennent des objets avec lesquels on peut s’amuser et qui portent en elles leurs propres réalités, sens et couleurs (naissances latentes). Les couleurs ont une valeur symbolique. Pour le noir, la cruauté, la nuit (puanteur cruelle, golfes d’ombre) ; pour le blanc, la fierté, la pureté, la légèreté ; pour le rouge, le sang, les lèvres, la colère, les excès ; pour le vert, la sérenité et la paix ; pour le bleu, évocation religieuse des cieux (suprême clairon, anges). Et il passe au violet pour l’évocation des yeux de La Femme. Peut-être une allusion à la jeune personne qui l’aurait accompagné à Paris en février 1871, d’après ses amis. Un point de départ à l’idée du poème, un abécédaire qu’il a du avoir entre les mains, comme tout enfant, quand il apprenait à lire. A chaque lettre correspondait une couleur et un certain nombre de mots : A noire, pour Abeille, Araignée, Astre, Arc-en-Ciel. E était jaune pour Emir, Etendard, Esclave, Enclume. I rouge pour Indienne, Injure, Inquisition, Institut. O azur pour Oliphant, Onagre, Ordonnance, Ours. U vert pour Ure, Uniforme, Urne, Uranie et Y orange pour Yeux, Yole, Yeuse, Yatagan.
Mas diz lá Margaridaa, zangaste-te com a Lauryn Hill? Gosto muito da voz dela, mas não sou fã das canções e do género. Mas fiquei surpreendido pelo desaparecimento…
One Love Marley
Anonymous
no dia 23 de Abril de 2008 às 8:52
obrigado dardna! Tenho que aprender a linkar em hipertexto…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 23 de Abril de 2008 às 14:36
…hum…demasiado íntimo!Ela canta do íntimo dela para o meu íntimo. Só ouço às vezes…
Margaridaa
no dia 23 de Abril de 2008 às 15:18
…já agora…mas como é que se linka nos comentários?
Anonymous
no dia 23 de Abril de 2008 às 17:18
huuumm… humph! huuuummmph!… hum!
One Love Marley
dardna
no dia 23 de Abril de 2008 às 19:54
hm, é simples: “Pode utilizar alguns tags HTML, como < b>, < i>, < a>” (sem espaço depois do primeiro < )
ou seja para ficar bold a palavra teria de ser escrita “< b>PALAVRA< /b>“(sem espaços depois do primeiro < )
para um link será: “< a href="http://oLINK.com/">PALAVRA< /a>“(sem espaços depois do primeiro < ).
Obrigado dardna, tenho que experimentar, apesar da assustadora semiologia da coisa…
One Love Marley
Anonymous
no dia 24 de Abril de 2008 às 8:46
divertido, especialmente pelo british accent… Ainda ontem falei desta ilha e do mistério da batata doce…
One Love Marley
Anonymous
no dia 24 de Abril de 2008 às 8:47
bonito, sim senhora!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 24 de Abril de 2008 às 9:05
Que sorte tu tens margaridaa, por poderes aprender francês… Se soubesses quanto eu desejava e necessitava… (até porque acho que temos de combater desta forma a hegemonia do inglês como língua franca do dólar e da globalização…). Na verdade, leio francês e consigo manter conversações básicas, mas precisava de muito mais, por motivos profissionais… É assim a vida…
One Love Marley
Anonymous
no dia 24 de Abril de 2008 às 11:36
Bom dia!Estou escrevendo somente para perguntar qual a natureza de um cão…? Partindo do princípio que o cão surgiu a partir da domesticação e selecção de outros animais através da acção do ser humano, isto ao longo de uns bons milhares de anos, induzindo-o a auxiliar na caça e na guarda de pessoas e respectivos bens, a ser um bom companheiro, a não defecar e urinar no interior da casa humana…onde fica e o que resta da natureza desse ser que denominamos de cão? Apetece-me até dizer que essa palavra natureza não possui conteúdo tangível tendo isso sim alimentado gerações de nobres filósofos cuja pena corre leve.É deveras interessante lêr sobre o conceito de natureza, de natural…Quando o ser humano é usado como brinquedo, onde tudo é permitido…o que não acontece com seres a si não semelhantes? É respeitar a natureza do cão colocar-lhe uma coleira com ferros pendurados de maneira a funcionar como uma grilheta quando bem se entende???…o lado do cão nunca é ouvido, pois ele não fala a nossa língua… A culpa é de nos ensina a ser assim.
Anonymous
no dia 24 de Abril de 2008 às 11:39
A culpa é de quem nos ensina a ser assim.
– desculpa mas enganei-me -
Margaridaa
no dia 24 de Abril de 2008 às 12:16
Não percebi muito bem a ideia do que foi dito. O que percebo foi que do cão resta muito pouco de natural. não concordo. O facto de ter sido o cão (o lobo) o que foi sendo escolhido para desempenhar todos os papéis que desempenha, e não outro bicho, é porque é DA SUA NATUREZA ser receptivo . Claro que discordo com o que lhe é feito de mal, mas isso vem englobado com o mal geral do mundo. (E desculpa, ó anónimo, tenho sempre dificuldade em expressar o que penso!)
Anonymous
no dia 24 de Abril de 2008 às 17:02
Fixe esse site sobre HTML Dardna! Acho q já o conhecia mas tinha-lhe perdido o rasto. Dá um jeito bestial. xinha
dardna
no dia 24 de Abril de 2008 às 17:30
ehe, sim, acho que esse site é A Referência mesmo!… é fixe porque para cada linguagem partem sempre do básico. (para além do mais a melhor forma de resolver um grande problema talvez seja mesmo fraccioná-lo em pequenos problemas
formiguinha
no dia 24 de Abril de 2008 às 22:59
Hoje recebi o sol numa caixa, a amizade-irmã em forma de estrelas. O melhor do mundo são os amigos!
Margaridaa
no dia 25 de Abril de 2008 às 15:51
formiguinha : beijinho.
xinha : que jogo giro. (e um bocadinho viciante!)
Acho gira a ideia de postar estes joguinhos, já tinha pensado isso quando Dardna postou um, há uns posts atrás.
Holof.
no dia 26 de Abril de 2008 às 8:22
Adoro estes jogos que é preciso pensar! Quero mais…
Holof.
no dia 26 de Abril de 2008 às 8:32
Ainda nao disse que sou fa (desculpem, ainda nao encontrei o acento)dos videos de animaçao que aqui aparecem. Este deu-me vontade de ir dar uma volta pela serra…
dardna
no dia 26 de Abril de 2008 às 10:59
ena pá, afinal há mais quem goste.. Este foi o primeiro que me lembrei depois das bolinhas… lembrei-me ainda de outra série que era o Grow (reparem que o mesmo autor continua no mesmo género no menu à esquerda)…
Anonymous
no dia 26 de Abril de 2008 às 11:44
Muito bonito! Não percebo japonês mas gostei na mesma. E só depois de ver o final é q percebi q é desenhado a 3D. Com aquele acabamento à 1ª impressão parece aguarela, mas é mto mais sofisticado q isso. xinha
Holof.
no dia 26 de Abril de 2008 às 13:34
Obrigado pelos jogos dardna, já estao nos “favoritos”…
Anonymous
no dia 26 de Abril de 2008 às 16:48
Boa holof! Belíssimo som o dos Gong… Tive há muitos anos uma fita deles mas creio que soava bastante mais psicadélico do que estes temas aqui. É um grupo que conheço muito mal, apesar de já ter convivido com pessoal que era fã incondicional – o caso do sponji!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 26 de Abril de 2008 às 21:51
Que bonito!… A nascente do rio Mundo!… Hei-de ir ver no mapa o seu percurso…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 27 de Abril de 2008 às 9:10
Que bonito! E que bom, esta possibilidade de abrir uma janela e poder ver um bocadinho do que viste, apesar do longe e da distância…
Margaridaa
no dia 27 de Abril de 2008 às 9:18
Realmente , falar outra (s) língua (s)para além da materna é óptimo. Alarga os horizontes.Uma boa prática para quando já se sabe alguma coisa de alguma língua é a leitura. Eu gosto muito de ler noutra lingua que não domino bem, (o inglês e o alemão), dá assim uma euforia, como se se estivesse a ir mais longe…
Margaridaa
no dia 27 de Abril de 2008 às 9:20
A imagem de cima parece saída directamente de um sonho mau!
Anonymous
no dia 27 de Abril de 2008 às 11:07
São giras. Gosto das duas xinha
Anonymous
no dia 27 de Abril de 2008 às 11:09
Tb gosto deste som xinha
Anonymous
no dia 27 de Abril de 2008 às 11:18
Que bom, passeios no verde… Uma das coisas de que mais gosto de fazer. E acredito que essas águas no Verão devem ser bastantes convidativas para uns mergulhitos, não ? xinha
Anonymous
no dia 27 de Abril de 2008 às 19:20
Fantásticas ilustrações. Pelo pormenor, e fantasia xinha
Holof.
no dia 27 de Abril de 2008 às 19:39
Maravilha o Wladimir Kush!! Tenho algumas que me passou o Maio mas destas só conhecia a da canoa… Fixe!!
Holof.
no dia 27 de Abril de 2008 às 19:44
Bem divertidos estes videos de gatos. Sempre temos gatos na nossa casa. Agora mesmo temos uma gata com dois filhotes de pouco mais de um mês…
Zacarias
no dia 27 de Abril de 2008 às 21:53
Já conhecia e são realmente espectaculares.
Zacarias
no dia 27 de Abril de 2008 às 21:57
Espectacular essa cascata. É na sierra Segura ? Temos que ir aí visitar esse sítio.
Holof.
no dia 27 de Abril de 2008 às 22:32
Zacarias: Sim, é perto de Siles que é donde vivo agora e que tu conheces (lembras-te do “pasacalles”?).Está a 15 km mais ou menos já em “Castilla-la-Mancha” e está a tua espera…
Anonymous
no dia 28 de Abril de 2008 às 8:30
conhecendo-te, ouvindo a música e vendo as fotos… é como assistir a um filme que passa na cabeça… Lá estás tu, deslumbrada e feliz com o milagre de mais um dia… Bom dia!
One Love Marley
Margaridaa
no dia 28 de Abril de 2008 às 8:40
(Sorriso)…é mesmo isso, o milagre de mais um dia bonito! …
Anonymous
no dia 28 de Abril de 2008 às 12:41
Acordar bem cedo e sentir o fresco do ar é das coisas mais fixes que há. Eu, por exp., hoje levantei-me ás 10h e semi-atordoada. Mal consegui pregar olho durante a noite e nem sei bem porquê…Acho que dormi para aí umas 2, a 3h. A propósito das flores, fiquei surpreendida com as Miósotis. Já tinha tentado vê-las por aqui, mas nunca as consegui encontrar. Será que podias tirar uma foto assim tipo macro dessas florzitas e enviar-me? xinha.
Holof.
no dia 28 de Abril de 2008 às 13:06
Viva a primavera!! Essas flores amarelas sao “pissenlit”?
Anonymous
no dia 29 de Abril de 2008 às 10:21
Obrigado margaridaa! Excelente sinopse. Uma única imprecisão: quando o autor fala nas “formações culturais pan-africanas” evidenciando as diferenças do culto rasta a partir do mesmo plano em que se encontra a santeria, o vodu, o candomble… Se não considerarmos os aspectos culturais mais vastos – em que todas estas expressões se referem ao culto dos espíritos e à prática do transe – o rastafarianismo distingue-se não só pela sua dimensão messiânica e milenarista (ausente nas anteriores) como pela ausência de uma componente mágica operativa (presente nas anteriores). Esta última componente existe também na Jamaica mas é independente do culto Rasta, tomando o nome de “obeah”. O sistema colonial, convém recordar, conduziu ao extermínio da população autoctone da Jamaica e de outras ilhas das Caraíbas – os índios Arawak. Nem um sobreviveu. Convém ainda salientar os escravos fugitivos (maroons, chimaroons – chimarrões) que faziam aldeias fortificadas nas montanhas, comunicando entre pontos distantes através dos tambores – fenómeno que ocorreu na Jamaica, como em Cuba e nas demais ilhas. É importante termos consciência, hoje, da proveniência da riqueza acumulada que permitiu à Europa a sua industrialização. Oiçamos o sociólogo suiço Jean Ziegler na sua explicação do processo de globalização (em “Les Nouveaux Maitres du Monde et ceux qui leur resistent”): «Ce sont principalement les Africains – hommes, femmes et enfants – qui, dès le début du XVIe siècle et dans des conditions d’une indicible cruauté, ont payé de leur sang et de leur vie l’accumulation premîère du capital européen. Pour indiquer le rythme de cette accumulation, je ne donnerai qu’un seul exemple: en 1773-1774, la Jamaique comptait plus de 200 000 esclaves sur 775 plantations. Une seule de ces plantations d’étendue moyenne employait 200 Noirs sur 600 acres, dont 250 de canne. Selon les calculs les plus précis fournis par Marx, l’Angleterre a retiré de ses plantations de Jamaique dans la seule année 1773 des profits nets s’élevant à plus de 1 500 000 livres de l’époque». Para isto, foi preciso proceder áquela que foi a maior emigração forçada da hiatória da humanidade. Pelo menos vinte milhões (outros calculos decuplicam este número) de homens, mulheres e crianças foram arrancadas à sua vida normal, privadas da sua condição humana, acorrentadas e amontoadas como “coisas” – mercadorias – em porões de barcos. Os que sobreviveram à viagem (umas três semanas, um mês, para atravessar o Atlântico) encontravam à chegada a lei do chicote… De sublinhar, finalmente, a influência cultural indiana na ilha – por via de algum tipo de mobilidade comercial própria do sistema colonial inglês. Esta influência pressente-se nalgumas expressões musicais das recolhas etnomusicológicas disponíveis (v. “Bongo, Backra and Coolie: Jamaican Roots”, vols. 1 and 2, Smithsonian Institution), tanto nalguma percussão como num incrível instrumento de corda improvisado tocado com arco, cujas escalas apelam claramente para a Índia. A mesma influência é patente também na expressão corrente para designar o cânhamo: “ganja” – que é, manifestamente, de proveniência hindu. O rastafarianismo, pelas suas características culturais e o reggae que o veiculou, constituem do meu ponto de vista, um dos mais fascinantes fenómenos sociológicos que alguma vez conheci – fascínio que se confunde, aliás, com a minha própria vida. Foi este mesmo fascínio que me fez descobrir-me como pessoa, como se acordasse de um sonho induzido por uma maléfica Matrix que me manteve escravo até à idade de 15 anos. Por isso sou suspeito para falar disto, mesmo muito suspeito!…
One Love Negusa Negast
Anonymous
no dia 29 de Abril de 2008 às 10:27
“this is not religion man! Rasta is a way of life!” (Bob Marley)
One Love Negusa Negast
Margaridaa
no dia 29 de Abril de 2008 às 15:35
Obrigada digo eu, Negusa Negast, por completares a sinopse. Ela está aí justamente para se saber o quê, o como, o onde. E não, não és nada suspeito, mesmo quando as coisas nos tocam não deixamos de perder a lucidez, apenas aumentamos o conhecimento sobre elas (as coisas, as ideias, as pessoas…).
Margaridaa
no dia 1 de Maio de 2008 às 8:21
Maio : já arranjei um bom lugar para assistir (e participar) nos festejos de maio. Tem que ser de arromba, se vão ser eles que te vão manter longe do linhas!! Beijinhos.
Anonymous
no dia 1 de Maio de 2008 às 10:21
Para além do interesse sociológico que me despertavam as ideias delirantes e as patranhas veiculadas por muitas das senhoras que escreviam na Xis, só as crónicas da Faíza Hayat me satisfaziam verdadeiramente. Uma talentosa escritora, sim senhora! E porque não se resiste ao fascínio e ao temor das serpentes, até lhe comprei o livro e tudo!… Se a Faíza nos lesse, todos lhe mandaríamos muitos beijinhos!
One Love Marley
Anonymous
no dia 1 de Maio de 2008 às 10:55
O retrato é considerado um género dentro da pintura, como a paisagem ou a natureza morta. E claro há muitas maneiras de fazê-lo. Geralmente são necessários anos de treino a fazer sempre o mesmo, como o pessoal do circo, que se especializa em atirar facas ao alvo. Mas tb há gente com capacidades especiais e inatas que ao 2º ou 3º retrato já revela talento. xinha
Anonymous
no dia 1 de Maio de 2008 às 11:24
É verdade, o som pode nos alimentar, curar, salvar ou atormentar. Mas o silêncio também. Nele tudo está contido. E dele tudo pode ser extraído. Talvez por isso o silêncio tenha um poder imenso… É por isso que gosto tanto de ir à praia ou ao campo sozinha, para poder escutar…sem ser distraída com conversas…ideias…E faz-me um bem incrível. Gosto de ficar as ouvir as ondas a desfazerem-se na areia, o marulhar a diminuir, os barulhinhos do ar que se escapam nos buraquinhos da areia, e o silêncio breve que se segue antes da próxima vaga… Um silêncio que nunca é total…mas que aproveito para respirar bem e no qual gosto de me deixo repousar… xinha
Margaridaa
no dia 1 de Maio de 2008 às 17:54
Não percebo o que queres dizer com isso do “via feed”, mas gosto das imagens que trazes. Destas gosto especialmente da do meio.
Anonymous
no dia 1 de Maio de 2008 às 18:33
3 fotos magníficas. eu gosto mais da última, tem um toque de humor. xinha
Margaridaa
no dia 1 de Maio de 2008 às 20:09
Acredito que o mais que possa ter de forjado seja um ensino prévio ao elefante. Mas isso, até nós precisamos de aprender e de treinar…Gostei de ver!
Anonymous
no dia 1 de Maio de 2008 às 23:43
“A do Meio” é também o nome de um tema delicioso do 2º album do Rão Kyao (alguém mo consegue arranjar – o Bambú? Ando à caça dele à imenso tempo – ajudem-me, ajudem-me, que eu sou um incurável melómano…)… …mas isto só para dizer que acho a do meio fantástica. A personagem poderia muito bem ter saído de uma cidade obscura do Schuiten e do Peeters… A primeira fez-me lembrar o tigre ardendo aceso do William Blake (ou estou a fazer confusão?), pela antítese aquática mas não menos aterradora…
Holof.
no dia 1 de Maio de 2008 às 23:58
Tambem gostei da do meio. Anónimo, eu tenho esse album do Rao Kyao, dá-me tempo e deixo aqui um link tá?
Holof.
no dia 2 de Maio de 2008 às 0:01
Gostei muito de ver como toma forma o retrato. Fixe!!
Holof.
no dia 2 de Maio de 2008 às 0:06
Incrivel!! E nao tem truque…
Holof.
no dia 2 de Maio de 2008 às 0:10
Força Maio!!
Margaridaa
no dia 2 de Maio de 2008 às 8:22
Não resisti, perante tão extraordinária imagem, a mostrar como fica ainda melhor em grande, o maior que o espaço permite. Para isso, formata-se a imagem com 500 pixels de largura, (é o mais largo que o linhas permite, a altura tanto faz), faz-se o upload para http://photobucket.com/ (desculpem, ainda não pratiquei linkar na caixinha dos comentários), onde se tem primeiro que inscrever, e depois copy paste do código, como tudo o resto. Por mim, acho que vale a pena. Quem quiser saber mais, sabe como perguntar.
Margaridaa
no dia 2 de Maio de 2008 às 8:24
Fabuloso, Holof! Onde foi?
Holof.
no dia 2 de Maio de 2008 às 9:08
Já faz 11 ou 12 anos que o Janus gravou isto numa pedra em frente da minha casa na serra. Perdeu um pouco a cor mas continua aí… Obrigado Janus (queria por uma musica a acompanhar mas nao sei porque algo falhou.
…e margaridaa, obrigado por postar a foto em tamanho grande, a ver se aprendo a fazer isso, mas agora já nao está. O que aconteceu?
Margaridaa
no dia 2 de Maio de 2008 às 9:41
Holof., vai ver ao teu correio…
Anonymous
no dia 2 de Maio de 2008 às 10:04
Fui investigar ao site do YouTube onde tinham mais videos e percebi que os bichos fazem sempre os mesmos desenhos. Nada parece espontâneo portanto. Mas não deixa de ser giro vê-los muito concentrados, quase com a linguiça de fora, ora levantando uma pata, ora outra. A expressão é demais… xinha
Holof.
no dia 2 de Maio de 2008 às 10:28
Obrigado margaridaa!! Deixaste-me tudo muito fácil!
Anonymous
no dia 2 de Maio de 2008 às 11:20
muito obrigado holof!!! Só tu, de facto, me poderias salvar desta longa ausência do Bambú na minha lista de disponíveis. Tive-o em k7 há muitos anos e tenho fases que sonho com a “minha em Mi” e a malha de baixo, com “A do Meio” e, sobretudo, o tema dedicado ao John Coltrane que é DELICIOSO!!! Um grande abraço do incurável melómano!
One Love Marley
Anonymous
no dia 2 de Maio de 2008 às 11:23
Boa Holof! Janus, esta é mesmo… tu em boa forma! Por onde andas? Que sendas trilhas tu na floresta? Abraços
One Love Marley
dardna
no dia 2 de Maio de 2008 às 15:28
hey! dos feeds é isto, e eu cá uso o simples Thuderbird (tanto p’ra mail como p’ra feed).
do Rão Kyao encontrei isto, mais concretamente o que procuras… Desculpa Holof se já te tinhas lançado
quanto às imagens, e apesar de todas muito diferentes, acho que fazem algum sentido juntas (se bem que agora vendo bem a primeira parece montagem)…
E viva o fim de semana!
Zacarias
no dia 2 de Maio de 2008 às 20:51
Eu estava lá nesse dia. Como o tempo passa. Desde então não esmoreceu a vontade de aí voltar. Será em breve. Um abração.
Zacarias
no dia 2 de Maio de 2008 às 20:54
Obrigado Holof Este também estava em falta. E vale bem a pena.
Anonymous
no dia 3 de Maio de 2008 às 10:53
obrigadíssimo! tem de facto uns temas bestiais. xinha
Anonymous
no dia 3 de Maio de 2008 às 10:58
a imagem é bonita, e tem um ar étereo apesar do material em que é construída xinha
Anonymous
no dia 3 de Maio de 2008 às 17:21
margaridaa, ensina-me lá também a mim a postar fotos em formato maior, please…
One Love Marley
Holof.
no dia 4 de Maio de 2008 às 0:50
Que fixe! Gostei…(sobretudo no fim, quando escapa por pouco…)
Margaridaa
no dia 4 de Maio de 2008 às 10:51
Deixar o corpo acompanhar as ondas do som…parece simples mas é preciso entrega.
Gostei.
Anonymous
no dia 4 de Maio de 2008 às 18:39
ena! isto está mesmo mto psicadélico! eheh xinha_((( : P
Anonymous
no dia 4 de Maio de 2008 às 18:43
não sei como não ficam tontos… quando fiz dança clássica, conseguia dar várias piruetas seguidas porque há uma técnica para a cabeça…para não se enjoar. mas assim tantos minutos, não sei..é obra! xinha
Margaridaa
no dia 5 de Maio de 2008 às 6:26
Não se pode por smilies nos comentários.Mas se pudesse, era um sorriso que aqui estaria.
Anonymous
no dia 5 de Maio de 2008 às 23:01
O Tintin também fazia esta postura. Com a idade e a falta de vigilância à nossa condição física há que ter atenção ao risco de pequenas hemorragias internas.
One Love Marley
Anonymous
no dia 5 de Maio de 2008 às 23:05
O agora tem essa fascinante particularidade de… impermanência, não ser – está sempre entre o que já foi e o que ainda não é… Entre a memória e a intenção
One Love Marley
Anonymous
no dia 5 de Maio de 2008 às 23:15
Muito, muito bonito! Tenho uma teoria, mas nunca a testei: se o corpo gira para um lado, os globos oculares (na escuridão de dentro das pálpebras cerradas)têm que se movimentar para o lado inverso, até se firmar o equilíbrio. Uma pessoa só é lindo, mas quando são meia dúzia de dervixes com os movimentos coordenados é absolutamente sublime. Uma mão tem sempre uma palma voltada para o céu e a outra para a terra. Com a velocidade e o auxílio da música, algo flui, algo se une, algo se dissolve.
One Love Marley
Anonymous
no dia 6 de Maio de 2008 às 9:19
Bom dia, o que eu quero dizer é que o cão é um produto criado pelo ser humano, tem levado milhares de anos e está em constante evolução, ainda mais agora que a biotecnologia é coisa por demais utilizada. Deus não estava inspirado, o ser humano é que estava necessitado. O próprio ser humano tem criado outros seres humanos, condicionando e direccionando-os rumo a não se sabe bem o quê…o ser humano é hoje já ´não tanto um produto das condições fisícas que o envolvem mas e sim do meio cultural e social onde se vai formando como ser, se o meio é uma merda…
Portiir
no dia 6 de Maio de 2008 às 10:08
Olá Margaridaa
Eu, numa manhã fresquinha penso +/- o que está copiado e creio que os meus vizinhos já estão habituadíssimos a me ver beber a minha água à janela
Morning has broken, like the first morning Blackbird has spoken, like the first bird Praise for the singing, praise for the morning Praise for the springing fresh from the word
Sweet the rain’s new fall, sunlit from heaven Like the first dewfall, on the first grass Praise for the sweetness of the wet garden Sprung in completeness where his feet pass
Mine is the sunlight, mine is the morning Born of the one light, Eden saw play Praise with elation, praise every morning God’s recreation of the new day
Portiir
no dia 6 de Maio de 2008 às 13:36
Isto hoje é que é comentar…
Gostei imenso que (se não te importares) fiz um pequenino doc word que vou imprimir para colar na minha cozinha
Obrigada (mando-te o ficheiro à parte pois aqui não estou a ver como fazê-lo)
Susan
no dia 6 de Maio de 2008 às 19:39
Bom dia! Meu nome Susan. I’m sorry I don’t speak Portuguese. I picked your blog at random to play a meme-game. If you would like to play, please see the post Meme-time at my blog http://monkeybottle.blogspot.com/
Anonymous
no dia 7 de Maio de 2008 às 20:09
Bem fixe estas bandas (isto é dixieland nao?). Dá vontade de levantar-se e fazer algo. Quando toca limpeza aqui em casa eu ponho musica assim e pego na vassoura. Holof.
Anonymous
no dia 8 de Maio de 2008 às 10:56
Giro! Muito giro! Acho piada ao aproveitamento que foi feito do fundo, das fotos com texturas. Estas personagens fazem-me lembrar as criaturas que eu tb costumo desenhar.Gostei. xinha
Susan
no dia 8 de Maio de 2008 às 14:08
I’m so glad you answered the questions! What is caju?
Susan
no dia 8 de Maio de 2008 às 14:09
What does “linhas no bolso” mean? The google tramslater tells me “lines in the pocket.”
Margaridaa
no dia 8 de Maio de 2008 às 15:27
The truth is that was dardna who explain to me the game and his goals : made bloggers know each othrer, and that’s fine to me. Linhas no Bolso means exatly lines in the pocket(lol), and it means that we can put here on this blog everything that we like, that we have on the pockets. Tell me,Susan, do you understand french? If i want to comment on you blog, can i make it in french?(As you can see, my english is very rusty!)
Glad i see you around.
Matrgaridaa
no dia 8 de Maio de 2008 às 15:58
O que eu estou a apresentar não são estas imagens, (que sim, Xinha, são giríssimas,), mas o Dump, onde o dardna nos apresenta imensa coisa interessante.
Susan
no dia 9 de Maio de 2008 às 3:22
Thank you for the explanation of “Linhas no bolso.” I think that is lovely. Your English is perfectly understandable, but yes, please feel free to comment en Francais. I only speak English, but that is shameful and should be remedied. I can translate the comments and maybe even try to write a little in French myself, which would be funny for you to read, I’m sure.
Romi
no dia 9 de Maio de 2008 às 6:14
I’ve answered! Thank you for tagging me.
margaridaa
no dia 9 de Maio de 2008 às 8:43
Susan, languages can open more and more the world, it’s like a bigger window. Reading a book in a language that is not owers can be very exciting. Exciting to is to be here speaking with you, that i don’t know and that lives far away (from here, of course). Have a good day.
Anonymous
no dia 9 de Maio de 2008 às 17:01
Curioso, aqui estamos muito contentes pela razao contrária: ESTÁ A CHOVER!!!
Holof.
Anonymous
no dia 10 de Maio de 2008 às 10:28
Mais uma vez, o dardna está de parabéns. Dei uma vista de olhos no Dump e pareceu-me muito bem arquitectado! Hip, Hip… Dardna!!! Abraço
One Love Marley
Anonymous
no dia 11 de Maio de 2008 às 14:08
Obrigado Maio por fazeres parte da m. vida. Se estivesses aqui, não tinhas escapatória possível, levavas um grande, caloroso e terno abracinho. Bjinhos_xinha
Anonymous
no dia 11 de Maio de 2008 às 17:30
Maio, un grande,grande abraço Holof.
Zacarias
no dia 11 de Maio de 2008 às 20:26
É por estar a chover em Espanha e Portugal, que está sol na Bélgica. Está certo, eles também tem direito.
Zacarias
no dia 11 de Maio de 2008 às 20:30
Um abraço também para ti, Marley. E também para todos os outros. É tão bom ter amigos, não é ?
Obrigado por estes links dardna, parecem bons blogs de musica e gosto de ter donde procurar coisas novas. Da discografia faltam os ao vivo: Live in Montreaux com o Bugge Wesseltoft e sobretudo o Live in London, muito, muito bom! O Maio tambem me passou o ultimo, “Glow”, faz agora uma semana e acho que é uma maravilha! Holof.
Anonymous
no dia 12 de Maio de 2008 às 8:59
Gosto desta imagem!… Holof.
Susan
no dia 12 de Maio de 2008 às 15:34
Margaridda,
I’m sorry it has taken me so long to respond to your idea about a shared blog. Thank you for including me in your idea, but I don’t have enough time to give it the attention it needs. I feel like I am missing a fun opportunity. But, I will still visit Linhas! Maybe this Autumn I will have more time if you still want to work on it then. (I am starting my thesis research this summer.)
Anonymous
no dia 12 de Maio de 2008 às 17:18
Será que alguém me pode explicar como funcionam os links que o Dardna cedeu. Tenho que me registar no rapidshare.com? mas em qual? no Premium ou no Free? e não tenho que fazer um pagamento? Como é que vocês fazem? gostava de aceder a toda aquela música…nem consigo imaginar o que estou a perder… xinha_((( : P
Anonymous
no dia 12 de Maio de 2008 às 17:53
OK, já consegui! Topei o link do tutorial e encontrei tudo bem explicadito. QUE FIXE! Nem quero acreditar… xinha
Zacarias
no dia 12 de Maio de 2008 às 20:27
Gostei muito Holof. Tanto da música como do filme. Que tal dar-nos umas informações sobre estes músicos ? Um abraço.
Anonymous
no dia 13 de Maio de 2008 às 8:43
sim, belíssimo!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 13 de Maio de 2008 às 8:52
xinha, viste o meu mail de dia 1 de Fevereiro? Agora que já percebeste o truque talvez aches alguma utilidade naqueles endereços de blogs que te enviei hein?
dardna, o avax é óptimo porque também tem livros académicos, de que necessito. Se souberes mais algum endereço para livros académicos manda, ok?
One Love Marley
Anonymous
no dia 13 de Maio de 2008 às 8:57
Obrigado malta! Margaridaa, por onde andas tu que não postas há quatro dias? Sente-se a tua falta! Está tudo bem?
One Love Marley
Anonymous
no dia 13 de Maio de 2008 às 8:59
nuns dias chove noutros dias bate sol tem muito samba, muito show e rock’n'roll…
One Love Marley
Anonymous
no dia 13 de Maio de 2008 às 9:04
Margaridaa, tu serias uma óptima companhia para uma volta no topolino e um picnic com sandes de atum, alface, tomate, milho, cenoura ralada, ovo cozido e um nadinha de maionnaise, sumo de maçã natural (já provaste o da Andros?) e, no final, duas deliciosas fatias de tarte de bolacha com chantilly e morangos…
One Love Marley
Anonymous
no dia 13 de Maio de 2008 às 10:58
Bonito sim, mas tem qualquer coisa de triste.. xinha
Anonymous
no dia 14 de Maio de 2008 às 18:44
Fixe! Nao conhecia e aparentemente toca com musicos espanhois. Nao encontro nada dele para baixar…paciencia!
Holof.
Anonymous
no dia 15 de Maio de 2008 às 12:32
Bom som, sim senhora. O tema de que gostei mais foi o segundo (“Tanto Tiempo”)…
One Love Marley
Anonymous
no dia 15 de Maio de 2008 às 20:12
À Bretanha???… Uaaaauuuuu! Ó Margaridaa!… Que bom, que sorte!!!… Eu adoro a Bretanha… Já lá fui duas vezes e espero poder voltar um dia… Fico em pulgas por ver o que tens para mostrar…
Anonymous
no dia 15 de Maio de 2008 às 20:13
One Love Marley
Anonymous
no dia 16 de Maio de 2008 às 10:35
Ena que fixe! E que bom puder passear assim…A melhor altura é mesmo agora, longe das confusões do Agosto. Ainda bem que tás de volta…sentiu-se a tua falta por aqui. bjnhos_xinha
Margaridaa
no dia 16 de Maio de 2008 às 11:55
mmmm que bom!! Pois é isso mesmo que este carrito sugere, um passeio em boa companhia. (E que bom, pensares em mim como boa companhia!)
(e que é isso de sumo de maçã do Andros?)
Margaridaa
no dia 16 de Maio de 2008 às 12:04
Maio Gostei imenso daquilo que escreveste, eu também sinto parecido. E é bom bom (como o Sol) estar aqui contigo, e com os amigos que postam, e com os amigos que passam…ter esta janela aberta. (Poderia dizer que é das coisas mais saborosas que acontecem ultimamente, mas agora sou eu que tenho medo de estar a ser lamechas!)
Positive Vibration, yeah!!
Margaridaa
no dia 16 de Maio de 2008 às 12:10
Bonito, mais um que não conhecia. Obrigada, Holof.
Margaridaa
no dia 16 de Maio de 2008 às 12:11
Bela imagem, dardna.Gostei!
Anonymous
no dia 16 de Maio de 2008 às 16:36
Absolutamente delicioso para as nossas colecções Algo de precioso Da terra dos bretões
Obrigado margaridaa
One Love Marley
Anonymous
no dia 16 de Maio de 2008 às 16:41
Sem querer… “só estar bem onde não estou”… atrever-me-ia a dizer que não seria mal visto fazer alguma experimentação cromática, substituindo o vermelho e o amarelo por outras combinações… Mas isto é só almejar o impossível (que é, aliás, uma coisa muito armoricana…), hehe…
One Love Marley
Anonymous
no dia 16 de Maio de 2008 às 16:57
Oh belas terras Armoricanas… lindas cidades de Vannes e Kemper… lindas harpas, bombardas, danças e pássaros no céu tranquilothsqe… árvores, pedras, rios e ribeiros…
Que saudades…
One Love Marley
Anonymous
no dia 16 de Maio de 2008 às 18:46
Giro, giro… xinha
Anonymous
no dia 16 de Maio de 2008 às 18:50
Bonita e fantástica ilustração! (o outro comentário anterior, era para o post seguinte, mas tb se aplica aqui) xinha
Anonymous
no dia 16 de Maio de 2008 às 20:08
Bonita imagem! Já guardei…Bom ver-te por aqui outra vez… Holof.
Anonymous
no dia 17 de Maio de 2008 às 9:43
Brocéliande – Parque temático. Muito giro. Quando lá estive com a xinha, o janus e a amorena havia centenas (centenas!…) de papelinhos com desejos no túmulo de Merlim – era época alta de turismo e o chão a toda a volta das pedras tinha papéis atados com fitinhas… A zona do parque que gostei mais foi a da fonte de Barenton…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 17 de Maio de 2008 às 10:57
Engraçado o termo ” Parque temático”, acho que se adequa. Mas para quem lá nunca tenha ido e nunca tenha visto nada sobre o sítio, a ideia de visitar é muito atraente.
Não sei porquê, lembrei-me do que o nosso amigo Croas dizia, que era fixe por vezes não perceber a letra das músicas, podemos sempre imaginar o que dizem.
Gostei imenso de visitar, mas senti isso mesmo, que era um parque temático.(Esta palavra ainda não me tinha ocorrido e designa na perfeição o que senti.)
Seja como for, como gostaria imenso de ter encontrado estas imagens se lá não tivesse ido, elas aqui estão,para os que não foram lá e a quem o assunto interesse.
Anonymous
no dia 17 de Maio de 2008 às 11:00
Eu lembro-me deste parque….mas agora em plena Primavera deve estar muito mais verdejante e simpático. Não me lembro da fonte de que fala o Marley, mas do lago, de um tronco forrado a dourado, uma visão um pouco inesperada ali no meio do bosque, e do percursso sugerido pelos carreiros sem ervas para quem não conhecesse o lugar. xinha
Margaridaa
no dia 17 de Maio de 2008 às 11:02
…assim como gostaria de ver fotografias do Thor e de Stonehengue…não haverá ninguém? Eu não posso lá ir, tenho dois cães e os cães e Inglaterra, é complicado!
Margaridaa
no dia 17 de Maio de 2008 às 11:10
Gostei imenso, da música, da letra, e também das imagens, o que nem sempre é fácil.
Holof.
no dia 18 de Maio de 2008 às 8:44
Maravilha!! Mais duas para a pasta “Favoritos de Fantasy Art”
Holof.
Anonymous
no dia 18 de Maio de 2008 às 10:33
Que delícia…
One Love Marley
Anonymous
no dia 18 de Maio de 2008 às 10:35
Boa cerveja, então!… Ao Linhas e À Nossa!!!…
One Love Marley
PS Que é feito da formiguinha que nunca mais apareceu por cá?
One Love Marley
Anonymous
no dia 18 de Maio de 2008 às 10:37
… e se puserem o nome dela no google vão encontrar o site da artista. Se fizerem “pesquisa de imagens, ainda há mais algumas coisas…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 18 de Maio de 2008 às 10:41
Também já disse à Formiguinha que sentia a falta dela por aqui, mas ela disse que se encontrava numa fase mais contemplativa e menos participativa. Pena.
Margaridaa
no dia 18 de Maio de 2008 às 10:45
Estas imagens dão-me arrepios (de prazer), adoro a água neste estado puro, liberto. Sinto a sua energia.
(Se não fosse tão longe daqui, ainda mais longe que a Bretanha, um dia destes tinhas-nos aí, para ir-mos todos juntos a esse sítio magnífico!)
Anonymous
no dia 18 de Maio de 2008 às 10:59
bonito! gostava de conhecer… xinha
Anonymous
no dia 18 de Maio de 2008 às 11:05
Gosto da 2ª. Da ideia dos troncos entrelaçados…associados à ideia de árvore… xinha
Margaridaa
no dia 18 de Maio de 2008 às 15:58
Fabulosa, este técnica! Diz-me dardna, não estou enganada, pois não? Os desenhos são mesmo feitos in loco…ou são ilusões e eu não reparei? Gostei muito!
Anonymous
no dia 18 de Maio de 2008 às 16:40
Porque será que isto me faz lembrar os textos loucos do William Burroughs?…
One Love Marley
Anonymous
no dia 18 de Maio de 2008 às 16:52
Muito obrigado dardna! Gutemberg, PDL, etc, já conhecia. Procuro algo mais do género do Avax, onde se encontram livros académicos muito bons – preciosos mesmo!… Talvez o warez de que falas seja bom, mas já tentei registar-me 3 vezes e falha sempre qualquer coisa. Mais tarde voltarei a tentar. Obrigadão e um abraço!
One Love Marley
Anonymous
no dia 18 de Maio de 2008 às 17:36
Fantástico!! Gostei muito. E no fim diz “Wallpaiting”, é mesmo pintura. Boa dardna!
Holof.
Anonymous
no dia 18 de Maio de 2008 às 19:09
BOA!! Grande animação! uns litros de tinta branca, metros de parede, alguns dias, talento suficiente e voilá…Muito giro! xinha
Anonymous
no dia 18 de Maio de 2008 às 19:12
Ena, ena! fui espreitar e adorei os poemas. Alguns são mesmo muito bons! Os vossos rebentos estão de parabéns. xinha
Margaridaa
no dia 19 de Maio de 2008 às 6:21
Holof. : todos estes leitorzinhos tem as suas manias, por vezes falha, eu já cheguei à conclusão que tem que ver com as horas a que se faz upload e com certas músicas que devem estar protegidas.Já conhecia este método, foi o Zacarias que me mostrou, mas tem uma coisa chata, certas músicas não passa na totalidade. Para mim, o boomp3 ainda é o que falha menos, apesar de já me ter feito enervar algumas vezes.
…e como sempre, bom som!…
Margaridaa
no dia 19 de Maio de 2008 às 7:00
…bom, não é DOS rebentos, mas DO rebento, e é do rebento mais velho.
Anonymous
no dia 19 de Maio de 2008 às 10:22
eu referia-me ao rebento do Holof, e ao rebento da Margaridaa xinha
Anonymous
no dia 19 de Maio de 2008 às 10:28
OLha…o André esteve a bulir nesta empresa – IMEEM – lá nos USA. xinha
Anonymous
no dia 19 de Maio de 2008 às 16:59
Ena pá! Talvez este seja um lugar frequentado por crianças…talvez.. xinha
Anonymous
no dia 19 de Maio de 2008 às 18:51
Uma casa de “Fantasy Art”… Linda!
Holof.
Anonymous
no dia 19 de Maio de 2008 às 19:07
Parece que o segundo tema não se ouve assim que voltei a postar, espero que resulte (no meu computador ouve-se bem)
Holof.
Frozen
no dia 20 de Maio de 2008 às 1:00
muito obrigado pelo link
faz-me feliz que gostasen dos poemas ^^
saludos
dardna
no dia 20 de Maio de 2008 às 17:10
…e afinal o que se pensa sobre o assunto? (se a selecção de recortes não diz já tudo… )
Anonymous
no dia 20 de Maio de 2008 às 18:27
Não se ouve, uma pena pois é uma delícia, lembro-me dos meus filhos ouvirem esta história bem calados com os olhos bem abertos… Uma cassete que me gravou o Maio e que recentemente me passou via 4shared, “Berceuses pour les vieux enfants”. Muito bom!
Holof.
Anonymous
no dia 20 de Maio de 2008 às 18:35
Retifico, demora a carregar mas afinal pode ouvir-se.
Holof.
Anonymous
no dia 20 de Maio de 2008 às 18:40
Isto só pode ser em Africa! Boa!
Holof.
Anonymous
no dia 20 de Maio de 2008 às 18:56
bem..o que dizer ?…que vai demorar um bom bocado para que interiorizemos estas alterações? Quanto ao porquê, ou se concordo ou não, e apesar de me fazer confusão algumas mudanças, só posso dizer que não sou linguista, desconheço os critérios que conduziram a estas decisões. Tb entendo que as línguas são entidades vivas, que evoluem, se transformam, ganham vida própria, e por isso…o melhor, talvez seja aceitar..tb que outra hipótese temos? não tou a ver a malta a ir p a rua gritar ou manifestar-se pelos hífenes ou pelos acentos, eheh. e apesar da chatice da adaptação, isto até é capaz de trazer alguns beneficios na comunicação entre povos xinha
Holof.
no dia 20 de Maio de 2008 às 19:02
Em resposta ao teste, os dois primeiros ouvem-se bem mas o último não dá nada. (Doors, que bons!…)
Holof.
Anonymous
no dia 20 de Maio de 2008 às 19:02
sim, sim…excepcional contador de histórias. E esta é muito, muito gira!!
Anonymous
no dia 20 de Maio de 2008 às 19:07
apesar da imagem ser engraçada, pela solução criativa…o bicho tá suspenso pelas patas, e não sei até que ponto aquilo deve ou não tê-lo magoado xinha
Anonymous
no dia 20 de Maio de 2008 às 19:13
E lá em baixo no post “Mais blues” voltei o pôr o tema da Dianne Reeves” desta vez com “goear”, digam-me se conseguem ouvir.
Holof.
Margaridaa
no dia 21 de Maio de 2008 às 6:24
Na altura em que postei isto, nao sabia, mas por acaso (eu acho que foi por acaso, ou passaste por aqui?)recebi o link de uma petição dos que não estão de acordo com este acordo. Aqui vai, para quem tiver curiosidade : (eu estou de acordo com a xinha,” as línguas são entidades vivas, que evoluem, se transformam, ganham vida própria, e por isso…”)
Holof., ainda bem que não desististe da música, ela é realmente lindíssima, gostei imenso do que diz. E este host, não conhecia, vai-nos dar mais uma possibilidade de postar música, a par com a solução encontrada por dardna. Ufa, confesso que fiquei um bocado ansiosa antes de termos encontrado solução!
Anonymous
no dia 21 de Maio de 2008 às 19:26
Que desbunda de animação! Boa! Holof.
Margaridaa
no dia 21 de Maio de 2008 às 19:32
Lindo! (Também gosto da qualidade do som!)
Anonymous
no dia 21 de Maio de 2008 às 20:59
A qualidade do som está óptima! A musica tb parece fixe, mas só ouvi ainda a 1ª
Anonymous
no dia 21 de Maio de 2008 às 21:00
Eu não consigo ver..Aparece um rectangulo branco sobre fundo preto e mais nada xinha
Anonymous
no dia 21 de Maio de 2008 às 23:21
Boa malta!… Sem querer ser desmancha-prazeres, permitam-me só uma pequena observação: para quem vê aqui de fora, o único senão deste leitor é que só sabemos o que está lá a tocar depois de se clicar no play – e, mesmo assim, as letrinhas passam a branco, sem contraste com o cinza do player… Abraços a todos!
One Love Marley
Margaridaa
no dia 22 de Maio de 2008 às 6:15
Ora, Marley, essa informação podes sempre ser tu a por, essa opção foi a escolhida. Eu acho fixe, assim se quiseres fazer o jogo do adivinha…(coisa que não podes fazer se a informação estiver toda lá!…)
Margaridaa
no dia 22 de Maio de 2008 às 6:19
Xinha, estive a ver, e isto tanto passa no firefox, como no Internet explorer. Ás vezes há destas coisas, coisas que correm menos bem, mas no dia seguinte ja funciona.(Ontem havia um filminho do blogger em que tb acontecia isso, e hoje já passa fixe!)
Anonymous
no dia 22 de Maio de 2008 às 11:34
eheh…a ideia é gira. Faz lembrar aqueles alpinistas que escalam escarpas verticais e depois a meio da empreitada resolvem dormir numas tendas que ficam penduradas apenas por uns cabos. Isto a metros e metros do chão, ás vezes acima das nuvens xinha
Anonymous
no dia 22 de Maio de 2008 às 11:36
as cores são agradáveis, mas o estilo não é original xinha
Anonymous
no dia 22 de Maio de 2008 às 12:02
Será um artista, será pancadinha, ou terá um grande amor aos pássaros?
One Love Marley
Margaridaa
no dia 22 de Maio de 2008 às 16:04
xinha visto que o estilo me agrada imenso, diz-me (e eu sei que sabes) outros pintores ,para que eu possa procurar e ver o trabalho.
Margaridaa
no dia 23 de Maio de 2008 às 18:09
Bela mandala. Já tinha saudades de te ver por aqui!
Anonymous
no dia 23 de Maio de 2008 às 23:50
Bom som xinha! Gostei. Já está na lista de espera…
Holof.
Margaridaa
no dia 24 de Maio de 2008 às 7:52
Boa! (E é bom, quando a coisa corre bem, não é?)
Holof.
no dia 24 de Maio de 2008 às 9:09
PARABÉNS!!!
Anonymous
no dia 24 de Maio de 2008 às 11:28
Muitos parabéns!!! Daqui te enviamos um abraço e votos de que estejamos todos cá para festejar pelo menos tantos quantos os que já passaram e que hoje comemoras!
One Love Marley
Anonymous
no dia 24 de Maio de 2008 às 11:29
Bom Som!
One Love Marley
Anonymous
no dia 24 de Maio de 2008 às 11:33
margaridaa, tu nem imaginas o que eu suei para, depois de ter conhecido esta mesma música numa compilação de harpas escocesas, arranjar discos desta mulher. Era no tempo em que o dinheiro ainda chegava para comprar discos… e acabei por obtê-los por correio, de uma loja na Escócia, pois nem sequer as grandes cadeias o tinham. Interrogo-me porque raio um talento assim faz dois discos e desaparece?!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 24 de Maio de 2008 às 11:48
Parabéns a vocêee..nesta data queridaaa..muitas felicidades… muitos anos de vidaaa…yeeeeHhh!! (isto a cantar) xinha
Margaridaa
no dia 25 de Maio de 2008 às 11:34
Bob Holroyd…hum…não conheço!…Ursula Rucker…hum…nunca tinha ouvido falar…
..,é isto exactamente que me faz vibrar, conhecer coisas novas, filtradas pelas mãos dos amigos…que bom!
Margaridaa
no dia 25 de Maio de 2008 às 11:41
Eu sempre pensei que “The Little girl Giant” fosse um projecto feito e apresentado por “Royal de Luxe”, mas afinal , pelo que percebo, foi “Artichoque” que realizou a parte mais fantástica da coisa, ou seja, a concepção das marionetas.Foi isso, não foi?
Margaridaa
no dia 25 de Maio de 2008 às 11:57
Grande desbunda , este African Drug!!!
dardna
no dia 25 de Maio de 2008 às 13:12
olha sinceramente não sei bem como foi a colaboração, tenho ideia de que Royal de Luxe é toda a malta que lá está no dia e Artichoke quem produz todos os artificies.. vê ainda aqui e ali (este vê com calma que parece ter muita coisa)
Susan
no dia 25 de Maio de 2008 às 17:02
Oh, wow! Isso é tão bonito!
Anonymous
no dia 25 de Maio de 2008 às 18:47
Eu já tinha visto este vídeo e tb achei fantástico. Reinventar a cidade como um lugar de sonho e fantasia parece-me um empreitada mais que engraçada e louvável. xinha
Anonymous
no dia 25 de Maio de 2008 às 23:31
margaridaa, nem imaginas quão importante foi este post para mim!… Vou explicar-te: aqui há uns 15 anos atrás, vi na tv um documentário que me deixou absolutamente maravilhado. Tratava-se de uma performance com uma marioneta gigante numa cidade cujos habitantes tomavam conhecimento de que algo estava para acontecer, alguns dias antes, ao cruzarem com carros destruidos por garfos gigantes que os atravessavam, autocarros serrados ao meio, etc… Por fim, o gigante aparecia e a cidade vivia em festa até ao dia em que partia numa jangada… Anos passados, sempre que me lembrava daquele evento, ficava fascinado, até que decidi mandar um email para a RTP, dando as coordenadas, para ver se me identificavam o documentário daquela incrível performance. Nem sequer me responderam. Há dois anos, dei conta da existência de um “Festival de Gigantes” no Pinhal Novo, e calculei que essa seria uma boa ocasião para descobrir a coisa. Infelizmente, acabei por não ir… Com este teu post e uma buscazinha na rede, descobri finalmente o mistério: Eram os Royal de Luxe (Le géant tombé du ciel” e creio que o que eu vi era “Le retour…”. O realizador dos documentários chama-se Dominique Deluze e tem todo o material referente a esta espantosa troupe em dois dvds que, já agora, aproveito para te perguntar se não existirá naqueles circuitos alternativos, públicos ou piratas, que dê para fazer uma cópia… Percebo bem quando dizes que guardavas esta pérola para uma ocasião especial. Isto é mesmo do melhor que já se viu em artes de rua!… Obrigado
One Love Marley
Margaridaa
no dia 26 de Maio de 2008 às 8:04
…quanto aos circuitos alternativos públicos, não há.Claro, estou a referir-me à Médiateca. Eu tb gostaria imenso de ver esse dvd. Quanto aos outros circuitos…vamos esperar por o que vai dizer o “mestre”.
Anonymous
no dia 26 de Maio de 2008 às 9:17
Obrigado margaridaa! Fantástico!
One Love Marley
Anonymous
no dia 26 de Maio de 2008 às 11:11
FIXE !! gosto disto Holof. Aí está uma música que eu seria capaz de comprar. E não sei de qual das 3gostei mais… xinha
dardna
no dia 26 de Maio de 2008 às 14:32
pois estava à espera do que saía da mediateca.. suponho que seja este dvd, que aqui esta mais barato em segundamão, mas não encontrei nada na web (por qualquer via)… o mais próximo foi este documentário de deluze sobre outro tema… se entretanto surgir aviso, é claro. abraços!
Anonymous
no dia 26 de Maio de 2008 às 18:41
EhEhEh!! fartei-me de rir ao ver estes anuncios, sobretudo o das velhinhas. Qualquer dia tou como elas..eheh… Boa Margaridaa, gostei deste momento refrescante e divertido…sabes tava mesmo a precisar, depois de um dia tão agitado… xinha
Anonymous
no dia 26 de Maio de 2008 às 19:00
Divertidas as velhinhas… Porque não?
Holof.
Anonymous
no dia 26 de Maio de 2008 às 19:02
Muito bom!! Tenho um pps com uma actuação deles em Nantes com boas fotos! Boa Margaridaa!!
Holof.
Anonymous
no dia 26 de Maio de 2008 às 19:06
Não fazes ideia como gostei de ouvir estes temas! Tenho todos estes albuns por aí perdidos nas profundidades do meu disco duro externo e nunca me lembro de os ouvir…
Holof.
Anonymous
no dia 26 de Maio de 2008 às 20:42
Malta, não me deixa ver o video, diz para tentar mais tarde, vou esperar um pouco, se não dá tento postar outra vez
Tu disseste “Porque não?” ahahahahahhhaahahahhahahaah (sorry lá, ainda me estou a rir dos bébés…)
One Love Marley
Margaridaa
no dia 27 de Maio de 2008 às 6:09
Contagiante, giro!!!!!(Não posso deixar de imaginar como será, quando em vez de rir eles se põe a chorar em grupo!!)
Anonymous
no dia 27 de Maio de 2008 às 8:30
Uma única palavra: M-a-r-a-v-i-l-h-a!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 27 de Maio de 2008 às 8:39
Obrigado dardna! “Mal-eurosamente” a crise bate com força. Ainda não será desta! Abraço
One Love Marley
Anonymous
no dia 27 de Maio de 2008 às 8:41
dardna aquela do telescópio entre Londres e Nova Iorque também estava deliciosa. Adorei!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 27 de Maio de 2008 às 12:08
É isso mesmo, contagiante. Um bébé a rir já é maravilhoso, mas 4 carequinhas é demais! xinha_((( : D
Anonymous
no dia 27 de Maio de 2008 às 12:13
Tb me soube bem ouvir… xinha
Anonymous
no dia 27 de Maio de 2008 às 19:20
MAIO!! Por favor…
Holof.
Margaridaa
no dia 28 de Maio de 2008 às 8:27
…não sei porquê, mas no IE os gifs não mexem, mas (como sempre) pelo firefox, a coisa corre bem…
Anonymous
no dia 28 de Maio de 2008 às 9:02
No meu IE mexe tudo! E não são giros, são SUPER-GIROS! Espero que dê para usar right-clicks e guardar para enviar a alguém…
One Love Marley
Margaridaa
no dia 28 de Maio de 2008 às 9:04
…se eles não mexerem, clicar em cima da imagem, isso vai mostrá-los no sítio onde eles estão alojados, e onde mexem, de qualquer maneira…
Anonymous
no dia 28 de Maio de 2008 às 9:13
BOA! No meu IExplorer tb funciona bem, demora é um bocadinho a carregar. xinha
Anonymous
no dia 28 de Maio de 2008 às 16:59
Obrigado a todos. JC
Anonymous
no dia 28 de Maio de 2008 às 19:27
Muito fixe!! Eu tenho o Mozilla e funciona bem. Boa!!
Holof.
Anonymous
no dia 29 de Maio de 2008 às 9:33
pois é..há de facto muitas histórias assim…o mundo tá cheio delas..A animação é gira de qualquer das formas. xinha
Anonymous
no dia 29 de Maio de 2008 às 9:34
Parabéns! xinha
Anonymous
no dia 29 de Maio de 2008 às 9:47
Muitos parabéns Xana! Alguém te mostrará que estamos aqui todos, unidos num coro de alegria, entre borboletas faiscando ao sol, para te mandar muitos beijinhos de parabéns?
One Love Marley
Margaridaa
no dia 29 de Maio de 2008 às 15:59
Tão giro!!!!! ( e reparaste na nossa sincronia matutina?)
Margaridaa
no dia 29 de Maio de 2008 às 16:02
Janus Gosto do teu “primo”, mas ainda gosto mais de te ver por aqui, novamente… É bom!
Anonymous
no dia 29 de Maio de 2008 às 18:35
Viva Janus!! Fixe rever-te! Não conheço este David Fonseca.É Português?
Holof.
Anonymous
no dia 29 de Maio de 2008 às 18:37
Não sei se te lembras de mim mas mesmo assim parabéns!
Holof.
Anonymous
no dia 29 de Maio de 2008 às 18:40
Fui lá ver ao obvious e gostei muito! Fixe esse parque. Boa!!
Holof.
Anonymous
no dia 29 de Maio de 2008 às 18:42
Glup… que história! De série negra.
Holof.
Anonymous
no dia 29 de Maio de 2008 às 19:31
Janus: não percebo nada do que diz o David na canção, de qualquer das maneiras, viva!! É fixe saber que tás por aí… xinha
Anonymous
no dia 29 de Maio de 2008 às 19:33
queria acrescentar q gostei mto da música. De manhã não tive tempo…Boa escolha margaridaa. xinha
Anonymous
no dia 29 de Maio de 2008 às 23:50
Ena Janus!… Pareces o D. Sebastião, de regresso por entre o nevoeiro do ciberespaço…
One Love Marley
Anonymous
no dia 30 de Maio de 2008 às 9:28
Muito queridas as canções com as vozes das crianças. Gostei.. xinha
Anonymous
no dia 30 de Maio de 2008 às 9:32
Amoroso este desenho. Gosto dos sorrisos, das pestanas, das asas, dos pés de bailarina, das flores, da outra fada a voar…de praticamente tudo.. xinha
Margaridaa
no dia 30 de Maio de 2008 às 10:31
Feliz, feliz, Nadaka, por estares aqui! Benvindo!!!
Margaridaa
no dia 30 de Maio de 2008 às 12:56
…o grande desafio é (e que me apetece sempre propor a quem redige um telejornal, por ex.): por cada notícia negativa , há que se mostrar uma coisa positiva….
Anonymous
no dia 30 de Maio de 2008 às 15:08
Maravilha! Sobretudo a esfera benfazeja de acção da fada, que partilho inteiramente (aliás, ainda ontem fui dar uma espreitadela no blog da Lena d’Água e, coitada, está em grande sofrimento porque acabam de lhe roubar a sua cadelinha Tita. Quem? Bêbados de caçadeira na mão que praticam um “desporto” chamado caça). Espero que esta linda fada da Mariaa os possa transformar rapidamente em pedra!
One Love Marley
Anonymous
no dia 30 de Maio de 2008 às 15:11
Deliciosas canções! A propósito, conheces Gerard Delahaye? Tenho 3 albuns dele que, logo que possa, te passarei, pois suspeito que a Mariaa vá adorar.
One Love Marley
Anonymous
no dia 30 de Maio de 2008 às 15:18
nadaka? ahahahah! fizeste-me lembrar a castafiore quando chama o capitão por mastok, capac, kodak… Eis que nakata, o peixe de águas profundas, avatar do desaparecido alquimista Rodes-da-Borralha, emerge de novo à superfície, como o grande Durideau desdobrando as suas asas de gigante… Felicidades Nakata!
One Love Marley
Anonymous
no dia 30 de Maio de 2008 às 15:21
à segunda ainda é melhor! Sobes ao 4shared ou coisa que o valha, um destes dias?
One Love Marley
Margaridaa
no dia 30 de Maio de 2008 às 15:40
Está bem. O 4shared parece-me uma boa escolha, ando há tempos para experimentar, com o every day para a xinha. Assim que o fizer, digo.
Margaridaa
no dia 30 de Maio de 2008 às 15:42
eh eh, também, não deixas escapar nada!Pois foi, eu bem vi que me enganei, mas já foi depois do comentário seguir…
Anonymous
no dia 30 de Maio de 2008 às 19:04
Malta, acabo de publicar isto e o blog está muito estranho, desordenado e com letra diferente. Voces tambem o veem assim?
Holof.
Margaridaa
no dia 30 de Maio de 2008 às 19:07
Sim, desta vez e para variar, é pelo firefox que a coisa está a correr mal, pelo ie vê-se bem.Isto às vezes tem pancada!!
Anonymous
no dia 30 de Maio de 2008 às 19:14
Uma delicia!! Adorei! Se sobes ao 4shared pensa em mim…
Anonymous
no dia 30 de Maio de 2008 às 19:33
Ena Ena, o Nakata! Mais um curtido por aqui, boa! xinha
Anonymous
no dia 30 de Maio de 2008 às 19:37
No meu vejo tudo normal. Mas os Pc ás vezes são temperamentais, e tem manias. É preciso alguma paciência… xinha
dardna
no dia 30 de Maio de 2008 às 21:40
está corrigido malta! (ao escrever o nome entre as musicas o código do primeiro leitor saiu incompleto…) depois verei o que posso fazer para evitar isso, de qualquer forma não é nada de grave!
Margaridaa
no dia 31 de Maio de 2008 às 8:16
Ó Dardna, tão precioso, se algum dia te descobrem , nem sei!!Nem imaginas a sensação que dá , ver a casa toda desarrumada, eu até repostei uma foto, mais pequena, pensava que o problema vinha daí….é que os outros blogs passavam normalmente, eu pressentia que seria qualquer coisa do linhas…
Ufa!!
Anonymous
no dia 31 de Maio de 2008 às 8:53
Obrigado dardna!! Vou procurar ter cuidado no futuro. Antes de participar no linhas algumas vezes via o blog desde um ciber e sempre estava um pouco desordenado, assim que pensei que talvez fosse do meu pc. Ainda bem que estás aí para reparar os erros dos azelhas como eu!
Holof.
Anonymous
no dia 31 de Maio de 2008 às 9:49
Curiosa foto e curioso tema com ar de vals… gostei!
Holof.
Margaridaa
no dia 31 de Maio de 2008 às 10:53
Versões de canções é uma coisa interessante, pois é um bocado o espelho daquele ditado “quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto.” Gostei destas, só reconheci as duas últimas, talvez não conheça a original primeira.
Quando encontrar, hei-de postar “With a little help from my friens, dos Beatles e do Joe Cocker. Um exemplo de como uma versão pode ser muito melhor que a cantiga original.
Anonymous
no dia 31 de Maio de 2008 às 11:31
Margaridaa, o original do primeiro tema é o Voodoo Child do Jimi Hendrix mas concordo que é dificil de reconhecer… No Zacarias esteve um video deste tema da Angelique Kidjo que recomendo para quem gosta de versões.
Holof.
Anonymous
no dia 31 de Maio de 2008 às 11:55
Dardna Gostei muito do tema do Matt Elliott e lembrei-me de… … de que adoro anedotas de náufragos, de canibais e de fakires… Abraço
One Love Marley
Anonymous
no dia 31 de Maio de 2008 às 14:31
Voodoo Chile e Jammin’ – 5 estrelas: são versões que transfiguram criativamente os originais daí resultando uma coisa nova e, em ambos os casos, de enorme qualidade! A do Neil Young já não achei tão interessante. Parece que ficou atravessada, a meio caminho entre a exigência (?) de ser minimamente fiel ao original e a necessidade de fazer coisas novas, mas fiquei alerta para conhecer trabalhos originais dela, pois tem boa voz (dava uma bela cantora “gótica”) e o tema está, mesmo assim, bem esgalhado.
One Love Marley
Frozen
no dia 31 de Maio de 2008 às 17:02
E tuda uma surpresa encontrar uma cançao do Matt Elliot neste blog
muito boã
Frozen
no dia 31 de Maio de 2008 às 17:06
eu si gosto mesmo da versão de Neil Young, acho que e muito envolvente, holof, vou te procurar mais versões
Anonymous
no dia 31 de Maio de 2008 às 18:20
Frozen Um grande abraço e bom fim de semestre académico
One Love Marley
Margaridaa
no dia 31 de Maio de 2008 às 18:23
frozen , seria interessante para o colectivo deste blog que partilhasses a tua música connosco ,(é uma maneira de alargar horizontes…).Se achares uma boa ideia, fala com holof., para entrares em contacto…
Margaridaa
no dia 31 de Maio de 2008 às 18:26
dardna, não queres partilhar mais uns temas deste Matt Elliot, que eu não conhecia (e nem conheço, um tema é pouco…)
Anonymous
no dia 31 de Maio de 2008 às 20:56
Gosto muito de Joni Mitchel. E estes 2 temas são do melhor. Boa!!
Holof.
Margaridaa
no dia 1 de Junho de 2008 às 7:53
Vontade de estar lá e ver!…Lindo…! (
Anonymous
no dia 1 de Junho de 2008 às 10:58
Sem dúvida, dá vontade de ir lá! Maravilha!!
Holof.
Anonymous
no dia 1 de Junho de 2008 às 11:54
Lindo!… Algum dia veremos ao vivo este… fogo de Santelmo?
One Love Marley
Anonymous
no dia 1 de Junho de 2008 às 15:18
Eu adorava ver isto, acho que era capaz de ficar horas e horas a olhar para o céu em êxtase… Marley a propósito, parece que o fogo de S.Telmo é um fenómeno diferente do que acontece nos pólos, embora a natureza dos mesmos seja semelhante e se deva também à variação magnética ou eléctrica do ar. Como nunca tinha ouvido falar e sou curiosa, fui investigar e descobri que, S Telmo é um santo padroeiro dos marinheiros, e que estes deram esse nome aos fenómenos luminosos que às vezes ocorrem nas extremidades dos mastros, por os considerarem bom presságio. Mas ao que parece, quando há tempestades eléctricas na atmosfera estes também são visíveis em outras estruturas altas ou objectos pontiagudos, como chaminés, ou aviões… É giro…nunca vi, mas agora já estou prevenida…((( : P xinha
Anonymous
no dia 1 de Junho de 2008 às 15:27
Agni ?
One Love Marley
Anonymous
no dia 1 de Junho de 2008 às 15:31
Agni?? xinha
Anonymous
no dia 1 de Junho de 2008 às 15:48
Ok , pode ser…((( : D Os hindus têm deuses para tudo…e o fogo é um elemento primordial… xinha
Anonymous
no dia 1 de Junho de 2008 às 16:12
Que giros!! e essa sintonia de que eles falam percebe-se na música…Um video mesmo fixe Maio! xinha
Margaridaa
no dia 1 de Junho de 2008 às 18:15
Maio, este vídeo tocou-me imenso. Gostei da música, gostei do que dizem e principalmente gostei daquilo que transpira deles, juntos. E desejei que, quando tiver a idade deles , continue a ter-te a ti e aos outros amigos por perto,para podermos também continuar a fazer coisas juntos, e podermos ser bonitos como estes três amigos.
Gostei muito, muito!
Zacarias
no dia 1 de Junho de 2008 às 19:15
Também gostei muito deste video. A amizade, tal como a música, não têm idade.
Anonymous
no dia 1 de Junho de 2008 às 19:46
Fantástico! Há mesmo sintonia entre eles. Boa Maio!!
Holof.
Anonymous
no dia 1 de Junho de 2008 às 23:34
Boa dardna! estreei a caixa de pesquisa para verificar a data das Tucana aqui no linhas, a partir dos posts sobre elas no Zacarias, e fique espantado. Março foi há pouquíssimo tempo (bom… também pode ter sido há uma eternidade, dependendo do ponto de vista…) e eu não me lembro nada deste post do linhas? Nossa! Onde tinha eu a cabeça?… Isto leva-me a pensar nas surpresas e alegrias que teremos a olhar para o linhas daqui a uns dez anos, hehehe…
One Love Marley
Anonymous
no dia 2 de Junho de 2008 às 13:07
Passou-me o mesmo que o Marley. Fui lá procurar as Tucanas e admirei-me do recente que era. Onde estava eu em Março? Não me lembro deste post! Começo a ter o “disco duro” cheio…
Holof.
Anonymous
no dia 2 de Junho de 2008 às 13:14
Esta versão sempre me lembra o Woodstock, para mim um dos melhores temas do filme. Boa!!
Holof.
Anonymous
no dia 2 de Junho de 2008 às 13:19
O comentário anterior é para o post do Joe Cocker, desculpem mas enganei-me e não sei como corregir.
Holof.
Anonymous
no dia 2 de Junho de 2008 às 13:41
Olá, Fico muito orgulhosa de ver as minhas nuvens aí junto com os outros links! Muito obrigada. inté anab
Margaridaa
no dia 2 de Junho de 2008 às 15:26
…só porque falam nisso…, também já tinha apresentado Asa, Holof. e se quiseres ouvir mais dois temas, a receita é a mesma que para as Tucanas.
Margaridaa
no dia 2 de Junho de 2008 às 15:30
Holof. , (o comentário está no post anterior), este tema cantado pelo Joe Cocker nem parece o mesmo.E gosto, no Woodstock, toda a intensidade. (Temos que concordar que ele também estava um bocado “intenso” quando cantou, eh eh!!!! )
Anonymous
no dia 2 de Junho de 2008 às 23:31
Inteiramente de acordo! É a banda sonora que impõe um misto de… terror e de espanto (?), de… jungle fever thing… E é um somzão!…
One Love Marley
Anonymous
no dia 3 de Junho de 2008 às 10:39
Engraçado… xinha
Anonymous
no dia 3 de Junho de 2008 às 13:00
Super fixe!
One Love Marley
Anonymous
no dia 3 de Junho de 2008 às 13:16
… E acabo de ver o site, que é genial! Altamente recomendado! Grandiosa descoberta xinha!!!
One Love Marley
Anonymous
no dia 3 de Junho de 2008 às 13:32
Tens razão margaridaa, estava muito “intenso”, mas a performance foi memorável. Creio que um dos mais altos momentos da carreira dele!
One Love Marley
Anonymous
no dia 3 de Junho de 2008 às 16:12
… e nos meios new-age de inspiração teosófica existe até um “AGNI-YOGA”. Não sei é se é apenas mais uma invenção delirante destes novos empresários, ou se haverá mesmo, no seio do hinduísmo, um registo histórico e prácticas desta modalidade… E não há também uma “electricidade” chamada “fohat”, ou estou a confundir?
One Love Marley
Margaridaa
no dia 3 de Junho de 2008 às 16:34
Gostei imenso dos outdoors!Giros e originais!
Anonymous
no dia 3 de Junho de 2008 às 22:07
Deve ser mais uma invenção sim. Mais um grupo…Há sempre muitos espíritos criativos por aí prontos a inventarem mais umas teorias…Pelo que tenho lido, na história do yoga, não há registos de nenhuma escola com esse nome. ‘fohat’ parece ser um termo da teosofia, mas acho que o conceito pode se encontrar noutras filosofias, noutras culturas, com outros nomes…Pelo q percebi do que li, corresponde ao principio ou força dinamizadora, unificadora, transformadora…que está presente em tudo . Sim acho q sim…uma espécie de electricidade cósmica, de força vital…de prana… xinha_((( : )
Margaridaa
no dia 4 de Junho de 2008 às 6:36
Livre me faço…gosto. Que ser livre é uma conquista interior .(Combater os nossos dragões de estimação…)
Anonymous
no dia 4 de Junho de 2008 às 8:40
OK
One Love Marley
Anonymous
no dia 4 de Junho de 2008 às 8:43
Excelente Joana! O sentido rítmico está muito bem e a imagética é bem sugestiva! Mostra mais… mostras?
One Love Marley
Anonymous
no dia 4 de Junho de 2008 às 9:25
giro !! xinha
Margaridaa
no dia 4 de Junho de 2008 às 12:23
Giro, giro!!(e para quem não tiver percebido, clica-se nas letras laranja e não na imagem…)
Margaridaa
no dia 4 de Junho de 2008 às 14:27
Muito interessante. Gostei daquela experiência com os óculos, ainda não tinha ouvido falar.E depois, como acaba assim de repente, fui à procura de mais.E há, no Youtube, o resto do documentário. Boa, Janus !
Anonymous
no dia 4 de Junho de 2008 às 14:29
… E aproveito para vos convidar a passarem pelo triploM, onde poderão ler alguns poemas de um dos grandes bardos bretões do século XX – o grande Youenn Gwernig
One Love Marley
Anonymous
no dia 4 de Junho de 2008 às 15:26
Muito interessante, mas… ATENÇÃO: - A mecânica quântica na interpretação de Copenhaga é reputadamente delirante, como sugeriu o papa dos iluminnati Robert Anton Wilson. Pelo que se vê aqui, o apelo ao solipsismo é claro - Os mentores deste interessante filme (que eu gostava de ver) fazem parte de um culto (mais um) americano centrado numa aldrabona do tipo kryon – uma “channeler” chamada J. Z. Knight que está convencida (ou apenas nos quer convencer, nunca se sabe bem quais os limites da patologia ou da exploração dos tolos) que pela voz dela fala um guerreiro da Atlântida de há 35000 anos (o que eles inventam, santo Deus!…). Este culto – a “Escola de Iluminação Ramtha” – tem copyrights sobre o nome do espírito (que lhe apareceu na cozinha) e um volume de negócios que permite ocupar cinquenta empregados, mantendo parcerias de negócios com vários tipos de empresas, mercadorizando, camisolas, bonés, livros dvds… - À semelhança de muitos outros cultos, propõem no filme, segundo li, a conversa do costume: a ligação entre a ciência e a religião – ou melhor, a “espiritualidade”, matérias em que, geralmente, são criativamente ignorantes. Do que se vê nesta amostra, surge a ideia de que o que está dentro de nós é mais importante do que o que está fora (esta “espiritualidade” está muito longe da advaita, da necessidade de transcender os opostos), dizendo que este é um novo modelo da ciência. Mas novo ele não é: Platão descreveu-o na sua alegoria da caverna. Da maneira que nos sugerem a coisa, percebe-se a necessidade de que des-realizemos as nossas vidas de escravos miseráveis, para ver se nos tornamos melhores. Da pseudo mediunidade fraudulenta do séc XIX até à pseudo-mediunidade fraudulenta do séc XX-XXI, muita coisa mudou, mas o apelo irracional é constante, surgindo como fuga fácil aos tormentos das nossas vidas solitárias, tristes e pouco ilustradas (no sentido de “enlightenment”, justamente), predispondo-nos a acreditar nas maiores barbaridades e fantasias, do tipo civilizações “avançadíssimas” no tempo dos dinossauros, extraterrestres & etc… - Agora percebo porque é que o meu conhecido Pedro Zacarias, próximo das aldrabonas do Kryon em Oeiras, me recomendou este filme… Cuidado! Karuna, karuna, aqui e agora!
One Love Marley
Margaridaa
no dia 4 de Junho de 2008 às 15:38
Hum…eu acho que há sempre um grande medo quando se fala em religão e em ciência. Quem vem com toda a bagagem de trás,não consegue deixar de ver aldrabice em tudo o que é sítio(que toque nestes assuntos). Há aquele livro que por acaso descobri na tua biblioteca e que fez as minha delícias, que se chama o Tao da Física, que fala e compara ciência e religião. Mais uma vez aqui encontro o preconceito no teu discurso, a ideia de que as pessoas que tem dinheiro tem que ser aldrabonas. Eu achei interessante o vídeo e aquilo que ouvi e vi vai de encontro a outras coisas que já ouvi e li noutros lados.
Margaridaa
no dia 4 de Junho de 2008 às 15:54
ah, outro preconceito parecido : que os políticos tem que ser aldrabões.Aqui também acredito que os haja com convicções.O preconceito (eu sei que às vezes dou por mim a ter alguns, também) pode ser uma coisa pesada, que impede o livre movimento.
Anonymous
no dia 4 de Junho de 2008 às 17:19
Janus, não percebi metade do inglês, mas confesso que também não tenho muita pachorra para este tipo de filmes. Porque não adiantam grande coisa. Costumo dizer sobre as teorias que se pretendem espirituais, que a serem ou não verdade não me adiantam grande coisa na prática. Ou seja, não me ajudam a resolver problemas concretos. Aqui há uns tempos um tipo contava-me dos seres invisíveis e das hierarquias, blá, blá…e eu perguntei-lhe o que ganhava eu de facto a ler sobre essas coisas, se essa informação não me acrescentava nada de verdadeiramente útil. É por isso que não adiro a religiões, nem a seitas ou grupos que me venham com as histórias de que isto é assim ou assado. É que geralmente quando se determina que alguma coisa é assim, isso traz logo um atrelado com normas e regras para obter alguma coisa. Regras que devo aceitar sem pestanejar ou questionar. Pelo que já percebi do que li e investiguei, e pelas experiências que já tive, não há nada para alcançar, a não ser esse mesmo conhecimento. O resto é treta. E se alguém andar para aí a dizer que sabe como nos tornar mais isto ou aquilo, o melhor é mesmo desconfiar e fugir no sentido contrário. Atenção Maio, eu também sou uma adepta da não-dualidade, mas diferentes personalidades tem o direito de aderir a outros filosofias e outras ideias. E quanto ao conhecimento, parece-me razoável não nos limitarmos só aos meios que a ciência nos oferece. A intuição, a clarividência e alguns estados de consciência são poderosas e sofisticadas ferramentas cognitivas, que permitem o acesso a dimensões que os cientistas nem suspeitam. xinha
Margaridaa
no dia 4 de Junho de 2008 às 17:52
…barreiras e mais barreiras…o que adianta? o facto de não se sentir ou de não se ver muita coisa não quer dizer que ela não exista. E essas coisas não tem forçosamente de estar ligadas a religiões.Eu sinto-me sempre muito acompanhada de perto, os meus passos a serem guiados pelo bom caminho, coisas giras a acontecer.Mas o que eu sinto , os outros não tem que sentir. Mas uns não tem que negar outros, só porque há diferença no sentir e na maneira de estar.É essa intolerância em relação à diferença, cada um a ter certezas muito certas em relação às ideias…e a ser pouco aberto em relação ao que não sente…afinal não se avançou nada com o tempo….
dardna
no dia 4 de Junho de 2008 às 21:12
hey malta, eu sei que isto já vem quase fora do prazo, fica ai o disco: http://tinyurl.com/5tfey4 (a pass era aquela: ou mutesound ou mutesound.info)
talvez venha a postar mais umas num futuro!
abraços malta! (hey frozen!)
dardna
no dia 4 de Junho de 2008 às 21:21
ah sim, Banksy é realmente um referência, com uma crítica bastante incisiva! há ainda quem o critique a ele por ter vindo do meio urbano do graffiti e hoje em dia se vender em galerias…(afinal tudo isso é bastante discutível). boa indicação xinha!, já há uns tempos que não passava lá…
dardna
no dia 4 de Junho de 2008 às 21:31
boa boa, também gosto destes projectos (no fundo é dar uso aos novos recursos para triar e dispor informação de formas nunca antes vistas)! Outro parecido, e bem mainstream, é o diggLabs, que trabalha com base nos artigos submetidos ao colossal digg (social bookmarking, outro tema que dava para escrever umas boas resmas de papel).
Anonymous
no dia 4 de Junho de 2008 às 23:23
Margaridaa: Fritjof Capra, o autor de “O Tao da Física” é um gajo bem formado e que sabe do que fala, como cientista, como divulgador e como filósofo. Não há medo nenhum quando se fala em ciência e religião – apenas se trata de registos diferentes e, na maior parte dos casos, dificilmente compatíveis. Mas quando a conversa é a “escola de iluminação ramtha” (em que a dona de casa JZ Knight aparece como “a iluminada”, é preciso ver para crer… No You Tube encontras material fabuloso: Aqui (http://youtube.com/watch?v=AK14JfRiNQ4) vês um programa de televisão de 1985, do género daqueles que ocupam as manhãs dos principais canais de televisão nacionais, em que a criatura (aos 10 minutos do video, aprox.) muda de roupa e encena a possessão pelo ramtha. É um espectáculo absolutamente patético que nos leva a pensar o que poderá ir na cabeça das pessoas que acreditam naquilo. Aqui (http://www.youtube.com/watch?v=DXHtjb44qyA&NR=1),uns anos depois, vês a performance para uma audiência de crentes numa sessão de “iniciação”. É patente o ponto de degradação e de decadência do povo americano… Os preços são óptimos. Segundo se lê no site deles, no ano passado fizeram um destes “cursos de iniciação” em França (Ah! a conquista dos mercados Europeus é notável, pois os mais bem sucedidos pastores norte-americanos não conseguem. Só os brasileiros e, num outro registo, os mormons!) onde, em 4 dias, se aprendia – e passo a citar “uma combinação de conhecimentos sem precedentes e de disciplinas que permitem experienciar este saber como experiência pessoal. Aprenda como a Consciência se desloca no Cérebro para produzir a Mente. Aprenda como o Cérebro cria hologramas que são observados através da acção do Campo Quântico para se tornarem na Realidade tangível. Aprenda como Pensamentos e Atitudes afectam o ADN» (confesso que esta última é a minha favorita). Vai daí, este “retiro de iniciação” de 4 dias custa apenas 600€, não incluindo estadia nem alimentação. Repara: não tenho preconceito nenhum quanto ao dinheiro e não acho que as pessoas com dinheiro são necessariamente aldrabonas, mas parece-me que há maneiras mais dignas de ganhar a vida, do que a enganar o próximo, como umas “psicólogas” e suas apreendizes que te vendem cursos de… “Terapia Galáctica”… Mais: felizmente, tenho longos anos de experiência pessoal neste género de coisas, conheci-as por dentro, e vi bem o que é a “espiritualidade” da maior parte desta gente. Garanto-te: são répteis autênticos! Mesquinhos, desonestos, ganaciosos… E nem se trata de julgamentos apressados. A net está cheia de testemunhos das vítimas destes “iluminados”. James Randi, do “Skeptic Inquirer” está farto de prometer um milhão de dólares a quem lhe prove conseguir fazer aquelas tretas do tipo Uri Geller, ou da russa que “via” as cores pelo tacto, ou telepatia, etc. etc. Até à data, ninguém conseguiu reclamar o prémio. Entretanto, há aí gente capaz de dar 35€ por um frasquinho com um rótulo que diz “indigo”, cheio de… “água geometricamente pura” -pois!… Na verdade, é preciso inovar, lançar sempre novos produtos, pois estes mercados saturam-se rapidamente. Margarida: não sou nada intolerante em relação à diferença – antes pelo contrário – a minha formação vai exactamente no sentido oposto, para além de que eu próprio tenho visões místicas e sinto vibrações cósmicas, mas isso é coisa que só me diz respeito a mim e, eventualmente, aos meus amigos. Não me passa pela cabeça que alguém possa ser tão doente ao ponto de ganhar dinheiro explorando a ignorância do seu semelhante, como a tal JZ Knight, o psicopata que diz que é “kryon do campo magnético” ou, melhor ainda, a “nossa” Alexandra Solnado, que tem uma linha de telefone directa para falar com Jesus Cristo e inúmeros livros vendidos onde narra estas conversas. Finalmente: xinha, estou de acordo contigo – até porque estou aberto ao conhecimento e à inquirição profunda da existência – excepto no que toca às “dimensões que os cientistas não suspeitam”. Nem podem suspeitar, justamente, porque as dimensões de que falas são casos particulares, testemunhos da experiência de fulano, beltrano ou sicrano, e não há ciência do particular, nem teoria que explique o que se passa no mais intimo do mistério que é a nossa existência. Toma o caso da meditação transcendental – exemplar no que toca aos propósitos, à honestidade do seu criador (que não ponho em causa) e á dimensão sociológica do fenómeno – e vê o que resultou daí: nada! Constatar que o cérebro modifica padrões por causa da meditação? Normalíssimo. Seria de estranhar era se ficasse na mesma. É preciso não misturar as coisas. Ciência é uma coisa. Religião é outra.
One Love Marley
Anonymous
no dia 4 de Junho de 2008 às 23:37
Muito giro! Por um lado, há o aspecto criativo e técnico do projecto – que é absolutamente genial!…; e, por outro, há uma sensação estranha que me fez sentir como os anjos sobre Berlim do Wim Wenders… (Ao terceiro ou quarto clic surgiu-me um desenho a preto e branco de uma menina triste sentada num baloiço, dizendo que se sente pessimamente…)
One Love Marley
Anonymous
no dia 5 de Junho de 2008 às 0:11
Bem-vinda Ana!!! Muitos e bons posts é que eu desejo!
One Love Marley
Margaridaa
no dia 5 de Junho de 2008 às 6:11
Marley Gostei da tua explicação.Provávelmente até estamos de acordo, sou eu com a minha incapacidade de explicar o que penso que falho. Hei-de ver o que dizes que há para ver. Dessa J.Z.Knight nunca tinha ouvido falar. Estes assuntos interessam-me muito.Mas sim, sou muito mais a favor do indivíduo e da sua experiência, do que de seitas e grupos organisados, dos quais tenho horror. “u próprio tenho visões místicas e sinto vibrações cósmicas, mas isso é coisa que só me diz respeito a mim e, eventualmente, aos meus amigos.”É esta a parte que me interessa.
Margaridaa
no dia 5 de Junho de 2008 às 6:14
Bem-vinda!!! …e, há coisas engraçadas…anteontem estive com uma colectânea de poesia na mão, e os meus olhos pararam neste mesmo poema.Com tantas possibilidades, é giro teres escolhido exactamente o mesmo.(As coisas andam no ar, dizem…)
Margaridaa
no dia 5 de Junho de 2008 às 6:45
NOTA : não é preciso pass para o Matt Elliot!!! E, obrigada, dardna, tb aproveitei…
Anonymous
no dia 5 de Junho de 2008 às 9:30
margaridaa, reparaste na hora do meu post dos 3 amigos?
Anonymous
no dia 5 de Junho de 2008 às 10:13
viva Ana! e mais uma vez…bem-vinda. xinha
Anonymous
no dia 5 de Junho de 2008 às 10:22
parece-me que no geral estamos de acordo. e sobretudo no que toca às experiências pessoais. bjinhos_xinha
Anonymous
no dia 5 de Junho de 2008 às 15:16
dardna,obrigadão pelo Matt Elliot, que não conhecia! Belo disco!
One Love Marley
dardna
no dia 5 de Junho de 2008 às 17:42
Este post e os comentários derivados foram uma delícia de seguir! boa!
Margaridaa
no dia 5 de Junho de 2008 às 19:02
…e é mesmo o mesmo senhor.E estava na calha para um destes dias.E continua na calha, porque vale a pena.Mas só o resultado, é interessante no obvious ver o “como”.
Anonymous
no dia 5 de Junho de 2008 às 20:21
Pelos excertos de meio minuto que ouvi na amazon é, de facto, um belo disco. Mas a verdade é que o teu link abre o rapidshare até clicarmos no botão “free”. Depois, não é possível mostrar a página. Mas no problem. Calculo que não seja nenhuma raridade e se encontre por aí facilmente…
One Love Marley
Anonymous
no dia 5 de Junho de 2008 às 20:23
margarida, reparaste nas horas dos meus comentários no post do matt elliott?
ana barata
no dia 5 de Junho de 2008 às 20:49
Obrigada! :)
dardna
no dia 5 de Junho de 2008 às 23:35
Marley, voltei a testar e esta a funkar :/ aliás até estão em happy hours neste momento… [You would like to download the following file:
Download your file without security questions. Have Fun!]
e não, de facto não é nenhuma raridade, aliás acho que até foi um disco bastante badalado.. (se ainda assim não conseguíres nada é só avisar)
Margaridaa
no dia 6 de Junho de 2008 às 6:15
…e pronto, Marley, fui reparar nas horas…eh eh!Giro!A mim também me acontece olhar para o relógio e ser capicua.Não sei porquê, fico sempre contente quando isso acontece!
Quanto ao matt elliot, eu fui ao primeiro link e funcionou na perfeição, nem tive que estar à espera aqueles segundos…Pois, isto da net tem os seus mistérios…
Margaridaa
no dia 6 de Junho de 2008 às 6:20
Ri-me do princípio ao fim!(E mesmo agora que já acabou ainda tenho o sorriso colado!)
Margaridaa
no dia 6 de Junho de 2008 às 7:45
…e só por falar nisso, vê as horas do meu comentário no post do cisne, do darna…
hahahahahah hahahahahahha hahahahahahhaha ahahahahahahah aaaahhhhhhh… (até choro de tanto rir!…) haaaaaaammmm Muito bom!!!
One Love Marley
Anonymous
no dia 6 de Junho de 2008 às 9:08
bingo!
One Love Marley
Anonymous
no dia 6 de Junho de 2008 às 9:14
Já conhecia o trabalho deste artista, só não sabia quem era. mto giro! xinha
Anonymous
no dia 6 de Junho de 2008 às 9:19
os bichos são fantásticos! eu tb ensinei a m. gata a dizer umas coisas. e ela faz o número sempre que eu lhe peço e insisto. xinha
Anonymous
no dia 6 de Junho de 2008 às 9:24
eheh é por estas e por outras que temos as nossas casa cheias de objectos. xinha
Anonymous
no dia 6 de Junho de 2008 às 9:38
Depois destes vossos comentários tenho que vos contar, aliás a margaridaa já sabe: no outro dia, e como andava com as emoções num turbilhão e não sabia porquê, decidi e porque desconfiei, ir ver que lua era num site que tem as fases e horas… e foi então, para meu grande espanto que reparei que a hora anunciada para a lua cheia, coincidia exactamente com a hora que eu estava a viver no momento. Ou seja o site anunciava a lua cheia para as 12h35 (já não me lembro bem) e no meu PC marcava precisamente essa hora. Fiquei, mais que surpreendida…foi engraçado. Daquelas coisas que só acontecem uma vez na vida para aí… xinha
Anonymous
no dia 6 de Junho de 2008 às 9:51
ó xinha, fiquei curioso… Já pensaste em filmar a bichana e mostrares-nos?
One Love Marley
Anonymous
no dia 6 de Junho de 2008 às 10:07
Essa é muito boa xinha! Excelente mesmo! Digna de memória! Mas, dizes tu, uma vez na vida???? Eu podia contar-te pázadas delas… mas vou só contar-te a última (e nem por sombras é tão boa como a tua): preparo-me para ir passear com o meu cão, abro a porta de casa e, no escuro, a minha mão dirige-se para o interruptor da luz da escada. Pois nesse preciso momento, mesmo antes de pôr o dedo no botão, vejo um clarão esverdeado à minha frente, ouço um estouro enorme e, assustado, dou um salto para trás para me compenetrar do sucedido. Nada de especial. A luz da escada cuto-circuitou em todos os andares no preciso momento em que eu a ia accionar. A escada ficou dois dias às escuras. Nunca antes tinha sucedido. De facto, sou um bocado eléctrico e ando a levar choques eléctricos em toda a parte – hi-fi, micro-ondas, janelas… (deve ser de não cortar o cabelo há imenso tempo, hehe…) – mas naquele exacto instante foi… invulgar.
Margaridaa
no dia 6 de Junho de 2008 às 10:11
Mostra!Mostra!!(Coro com o Marley!)
Margaridaa
no dia 6 de Junho de 2008 às 15:51
Vocês são giros…e então andar numa maré em que todas as lâmpadas que se acende fundem?Hein?
Anonymous
no dia 6 de Junho de 2008 às 16:24
Passador com rolhas!! Grande invento! Porque não pensamos antes?
Holof.
Anonymous
no dia 6 de Junho de 2008 às 16:31
Que giros! Os bichos são mesmo demais! Eu tambem tenho uma gata que que quer falar, o problema é conseguir filmar…
Holof.
Anonymous
no dia 6 de Junho de 2008 às 16:48
Curioso o que faz este rapaz. Obrigado Margaridaa!
Holof.
Anonymous
no dia 6 de Junho de 2008 às 17:40
Isto de avariar sistemas eléctricos e electromagnéticos é frequente acontecer-me. Tenho fases piores, mas dou cabo de tudo, lâmpadas, PC’s, Tv’s, elevadores e sobretudo telefones. E também já me aconteceu, mais que uma vez, entrar nalgumas lojas, e pôr os alarmes a apitar dos objectos que estão expostos. O meu colega e eu reparamos: as outras pessoas aproximavam-se e nada, eu ia e piiiiiiiiiiiiiiiiiii, um desatino. Vinha o segurança e arranjava, mas a coisa voltava-se a repetir quando eu me voltava a aproximar. Em lojas diferentes, dias diferentes…E algumas lojas dos chineses que tem alarmes na entrada tb apitam quando passo à porta. Fica tudo a olhar para mim como se tivesse roubado alguma coisa ou assim…Eheh. Podemos ser apenas nós, eu acho que é muito prana, mas tb podem ser explosões solares, ou apenas algumas coincidências. Também descobri que é bom arranjar maneiras de descarregar esse excesso de energia. Passear, abraçar umas árvores… xinha
Margaridaa
no dia 7 de Junho de 2008 às 10:22
Gostei imenso do vídeo de cima. A música dos Sigr Rós é muito bonita, mas fica-se sempre asim : mas sobre o que é que eles estarão a falar? E aquela paisagem do outro vídeo…linda!
Anonymous
no dia 7 de Junho de 2008 às 11:50
Oh Margaridaa, eles tb poderão dizer o mesmo das musicas cantadas na nossa língua. Já ouvi uma ou outra música de que gosto, mas no geral acho-as tristes, quase depressivas… xinha
Anonymous
no dia 7 de Junho de 2008 às 20:47
Sigur Rós… Para mim, são apenas um dos grupos mais interessantes dos últimos anos – uma descoberta que devo ao Frozen (gracias a lot Frozen! saludos!)… É uma música de imensidões, de paisagens fantásticas, de serena agitação interior, de…
One Love Marley
Frozen
no dia 7 de Junho de 2008 às 23:52
Sigur Rós son mesmo bons
tenho que dizer que o segundo video pertenece a pelicula Heima, que é um documental sobre Islandia e uma serie de conciertos dos Sigur alí
O documental e mesmo uma delicia, pelos paisagens e a música, muito recomentavel
Margaridaa
no dia 8 de Junho de 2008 às 8:06
Xinha, que bonitos, um encanto!Juntam o jogo à poesia…(aquela da menina a apanhar estrelas…hum,gostei!)
Margaridaa
no dia 8 de Junho de 2008 às 8:07
…recomendo vivamente aos que tem filhotes pequenos, a Mariaa gostou muito!
Margaridaa
no dia 8 de Junho de 2008 às 8:09
Falar com palavras das palavras…não é fácil!Gostei.
Margaridaa
no dia 8 de Junho de 2008 às 9:59
Curtido!Ri-me com o Enrico Macias e gostei de Boris Vian à la pêche!
Margaridaa
no dia 8 de Junho de 2008 às 10:02
Dá que pensar. Aliás, este fenómeno pode-se ver quando se tenta (e se consegue) manipular a opinião “das massas”.
Anonymous
no dia 8 de Junho de 2008 às 11:02
giro e ligeiro xinha
Anonymous
no dia 8 de Junho de 2008 às 12:34
Pois é, a maioria prefere viver integrado e ser aceite pelos outros, a viver evidências sozinho (embora também haja quem desconfie das suas capacidades). Mas o que dizes Margaridaa, é muito bem observado, não tinha pensado nisso, há sempre quem se possa aproveitar deste aspecto, para manipular e dominar… O que eu tenho percebido ao longo dos últimos anos, e o texto confirma isso, é que a grande maioria das pessoas prefere dar lugar à maldade a admitir que se possam ter enganado ou estar erradas. Regra geral, gente assim só arranja problemas aos outros. Quanto ao maravilhoso desenho: às vezes, muitas vezes, sinto-me assim, uma ovelhita estúpida… xinha
Margaridaa
no dia 8 de Junho de 2008 às 15:09
Que bom! Tu sabes como gosto de ter ver aqui.
Anonymous
no dia 8 de Junho de 2008 às 18:54
Eheh…Olhe, a ser verdade, guarde-me uns 5 frascos dessa banhazita, se faz favor, não vá esgotar-se. É que estou mesmo a precisar de algum ânimo fácil. Qualquer coisa que não exija muito esforço ou empenhamento…obrigadíssimo xinha
Anonymous
no dia 8 de Junho de 2008 às 18:55
ena, ena, mais gente por aqui, isto está a ficar engraçado xinha
dardna
no dia 8 de Junho de 2008 às 19:30
Whooray for sunday! …the surprising sound of a billion back-geared bees, may it fill our covenant ark along the way… do tune your wave machine to the big transmitter!
p.s.: who’s the guy behind that moaning guitar??
dardna
no dia 8 de Junho de 2008 às 19:40
Muito bom sim senhor … aliás este Werber tem coisas muito engraçadas ao logo da saga das formigas (se bem me lembro tinha lido o primeiro volume e é realmente fascinante a forma como ele nos consegue pôr a ver o mundo pelas antenas dos bichos). Quanto às massas está tudo dito!…
MARTUSMAYER
no dia 8 de Junho de 2008 às 19:53
what bee? what ark? what big trnamitter?
he’s the grand-son of H. Melville, he used to play (also had a record with that name) some disco stuff…a.k.a as moby… but who cares?…
Zacarias
no dia 8 de Junho de 2008 às 23:05
Eu quero, eu quero !!! Este artigo parece ser maravilhoso. Será que posso ficar multimilionário, loiro, com olhos azuis, 1,90m, magro, esbelto e irresistível, fazendo as garotas babarem-se à minha passagem ? Eu quero, eu quero !!! Posso pagar em 69 suaves prestações mensais ?
Anonymous
no dia 8 de Junho de 2008 às 23:08
THE RETURN OF BIG MATUSMAYER, GREAT !!!!
Zacarias
no dia 8 de Junho de 2008 às 23:20
Delicioso.
Margaridaa
no dia 9 de Junho de 2008 às 6:42
(Finalmente consegui arranjar um bocadinho para ver este vídeo!)
Gostei imenso. a primeira parte está muito gira , visualmente, com aquela forma de animação. Tudo aquilo que ouvi está mais uma vez de acordo com aquilo que eu tenho lido em vários lados .Sinto-me em sintonia com esta versão dos factos. E, para quem não concorda, (como de direito,) desafio a mostrar outra teoria.Não só a dizer mal desta, que isso é a técnica dos políticos, “falar mal de”, sem apresentar a sua própria visão, ou outra visão, ou outra alternativa.
Boa, Janus, mais uma vez, gostei!
Margaridaa
no dia 9 de Junho de 2008 às 8:59
Faz todo o sentido, MARTUSMAYER aqui, com quem cada viagem musical é uma aventura!
dardna
no dia 9 de Junho de 2008 às 17:59
eh! antes fosse! e esse pato que se ponha a pau que ainda lhe calha ser o próximo
Anonymous
no dia 9 de Junho de 2008 às 19:44
O próprio Matos Maia?
Maio
Margaridaa
no dia 10 de Junho de 2008 às 6:23
MARTUSMAYER era para ter respondido, mas entretanto foi-se deitar. Só queria dizer que achei giro teres percebido, nem todos saberão quem é (quem foi) Matos Maia. (Está lá?)
Anonymous
no dia 10 de Junho de 2008 às 12:45
Ahahahahaha… Super-fixe!!!… Arrebataste a plateia, grande Martus Meyer!
Sim Martus, sim margaridaa, os dias da rádio… (“those were the days”… como diria o Zappa…)… Em miúdo… a rádio era fundamental, fosse à tarde, a ouvir o António Calvário, o Tony de Matos e esses cromos todos, enquanto a minha mãe lavava a roupa no tanque da varanda debruçada sobre esse mundo fabuloso e cheio de mistérios que era o dos quintais das traseiras…; fosse à noite, com o “quando o telefone toca”, sempre à espera que passassem música pop – José Cid e Elton John… Mas eu confesso: de quem sou mesmo fã é do Aníbal Cabrita. Cresci a sério a ouvir o Café-Concerto, com ele e a Maria José Mauperrin, depois o “Imaginário” e as “Noites de Luar”, na Antena 1. É raro tanto bom gosto musical como o dele! E depois, houve ainda o reencontro com o Aníbal Cabrita naquele que foi o melhor projecto de rádio alguma vez realizado em Portugal – a Xfm…
Saudoso abraço
Maio
Anonymous
no dia 10 de Junho de 2008 às 19:25
Os desenhos são mto giros, mas ninguém morre por não comer carne. Já o inverso é bem possivel, uma vez que a carne tem imensas toxinas que se não forem devidamente expulsas e combatidas só estão a dar cabo do nosso organismo. E isto sem falar dos venenos que hoje dão aos bichos e que tb podem entrar na nossa cadeia alimentar. xinha
Anonymous
no dia 10 de Junho de 2008 às 22:31
Para mim é um dilema pois gosto de comer carne mas sou incapaz de matar uma galinha ou outro animal. Para quem vive no campo é uma contradição. Enfim…
Holof.
Anonymous
no dia 10 de Junho de 2008 às 22:35
Nunca consegui ver estas coisas, é como as imagens 3D,não há maneira…
Holof.
Margaridaa
no dia 11 de Junho de 2008 às 11:03
Holof., compreendo-te, porque eu ao princípio também não conseguía. E não compreendia o olhar de assombro dos que conseguíam.(Estou a falar das imagens 3D).Até que um dia a coisa resultou, e garanto-te, vale a pena experimentares, num dia em que não estejas cansado (é importante) e num sítio bem iluminado. Olhas para a imagem aí a uns 30 cm da cara, e…fascínio! Quanto a estas híbridas, o truque é mesmo afastares-te do ecrã aí uns quatro passos ou cinco.
Margaridaa
no dia 11 de Junho de 2008 às 11:07
O que eu achei engraçado nesta tirinha é que exprime bem o que se passa : se fôssemos nós que tivéssemos que matar os bichos, estou convencida que deixaríamos de comer (tanta)carne.Eu como carne, mas gostaria de mudar de hábitos. Mas ainda não consegui.
Anonymous
no dia 11 de Junho de 2008 às 12:56
Bem giro, sim senhora!
Maio
Anonymous
no dia 11 de Junho de 2008 às 18:55
De arte plástico não sei muito, gostei de alguns mas a música adorei! Anouar Brahem, fantástico! Boa!
Holof.
Anonymous
no dia 11 de Junho de 2008 às 18:56
pois eu tb gosto e sempre gostei do sabor da carne, mas come-la é participar no sofrimento dos bichos. é ser cumplice dessa maldade que a maioria não vê nem quer saber, que são os aviários,ou os locais onde os bichos crescem em regime de prisão e tortura. sem nunca terem visto o sol, ou rebolado de alegria na relva. ser vegetariano ao principio é apenas uma questão de disciplina, 1º corta-se com a carne, aos poucos, substitui-se por outros alimentos, e depois abandona-se o peixe, gradualmente. e acreditem a sensibilidade gustativa refina-se e aumenta bastante. eu já só como peixe muito de vez em quando, e por razões sociais, um almoço com clientes, amigos…e sinto-me óptima. mas olhem para quem não quer abdicar da carne, porque não optam pela biológica? tem um sabor superior, não tem quimicos, e estão a investir num tipo de produção mais feliz para os bichos. mas apesar deste discurso, acreditem não sou fundamentalista, se por alguma razão não tiver outra opção, eu não direi que não a um suculento bocadinho de lombo, de preferência com um bom molho. xinha
Anonymous
no dia 11 de Junho de 2008 às 18:59
A xinha tambem me enviou isto e gostei muito! Oxalá fossem todas assim…
Holof.
Anonymous
no dia 11 de Junho de 2008 às 19:01
é delicioso este bocadinho. a ideia..a musica…a imaginação…a criança.. das coisas mais giras que me enviaram por email nos ultimos tempos xinha
Anonymous
no dia 11 de Junho de 2008 às 19:09
Gostei desta música sim senhora. Maravilhosa. Alaúde e acordeão, uma combinação bem conseguida xinha
Anonymous
no dia 12 de Junho de 2008 às 1:07
Também gosto muito, sim senhora! Boa escolha
Maio
Margaridaa
no dia 12 de Junho de 2008 às 10:10
Que “guitarra” fabulosa!…e quanto ao som…ninguém tem, para a gente ouvir?
Margaridaa
no dia 12 de Junho de 2008 às 10:23
Gostei.
E..é esta a maneira que eu gosto de conhecer a música, “pegarem-me pela mão” , mostrarem-me uma a uma… de as ouvir neste”rádio”, como se estivesse em tua casa (ou em casa de quem mostra), e tu (ou quem mostra), a por as musicas no leitor e a dizer : ouve esta…!
Margaridaa
no dia 12 de Junho de 2008 às 10:26
Gostei de conhecer o som, apesar de ser um bocadinho diferente do som que costumo ouvir. Mas…é aí que reside a aventura, não é?
Margaridaa
no dia 12 de Junho de 2008 às 10:36
Matrix…eu sei que gostaste muito. Nunca vi, mas fiquei com curiosidade.(Não sei porquê, cheira-me a que isto seja uma cena do início!)
Anonymous
no dia 12 de Junho de 2008 às 11:28
Delicioso! xinha
Anonymous
no dia 12 de Junho de 2008 às 11:34
Vale a pena escutá-lo aonde?? esqueceste-te de nos sugerir um link, um blog, um site… Oh sim, a guitarra tem uma forma fantástica..eheh..deixa-nos ainda mais curiosos quanto ao som que poderá sair dali… xinha
Anonymous
no dia 12 de Junho de 2008 às 11:58
Se por acaso imaginamos que já conquistamos alguma dimensão surpreendente, e que com isso obtemos alguma espécie de visão superior, estamos completamente enganados. É que para lá do que pensamos que alcançamos há sempre mais qualquer coisa que ainda não imaginamos. E assim sucessivamente…Enquanto houver a ideia de que se pode alcançar alguma coisa, haverá sempre mais alguma coisa por alcançar…Não há nada para obter, nada para conquistar a não ser libertar-nos de todas as ideias que pensamos serem plataformas absolutas e seguras para a nossa imensa incapacidade de lidarmos com o caos…Só há destinos e karmas para quem se sente preso e limitado, escravo das suas próprias amarras… xinha
Anonymous
no dia 12 de Junho de 2008 às 18:06
Filme fantástico. Deliciosa fantasia, tão rica que permite até leituras antagónicas… Mas eis-te a dar no ponto essencial, xinha! É exactamente esse o ensinamento de Ramana Maharshi (e, num outro plano, do filósofo Krishnamurti). Matrix, ou Maya, convencem-nos que existem coisas como “iniciações” e coisas a atingir, de maneira que não vemos a floresta por causa das árvores…
Por esta amostra, o Charlie parece mais poeta que músico. E aquele instrumento? é mesmo uma viola? xinha
Susan
no dia 12 de Junho de 2008 às 19:43
Oh my god. That was a commercial. I feel so dirty now.
Margaridaa
no dia 13 de Junho de 2008 às 7:25
Yeh, Susan, i like commercials, when they are made with imagination. They are some very nice. Glad to see you (around)
Anonymous
no dia 13 de Junho de 2008 às 15:53
… Bonito, margaridaa! Lembrei-me do príncipe Siddartha, o Iluminado, empunhando uma flor amarela à sombra de uma grande figueira… Ou dormindo, com o inefável sorriso
Maio
Holof.
no dia 14 de Junho de 2008 às 9:48
Esqueci-me de dizer que o fim do video está cortado…
Margaridaa
no dia 14 de Junho de 2008 às 10:31
…uma voz bonita a tocar harpa e a cantar, vai sempre directamente de encontro ao nosso imaginário das coisas belas e míticas (quase belo demais para ser real, como o unicórnio).
Gostei.
Holof.
no dia 15 de Junho de 2008 às 9:10
Que desbunda! Psicodélico! Queria perguntar quem são mas agora vejo aqui que devem ser os “Acido agri-doce teenager” que põe aqui ao lado. Curiosa maneira de escrever a letra do segundo video…
Margaridaa
no dia 15 de Junho de 2008 às 9:36
Como diz Holof., que desbunda!!!Gostei imenso , principalmente do de cima.(Para já não falar ali de uns aspectos…a cor dos leitores em degradé e alternados no espaço…hum…terei que investigar…) BOA!
xinha
no dia 15 de Junho de 2008 às 12:03
Também sinto peferência pelo de cima. Tanto pela música como pela animação. E sim.., a onda psicadélica está de volta..
Maio
no dia 15 de Junho de 2008 às 15:21
Boa dardna! Também gostei! (surpreendentemente, o baixo é disciplinado, lol…)
Maio
no dia 15 de Junho de 2008 às 15:26
Do que eu gostei mais foi da ondulação do corpo com a música…
(e, claro, do arranjo com um bom naipe de acompanhantes e, sobretudo, daquelas mãozinhas delicadas a dedilharem uma bela harpa até sem olhar para os dedos, com uma naturalidade…)
dardna
no dia 15 de Junho de 2008 às 16:46
Hey malta,
chamam-se Of Montreal,
têm coisas engraçadas, não são os meus favoritos mas realmente com os telediscos ganham outra dimensão!
ficam links encontrados para quem quiser (primeira musica, primeiro link, segunda segundo,terceiro, outro album, se faltar pass é só apitar): http://tinyurl.com/5su2a9 http://tinyurl.com/6c2fvz http://tinyurl.com/6eqosz
Holof.
no dia 15 de Junho de 2008 às 20:39
Misteriosos estes sons dos domingos.
Bons temas, gosto muito de jazz mas não consigo adivinhar quem toca (é para adivinhar não é?). Tentarei no próximo domingo.
Maio
no dia 15 de Junho de 2008 às 23:30
É isso holof!… Bem misteriosos os sons dos domingos, hein? – o primeiro tema, especialmente…
All made possible by the Great Martus Meyer and his amazing, exotic and nicely exquisite musical taste!
Greetings!!!…
Margaridaa
no dia 16 de Junho de 2008 às 7:17
Sabem, se estivessem aqui, seria igual. Seria assim : ouçam ! E nada seria revelado!Faz parte.(Ouvir a música sem nenhum pré-conceito?)
xinha
no dia 16 de Junho de 2008 às 10:55
Eu também acho curioso e gosto destes bocadinhos de domingo. Com ou sem mistério…
xinha
no dia 16 de Junho de 2008 às 11:06
Os arco-íris fazem-me sempre sorrir. É como se possuíssem uma qualquer magia…sempre tão belos…a quebrar a monotonia da nossa existência…
Margaridaa
no dia 16 de Junho de 2008 às 16:42
Nakata , fui ver, mas o teu link apenas me dá a possibilidade de mandar um mail, (abre-se o outlook…).
Margaridaa
no dia 16 de Junho de 2008 às 16:52
Apetece-me dizer (com um sorriso nos lábios) : “bom e velho Nakata…”.Percebo o teu discurso, mas não concordo inteiramente com ele. Porque acho que tão mau é concordar por obrigação, como discordar por obrigação. (Veio-me à ideia alguém que não vai ver certo filme só porque ele ganhou prémios.)(Não é ninguém conhecido de alguém).
A fluidez , a empatia, a receptividade e a troca, eis valores que gosto. E essa de quereres enfiar barretes a quem servirem(os barretes…)hum, acho que há coisas melhores para oferecer…:D
Maio
no dia 16 de Junho de 2008 às 20:24
Estou a ver o teu filme nakata, mas já não me dás grande novidade – não porque tivesses que dar (o que é que tu gostas mais de dar, afinal?) mas porque o rebanho aprecia pastos novos. O teu méeee pode ser desafinado ou a lã ser mais escura, mas se não fossem as novidades o que seria de ti? Por mais que queiras escapar e não te apeteça sequer ver as pessoas e falar com os amigos, não te livras da tua condição ego-gregária. Vê o que está a dar: “sociologia da inovação”…
PS: tudo isto não quer dizer nada e escusas de andar à procura de sentidos escondidos. O mundo é pura superfície.
PS2 (não é a consola): Manda mais que a malta gosta de erva tenra pá!…
xinha
no dia 16 de Junho de 2008 às 21:50
Bem, eu acho 1º que tudo, que a tua visão é apenas mais uma, tão legítima como outra qualquer. Mas eu detecto aqui uma contradição Nakata : começas por dizer que pode ser gagá, imberbe ou burro quem acata e segue as opiniões dos outros, mas acabas dizendo que é na troca de opiniões que podem nascer novas ideias. Ora, no caso da história, uma das possíveis visões, é os ditos personagens aceitarem a opinião dos outros como válidas. Tanto como as suas. Daí o irem trocando de lugares. É que ás vezes só experimentando se reconhece a validade de certas ideias. É bom saber pensar pela nossa cabeça, mas agradar aos outros em detrimento da nossa opinião não é uma coisa desonrosa. Pode até ser um sinal de amor…e de querer evitar conflitos idiotas, porque tanto se pode fazer uma coisa assim, como assado. Eu posso ir em cima do burro, mas se insistirem para que desça, mesmo que a razão seja idiota, eu posso faze-lo, isso não me aborrece…e o opinativo até fica feliz…e de uma forma mais cínica ou condescendente, até deixo de o ouvir zumbir aos meus ouvidos. Mas aqui, e para te dar razão, o que interessa é que pode haver várias maneiras de se fazerem as coisas…
Eu concordo contigo na sinceridade, e nos riscos implícitos…desde que os objectivos, as verdadeiras intenções, sejam nobres. Quanto ao ser mal-educado, bem…eu acho que todos podemos sê-lo sim, mas sobretudo não pelo que dizemos, mas nos modos, no tom, é aí que podemos perder a razão. Mas também te digo que prefiro gente frontal, e espontânea, àqueles que se escondem, e manobram nas escondidas com esquemas manhosos…Com esses nunca sabes com o que podes contar…
E quanto ao estar bem com Deus e mal com o mundo, como é que é?? Então Deus não se encontra no mundo?? È isso? Onde está então esse Deus ?
Margaridaa
no dia 17 de Junho de 2008 às 7:19
Giro, giro…(e mais uma vez, na parte técnica, surpreendes-me : mas onde está a imagem armazenada, que o rato não se descose?)
Margaridaa
no dia 17 de Junho de 2008 às 7:46
…e ainda, fiquei a pensar, também não és directo. Falas num plural que se refere a alguém (ou a mais que um(a)), sem ser a ninguém de concreto.Parece assim como se tivesses agarrado num punhado de pedras e atirado ao ar, para ver se acerta em alguém.A técnica é a mesma que é usada por quem tu criticas.
xinha
no dia 17 de Junho de 2008 às 13:38
Quando já não resta mais ninguém, quando estamos tão isolados que não temos com quem partilhar, falar, desabafar, a solidão pode de facto ser uma ferida aberta, e dolorosamente difícil de suportar. Mas além do isolamento físico, também há quem sofra em silêncio rodeado de gente, por falta de identificação, e de compreensão…
A solidão pode ser realmente desastrosa, sobretudo no que toca à saúde mental. Pode alterar o miolo e comportamentos de forma bastante negativa. Criando modos de cognição distorcidos, psicoses etc..
Mas também há quem precise de isolamento, e goste de viver em retiro ou clausura, por opção. Que aceita a solidão como uma benesse, e a viva de forma satisfatória.
Maio
no dia 17 de Junho de 2008 às 15:01
margaridaa, reparaste na hora do post?
RV
no dia 17 de Junho de 2008 às 16:27
À Xiinha respondo que não à contradição nenhuma no que digo: acatar opiniões alheias, acriticamente, e debater,trocar ideias, discutir, conversar e perceber que todos pensamos de forma diferente não são a mesma coisa, nem duas posições opostas que eu defendo. Se calhar não me soube escrever.
À Margaridaa respondo que a pedra (a expressão é algo dura, não quis atirar nada a ninguém, mas tão só rir-me do quão embevecidas algumas pessoas estão consigo próprias que nem se apercebem de quão agressivamente veneram seus umbigos) foi atirada a alguém, opinioso até dizer chega, que não exprime suas opiniões como algo que é só seu e o faz, aberto à discussão. Alguém que adopta posições (clichés) como se de verdades absolutas se tratassem e que se quando alguém não as partilha, não merece ser ouvido e é ostracizado … De defensores da integridade dos outros e do mundo que, do alto do seu pedestal, criticam a torto e a direito, ao mesmo tempo que se defendem de qualquer argumento que não lhes agrade ou que demonstre a fragilidade dos seus, intrepondo entre si e os outros um filtro que só deixa passar o agradável, estou um pouco farto. Sobretudo, quando eles reclamam para si próprios uma moralidade superior que não reconhece em ninguém que não pense como eles o direito à liberdade de ser diferente…
…e mais não digo!
Margaridaa
no dia 17 de Junho de 2008 às 16:37
…sabs, RV, essa expressão “pedras” é porque me lembro de o T. contar que quando era miúdo, houve um irmão que se magoou com uma pedra que atirou ao ar e que lhe veio bater na cabeça.Esse episódio veio-me à lembrança quando te li.:D
xinha
no dia 17 de Junho de 2008 às 19:13
É verdade, podemos viver iludidos quanto à nossa própria individualidade, é um risco, que todos corremos. E as possibilidades da solidão se converter em qualquer ilusão, libidinal ou não, futurista ou não, também são imensas…
Mas isso não invalida a existência do sentimento de solidão. A individualidade parece-me uma condição natural, somos únicos, temos uma identidade própria. Mas o apelo da natureza é implacável, não somos feitos para vivermos sozinhos. Somos impelidos a viver em grupo, por necessidade de sobrevivência, e pela brutal atracção e necessidade de reprodução.
Não há nada a fazer quanto a isso, é assim. Em relação à libido, uma força espantosa, até podemos resistir-lhe e transcende-la, aliás é mais fácil lidar com o que desejamos, do que com o que não gostamos. Mas a solidão pode ser devastadora…como lidar com esse drama? Com a fatalidade que pode ser não ter companhia quando ela faz tanta falta? Uma pessoa, dizem os psiquiatras, deve ter pelo menos 3 outras pessoas próximas com quem possa se dar. Mas quando elas não existem mesmo? Quando já não há mais ninguém? E quando o aprender a diluir a dor é um passo que pode durar anos, isto para quem sabe como faze-lo?
xinha
no dia 17 de Junho de 2008 às 20:00
RV: não, não são a mesma coisa, mas, ninguém falou em acatar opiniões alheias acriticamente. Falou-se no benefício, implícito, em aceitar, e daí, aproveitar outras ideias, nasçam elas da troca ou não com outras. Se não houver benefício o melhor é estar quieto. Só que às vezes não é preciso debater nada, as opiniões dos outros são óptimas. E o nosso filtro, diz-nos que podemos usá-las de imediato em proveito próprio. Ou não é assim?
xinha
no dia 17 de Junho de 2008 às 20:08
É pá, será que estou completamente desatenta, ou já vi este texto,o post do Maio, ser alterado mais que uma vez?
Margaridaa
no dia 17 de Junho de 2008 às 20:24
Bom link, Nakata, realmente muita informação para ser saboreada!Boa!
admin
no dia 18 de Junho de 2008 às 0:40
nakata, há por aí alguém com as orelhas quentes!… Interrogo-me é… porque raio terás tu ficado com isso atravessado? Porque te terás sentido tão atingido? Porque continuas, tanto tempo depois, a sentir-te como um mártir do livre-pensamento, vítima da Inquisição, alvo de um processo por delito de opinião?… Que rancor…
Fazes-me lembrar aquela história (que já toda a gente contou 10 mil vezes, a última das quais acho que foste mesmo tu) do monge que pegou na boazona ao colo para atravessar o rio…
nakata, parte para outra, em vez de ficares a repisar como um bêbado! Não és capaz, pois não? Pois!… Pela leitura do teu comentário, pensa lá: quem é que está a ostracizar quem?
Aqui o teu amigo Maio (sim eu sei que os amigos já não te dizem nada…)…
Pois…
…Ia a dizer mais não sei quê e não sei que mais, mas de repente perguntei-me: porque raio estou aqui a esta hora da noite a perder tempo epistolar com um gajo ressentido que não me aparece quando o convido e nem se dá ao cuidado de telefonar? Deve ser porque sou da “esquerda freak” e voto nuns gajos que têm “opiniões pré-formatadas”…
Margaridaa
no dia 18 de Junho de 2008 às 9:33
Maio, reparei nas horas sim, eh eh, ainda é mais giro quando fica registado!
Fiquei a pensar naquilo que aqui foi escrito, no post e nos comentários. (Quem foi que foi falar para multidões?). Percebo que seja muito atraente de repente ver alguém que te fala directamente aos teus desejos, como uma tábua de salvação.Que esse alguém seja em carne e osso, que se possa ver…Quero dizer que compreendo esse fenómeno.(É por aí que passa o êxito de certas igrejas, não é?)
Mas a mim o que me interessa mais é cada pessoa, e não a multidão.E…referindo-me ao comentário de Xinha, eu percebo que a casa vazia deve doer, mas também estou convencida que , se queremos e nos apetece brincar com os outros, podemos (e devemos ) agarrar na bola, desafiar, agir, o “queres brincar comigo?”, sem estar à espera que nos venham convidar. Eu sei que é difícil fazer amizades novas.(Pelo menos é o que sinto),mas podemos sempre ir ao nosso baú e voltar a olhar para quem lá está, com olhos novos, como se fosse a primeira vez, com a vantagem de não ser.
Dar o primeiro passo, imprimir movimento…ok por vezes não te voltam a atirar a bola, ou atiram-te só em resposta ao teu gesto, mas outras vezes há verdadeiras surpresas, e muito agradáveis…:D
Margaridaa
no dia 18 de Junho de 2008 às 10:16
..eu tinha percebido isto que Maio comenta…e concordo com a reacção se Maio (há tanto tempo e ainda!…)
Quanto à parte dos amigos…não queira deixar de dizer que me sinto muito contente por Nakata ter aceite entrar pata o Bolso.
xinha
no dia 18 de Junho de 2008 às 11:08
Não sei qual é a vossa história. Mas cá para mim, o melhor é encontrarem-se e conversarem. Eh pá, gritem, e discutam se for preciso…mas libertem essa energia…Ou então esqueçam, para sempre…ou melhor ainda, perdoem…
Margaridaa
no dia 18 de Junho de 2008 às 12:12
…continuo a achar muito interessante o que aqui trazes!…
Maio
no dia 18 de Junho de 2008 às 12:30
Grande divulgador de ciência, o Carl Sagan. Em 1969, se a memória me não falha, escreveu um texto que foi discretamente eliminado da sua bibliografia oficial, onde descreveu o quanto a sua actividade intelectual beneficiou do seu hábito de fumar marijuana. De como encontrou na cannabis abertura, sensibilidade e estímulo para pensar em coisas interessantes. Fantástica a passagem em que descreve como estando no banho com uma grande ganza teve que inscrever uma ideia brilhante no sabonete, para que depois não a esquecesse. Estava então a elaborar “Os Dragões do Eden”…
Maio
no dia 18 de Junho de 2008 às 12:39
…e na sequência do post sobre a solidão, cito ainda o Carl Sagan:
«mais vale acender uma vela do que maldizer a escuridão”…
admin
no dia 18 de Junho de 2008 às 12:54
xinha_((( : P
Maio
no dia 18 de Junho de 2008 às 14:27
margaridaa, o gajo que foi ver se enchia o pavilhão Atlântico, foi um tal Bob Proctor, um americano que anda há mais de 40 anos a refinar a melhor maneira de enriquecer enganando o seu semelhante, coisa que parece finalmente ter conseguido, graças a um best-seller da treta chamado “O Segredo”, de que o negócio dele é um mero epifenómeno. Apesar de não haver muitas notícias, parece que o pavilhão não encheu, apesar de ter lá ido um nº indeterminado de papalvos sofredores e ambiciosos que, com bilhetes entre os 30 e os 60 euros, deve ter dado para lhe pagar o cachet de 35.000€. E qual é o espantoso segredo que o gajo vende? O que chamam “a lei da atracção”, que é algo de uma profundidade espantosa: tem pensamentos positivos e só atrairás coisas positivas. É simples e funciona tão bem que até atraiu efectivamente rios de dinheiro para as contas bancárias destes sábios. A “mensagem” é de uma vacuidade total e não difere das mensagens interplanetárias e atlantes de Kryons, Ramthas e cª Lda, ou seja: basta pensar com muita força e espírito positivo, para que as coisas aconteçam, pois o pensamento determina a realidade. O que é surpreendente é que os vendilhões, dantes, tinham “técnicas secretas” e métodos que era preciso pôr em acção para ganhar o céu. Estes fazem a festa com cada vez menos. Até já nem precisam de encenar aquelas cenas patéticas como se vê fazer no youtube a iluminada JZ Knight. Agora, basta-lhes vender… nada! O vazio total. Não há técnicas, nem métodos, nem posições, respirações ou o que quer que seja. Apenas “façam força” para terem pensamentos positivos de forma a atrairem coisas positivas (dinheiro, claro). É isso mesmo que o charlatão vende: a promessa de riqueza sustentada pela crença numa “lei”. Do meu ponto de vista, este é mais um vampiro que, aproveitando a maré de vendas do livro da australiana, não teve que gastar dinheiro em promoção e marketing, apenas aproveitou a credulidade das pessoas que, ao comprarem massivamente o livro, criaram condições para que estes intrujões americanos venham conquistar mercados na Europa (na terra deles há muita concorrência). Por sua vez, ele abrirá caminho a todo um cortejo de pura irracionalidade e estupidez que vale muito dinheiro. É que o tempo passa e há muita gente que vai reparar que não ficou rica como o gajo prometia. Pelo contrário, até, já que a crise mundial é brutal… Na sequência destes “segredos” muita gente virá a ficar frustrada por não ter enriquecido, por não ter realizado as suas ambições e as promessas de vida faustosa e dinheiro a rodos prometida pelo tal Proctor. E essa frustração, cria o pântano ideal onde outros miasmas poderão medrar, vendendo novos produtos espirituais aos pobres ignorantes.
Triste, esta vaga de endarkenment… Triste, sobretudo, a baixa formação e a falta de senso-comum de quem se engana com a pílula dourada destes bandidos. Este chamava-se a si próprio filósofo, mas nunca andou numa universidade. Dizer-se que se é engenheiro ou médico sem ter habilitações dá prisão. Mas “filósofo”… É livre de enganar o povo, e ninguém se chateia. Vê lá tu que já nem é obrigatório ter uma cadeira de Filosofia para entrar para um curso de Ciências Sociais… Quanto mais…
RV
no dia 18 de Junho de 2008 às 15:12
Vocês faze-me rir…Põe-me na mente opiniões, ressentimentos e outras coisas más que nem passaram por ela. E tanto tempo?Quando é que começou ele a contar?Por pouco nem me esquecia da coisa toda, mas por acaso vim cá espreitar e vi a quantidade de comentários que minha boca suscitou… Com estranheza no olhar, reconheço, já que não o esperava nada.Apenas me referi a alguém que supostamente expressa publicamente opiniões, mas que depois filtra as respostas, para aceitar apenas as concordantes… Nada mais… Não carrego nada comigo, nem fiquei “tão sentido”
…E, já agora – sugiro que façam este exercício, please – vejam lá as opiniões que suscitei com isso… Se o que eu escrevi merecia tanta conversa???
Alguns até projectam em mim um rancor que não sinto… (Rancor a propósito de quê? Por que razão?
Realmente…
…E ainda iam dizer mais “não sei quê e não sei que mais”, mas depois arrependem-se… Realmente, ó Maio, não compreendo porque raio perdes o teu tempo com um gajo “ressentido” (palavras tuas que mais parecem uma projecção freudiana de sentimentos que não nutro) a quem os amigos já não dizem nada…
Até fico parvo com a infantilidade de certas coisas… Dizem e dizem muito, mas parvoíces destas, passo.
…E ó Xiinha, não há história nenhuma (digo eu, não é, depois destes comentários, já nem sei bem se há ou não. Pela minha parte não há mas pelo que a outros toca já nada posso dizer e parece, de facto haver!), nem me apetece gritar com ninguém. Parece é haver que queira gritar comigo… Enfim…
As pessoas surpreendem-me sempre.
Sabes, margaridaa, tenho pena que assim seja. Inicialmente tinhas-me dito que, dentro de certas limitações, este era um espaço de liberdade onde se podiam dizer as coisas que quiséssemos, mas parece-me que há quem não goste muito das coisas que eu digo…
Beijinhos a todos e espero que, apesar das minhas idiotices, vocês consigam continuar a divertir-se
Margaridaa
no dia 18 de Junho de 2008 às 15:17
…e não é? (um espaço de liberdade?)A prova está aí, as pessoas dizem (escrevem) o que pensam.Que maior liberdade pode haver?Se não se dissesse nada é que seria mau sinal!!
Margaridaa
no dia 18 de Junho de 2008 às 17:34
Hum, gostei, gostei muito.
Maio
no dia 18 de Junho de 2008 às 19:07
… a arte de sacudir a água do capote e assobiar para o lado… como quem diz:
- “Eu!?????… Nem sei de que é que estão a falar. Pensei lá numa coisa dessas!… Vocês é que me interpretaram mal, seus ingratos mal-intencionados!…”
Ó Maio, que infantilidade!… Que parvoíce! Vê-se logo que é uma projecção! Estás a inventar tudo!”
Estas conversas não me divertem nada, de facto. Mas se insistes, também podes crer que não me calo.
admin
no dia 18 de Junho de 2008 às 19:20
Hei-de ver este filme, quando passar na tv, daqui a um ano…
Este bocadinho sobre o Marley é precioso! E a história do filme parece-me uma metáfora para muitas solidões… quando já não há ninguém… e todos os que antes eram normais se transfiguraram pelo horror da peste e se transformaram numa ameaça mortal…
É bom saber que o último homem gosta de Bob Marley!…
Holof.
no dia 18 de Junho de 2008 às 19:35
Agora dou-me conta que depois de tanto tempo a viver em Espanha onde não se ouve falar inglês que esqueci o pouco que sabia, não consegui acompanhar este post (nem os anteriores)e tenho pena pois parece bem interesante. Vou procurar uma tradução.
Holof.
no dia 18 de Junho de 2008 às 19:37
Este sim, deu para entender. Fixe!!
xinha
no dia 18 de Junho de 2008 às 19:45
sim, este filme é capaz de ser giro
xinha
no dia 18 de Junho de 2008 às 21:24
Esta foto faz-me lembrar um anúncio da Peugeot (acho que era esta marca) com umas joaninhas doidas gemendo e gritando de amor, a achincalharem o carro que balançava de toda as maneiras Um anúncio muito giro que me fazia sempre sorrir e suspirar de inveja. Pelas cambalhotas claro. ((( : P
Eu percebo os velhotes, mas no tempo deles também havia muito mais culpas, e tabus do que hoje. Felizmente a coisa tem se vindo a aligeirar, e ainda bem.
Eu sou franca, estou cada vez mais amoral nestas coisas. Sempre que me apetecer e houver oportunidade, não deixarei de a aproveitar. E seria uma estupidez não o fazer, à luz do que hoje sei e sinto. Há limites, claro, não vou dormir com o tipo da garagem aqui em frente, era um bocado arriscado aqui para a minha reputação na rua, a qual já não é muito boa, para dizer a verdade. Mas já arriscaria com um dos putos do andar de cima que já andam na casa dos trinta e qualquer coisa…Também não gosto da ideia de me meter na vida dum casal. Salvo raras excepções. Há uns tempos tive uma oportunidade e deixei-a cair porque o tipo era casado. Depois percebi que eles até têm uma relação aberta. Mas na altura não sabia e não fui capaz…tive receio de me envolver emocionalmente, sobretudo porque estava muito carente de afecto. Ás vezes é fácil confundir tudo, o sexo, o amor, os afectos…E nestas coisas é preciso estar atento…não misturar…para não criar confusões…Claro que é muito mais compensador quando estas coisas andam todas juntas…mas a não ser possível…bom, venha o que vier…que eu agradeço aos deuses…
Zacarias
no dia 18 de Junho de 2008 às 23:37
Muito interessante.
Carl Sagan foi um dos personagens mais interessantes da Ciência do século XX.
Lembro-me como há largos anos atrás me fascinou a sua série sobre o Cosmos, que gostaria de rever.
Zacarias
no dia 19 de Junho de 2008 às 0:01
Até há algum tempo atrás, quando pensávamos em solidão, imaginávamos algum Robinson Crusoé, abandonado numa ilha deserta.
Hoje, com o crescimento exponencial das grandes cidades, por um lado e o quase desaparecimento de ilhas desertas, por outro , a ideia de solidão é recriada de outra forma e imaginamos um ser emparedado, entre si próprio, no meio de uma multidão distraída, que passa por ele e não o vê.
Será esta solidão ainda pior que a anterior ?
É possível, mas isso até não é o mais importante.
A História deste planeta, mostra inequivocamente, que o ser humano só sobreviveu em grupo … mas também nunca este planeta teve tanta gente como agora …
Combater a solidão e integrar-se e conviver socialmente em qualquer grupo é uma espécie de alimento social, tanto ou mais importante, que o alimento nutricional, que consumimos no dia a dia.
Ser social e conviver em grupo é também um exercício de tolerância, em que se torna necessário democratizar o nosso ego e fazê-lo compreender que ele não é nem mais, nem menos importante do que o de qualquer outro que exista á nossa volta.
Tenho muitos amigos. Preciso deles, das suas palavras, dos seus sorrisos, das suas ideias, tanto quanto preciso do alimento para o almoço.
Se por vicissitudes da vida, perco algum desses amigos pelo caminho, não descanso enquanto não encontro outro, ou outros, que ocupem esse lugar.
É essa a minha filosofia e aceito os meus amigos na sua plenitude, com as suas qualidades, claro, mas também com os seus defeitos, que tem forçosamente que ter.
Por falar nisso, estou com saudades de bater um bom papo, com todos vocês.
Um abraço.
Margaridaa
no dia 19 de Junho de 2008 às 7:44
..como pode alguém ocupar o lugar de outro alguém?…
Cada amigo é único, precioso.Um não é igual a outro, todos tão diferentes!!
Margaridaa
no dia 19 de Junho de 2008 às 9:13
Em complemento àquilo que eu já comentei aqui neste post, (mesmo que provávelmente já ninguém aqui venha), tive vontade de acrescentar o seguinte : aquilo que se diz é baseado nas informações que se tem, que por vezes podem não estar completas.
E se as histórias não forem tão antigas como isso?E se elas se tiverem repetido?E se houver ostracismo, realmente, (mas não por parte do Nakata…)?E se, realmente, onde se diz haver liberdade de expressão, não haja, e os comentários que se faz passem por um filtro?
E se?…
Pronto. Mesmo que mais ninguém leia,os “ses” ficam aqui…
admin
no dia 19 de Junho de 2008 às 10:42
Parabéns Chico!! Muitos parabéns! Mais unm grande abracinho. E que contes muitos, muitos…Apesar da distância tens sido sempre um amigo consistente e em quem posso confiar. ((( : )
bjinhos_xinha
admin
no dia 19 de Junho de 2008 às 10:52
Grande Homem!!!
Um grande grande abraço e votos de que possamos continuar a contá-los juntos!…
Muita água
fontes e cascatas
nascentes e olhos-de-água
com seu doce e trinfante canto
de vida líquida
perene
escorrendo
gotejando
subtil
tranquila
nos contrafortes da montanha
ao sol do meio dia
deixando música nas margens e nos leitos
como no Nilo
no Ganges
e no Mississipi…
Como no reflexo brilhante
de um detalhe
aquático
pequena pedra na margem do Mundo
sonhando a amizade das garças e das cegonhas
dos melros e dos pardais…
E lá longe os olivais
e a planície ondulante
a perder de vista
ao sol abrasador
do mês de Junho
Um grande abraço
Saúde e felicidade!
E tudo de bom!!!
Maio
Abraço
Maio
no dia 19 de Junho de 2008 às 11:45
Bem observado margaridaa, mas então quem tem a informação que permitiria dar uma resposta, hipoteticamente positiva, à tua interrogação “e se…?”. Se o nakata a tem que ponha as cartas na mesa em vez de se auto-vitimar em circunvoluções retóricas pouco transparentes que lançam a suspeição sobre… ninguém em especial a propósito de algo que ele nem sabe de que é que se trata, pois ao que parece – segundo leio (quiçá erroneamente)no post duplicado, ninguém está habilitado para compreender as suas palavras (especialmente eu, claro…).
Pessoalmente, creio que o nakata revela aqui um entendimento deficiente da “partilha” e da “democracia” – da “liberdade para ser diferente” que invoca. Estive a reler uns certos posts num certo blog que morreu no Outuno passado e não retiro uma palavra ao que disse ao nakata a esse propósito, pois é a minha opinião e também tenho direito a ela: que foi malcriado (coisa que, aparentemente – e na minha leitura das suas palavras, o ofendeu). Mas Discordar é uma coisa. Rebaixar o adversário é outra: para assumir a plenitude da primeira não é necessário descer tão baixo no trato com um amigo (?), que, tanto quanto possível, penso eu, deve ser cortês.
Mas o que interessa é que acho francamente positivo que, graças a ti, o nakata esteja aqui connosco. Eu, que sempre gostei dele (e já o disse aqui e ali várias vezes) fico particularmente satisfeito, pois o linhas construiu pontes entre as pessoas concedendo a todos oportunidades iguais – isso é democracia – contribuindo, assim, para que nos tornemos um pouco mais transparentes, o que me parece que é bom para todos e para cada um.
Beijos
Margaridaa
no dia 19 de Junho de 2008 às 17:50
É,concordo com o que aqui escreves, Maio.
Mas sobretudo gosto quando dizes “eu sempre gostei dele”…
Porque sabe tão bem dizer : gosto de ti, ou gosto dele, ou gosto dela.
Eu também gosto de dizer. Por isso não resisto : gosto de ti, gosto do nakata, gosto da xinha …e mais e mais…não é uma lista enorme, mas é uma boa lista, de pessoas de quem gosto!E é bom dizê-lo!
admin
no dia 19 de Junho de 2008 às 20:26
Obrigado malta! Obrigado mesmo!!
Um abração para todos!
RV
no dia 20 de Junho de 2008 às 9:49
Pois… Eu nessas coisas sou conservador (acho eu… porque as vezes em que saí da linha “normalidade”, apesar de inicialmente estar um pouco de pé atrás, curti bastante)… Digamos antes que há coisas que nunca experimentei e que, não obstante, tento ter a mente aberta.
Mas voltando ao que interessa, como vês, um gajo fala em sexo e (para além da parte afectiva, claro) vêem logo à baila palavras como reputação, parece mal, limites, etc. A verdade é que os velhotes de que falamos não são assim tão diferentes de nós como isso…
Beijocas
8 anos se passaram….tão distante no tempo, mas tão perto….entretanto a vida pegou em mim e chamou-me para ser pai de mais dois seres que muito amo e respeito…..é assim…. o robe branco ficou guardado, mas não esquecido…….
sinto alguma relutancia em mostrar estas imagens …quase como se vos pedisse k me mostrassem a vossa lingerie…..ou roupa interior….
lol…….algo muito pessoal k não é propriamentepara mostrar a todos……mas hoje é o solsticio de verão…..a altura de maior luz…a maior celebração do ano…..noite magica…….quem me dera puder dançar á luz da lua com vocês todos…..intocáveis……….sem medos nem apreensões…………
blessed be
ps. parabéns xico..um grande ano p ti……tudo de bom
xinha
no dia 20 de Junho de 2008 às 13:15
Obrigadinho Nakata. Estive a ouvir no site dela as musicas que passam no Jukebox e gostei. Vou já ao rapidshare ver esse CD.
admin
no dia 20 de Junho de 2008 às 13:36
Viva o solstício! Viva o Verão!
Uma óptima ocasião para celebrar a vida, sem dúvida. Com druidas ou sem eles. Vestido de branco ou nu a mergulhar no oceano, que é o que me lembro assim de repente e me faz sempre sentir muito bem com o universo.
Bjinhos_xinha
Maio
no dia 20 de Junho de 2008 às 15:48
Boa Janus!
Saudações!!!…
Salve Mãe Terra
árvores rios e fontes
sombras, clareiras e aves no céu…
Eis o verdadeiro mistério
e a única fonte
capaz
de apaziguar a escuridão
plática
metálica
do sistema trevoso
que a cada momento se insinua no nosso caminho!…
Honremos a terra
o sol
a lua
e as estrelas
a água
o vento
E a tempestade…
Na minha aldeia, a lua cheia incendiou o horizonte com uma claridade fantástica…
E o silêncio balsâmico da noite
evocava ritmos de harpas
trompas
e tambores
e o principe siddartha dormia sorrindo
sereno
tranquilo
entre a memória e a intenção
Como num barco puxado por cisnes
vogando sem destino
Estamos juntos!
A fumar uns petardos sobrenaturais
incandescentes
trovejantes
E a dançar debaixo das estrelas ao som do tambor
à beira do oceano…
bum, bum, bum…
bum, bum, bum, bum…
Yeah man!
Lightning and thunder flash!
Light up the dark
Light and salvation
Light of love!
Bons momentos (eheh…) para todos!
Maio
no dia 20 de Junho de 2008 às 16:00
Boa nakata, bela descoberta!
Também fui ouvir a jukebox e adorei! Folk-blues profundo, muito profundo…
Grande som!!!
Obrigado!
Maio
no dia 20 de Junho de 2008 às 16:02
…e o esquadrão de libélulas?
ó para elas tão marciais!…
Holof.
no dia 20 de Junho de 2008 às 18:44
Magico sim! Um prazer ler estas linhas Janus! Tudo de bom para ti tambem!!
Vocês que andam sempre a reparar nas coincidências, já repararam na hora do meu post, o das 11:11 ?
giro hemm ?! ..só reparei agora
Maio
no dia 20 de Junho de 2008 às 19:41
Boa xinha
Aqui no linhas aconteceram-me três praticamente seguidas. Fora da blogosfera é quase diário e, frequentemente, várias vezes ao dia, quando olho para o relógio…
pimba!
Margaridaa
no dia 20 de Junho de 2008 às 21:27
Sinto-me tocada por celebrar com vocês(ainda que desta maneira, mas o que conta é o espírito), mais uma passagem.
Mais uma vez vos digo a todos “Saravah”.
Margaridaa
no dia 20 de Junho de 2008 às 21:39
Malta
Pois eu fui lá e não consegui por todas a letras na caixinha.(Estou a falar do RS).Tente IE e FF, não consegui. Gostava de saber se alguém conseguiu.
E sim, Nakata, do que ouvi, gostei, eu que gosto imenso de vozes femininas!!..
Holof.
no dia 20 de Junho de 2008 às 21:57
Margaridaa, se é do link do rapidshare que estás a falar, eu baixei sem problemas e não tive que pôr letras em nenhuma caixa. Estou a ouvir agora mesmo, bom som!
Margaridaa
no dia 21 de Junho de 2008 às 9:23
Obrigada, Holof. Pois, há uns momentos melhores que outros para o RS.Hoje de manhã consegui sem problemas (e sem letras!)
Margaridaa
no dia 21 de Junho de 2008 às 9:51
Lindo!
Margaridaa
no dia 21 de Junho de 2008 às 9:59
Xinha, quando isso começa a acontecer, é constante, eu e Maio podemos afirmar isso!(Mas é tão giro…!)
Margaridaa
no dia 21 de Junho de 2008 às 19:34
Aquilo que passa deixa sempre a nostalgia do que já não se pode ter
Mas é no que é
E no que vem
Que se concretizam os desejos
xinha
no dia 21 de Junho de 2008 às 21:57
Que bom, que felicidade o Verão… Gosto sobretudo dos passeios…de poder andar na serra, de escutar as abelhas a zumbirem, os gritos de alerta dos pássaros quando me sentem próximo, demasiado próximo, de encher completamente os pulmões de ar e de cheiros, e o Flash doido, com os cheiros que eu não sinto e desconheço, perseguindo pistas, e carreiros invisíveis…Adoro estes passeios, fico inebriada do verde, e da paisagem, e depois o bem que me faz deixar-me ir…perder-me dos meus pensamentos…E além do verde há o mar, mais precisamente os banhos, a agua fresca mas não fria, a pele a cheirar a algas e sal o dia todo, a areia perto, quentinha e macia…e poder ficar ali estendida, sem tempo, a ver o céu…esquecida de mim…Ah, o Verão não é óptimo, é maravilhoso…
xinha
no dia 21 de Junho de 2008 às 22:00
Ah, já conhecia este site. Muito giro, e excelente design.
Holof.
no dia 22 de Junho de 2008 às 9:40
Curioso! E há muito que ver! Pena que o firefox não me deixou abrir a animação… Vou tentar no IE
MARTUSMAYER
no dia 22 de Junho de 2008 às 17:17
Podemos sempre dizer quem toca, se alguém quiser saber…
(Apostamos que ninguém quer saber, eh eh!…)
Holof.
no dia 22 de Junho de 2008 às 17:53
Sempre há alguem que quer saber. Por outro lado tambem é fixe não saber, assim não somos influenciados pelo nome do artista… Bom som!!
Maio
no dia 22 de Junho de 2008 às 20:07
Saber é sempre bom, mas eu nem arrisco previsões nestes domínios electroacústicos…
1ª Larguei logo uma estrondosa gargalhada (hã?…) – o delírio consistente que, afinal, harmoniza bem com o bop (hã?)…
2º melodiazinha irritante (jazz is not dead, it just smells funny, hã?…)
3º aqui tudo se compõe e, para mim (hã?…), começa a ter espessura interessante…
Saudações Martus Mayer
Looking forward to hear you next sunday!!!
xinha
no dia 22 de Junho de 2008 às 22:24
Huumm…(de saboroso), este é sem dúvida, dos teu posts, o que mais apreciei. E achei tão fixe que vou voltar a ouvi-lo amanhã bem alto, quando me sentar a aqui a bulir, pela manhãzinha. Gosto deste jazz, e mais ainda quando é ao vivo.
Bem, eu acho que podias dizer quem toca, acho simpático…porquê não o fazer ?
Margaridaa
no dia 23 de Junho de 2008 às 10:54
Vinícios de Moraes sempre soube utilizar bem as palavras (e cantá-las!)
Margaridaa
no dia 24 de Junho de 2008 às 7:22
Nada feito! O vídeo deve ter sido retirado!Oh!
Holof.
no dia 24 de Junho de 2008 às 7:56
Pois é, o video já não está. Será parte da encenação?
Margaridaa, eu também não resistiria a este tema e a esta animação! É F-A-B-U-L-O-S-O… Do melhor que ouvi dela. Vem no album de 2006 (que gostei mais do que do de 2003)
Maio
no dia 24 de Junho de 2008 às 9:39
… esqueci-me de dizer que o bom gosto do Holof, revelado nestas descobertas, é uma verdadeira fonte de beleza e prazer para os nossos ouvidos!
Obrigado holof!!!
Maio
no dia 24 de Junho de 2008 às 9:49
dizes bem holof, encenação!…
Pela luz dos nossos olhos, até ao momento, e após décadas de fantasia, os “extraterrestres” não são mais do que um produto da indómita imaginação criadora dos povos – muito em particular, daqueles que tanta esperança depositaram na tecnociência que foram ao ponto de a perverterem e usarem para fins que são conhecidos por quem investiga a sociologia da coisa. Se repararem bem, alguém, ou algum grupo, pode sempre afirmar a sua superioridade e ser detentor de “conhecimentos” e “segredos” que só a ele(s) foram revelados (porque têm a mania de serem muito melhores que os outros gajos todos…). Os propósitos são obscuros, mas geralmente – para além dos aspectos ligados à megalomania, ao engrandecimento pessoal, e a um ego e vaidade desmesuradas, há também a extorsão, a chantagem e todo o cortejo de irracionalidades próprios de quem faz do proselitismo o seu modo de se afirmar perante os incautos, potenciais “discípulos”, tristemente manipulados…
Cuidado com essa gente dos ovnis. Já conheci alguns que são perigosos.
Maio
no dia 24 de Junho de 2008 às 9:51
let’s dance to the music
Margaridaa
no dia 24 de Junho de 2008 às 10:35
…pois é, Maio.Junto-me a ti para dizer : Obrigada, Holof!!!
E, só para saberes, o link do álbum de 2006 já não é viável.Oh!Pena!
Maio
no dia 24 de Junho de 2008 às 11:17
margaridaa, acabei de experimentar e está operacional…
Pois é…já lá fui ver e o link fugiu, estranho! as testemunhas, quase todas idóneas, estavam todas devidamente identificadas, os cargos, os anos, os locais, institutos por onde tinham passado, etc…E os relatos,dos mais variados, iam desde avistamentos e controladores de trafego aéreo, a casos de desactivação de misseis por grupos de dezenas de ovnis. Além da denúncia de muita obrigação de segredo por parte das autoridades investigadoras, e do Estado. Pessoal, fiquei excitadíssima, e não me parecia filme…Enfim…a ser verdade…há-de vir ao de cima…mais cedo ou mais tarde
bjinhos
xinha
no dia 24 de Junho de 2008 às 12:24
Muito bonito! Eu quando ouvi pela 1ª vez tb fiquei tonta pela beleza, pela poesia… Os primeiros acordes parecem um lamento, quase o principio dum fado, que depois se desenvolvem noutra direcção…delicioso. E a animação, bem…tb é do melhor…
Maio
no dia 24 de Junho de 2008 às 13:25
X-inha, compreendo a tua excitação, mas…the truth is out there, hehe…
Margaridaa
no dia 24 de Junho de 2008 às 16:30
Tens razão, Maio, este último link está ok, mas parece-me que não é o mesmo que puseste no Z.
(e…thanks again!)
margaridaa, diz alto e muito depressa:
tapouc fal
tapouc fal
tapouc fal
tapouc fal
tapouc fal
tapouc fal
tapouc fal
tapouc fal
(lol)…
beijos
Janus
no dia 25 de Junho de 2008 às 11:58
pois………..eu conheço isto…
hehehe…….
em 2001 só passou no euronews ……em mais lado nenhum….nem rádios nem televisão…sóno euronews…………eu vi por “acaso”………..á noite disse ao meu irmão para ver.mas já não deram a noticia……….
só não vê kem não ker ver……
estão cá desde sempre……
os judeus sabem toda a história…….pk eles realmente foram apadrinhados por alguns cavaleiros das nuvens……….
hehehe…………
xinha
no dia 25 de Junho de 2008 às 12:00
((( : )
admin
no dia 25 de Junho de 2008 às 13:34
Irmão Terráqueo
só não vê quem não quer ver?…
Esta agora é que foi… oftalmológica!?… Ah manganão, essa foi boa! É que em terra de cegos quem tem um olho é rei…
Já não me lembro se vi esse episódio de 2001, ou se estava a ver a Sofia Aparício noutro canal, ou se estava ausente na minha nave movida a energia do ponto zero à esquerda (estava sim, a planear evitar que fosse para a direita, juntamente com a espécie 57, que são verdes e têm antenas na testa, coisas que não podem ainda ser reveladas pois são segredos importantíssimos para o futuro da espécie humana…), mas eu é só querer e vejo logo, charutos e pratos de sopa (alguns parecem-se mais com tofu fatiado), para além de que costumo conversar frequentemente com os comandantes Adoniesis e Ashtar Sheran, da frota galáctica, que me disseram recentemente, também, que o Rael é que vai fazer o golpe do dinheirão das patentes e que o Kryon do campo magnético é, na verdade, o S. Judas Tadeu disfarçado de camafeu e convencido que é o Orfeu, meu…
Paz e dinheirinho para o bife (de seitan, preferencialmente)
Melkizedec o Iluminado
admin
no dia 25 de Junho de 2008 às 13:45
…Ah, então são os judeus que são muito melhores que os outros gajos todos?… Que foram apadrinhados pelos cavaleiros do céu? Que insulto ao povo mártir da Palestina! A ver se esses extraterrestres resolvem de vez o problema do livre-arbítrio e se mandam os afilhados acabar com o tormento de quem vive nos imensos campos de concentração sionistas…
Melkizedec, o galáctico
Margaridaa
no dia 25 de Junho de 2008 às 17:00
Lindo!
Que vontade de me passear aí, também!…
Holof.
no dia 25 de Junho de 2008 às 19:33
Gulbenkian….saudades…
xinha
no dia 25 de Junho de 2008 às 20:10
É verdade que há alguma provocação na afirmação ’só não vê kem não ker ver’, ó Janus. Olha, eu nunca vi nenhum ET. Já vi OVNIS, mas ETs, never. E também não acredito se não vir. Mas também não vou botar discurso sobre as razões desse facto. Acerca das m. experiências ou das dos outros, porque isso só traz mal-estar, e pretende criar e marcar diferenças que não existem. Se houver algum fundo de verdade nessa história, como em tudo, ela há-de vir ao de cima, até lá só podemos especular.
E tu ó Melkizedec, és mauzinho, ou andas a treinar ?
xinha
no dia 25 de Junho de 2008 às 20:16
Já sabia deste evento. Tenho que ir espreitar, ver ‘in loco’. Para a semana acho que tenho um concerto no auditório ao ar livre e vou aproveitar para ver de perto estes telões.Obrigadinho pelas fotos. ((( : )
admin
no dia 26 de Junho de 2008 às 0:26
Se eu fosse mau nunca teria ido a bordo da nave do Ashtar Sheran e do Adoniesis para aprender a lei do universo. A maior verdade de todos os tempos foi-me transmitada na quadragésima sexta iniciação solar a bordo de uma nave a sobrevoar as pistas de Nazca, pelo colégio dos mestres ascensionados do fogo violeta: eu sou o eu sou – este é o maior segredo, e logo a seguir vem a lei da atracção que revelei a uma senhoira australiana e que vai elevar a frequência vibratória do corpo etérico da Terra e, assim, ao desviarmos o meteorito que vinha quase a colidir com o planeta, estamos a limpar o karma e a energizar os neurónios das zonas desconhecidas do cérebro… Mas nada mais pode ser dito de momento, pois estes são segredos apenas para os iniciados indigo-cristal de Alcobaça, como eu, o detentor do sagrado penacho cósmico e mestre absoluto do umbigo da terra e de todas as Atlântidas. O único treino que faço é nos jogos da selecção de Alpha do Centauro, pois na época passada ganhámos contra a Lemúria no hiperespaço. Graças a esta pontuação, o mistério do armazém nove de Roswell e o papel da frota galáctica na condução dos assuntos de estado no pentágono, vai finalmente ser revelada. Nada disto seria possível, claro, sem os meus colegas iniciados da Grande Fraternidade Branca, de cuja manifestação atesta a minha presença hologramática no ciberespaço.
Paz e dinheirinho para o tofu!
Melkizedec, o extraterrestre estupendo (versão astral materializada na consciência de Melkizedec o galáctico e de Melkizedec, o iniciado do eu sou o eu sou que diz que diz que deu que diz que diz que dá, Lemúria na bola não deu (orfeu o camafeu), Lemúria na bola não dá, só um geladinho da olá, daqueles novos cheios de chocolate…
mham, mnham, mnham…
xinha
no dia 26 de Junho de 2008 às 10:24
((( : P
Margaridaa
no dia 26 de Junho de 2008 às 10:53
Holof, obrigada pelo link!
Margaridaa
no dia 26 de Junho de 2008 às 11:10
…e agora que já ouvi tudo, (dois álbuns e um ep), penso que o clip primeiro, Green Grass, foi o mais bem escolhido como primeiro encontro. A música de Cibelle é toda de qualidade, mas é aquela música e a animação, que produz o “clic” que eu senti , e ao que parece não fui a única a sentir!Bem escolhido!!
Portiir
no dia 26 de Junho de 2008 às 11:42
Pela luz dos olhos teus
Vinicius de Moraes
Quando a luz dos olhos meus
E a luz dos olhos teus
Resolvem se encontrar
Ai, que bom que isso é, meu Deus
Que frio que me dá
O encontro desse olhar
Mas se a luz dos olhos teus
Resiste aos olhos meus
Só pra me provocar
Meu amor, juro por Deus
Me sinto incendiar
Meu amor, juro por Deus
Que a luz dos olhos meus
Já não pode esperar
Quero a luz dos olhos meus
Na luz dos olhos teus
Sem mais larirurá
Pela luz dos olhos teus
Eu acho, meu amor
E só se pode achar
Que a luz dos olhos meus
Precisa se casar
Bingo margaridaa!!!
Se me permites, faço minhas as tuas palavras!!!
Já ouviste aquelas pérolas do Shivkumar Sharma (santoor) com o Hariprasad Chaurasia (flauta)? É muito, muito bom!…
Maio
no dia 26 de Junho de 2008 às 12:52
Que giro!!! Até quando vai estar assim? A minha filha vai adorar!…
Margaridaa
no dia 26 de Junho de 2008 às 13:47
…e, a quem isso interesse, à hora a que publico este post, o vídeo que a Xinha queria mostrar encontra-se disponível, até fiz o download via Keepvideo, antes que volte a desaparecer!!!
Maio
no dia 26 de Junho de 2008 às 16:58
ESCURIDÃO – fascinante, esta literatura do século XIX. As fraudes do espiritismo, felizmente, tornaram-se sobejamente conhecidas. Quem será a pessoa de bom senso, hoje, que acredita que a alminha de um suposto druída Kardec ditou lá do além estas páginas ao sr Leon Hyppolyte? Na verdade, ele foi o iniciador da vaga que possibilita agora o disparate dos channellers (que é uma versão reciclada de um produto velho que já ninguém compra)
MAIS ESCURIDÃO – Ah… o disclosure project… Pura fantasia. Acreditam em coisas acerca das quais não têm uma única prova, daí que continuo a achar mais piada ao projecto Alexandra Solnado: pergunte que o céu responde, com vários cursos que ela vende a pedido de Jesus.
Margaridaa
no dia 26 de Junho de 2008 às 17:00
Eu acredito.(Mas não te quero convencer de nada!)
admin
no dia 26 de Junho de 2008 às 17:37
margaridaa, um verdadeiro iniciado não diz “taxa vibratória”. Se fazes favor aprendes comigo que sou um grande iniciado nos mistérios templários de Shamballa e dizes “frequência vibratória”!… Mas… Oh… Ooooooohhhhh… – Acabo de receber uma comunicação da nave de comando e… eu, o holograma galáctico do eu sou o eu sou, aconselho-te a não revelares esses segredos, pois os profanos não estão preparados para a verdade e não te compreenderão, podendo usar mal esses conhecimentos, podendo até avariar a máquina de limpar o karma planetário.
Melkizedec o canalizador celeste
admin
no dia 26 de Junho de 2008 às 17:38
Acreditas na Alexandra Solnado?
Margaridaa
no dia 26 de Junho de 2008 às 18:32
Sabes, Maio, (ou Melkizedec), eu tenho uma enorme admiração por ti e por tudo o que sabes , já to disse várias vezes. Mas há certos assuntos em que ficas rígido, pouco flexível, metes tudo no mesmo saco e acabou-se. Não é o tu teres uma opinião diferente da minha. Isso é claro, e não serás só tu, mas é a minha maneira de ver, e tal como eu disse no princípio do post, acho interessante conhecer formas de pensar diferentes. Mas a maneira como reages, parece a de certos políticos em campanha eleitoral, em que criticam a actuação dos adversários, mas não apresentam nada seu.
Quero eu dizer com isto : tenho reparado que a tua crítica é destrutiva, mas não apresentas nenhuma perspectiva tua. Humorizas com o Melkizedec, mas ficamos sem saber o que pensas tu. Poderias por exemplo dizer : não acredito em mais nada do que nesta vida, morro e pronto! Aí, ok, era o teu ponto de vista.Mas assim não…Parecemos o mundo, cada um certo de que está certo!!!e muito fechado na sua casca!!!
.. e ainda, obrigada pela correcção, frequência vibratória, certo!
…e…não conheço Alexandra Solnado!…Conheço o pai, grande humorista do seu tempo!
xinha
no dia 26 de Junho de 2008 às 20:43
Margaridaa: tiraste a m. frase do contexto, falta aqui alguma coisa para se perceber melhor o que eu quis dizer. Uma coisa é ter opiniões, e todas as opiniões são válidas e merecem alguma atenção. Outra é botar discurso sobre as razões porque cada um tem as suas experiências. E naquele contexto, havia nitidamente uma posição de que, quem não vive determinadas tipo de experiências é porque tem limitações…ou não está preparado para as viver… A afirmação do Janus, era classificativa quanto às capacidades dos outros. Pretendia marcar diferenças, que só ele vê. Se uma pessoa se quer sentir mais alguma coisa que as outras porque passou ou viveu certas experiências, é livre de o fazer, mas está a criar um ambiente de desigualdade, e desconforto à sua volta que é desnecessário e não traz benefício a ninguém. Vou explicar melhor com um exemplo simples: se eu puder ver alguma coisa que outros, cegos, não vêem, não faz muito sentido eu dizer-lhes que eles não vêem porque não podem, pois não? É como se eu estivesse a insistir e a marcar bem a incapacidade deles, a posição deles em relação à minha. Não é simpático, não é amoroso, é desnecessário. (embora nalgumas situações dê jeito, seja tentador e saiba bem). E isto para não falar da possibilidade de eu própria estar completamente chalupa e enganada acerca de mim própria, o que é outra questão engraçada.
Quanto ás possibilidades de ver ou não certas coisas. Será que isso é importante? Se eu puder usar isso para benefício de todos, ok fixe, de resto o melhor é estar calada. É verdade que à medida que se desenvolvem determinados sentidos se vai percepcionando o mundo de forma diferente. Isso é um facto. Posso desenvolver a audição, e isso traz-me um retorno. Mas escutar mais sons, ou ver mais cores, não me traz nenhum ascendente sobre quem quer que seja, antes pelo contrário, só me ajuda a perceber o quanto todos somos e fazemos parte da mesma matéria. Por isso não faz sentido, andar para aí a dizer, olha eu já vivi isto, tu não, oh tadinho deve ser porque ainda não estás preparado, etc. Isso é pura vaidade, e como todos sabemos, quem vê brilho não vê corações.
admin
no dia 26 de Junho de 2008 às 21:05
…e para rematar: qual é o vaidoso que não resiste a uma provocaçãozita quanto às suas capacidades? Não sei se estão a ver…é que este tipo de argumentos, acaba por arrastar outros da mesma espécie…puro devaneio…às vezes sabe bem..mas hhhh…vou ver as noticias
admin
no dia 26 de Junho de 2008 às 21:07
o post anterior era meu
xinha_ ((( : P
Janus
no dia 27 de Junho de 2008 às 0:18
É pá maio não sejas tão setembro…
relax bro…
catch a fire…
Margaridaa
no dia 27 de Junho de 2008 às 7:18
Concordo com o que disseste, Xinha, mas…continuo a achar que se deve falar dos seus pontos de vista, mesmo que os seus pontos de vista sejam diferentes do resto das pessoas.É dentro desse meu ponto de vista que tive vontade de expor o que penso sobre a pluralidade dos mundos, mesmo que tenha consciência que esta minha visão não seja partilhada pela maioria.
xinha
no dia 27 de Junho de 2008 às 10:52
Partilhar sim, inteiramente de acordo. mas fazer juizos de valor e classificações comporta sempre riscos.
Maio
no dia 27 de Junho de 2008 às 11:52
«O Projecto Alexandra Solnado – Terapia da Alma é um projecto espiritual com uma forte vertente terapêutica. Tudo começou quando Alexandra Solnado viu Jesus pela primeira vez, em 28 de Março de 2002 e começou a escrever as mensagens que Ele passou a ditar a 1 de Setembro do mesmo ano.
Em Este Jesus Cristo que vos Fala – Livro 1, Jesus ditou, entre outras mensagens, um Curso denominado “Como se conectar com o céu sem deixar de andar por aqui…”. (…) Há uns anos, Alexandra Solnado passou por uma situação de enorme desespero, não lhe restando outra possibilidade senão confiar e entregar ao céu o destino desse caso tão delicado. A partir desse momento, o Universo começou a conspirar a seu favor. (…) Nunca imaginara que Jesus Cristo pudesse aparecer. Era tudo muito novo. Alexandra viu Jesus Cristo pela primeira vez a 28 de Março de 2002 e começou a escrever as suas mensagens a 1 de Setembro do mesmo ano»
in http://www.alexandrasolnado.com/index.html
Maio, belíssimas imagens no livro do Hubble.Este é um assunto que também me interessa muito, o espaço.Thanks!
Quanto à Alexandra Solnado, já fui ver ao site, mas não com muita atenção. Mas a ideia da conversa com Deus não é original.Em 1995 Neale Donald Walsh escreveu “Conversas com Deus”, partindo do mesmo princípio.São três livros , dos quais li dois. Há uma teoria que diz que temos o “eu profundo”, o que sabe mais que o eu que está mais à tona. É sob essa luz que gosto de ler o que é escrito, e no que toca a estes livros, gostei de ler.
Maio
no dia 28 de Junho de 2008 às 1:42
margaridaa
chalaças à parte, o “Princípio da Pluralidade dos Mundos” tem um notável potencial de beleza poética. Tal como o Genesis ou o Apocalipse de S. João, entre tantos outros produtos daquilo que a humanidade tem de mais precioso – a sua imaginação criadora. Precioso, mas também perigoso. O problema começa quando as pessoas lêem estes textos como se fossem livros de História ou quando acreditam que contêm uma verdade independente de quaisquer factos objectivos. Aí perde-se a beleza mito-poética e forma-se a tal peçonha de que te falava noutro dia. Quando era miúdo, ainda achava que valia a pena argumentar com as Testemunhas de Jeová que me batiam à porta – e fi-lo muitas vezes. É claro que se eles acreditam que o mundo foi criado há 6400 anos por uma entidade a que chamam Jeová-Deus, que criou também o casal Adão e Eva, de quem descende toda a humanidade, de nada serve tentar explicar que estão enganados (a mim, pelo menos, parece-me óbvio e do mais elementar bom senso que estão enganados…). Creio que só um tótó acredita que Jesus pediu à Alexandra Solnado para vender um curso de… “Como se conectar com o céu sem deixar de andar por aqui”. Esta gente não é séria. E, infelizmente, há bué de tótós. O problema complica-se quando o que está em causa são crenças aparentemente plausíveis disseminadas em círculos que me poderão ser mais próximos, como por exemplo a crença na astrologia, na vida depois da morte, ou em extraterrestres e discos voadores. Parece-me bastante redutor achar que os meus amigos (e mais não sei quantos milhões de pessoas) são tótós. Acredito, ao contrário, que a verdade os libertará. Acalento, portanto, a esperança de que, no tempo que lhes resta até ao momento de regressarem às cinzas, ou à terra, possam encontrar na sua própria experiência, a luz do espírito claro e do coração puro que os liberte das grilhetas destas crenças que reputo como vãs e enganadoras e, infelizmente, em muitos casos, perigosas e desonestas. Penso muitas vezes nisto e, quando me confronto com a realidade, com o peso da omnipresença da peçonha, sei que a minha esperança é também ela vã. Mas de uma coisa tenho a certeza: no momento derradeiro, serão – seremos todos – iluminados pela verdade da cessação do ser. Para muitos, feliz ou infelizmente – ninguém sabe – esse instante iluminado será muito curto e não haverá tempo sequer para pedir, como Goethe, “mais luz”, nem tampouco para lamentar a brevidade desse relance. Na maior parte dos casos, nem há tempo sequer para perceber o que está a acontecer na fugaz eternidade desse instante.
«… De nada pode valer-te esse futuro sonho. Cercam-te ainda os homens que seguiram pela floresta o rasto que deixaste, furtivo e pardo na penumbra última»
(J.L. Borges – “Um Lobo”)
AQUI CHEGAMOS AO LIMITE DO COGNOSCÌVEL, AO REBORDO DO MUNDO… E AGARRADO AO TRONCO DE UMA ÁRVORE ALCANDORADA SOBRE O ABISMO (UM DAMASQUEIRO EM FLOR), CHUANG TZU TRINCOU UM FRUTO SUMARENTO ANTES DE SE PRECIPITAR NO ESPAÇO, EM QUEDA LIVRE
Maio, isto das crenças é pano para muitas mangas e não acredito que leve a algum lugar discutir as diferenças. A minha leitura é que assim como uns acreditam, outros não acreditam. (Estando aqui concretamente eu, que acredito e tu que não acreditas.)
Respeito a tua maneira de ver, mas…chamar totós aos que acreditam é ir pelo mesmo caminho que os fanáticos religiosos que querem à viva força levar todo o resto do mundo pelo seu caminho.(E as guerras que se fizeram e fazem por causa disso, a última que me estou a lembrar foi aquela das caricaturas a Maomé).As certezas são de cada um, desde que não interfiram com a liberdade do outro. Afinal a tua certeza é tão provável como as outras certezas.
Tolerância com a diferença!Liberdade, (mas não só para os que compartilham os mesmos pontos de vista, que aí sim, é fácil ser tolerante!)
xinha
no dia 28 de Junho de 2008 às 13:15
…eu tb acredito, como o Maio, que é a partir da experiência pessoal que devemos encontrar meios e formas para alcançar a liberdade/felicidade, mas, reparem, a Solnado tb pode dizer o mesmo. Teve umas visões e pronto…ficou maravilhada com isso…
Ainda ontem a propósito destas conversas, sonhei que andava numa missão qualquer com umas criaturas, umas humanas, umas espaciais. Havia uma que mais parecia um daqueles dinossauros dos Flinstones, tão a ver, com um focinho engraçado e orelhas minúsculas no alto da cabeça, não era deste planeta de certeza. Éramos todos amigos, mas quando acordei a meio da noite, senti-me assustada, parecia real, e percebi que não me sentia muito à vontade para lidar com aquela diferenças de focinhos. Bem, adiante…eu podia analisar isto de muitas maneiras, e uma hipótese era: bem, os ET’s andam de facto por aí, e esta noite estive com eles, que é uma forma de eles comunicarem com a malta sem criar muitas ondas. Agora imaginem eu a apregoar isto aos sete ventos, e a criar escolas, e filosofias sobre o assunto. E se houver promessa de felicidade no assunto, até posso ter sucesso no empreendimento, e ganhar umas massas. É isto que o Maio detesta, sobretudo porque acredita que todos possam ser desonestos. Eu acho que não, alguns estão tão convictos do que doutrinam, que nem se percebem que podem estar-se a enganar a eles mesmos. Mas isso não me faz confusão…cada um corre para o que lhe apetece… e não posso considerá-los tolos por aquilo que viveram, ou passaram…como poderia fazê-lo?
Eu acho que todos temos crenças, e não é isso que faz de nós totós. É mais o que fazemos com elas que pode fazer de nós ou dos outros totós. O que dizemos…a quem dizemos…a importância que lhes damos…
Bjinhos
Maio
no dia 28 de Junho de 2008 às 13:16
Acerca de…
Os tótós e a tolerância pela diferença… e… as certezas de cada um desde que não interfiram com a liberdade do outro:
Tudo depende do nosso entendimento daquilo que é interferência. O elevado número de tótós que entregam o seu dinheiro aos inúmeros bruxos que anunciam nos jornais leva à necessidade de mudar as leis, pois as vítimas queixam-se de extorsão, depois de constatarem que não houve nenhuma magia para resolver os seus problemas. Tótós ou ingénuos, é óbvio que foram enganados.
Quando há gente que, a coberto da ciência (como as “psicólogas” que fazem incidir a sua peçonha sobre as crianças e que vendem terapia galáctica e outras baboseiras que tais…) divulga crenças que, como atestam inúmeros estudos de caso, se revelam prejudiciais às pessoas (desde logo porque impede o pensamento crítico e as torna mais estúpidas e dependentes dos caprichos de quem ganha o pão à custa da ignorância e da ingenuidade alheias), então, eu acho que há interferência.
Penso que devemos ser absolutamente intolerantes com a intolerância. A democracia não deve tolerar, por exemplo, as demonstrações públicas de ódio racial, religioso, etc. Em termos muito práticos, penso que nenhum de nós entregaria a saúde ou a educação de um filho a esta gente.
Um médico, por exemplo, trata-te em função de um conhecimento que apresenta um grau de fiabilidade bastante razoável, porque há procedimentos que o bom senso partilhado determina, com base em pesquisa, experimentação, etc. Se o meu filho tem uma pneumonia não precisa de bolinhas de açucar, defumadouros ou passes magnéticos. Teoricamente. é para isto que serve a educação. A peçonha, defendo eu, não deve ser ensinada. Se há gente que se deixa morrer porque Jeová-deus proibe um acto médico banal como uma transfusão de sangue, não as podemos impedir de morrer, a não ser que seja o nosso filho. Por isso, eu não quero essa gente à minha volta, nas ruas a espalharem a sua peçonha. E este exemplo é extensivo a muitos outros tipos de peçonha.
xinha
no dia 28 de Junho de 2008 às 20:38
Tão giro! a personagem é amorosa!…e as expressões estão tão bem conseguidas que a empatia é imediata.
Holof.
no dia 28 de Junho de 2008 às 21:37
Bem giro, sim! Gostei! Bixar?? Não era Pixar?…
Holof.
no dia 28 de Junho de 2008 às 21:38
??????????!…
Margaridaa
no dia 28 de Junho de 2008 às 22:38
…e de facto, fez-me sorrir!
Margaridaa
no dia 28 de Junho de 2008 às 22:40
Bixar pelo que eu percebi é uma espécie de finta para não chamar a atenção, eh eh!
Margaridaa
no dia 28 de Junho de 2008 às 22:45
Fico a pensar que não conheces.São de facto muito especiais, os Ena pá 2000, ou os irmãos catita. Se não conheceres , quando ouves pela primeira vez…é a surpresa!A letra é um bocadinho “hard”, mas eles são uns curtidos. O vocalista candidatou-se à presidência em 2001, e só para tu veres , vou postar o clip,(só o primeiro, tem muitos…) que estive a ver com o T. no outro dia.
Margaridaa
no dia 28 de Junho de 2008 às 22:53
Estive a ver este clip com o T. e fartámo-nos de rir. Achei digno de ser aqui mostrado!
Holof.
no dia 29 de Junho de 2008 às 9:12
Ahahaha!! Todas as campanhas deviam ter um candidato assim, são tão xatas…
Margaridaa
no dia 29 de Junho de 2008 às 11:15
Maio
Podia deixar assim , que a conversa já vai longa.Mas este último comentário teu confirmou-me a impressão que tinha : sabes, quando algo corre mal entre um casal, por exemplo se é o homem que falha, a parte lesada fica a falar mal de todos os homens da terra. Assim me parece que é o que tu fazes. Certo, há charlatões, a peçonha, como tu lhes chamas, mas isso existe em todos os domínios. E depois há a parte do dinheiro, é verdade que só tens acesso a certos campos se tiveres dinheiro. Mas isso não quer dizer que a essência das coisas não exista . E acho francamente mau e limitador juntares tudo e considerares tudo igual. Há casos e casos.
Margaridaa
no dia 29 de Junho de 2008 às 11:21
Ontem fiquei cheia de curiosidade , mas só agora pude ouvir.Gostei da versão “freedom”, mas do que eu gostei mesmo foi da letra da primeira música, linda!(Fez-me lembrar um pouco David Sylvian,temos sempre tendência a comparar com o que já conhecemos!)
Gostei!
Margaridaa
no dia 29 de Junho de 2008 às 11:23
…olha, ainda não tinha reparado que vem mesmo a dizer “bixar” dentro do filminho…estranho…!
xinha
no dia 30 de Junho de 2008 às 0:05
Este bocadinho soube-me muito bem. Hoje, e a esta hora, estava a precisar de um som assim… ‘cool’, não muito trepidante, onde pudesse repousar o espírito…Merci, estes Sound of Sunday tem sido deliciosos!
Maio
no dia 30 de Junho de 2008 às 0:55
…e muito variados!…
…mas eu votava pela indicação do nome dos artistas!
Saudações ao grande Martus Mayer!
Holof.
no dia 30 de Junho de 2008 às 0:57
De acordo com a xinha, uma delicia!
Para despegar…
Muito bom o terceiro tema!!
admin
no dia 30 de Junho de 2008 às 10:31
mais um gif divertido…e colorido
((( : ) xinha
Holof.
no dia 30 de Junho de 2008 às 19:12
Parecem as padeirinhas do forno de lenha da rua dos soeiros, uma delicia!
xinha
no dia 30 de Junho de 2008 às 19:12
Eheh…viva o pãozinho fresco! E este das fotos tem mesmo bom aspecto…mhamm..mhamm..
Nada melhor que o nosso pão, feito na hora. Com as misturas de farinha e a quantidade de sal que gostamos.
Nunca mais fiz…e agora se fizesse, as primeiras vezes seriam experimentais, pois já nem sei a quantidade de fermento (natural – farinha fermentada) que teria que usar. Já lá vão mais de 20 anos para aí…Quem viveu na Arrábida deve-se lembrar do nosso maravilhoso pãozito acabado de fazer no forno a lenha. Dia de pão era sempre dia de festa…
E tu não fazes misturas, com passas, e nozes, ou assim…?
Maio
no dia 1 de Julho de 2008 às 9:45
mnhaam, mnhaaam, mnhaaaam..
Maio
no dia 1 de Julho de 2008 às 9:49
Um artista, o dardna, hein?
Parabéns
xinha
no dia 1 de Julho de 2008 às 11:11
Ena..Holof. parece que ontem postamos à mesma hora , mesmo minuto… grande pontaria, as sincronias andam aí…
xinha
no dia 1 de Julho de 2008 às 11:20
A ideia é boa, sobretudo porque não conheço o género em português-português.
Maio
no dia 1 de Julho de 2008 às 11:41
ó xinha, e ainda por cima às 11:11!… Bem visto, sim senhora!…
Margaridaa
no dia 1 de Julho de 2008 às 17:04
…e vocês não viram tudo : o post seguiu ás 15.51!!!
xinha
no dia 1 de Julho de 2008 às 21:16
…eheh, estamos todos em sintonia ((( : )
Holof.
no dia 2 de Julho de 2008 às 1:36
Curiosas imagens sim senhor! Boa!!
Portiir
no dia 3 de Julho de 2008 às 10:06
Ola Margaridaa
Mando-te este link e, outra vez, não o ouvi…mas espero que seja o que eu penso http://www.youtube.com/watch?v=lGjhFk4f8W0
Logo que possa vou verificar
Beijinhos
Margaridaa
no dia 3 de Julho de 2008 às 10:37
Engraçado, portiir, tinha pensado exactamente nesta música, e entretanto passou. Boa lembrança!
xinha
no dia 3 de Julho de 2008 às 11:07
‘The wonder’, está sempre presente… só precisamos é de estar atentos…
xinha
no dia 3 de Julho de 2008 às 11:09
viajar…que bom…sem tempo..sem compromissos..
Margaridaa
no dia 3 de Julho de 2008 às 11:16
(((:)
(Que falta que fazem aqui os smilies!)
Maio
no dia 3 de Julho de 2008 às 13:09
Escreveu Ursula Kroeber LeGuinn (filha do grande antropólogo americano Alfred Kroeber) no seu genial “The Dispossessed” (Os Despojados) que
«a verdadeira viagem é o regresso».
Boa Viagem malta!!!
Beijos e Abraços
Holof.
no dia 3 de Julho de 2008 às 19:40
Boa viagem!!
Maio
no dia 5 de Julho de 2008 às 12:16
Genial!!!
Adorei!…
xinha
no dia 5 de Julho de 2008 às 12:52
Excelente! Ginasta, malabarista, dançarino..reunir tudo e com qualidade é fantástico.
Holof.
no dia 7 de Julho de 2008 às 0:09
No meu caso não é assim, não tenho nem telemovel…
Maio
no dia 7 de Julho de 2008 às 18:47
Ei xinha, este é muito fixe (a gargalhada que salta é absolutamente irreprimível…), mas creio que já tinha sido postado aqui no linhas…
Holof.
no dia 7 de Julho de 2008 às 20:35
É mesmo, já tinha sido postado mas a gargalhada foi igual!
xinha
no dia 7 de Julho de 2008 às 22:04
Ah foi ?!…nunca tinha visto. Há uma outra animação com este gato a lutar com uma porta fechada. Não terá sido esse?
xinha
no dia 7 de Julho de 2008 às 22:09
E pelo que parece, ambas dotadas e com talento para a música como o pai.
Grande pedalada, sim senhor! Não conhecia nem nunca ouvi falar, boa descoberta Maio!
xinha
no dia 9 de Julho de 2008 às 22:51
Sim, sim… tb gosto disto, e de preferência instrumental como neste clip. Às vezes as emoções pedem uma coisa assim, e nada melhor que pôr o som bem, bem alto, a partir… e deixar o corpo vibrar por contágio, sem aditivos…altamente catártico…
holof, há um site que tem a discografia completa (menos 3 recentes ao vivo, que terei ainda de procurar), mas atenção que a maior parte deles está em formato OGG (há alguns em MP3, e isso está indicado no link). A mim não me faz diferença porque estou a gravá-los em audio e o meu software de gravação reconhece o formato OGG. Se o formato não te aborrecer (o OGG tem a vantagem de não ter perda de qualidade sonora face ao original e não ocupa muito espaço), é em http://sakallimusic2.blogspot.com/
Aqui há até a reedição dos seis primeiros albuns que, na década de 80, só sairam em K7, mas estes ainda não ouvi. Por agora, já ouvi uns seis dos treze albuns de estúdio e não há nenhum de que não tenha gostado. Absolutamente tripante!…
Caso o OGG não te sirva, resta procurar através do blogscope (http://www.blogscope.net/) pondo na caixa de pesquisa “ozric+nome do album”. Do conjunto de resultados (que se podem prever pondo apenas o rato em cima, sem ter de abrir as páginas) há-de haver algum que sirva para baixar!
Grande stonão estes ozrics!. (se fosse livre, estaria batido no próximo festival de Glastonbury para vê-los ao vivo…)
Abraço
Maio
no dia 10 de Julho de 2008 às 17:08
Sim Holof, estive a ouvir pela 2ª vez o Jurassic Shift e é muito, muito bom!… Dos melhores!…
Maio
no dia 11 de Julho de 2008 às 0:58
Ai que grande festinha, desde a cabeça até chegar ao fim do gato…
Maio
no dia 11 de Julho de 2008 às 23:49
Boa batida, sim senhora!
O que me impressionou mais foi um videozinho que têm lá no myspace em que eles estão a gravar overdubs em casa, com um portátil, microfones, instrumentos e pouco mais… Fantástico!
Bom som! Sim, parece o Fela Kuti…
(o que quer dizer grasspoppers?)
Holof.
no dia 12 de Julho de 2008 às 9:18
Aqui a sexta-feira chamamos “San Viernes”. O fim de semana começa depois de almoço, assim que posso dormir uma boa sesta espanhola.
Obrigado pelo link Maio, tenho esse album a baixar no soulseek desde o post do Nakata mas só chagaram 2 ou 3 temas. Mas consequi outro que se chama “Duets”, se alguem quiser posso subir ao 4shared…
4778 Comentários
Zacarias no dia 3 de Dezembro de 2007 às 20:56
Só hoje cheguei a este porto e estou contente por tê-lo encontrado.
Que bom foi teres começado a tirar “as linhas do bolso” e mostrá-las a todos nós, aqui deste lado.
Força! Vou seguir atentamente este percurso.
Zacarias no dia 3 de Dezembro de 2007 às 23:30
Muito bonito.
formiguinha no dia 10 de Dezembro de 2007 às 0:19
Há telefonemas que nos aquecem, que nos “amaçiam” o final do dia. Mesmo que sejam para nos lembrar que, por muito que nos moam a cabeça,não deixamos de ser quem somos…..
Margaridaa no dia 10 de Dezembro de 2007 às 10:41
Bem aparecida, Formiguinha!
Espero ver-te por aqui muitas vezes!
Anonymous no dia 10 de Dezembro de 2007 às 20:29
Obrigado pelo elogio. Ainda bem que fui útil.
JC
Zacarias no dia 11 de Dezembro de 2007 às 13:28
Muita boa sem dúvida esta ideia de sugerir livros.
Posso também sugerir um dos últimos que li: Planisfério Pessoal de Gonçalo Cadilhe, a história de uma viagem à volta do mundo, sem utilizar avião.
Zacarias no dia 11 de Dezembro de 2007 às 13:30
Tradução, please.
Margaridaa no dia 11 de Dezembro de 2007 às 20:36
Cá vai a tradução
SCHOCK DEINE ELTERN, LIES EIN BUCH
Choca os teus pais, lê um livro.
(acho tão giro!)
e a outra de cima : Livros abrem mundos
Amorena no dia 11 de Dezembro de 2007 às 22:07
ohh…aviva-me a memória…onde e quando essas mãos nas quais me reconheço ???
Formiguinha no dia 12 de Dezembro de 2007 às 0:59
Já estou com curiosidade aguçada sobre este “Planisfério à volta do mundo”. Para quem gosta, como eu,de viajar e ler, deve ser a combinação perfeita.Boa!
Margaridaa no dia 12 de Dezembro de 2007 às 16:13
Obrigada digo eu, amorena, que bom estares aqui!
formiguinha no dia 16 de Dezembro de 2007 às 23:09
Tão bonito que está tudo! Sente-se Amor nas escolhas feitas. Não me canso de olhar. (e logo eu,sempre com stress nesta época, obrigatóriamente feliz…)Tão bonito…
Margaridaa no dia 17 de Dezembro de 2007 às 11:36
Não é por acaso que os laços se tecem!
A linguagem tem que ser a mesma!
reza habibi no dia 25 de Dezembro de 2007 às 23:38
Merry Christmas
Anonymous no dia 27 de Dezembro de 2007 às 19:43
Pois é !!!
Eu também!…
Mas a verdade é que temos pouca disponibilidade blogal
para já não falar no longe e nas distâncias
que unem as pessoas por linhas de comunicação
misteriosas
rendilhadas de estrelas parideiras de sonhos
com luzinhas que acendem e apagam
e acendem
e apagam
como tudo na vida do ciberespaço
entre acender e apagar
zero e um…
Pitágoras nunca poderia ter sonhado com um código de barras
e Empédocles saltou para a boca de um vulcão
e é por nós – estes amigos
- mas também por eles
que sinto a batida do tambor
o apelo dos antigos e das forças da terra
e da água e do vento
e do fogo.
bum, bum, bum
Estamos juntos e batemos os pés na terra
bum, bum, bum
e ressonâncias mágicas
resplandecentes
antes e depois
aqui e além
bum, bum, bum
e sentindo a comunhão
ecoam as fogueiras destas noites de Inverno
ligados à batida do êxtase
bum, bum, bum
bum bum
One Love
One Heart
Marley
Anonymous no dia 29 de Dezembro de 2007 às 12:59
Obrigado Margaridaa, foste muito gentil! Apetecia-me, aliás, dissertar sobre a gentileza, que é uma qualidade que por vezes se perde no turbilhão da brutalidade dos nossos quotidianos… Lembro-me da surpresa que me provocou a minha primeira ida a França à boleia, há muitas décadas – não digo quantas porque senão ficavam a saber que estou velho que nem um jovem carvalho (esta era especial para druidas)… – a surpresa de verificar que a generalidade dos franceses eram gentis no trato com desconhecidos. Isso deu-me uma imagem de marca civilizacional que muito apreciei. Não me digam que é apenas o comerciante no seu bistro, boulangerie, poste…, porque não é: a mim, vários franceses e francesas, livres de qualquer intenção maligna, me ofereceram casa para dormir e refeições. É provável que não seja assim em Paris e noutras cidades, mas é em muitos outros lugares. Ah… Por razões misteriosas, associaram-se AQUI, AGORA, inesperadamente, o meu Tour de France e a qualidade de ser gentil – gentileza. Acerca do primeiro, esclareço que o livre pensamento é independente de seitas e lojas, que repudio. Da segunda, fica a sugestão para uma reflexão vossa. Sobre a gentileza.
Marley
Amorena no dia 30 de Dezembro de 2007 às 1:11
OH ?!? O título ñ saiu ?!?
Amorena no dia 30 de Dezembro de 2007 às 1:15
…Bonito…
Amorena no dia 30 de Dezembro de 2007 às 1:16
OH ?!? E o título tb ñ saiu ?!?
Margaridaa no dia 30 de Dezembro de 2007 às 13:23
Quanto ao título, é de propósito, tens que o escrever também na caixa da mensagem, foi a forma que Dardna encontrou para eu poder escrever o Título com as letras às cores.
Anonymous no dia 31 de Dezembro de 2007 às 0:08
Eh… Este é muito bom! Tem tanta gente que nem os conhecemos todos! – “Em cada esquina um amigo”
E que o Som esteja contigo!
Obrigado
Marley
Zacarias no dia 31 de Dezembro de 2007 às 0:59
Bom ano também para todos vocês.
Estamos juntos.
Zacarias no dia 31 de Dezembro de 2007 às 1:04
Que maravilha!
Don´t worry, be happy!
formiguinha no dia 1 de Janeiro de 2008 às 2:11
Nós já vivemos cem mil anos….Mais um ano para esta pequena comunidade que sinto a crescer.
Tudo de bom!
luipa no dia 1 de Janeiro de 2008 às 14:57
eu percebi a mensagem!! e sim, melhores dias virão!!!!!
luipa no dia 1 de Janeiro de 2008 às 17:26
“e tudo o que eu vivi estou a partilhar contigo” gosto dessa!!!
luipa no dia 1 de Janeiro de 2008 às 17:29
eu percebi a mensagem!!! e sim, dias melhores virão!!!!!
Margaridaa no dia 1 de Janeiro de 2008 às 18:19
Bem vinda, Luipa, amiga!
Anonymous no dia 2 de Janeiro de 2008 às 18:06
Revela-te miúda!
Despe os brincos e põe-os na mesa!
Bom Ano!
Marley
Anonymous no dia 6 de Janeiro de 2008 às 22:59
Por mim, na estrada não, mas numa varanda com vista sobre a cidade, ou no alto de uma colina, no campo… é do melhor!…
Marley
Anonymous no dia 6 de Janeiro de 2008 às 23:01
Ah… já me esquecia: para o espectáculo das luzinhas da cidade ao longe ser mesmo perfeito é preciso ter som de cigarras…
Marley
Anonymous no dia 6 de Janeiro de 2008 às 23:04
Magnífico!
Lembro-me de que fiquei absolutamente rendido a este livro quando o folheei, há muitos anos, quando tu andavas com ele na sacola.
(Os aviadores solitários também devem gostar de ver luzinhas a brilhar ao longe, não achas?)
Marley
Margaridaa no dia 7 de Janeiro de 2008 às 8:25
Pois é Marley, tens toda a razão, mas para haver alto de uma colina, para haver cigarras a cantar, tem que haver Verão, calor . Aqui nem há cigarras, nem colinas , nem calor.Há o carro a andar e muitas vezes a chuva a bater no vidro da frente . E as luzes. O que também não deixa de ter a sua beleza.(Enquanto não chega o Verão e as colinas e as cigarras…).
Um beijinho pata ti.
Margaridaa no dia 8 de Janeiro de 2008 às 19:57
Lá nos veremos, L.R., falta pouco.
luipa no dia 8 de Janeiro de 2008 às 20:44
eh eh eh chama se a isto uma “panelinha”…
Anonymous no dia 9 de Janeiro de 2008 às 0:32
PODE ALGUÉM SER QUEM NÃO É?
Agora fizeram-me lembrar uma poesia para a infância de Augusto Santa-Rita, efabulando sobre uma criança que adoeceu e a quem a aia não deixou ir ver os saltimbancos. Termina assim:
«E o que não viu, desperto
O que não viu olhando
Pôde ver dormindo
Pôde ver sonhando!»
(note-se que o “pôde” com acento circunflexo é o da expressão original de meados do século XX)…
No futuro, os avatares não serão mais limitados aos teclados e joysticks. O desenvolvimento dos aparelhos de realidade virtual é antigo, mas neste caso, trata-se de um fato justo ao corpo cuja superfície interna é um sensorium device com múltiplos chips, por forma a que todo o movimento feito por quem vestir esse fato, serão desempenhados lá no cenário onde escolhermos passear os nossos rabos virtuais. Efectivamente, é um mundo de possibilidades, até porque não só queremos prolongar a nossa identidade para além da morte e acreditar nos vaticínios das estrelas como, ainda por cima, colonizámos (eu não, os utilizadores desse software) o mundo dos nossos avatares com dinheiro, propriedade privada, exclusão social, etc., etc. É claro que passamos ao lado, olhamos mas não vemos. Eu próprio, aliás, congeminei há anos a contraparte destes sistemas com que vocês brincam nos computadores. Trata-se de uma espécie de mini câmaras que, dispostas no espaço em que nos encontramos como colunas de som em sensurround, emite feixes de laser que projectam imagens tridimensionais no espaço em que nos encontramos (por exemplo, o avatar em tamanho ral de um gajo qualquer, etc). Num espaço aberto, os sistemas mais sofisticados conseguirão simular a catedral de Chartres, a Porta do Sol ou investir em monstruosidades assustadoras, camuflagens para a guerra…
Mas suponho (e lamento)que Vossas Luciferinas Majestades prefiram as panelinhas…
Seja! Ao menos ainda somos livre de sermos quem não somos, como nos fados, nos teóricos do Quinto Império, ou no Sérgio Godinho – “pode alguém ser quem não é?…”
Marley
Margaridaa no dia 9 de Janeiro de 2008 às 7:23
Ora ora
E se pudermos ser tudo?
Quem somos
E quem não somos,
uma vez uma
outra vez outra…
(Sonhei que era uma borboleta
ou foi a borboleta que me sonhou a mim?)
Amorena no dia 9 de Janeiro de 2008 às 15:38
…sem comentários…
Anonymous no dia 9 de Janeiro de 2008 às 17:59
AMORENA
Como não jogo no clube da L.R. e demais Majestades Luciferinas, apetece-me comentar o comentário. Basicamente, parece-me que comentar “…sem comentários…” é deveras revelador e, indiscutivelmente, interessante… Revelador, porque dá conta da tua vontade de não partilhar ideias – uma opção que respeito mas que não deixa de me fazer pensar nas razões pelas quais aqui venho. Faz-me lembrar a atitude do heroinómano a quem ninguém compreende a não ser os outros heroinómanos – os da sua panelinha – pois os demais, mesmo que se esforçem, jamais atingirão as profundidades metafísicas do seu vício, e daí o seu mutismo, a dispensa de comentários e, claro, a fractura entre leigos e iniciados, etc… Interessante, porque acabaste de dar alguma ressonância ao que escrevi: comentar “sem comentários” é, justamente, fazer aquilo que se diz não querer fazer, ou ser-se o que não se é. É como o “ceci ce n’est pas une pipe” escrito por debaixo da imagem do cachimbo do Magritte. Nalguns casos é arte, noutros é filosofia e noutros é confusão mental…
… como quem se fecha dentro de… boxes, little boxes… (Pete Seeger) e constrói muros e muralhas defensivas, procurando novos isolamentos securizantes. Mas quando o lúdico cede lugar ao autismo e à autofagia, canibalizando tudo à volta, há que ter cuidado – até porque todos os heroinómanos tendem, canibalisticamente, a arrastar os que lhe são mais próximos para o vício… Aí, facilmente se perde o controle, ainda que a ilusão persista…
Marley
Margaridaa no dia 9 de Janeiro de 2008 às 20:56
Sobre o SL já ouvi falar muito bem e muito mal (pelas razões que sabemos.).
Tenho lido sobre o assunto. Interessa-me. E realmente ainda ninguém falou de um aspecto que existe no jogo : a aprendizagem, a possibilidade de se usar a imaginação. Todos os objectos são formados a partir de formas geométricas básicas, o cubo, o cilindro, o cone…, que depois são modelados a partir de medidas que se introduzem nos sítios adequados. Mesmo a bijuteria é formada a partir destas formas. Pode-se modelar a forma do avatar dentro do programa ou do exterior. Também se pode conceber a roupa, não exactamente da mesma forma, mas precisamos à mesma de aprender a lidar com a “ferramenta “ que nos é dada. Tudo isto, esta parte que acabei de citar é altamente aliciante para mim.
Depois há a comunicação entre os avatares. Se bem que seja virtual, reflecte a pessoa que se encontra por trás desse avatar, da mesma maneira que um livro reflecte o autor.
Dizem os budistas (e muito bem, a meu ver) , que a via certa é a via do meio, que a corda não deve estar nem solta nem demasiado tendida. E este conceito aplica-se a tudo.
Onde eu quero chegar é que o bem e o mal isolados não existem, existe sim um equilíbrio, uma dança entre eles. O jogo é o jogo, independente de rótulos.
Esta é a maneira como eu vejo este assunto. (Sinto muitas vezes uma enorme dificuldade em explicar claramente o que penso).
Amorena no dia 9 de Janeiro de 2008 às 22:31
…decididamente, sem comentários…e chama-me o k kiseres, és bom a rotular as pessoas…ñ posso deixar de notar, no entanto, k, ao k me parece dado ver, esta foi, desde o início deste blog, a “postagem” k a mais comentários deu azo (ou aso??)…apenas me pergunto: porque será ?…
Zacarias no dia 9 de Janeiro de 2008 às 22:41
Também gostei muito!
Parabéns, o teu blog está a evoluir bastante, a cada dia que passa. Bom trabalho.
Tornou-se leitura obrigatória.
A criatividade abre-nos novos horizontes, não é ?
Anonymous no dia 10 de Janeiro de 2008 às 9:50
Ó Amorena, não é para te chamar nomes nem rotular, mas a falar (ou a escrever, neste caso) é que a gente se entende!… Também sabemos todos gerir e partilhar silêncios, mas aqui – pelo menos do meu ponto de vista – é para aproveitar a oportunidade que a gentil margaridaa nos deu para regarmos o nosso jardim (tu sabes a conversa: a amizade é como um jardim. Se não regas…). Além disso, sabes bem que te adoro – a ti e a todos os nossos amigos – mais do que a muitas centenas de milhões de outros bichos humanos, pelo que não escrevo coisas para te fazer mal mas, antes, para te estimular!
Interrogas-te sobre as razões do elevado número de postagens nesta entrada. Porque será? Não parece difícil uma resposta, e aposto que estás a pensar numa resposta para a tua pergunta – algo do tipo: “há mais postagens porque o tema SL é fabuloso e mais interessante do que tudo o resto”. Julgo que, intimamente, deve ser isto que anseias ouvir, mas gostava de estar enganado (em todo o caso, eu acho o SL um fenómeno interessantíssimo para nos ajudar a compreender a natureza humana e o mundo em que vivemos, basta acompnhar as novidades em http://blogs.publico.pt/discursosdooutromundo/). Ah, a resposta ao “Porque será?”: Há vários factores que fazem com que as coisas sejam como são e, geralmente, nunca os conhecemos todos, mas aqui atrevo-me a destacar 1) a margaridaa (I love you baby!….) gosta de dialogar – e, em boa medida, é para isso que servem os blogs 2) a luípa atreveu-se a escrever uma linha (alguém tem foguetes?). É coisa (ainda?)tão rara que também estou em crer que lhe falta estímulo e estimulação, claro… Ou então não tem nada para dizer, não se quer dar, partilhar…; e, certamente, está escaldada com os caramelos que pululam pelo ciberespaço e lhe entram pela vida adentro, preferindo o recato das panelinhas… 3) o Marley dá umas picadinhas que ajudam à festa…
Pronto, agora vou pregar para outra freguesia. Descobri um borracho canadiano que tem bué de coisas interessantes para dizer. Chama-se Naomi Klein e podem conhecê-la em http://www.naomiklein.org/video-audio
Beijo beijo
Marley
Anonymous no dia 10 de Janeiro de 2008 às 13:25
Parabéns malta! Está tudo muito giro!…
Marley
Anonymous no dia 11 de Janeiro de 2008 às 16:05
Fantástico! Estou encantado! Não percebo porque é que eu não tenho um único disco deste homem!? Acho que nunca calhou… Mas nunca me esquecerei daquela performance extraordinária em “As Asas do Desejo”!… Em que disco vem este tema? dizes-me para eu ver se arranjo ok?
Marley
Margaridaa no dia 11 de Janeiro de 2008 às 16:49
Engraçado falares disso, Marley, foi justamente nesse filme que eu descobri Nick Cave.
Este tema vem em Murder Ballads.
(Bom ter-te por perto, atento!)
Mutesound no dia 11 de Janeiro de 2008 às 19:30
Grande Som
Amigo Marley poderá provar esses discos na nossa comunidade, é só registar e procurar! mutesound.info/ms/viewtopic.php?f=59&t=960
até já,
Zacarias no dia 11 de Janeiro de 2008 às 23:45
Muito bonito o poema do Craveirinha.
As coisas simples são as mais apetitosas.
Zacarias no dia 11 de Janeiro de 2008 às 23:50
É um fantasma muito bem aparecido.
Com um discurso algo surpreendente.
Captar o momento é a missão impossível de aprisionar o presente numa redoma intemporal.
No entanto vale sempre a pena tentar.
Quero ver mais!
Digital ou analógica é uma discussão secundária, o importante é a imagem.
Um abraço para ti.
Zacarias no dia 12 de Janeiro de 2008 às 0:00
Estava eu para aqui a ler esta interessante polémica, quando de repente tudo começou a abanar violentamente à minha volta.
Primeiro pensei que seria da intensidade da disputa, mas depois o abanão persistia e o candeeiro á minha frente parecia subitamente enlouquecido num bailado frenético, que nunca mais parava.
Deixei de achar piada e pensei para onde fugir.
Estúpidamente comecei a desligar o computador, mas a música continuava lá. Fugir para onde ?
Por fim parou, já estava a ficar algo pálido confesso. Olhei á minha volta e já nada mexia.
Que alívio!
Mais tarde vim a saber que um tremor de terra de intensidade 4,7 de escala de Ricther, acabara de abalar a minha tranquilidade.
Safa !!!
dardna no dia 12 de Janeiro de 2008 às 0:07
Vale sempre a pena quando a alma não é pequena
Abraços do Nuorte!
Anonymous no dia 12 de Janeiro de 2008 às 1:37
dardna
gostei dos blogs pá! Fiquei inebriado de imagens e satisfeito com tanta criatividade em estado puro! Aquilo por lá parece um vulcão!…
Ah!… e obrigadão belo Nick Cave. Entretanto já fui ao MuteSound e achei… que é um lugar de muita generosidade, pois receber é canja, enquanto que dar é um bocado complicado, com tanto registo, instruções e tatata…
Abraço
One Love
One Heart
Marley
Anonymous no dia 12 de Janeiro de 2008 às 1:42
Sortudo!… A última vez que eu dei por um abanão foi em 1969! (até me sinto dinosauro ou qq koisa assim mesmo em vias de extinção…) Daí para cá só ouço falar e leio nos jornais, mais nada…
Abraço
Marley
Margaridaa no dia 12 de Janeiro de 2008 às 10:48
Marley
A única formalidade é arranjares um nick name (se não quiseres por o teu), e um endereço email. Tudo o resto é simples!(Fala a experiência!)
Margaridaa no dia 12 de Janeiro de 2008 às 11:21
Creio que é o som antigo desse tambor que às vezes reconhecemos em certas músicas e nos faz vibrar.
Anonymous no dia 12 de Janeiro de 2008 às 17:50
Ná…
Acabo de passar umas duas horas no mutesound e é bastante complicado. Os guest downloads (onde há coisas que parece não haver noutras secções) não estão acessíveis a partir da página de entrada e depois de um bocado, com login feito e tudo, aparece uma mensagem a dizer que não tenho permissão.
O pior é que descarreguei um duplo dos Therion onde faltam os dois últimos temas do disco 2 – ganda galo!…
Mas o que me deixou a vibrar foi ter descoberto por lá (também só nos guest downloads) o Strictly Rockers II que, a avaliar pela secção onde está (caseiros) e pela qualidade do som, suponho ter origem numa cópia que, no período jurássico, terei oferecido ao sponji. O dardna deve tê-la digitalizado e eis aquele somzão fabuloso proveniente de uma fita com mais de vinte anos e que tem cá uma história… Não estou enganado pois não?
Marley
Anonymous no dia 12 de Janeiro de 2008 às 17:54
Irie drum sound!…
Ital drum sound!…
One Love!
One Heart!
Marley
Anonymous no dia 12 de Janeiro de 2008 às 20:27
… para já não falar nos links de downloads para o rapidshare em que me dizem que já gastei os meus downloads gratuitos e, a partir de agora só a pagantes…
Marley
Anonymous no dia 12 de Janeiro de 2008 às 22:36
… ah, já me esquecia: e aquela compilação do velho scratch, não tem lá um dedinho aqui do je? Se não tem… é porque há sintonias nas escolhas que transcendem o meu entendimento…
Marley
Margaridaa no dia 12 de Janeiro de 2008 às 23:58
Falta de hábito, Marley!
Amanhã falo-te disso tudo por outra via.(Tudo é simples, desde que se saiba.)
Anonymous no dia 13 de Janeiro de 2008 às 0:10
Depois de alguns dias de ausência, vim fazer uma visita. Tanta coisa nova e bonita! Os”botões” laterais são muito giros.
Hoje encontrei uma velha amiga que me fez recordar tempos de infância, cheiro a terra, piqueniques, mergulhos no rio e danças ao som dos “Pink Floyd”(Tanto tempo já passou e a alma que se recusa a envelhecer….) Beijos da Mariazinha!
Margaridaa no dia 13 de Janeiro de 2008 às 19:02
Depois de explicar as coisas sobre o mutesound a Marley, fiquei a pensar que talvez fosse útil passar essa informação para aqui, no caso de haver alguém com as mesmas dúvidas.
1 Uma vez que já te inscreveste, podes escolher que o computador te “log in” automáticamente, cada vez que queres entrar no Mute.
2 Aquela parte primeira, ( Guest Downloads) na pag de acolho é como um hall de entrada.Todas as pessoas tem acesso, podem ver o que há , mas não podem descarregar nada. A vantagem para quem já está inscrito é poder ver o que foi postado, o que há, e depois ir às secções respectivas para download. Tens que ter atenção, há certos discos que tem password.É raro mas acontece. Precisas desse pass quando descomprimes.
3 Na maior parte dos casos os discos tem mais que um link. Serve isso para poderes descarregar mais à vontade visto que no rapidshare free tens que esperar 3 horas para poderes descarregar novamente.
4 Acontece por vezes haver links mortos. É necessário chamar a atenção, para se poderem retirar esses discos ou arranjar novos links.(No “post reply”)
5 Cada tópico (cada disco) tem lá um botãozinho post reply . Tudo o que tiveres a dizer sobre o disco, bom ,mau, link morto…enfim…, carregas aí, escreves a tua mensagem e carregas em enviar.Se quiseres apagar a tua mensagem carregas em editar, já na mensagem e podes modificar, apagar… e depois enviar.
A melhor coisa que podes fazer para retribuir o serviço é reagires; Post reply nas músicas que te tocam(ou não).
Amorena no dia 14 de Janeiro de 2008 às 11:56
Moi-même……..sempre gostei de Sting……desde há muitos anos…….desde o tempo dos Police….a primeira banda branca a usar ritmo reggae……..mas enfim……isso já vai longe…………….deixo aki esta letra, como primeira mensagem neste blog, não como um uivar de amor de um cão ferido….mas sim dar a conhecer esse eu k anseia por o amor do “altissimo”, do retorno ao amor sem condições, onde todos nós temos saudades de num futuro lá regressar……Janus
Anonymous no dia 14 de Janeiro de 2008 às 17:40
Viva Janus!…
Desconfio que tu andas há muito por aí a pairar pela blogosfera, muito caladinho, a ver em que param as modas… Verdade?
Um grande abraço
Marley
Anonymous no dia 14 de Janeiro de 2008 às 17:49
Para quem não sabe, o artista que pintou a série do Zodíaco de onde Janus retirou este belo Aquário é o holandês Johfra (1918 – 1998). Se querem uma boa rota de navegação recomendo:
http://visionaryrevue.com/webtext2/jofworks1.html
http://www.johfra.net/
One Love
Marley
Margaridaa no dia 14 de Janeiro de 2008 às 20:42
Socorro!!!!!!!
dardna no dia 14 de Janeiro de 2008 às 22:47
texto original deste post, entretanto movido para aqui:
“@ Marley: eheh, verdade! as compilaçãos têm dedo seu sim senhor!
as primeiras de muitas digitalizações, há já algum tempo. Tesouros… (quanto ao som meu amigo eheh, há que cantar e dançar e isso é que importa… )
Quanto à complicação do fórum acho que a Margaridaa já deu umas excelentes dicas mas se ainda houverem dúvidas cá estou para elas (aliás para aqueles que acharem o processo de registo muito areia posso criar contas e enviar para o email, depois é só curtir…).
p.s.: ainda bem que curtiste lá do blog e desculpa só agora responder…
p.s.2: quanto aos Therion, shit happens eheh, pode ser que se arranjem novos links…”
Anonymous no dia 15 de Janeiro de 2008 às 0:34
Dizes bem Dardna, tesouros!… Os temas incluídos na compilação “Strictly Rockers” – boa parte das quais nunca editados em cd e raríssimos em vinil – são mesmo preciosos!… Vieram-me parar às mãos por via de um casal de ingleses chamados Peter e Sheridan (aliás, Thor e Ishtar…) que conheci no sul de França na década de 80. Viajavam num camião amarelo que tinha sido antes um camião de lixo e que eles transformaram. Até uma salamandra tinha lá dentro!… Imagina o meu espanto quando uns anos mais tarde o camião aparece na serra da Arrábida. Aí foi mesmo uma festa!… Antes de voltarem à estrada, sabendo da minha paixão pelo reggae, deixaram-me umas cassetes, de que essa, é a única sobrevivente… Onde quer que estejam, espero que apanhem boas vibes com a minha boa memória deles, com as recordações dos bons momentos que passámos juntos!
A complicação do forum é para dar, não para receber, ou seja: a tua generosidade é uma dádiva para os frequentadores (só hoje baixei uns vinte albuns do Sun Ra – obrigadão meu!…), mas se eu quiser ontribuir com uns uploads, parece bastante mais complicado, com muito clic, muito link, não é?…
Um grande abraço!
One Love
One Heart
Marley
Anonymous no dia 15 de Janeiro de 2008 às 14:48
Muitos parabéns à Formiguinha!
Que conte muitos anos de vida!!!
… e que possa sempre dar umas boas lições à cigarra!…
Tudo de Bom!!!
Marley
Anonymous no dia 15 de Janeiro de 2008 às 14:52
Janus, isto é um post ou um comentário?
Bloga aí meu!…
Marley
dardna no dia 15 de Janeiro de 2008 às 15:49
: )
…sim realmente para upload torna-se complicado (mas está lá um tutorial para os corajosos).
De qualquer forma temos sempre malta a trazer a sua contribuição, acho que se deixares um reply nos melhores que sacares já alegra quem posta!
Abraços!
Anonymous no dia 16 de Janeiro de 2008 às 10:18
Love hides in the strangest places.
Love hides in familiar faces.
Love comes when you least expect it.
Love hides in narrow corners.
Love comes to those who seek it.
Love hides inside the rainbow.
Love hides in molecular structures.
Love is the answer.
(Jim Morrison / The Doors)
When the truth is found to be lies
and all the joys within you dies
When the garden flowers baby are dead yes
and your mind is full of red
your eyes, I say your eyes may look like his
but in your head baby I’m afraid you don’t know where it is
tears are running ah running down your breast
and your friends baby they treat you like a guest
don’t you want somebody to love
don’t you need somebody to love
wouldn’t you love somebody to love
you better find somebody to love
(Darby Slick / Jefferson Airplane)
Aproveitando a vaga, há uma mensagem da Grace Slick em
http://triplom.blogspot.com/...
Marley
Anonymous no dia 16 de Janeiro de 2008 às 13:43
Obrigadão Margaridaa! És muito gentil!…
… E deixa-me dizer-te que a gentileza é uma qualidade que eu aprecio muito!…
Esqueci-me (mas mais vale tarde…)de te dizer que gostei muito do poema do A. Gedeão que postaste há tempos no triploM. Foi uma escolha sábia e uma forma feliz de encerrarmos aquela e passarmos à seguinte! Obrigado!
beijo beijo
Marley
Margaridaa no dia 16 de Janeiro de 2008 às 15:54
Não se trata de generosidade, penso.É a mesma coisa como se quiseres fazer uma festa. Claro que há a generosidade de organizares.Mas…a festa só é conseguída se os teus convidados aceitarem vir. Sinto-me feliz por haver convidados na festa. Que não é a minha festa, mas a festa de todos os que cá estão, os que cá passam. Sinto isso também quando vou ao Zacarias ou ao Maio Maduro Maio. Casa de amigos. Que bom!
Margaridaa no dia 16 de Janeiro de 2008 às 22:01
…pois, não era generosidade, era gentileza, enganei-me na palavra, mas isso não muda o que queria dizer!…
formiguinha no dia 17 de Janeiro de 2008 às 0:13
Margaridaa nem podes calcular como foi bom ver tudo o que preparaste. Senti-me especial, o teu mundo a tocar no meu, num cantinho a que só alguns tivemos acesso. Que privilégio ter partilhado tanta magia, ter conhecido pessoas tão boas, chegar a esta altura do caminho e reconhecer que sou abençoada porque tenho Amigos.
E também para ti, Marley,que fazes parte deste universo, o meu obrigada. Possa eu também cantar….
Anonymous no dia 17 de Janeiro de 2008 às 17:33
É gira!… É pasta de papel?
Marley
Margaridaa no dia 17 de Janeiro de 2008 às 20:14
É barro, moldado por mim e depois de cozido, pintado a quatro mãos, as duas minhas e as duas do T.
Bons tempos criativos!
Margaridaa no dia 17 de Janeiro de 2008 às 20:17
Lembro-me de ter lido isto e de ter gostado .
Anonymous no dia 17 de Janeiro de 2008 às 21:33
margaridaa
caso precises de ler outra vez e não os tenhas à mão, encontras muitas obras do Tolkien e muito, muito mais, em
http://www.4shared.com/dir/3120252/c94f1dc/sharing.html
Boa leitura
Marley
Portiir no dia 18 de Janeiro de 2008 às 9:48
Durante muito tempo pensei que a distância não interfere nas relações pessoais, mas após longos períodos sem estar com os meus amigos e família, comecei a ser mais céptica.
A distância interfere, quanto mais não seja para criar em nós a nostalgia, a saudade por aqueles que não estão perto de nós, apesar que vivam no nosso coração.
E depois a adicionar a esta questão, há o problema de que quando arranjamos tempo para estarmos juntos, esse tempo não é suficiente para falarmos de tudo que queremos.
Ou nos esquecemos sobre o que queríamos falar, ou pior, quando estamos mesmo a falar, somos interrompidos e depois aparece sempre a celebre frase “que dizia eu?… já não me lembro.”
Foi com imenso prazer – por isso, comento
– que através do blog, ouvi uma música que me fez acreditar que por vezes devemos seguir os nossos instintos e acreditar que “não sei onde vou, só sei que vou por aqui.”.
Contudo, porque os gostos estão ligados ao individuo, eu gosto muito de outro dueto
http://www.youtube.com/watch?v=jRMe5H9WKpM
(apenas envio o enlace dado que o video é muito especial mas deverá ser sujeito à censura)
Não imaginam o quanto fui atrás, viajei no tempo e nas minhas lembranças.
Mas acima de tudo, confirmou que mesmo sem muito comunicar, há por vezes as intuições que deveremos seguir.
Obrigada , E
Anonymous no dia 18 de Janeiro de 2008 às 11:06
«…and we both know what memories can bring
They bring diamonds and rust…»
(joan baez)
«…May your wishes all come true,
May you always do for others
And let others do for you.
May you build a ladder to the stars
And climb on every rung,
May you stay forever young…»
(bob dylan)
One Love
One Heart
Marley
Anonymous no dia 18 de Janeiro de 2008 às 15:42
… e ainda a propósito de sensualidade, não deixem de conhecer o significado daquele provérbio catalão que diz “La mar es posa bona si véu el cony d’una dona”. Tudo explicado em http://triplom.blogspot.com/
Encontramo-nos por lá!
Abraços
Marley
Anonymous no dia 19 de Janeiro de 2008 às 1:40
Marly, de presente eu estava na faculdade a ouvir Joan Baez.
May we stay forever yong!
Margaridaa no dia 19 de Janeiro de 2008 às 20:36
Clã em Espalhem a notícia
formiguinha no dia 19 de Janeiro de 2008 às 22:55
“Não vimos as coisas como elas são, mas como nós somos” Anais Nin dixit.
Cada vez concordo mais com esta frase
Zacarias no dia 19 de Janeiro de 2008 às 23:44
Linda BD. Gostei muito.
Zacarias no dia 19 de Janeiro de 2008 às 23:46
Não consigo ouvir nada.
Anonymous no dia 20 de Janeiro de 2008 às 1:05
com dois clicks eu consegui
Marley
Anonymous no dia 20 de Janeiro de 2008 às 1:43
Lembro-me do deslumbramento que me atravessou, quando jovem, ao ler os livros do Bhagavan Shree Rajneesh. O excerto que a Joana nos trouxe ilustra muito bem uma das mais fantásticas descobertas que fiz com este grande filósofo: tudo já está, tudo já é… só que nós não vemos a floresta por causa das árvores… Ou seja: perdemos anos das nossas vidas acreditando nas patranhas da “evolução espiritual”; julgamos que atingimos a iluminação com jejuns, yogas acrobáticos, alimentações especiais, rituais… Por vezes, convencemo-nos que o auto-hipnotismo a que os gurus de pacotilha condenam os seus seguidores nos irão levar a um estádio “superior” de consciência e lá vamos repetindo mantras em línguas desconhecidas e fórmulas mágicas, olhamos para o meio da testa com os olhos fechados e imaginamos toda a espécie de coisas delirantes e “técnicas” absurdas. Krishnamurti foi o primeiro a dizer claramente que repetir Om tat sat ou coca-cola tinha exactamente o mesmo efeito na mente, e que tanto dava fazê-lo em incómodas posições de “yoga” como sentado, deitado ou em pé. A primeira vez que tive um vislumbre do que era a iluminação foi graças a este ser maravilhoso, há uns trinta anos atrás… Depois, então, veio o Rajneesh ensinar a lição mais preciosa – esta mesmo que está expressa neste post(obrigado Joana): se acreditarmos que é com esforço e sacrifício que atingimos o que julgamos ser “patamares superiores” de consciência, é porque, intimamente, estamos convencidos que não estamos nesse estado e que há que percorrer um caminho para lá chegar, mas já outros o disseram… “caminhante: não há caminho!…”; não há superior nem inferior, nem evoluído nem atrasado, nem vidas passadas nem vidas futuras. Só há o aqui e agora – karuna, karuna… A ilusão é isso: a dualidade, a crença de que temos que ir a qualquer lado que nos torne em pessoas melhores, com esforço, com sadhanas e, pior do que tudo, com a repressão dos nossos instintos, da nossa sensualidade. Conheci gente que acreditava que ia atingir a iluminação com a castidade… Enfim, o Rajneesh desmitificou todas estas ilusões que povoaram a minha juventude. A única iniciação é a tomada de consciência de que já somos iguais aos deuses, à beleza… E, por isso mesmo, somos criadores – e essa é a nossa maior grandeza espiritual. As técnicas que nos ajudam a criar, isso sim, podemos aperfeiçoar e, nesse processo, tornar-nos-emos, provavelmente, pessoas melhores. Ou não… Quem sabe o que acontecerá amanhã?
Tudo isto, no fundo, foi já dito também, por uma importante escola budista do séc. II ou III através do notabilíssimo filósofo Nagarjuna:
«…not existent
not non-existent
not both
not the absence of both…»
E há respostas para as quais não existem perguntas…
(e desculpem lá tanta conversa para coisas tão simples…)
One Love
One Heart
Marley
Anonymous no dia 20 de Janeiro de 2008 às 1:47
delicioso naco de prosa!…
Marley
Margaridaa no dia 20 de Janeiro de 2008 às 10:52
Não encontro dificuldade , às vezes é necessário clicar duas vezes, vê-se logo, os botões mudam de cor mostrando que a leitura foi activada.
Margaridaa no dia 20 de Janeiro de 2008 às 15:48
Mas é magnífico, Joana, a imagem leva-nos directamente para o Site de Osho! Tanta coisa a explorar!
Anonymous no dia 20 de Janeiro de 2008 às 15:48
Gostei Margaridaa! E deste-me uma belíssima ideia: um destes dias também irei “postar” algumas imagens das minhas bandas desenhadas favoritas no triploM!
One Love
Marley
Margaridaa no dia 20 de Janeiro de 2008 às 21:05
…e gostei do que vi…(sobre o Site de Osho)
formiguinha no dia 21 de Janeiro de 2008 às 1:00
Desculpa lá Marley, a simplicidade do meu pensamento mas eu acredito que aproximar-nos dos outros de coração limpo( ou mente ou alma ou o que se queira chamar)é o início da corrente. Penso que em cada dia temos oportunidade de semear e é nessa semente que está o caminho
Anonymous no dia 21 de Janeiro de 2008 às 11:58
Não acredito nisso !!
Anonymous no dia 21 de Janeiro de 2008 às 13:13
E o que é que os meus amigos têm a dizer do curriculum do senhor Bhagwan Shree Rajneesh ou posteriormente Osho. Ter sido proprietário de 93 Rolls Royces, os automóveis mais luxuosos do mundo, de vários aviões a jacto, diversas propriedades, hoteis, uma rede de casas de prostituição, ter respondido por dezenas de processos em tribunal, por fraude, falsificação de documentos, envenenamento, e das penas de prisão, constantes fugas aos impostos, manter um harém destinado à prática de orgias tantricas colectivas e pedófilas, ser extraditado de diversos paises, que foi deportado para a Índia, onde morreu de Sida, etc, etc … e actualmente do OSHO INTERNATIONAL MEDITATION RESORT, em Pune, na India, ser um SPA caríssimo para gente espiritual e rica … Uma fraude, uma criatura iluminada ou “o guru dos Rolls Royce”, como também era conhecido.
Anonymous no dia 21 de Janeiro de 2008 às 14:40
Ó anónimo, tens razão, o Rajneesh era um excêntrico, uma criatura que fazia jus à ideia de que a santidade e a loucura andam de mãos dadas, mas duvido que tenha sido um bandido com más intenções. As orgias tântricas eram já faladas nos anos 80, quando eu li uns livros dele. Morreu de ataque cardíaco e não de sida, como dizes, e nunca tinha ouvido falar em cenas pedófilas nem em redes de casas de prostituição – mas acerca disso hás-de dizer-me as tuas fontes porque eu interesso-me por seitas em geral e esses dados são importantes. Creio que o pior que deve ter acontecido ao homem foi, justamente, ter uma legião de jovens sequiosos de “espiritualidade” a chamar-lhe guru e a segui-lo como cães a um dono, para além de muitos homens desiludidos com as esposas e mulheres na menopausa que lhe entregaram fortunas e carros de luxo, convencidos que iam atingir o samadhi nos braços do seu guru. O que fez a diferença do Rajneesh face a outros foi, justamente, o iconoclasmo, a ruptura com convenções e com tudo o que levava as pessoas a acreditar em patranhas. Para mim, as palavras dele foram decisivas, precisamente, para me ajudar a perder uma certa inocência relativamente aos charlatães, daí que não o considero como um “guru” (se queres um bom exemplo de “guru”, à moda antiga procura uma bigrafia de Ramana Maharshi e, aí sim, encontrarás o que procuras, sem orgias nem rolls royces…) mas considero-o, antes, como um filósofo. Ao contrário de gurus talhados pela e para a fraude (tipo Maharaji) ou dos infames gurus criadores de seitas perigosas tipo Ananda Marga ou Brahma Kumaris, o velho Rajneesh nunca promoveu a lavagem ao cérebro dos discípulos nem, muito menos, a estupidez – e só por isso merece ser celebrado. Suponho que a legião crescente de seguidores acabou por não se revelar muito diferente dos seguidores de um qualquer pastor evangelista do tipo daqueles que subiram na vida a vender bíblias ou dos que andam de fato e gravata a expulsar demónios do corpo dos crentes no cinema Império. Hoje o que resta é uma marca – Osho – que parece ter uma quota de mercado significativa no negócio new age. Mas não confundas: eu li dois livros do Rajneesh há trinta anos atrás e as palavras dele ajudaram-me a amadurecer. Quanto ao resto, despego-me de tudo.
One Love
Marley
Anonymous no dia 21 de Janeiro de 2008 às 15:12
Anónimo, fiquei um bocado perturbado com a ideia de estar aqui a sancionar positivamente um tipo que, não obstante eu poder ter tido no passado uma imagem dele como filósofo, poderia ser afinal um crápula. Fiz uma pesquisa rápida e a minha preocupação aumentou. Vale a pena ler o que está em http://www.enlightened-spirituality.org/rajneesh.html – que por acaso até parece um site muito new age. Aí se resumem testemunhos de gente que esteve junto da personagem e toda a história é, efectivamente, muito preocupante. No fundo, confirma a necessidade crescente de não irmos nas patranhas “espirituais” que as almas supostamente bem-intencionadas nos querem vender. Melhor aprender arte, filosofia e ciência do que acreditar nas tangas da nova era. E atenção, pois há por aí mais seitas perigosas, prontas a arregimentar os ingénuos e os fracos de espírito.
One Love
Marley
Anonymous no dia 21 de Janeiro de 2008 às 15:14
Ó Margaridaa, olha que eu não te posso pagar a publicidade (lol…)
One Love
Marley
Anonymous no dia 21 de Janeiro de 2008 às 16:27
pois…mas tanta raiva, rancor e perturbação porquê? eu postei estas palavras não por serem do OSHO e terem vindo do site dele, mas porque me transmitiram uma ideia que, seja ele um crápula ou não, eu concordo. Não digo que temos que fazer yogas e jejuns e outras coisas mais como mencionou o Marley. Talvez tenhamos só que ser verdadeiros e não nos deixarmos corromper por toda a porcaria que anda à nossa volta. O que quer que sejamos está dentro de nós e não à nossa volta. Pelo menos eu sinto-me assim, em relação a valores, princípios e sentimentos. Eu não sou o que sou por a sociedade me dizer para o ser. Sou-o porque me identifico com, porque sinto que assim é que sou. É óbvio que o conhecimento não está todo dentro de mim, que o vou buscar ao mundo que me rodeia, seja ao OSHO ou a qualquer outro mais ou menos crápula do que ele, que tenha transmitido ou transmita ideias que ma ajudem a desenvolver o meu próprio conhecimento e sabedoria. Não por quem o diz, mas pelo que se diz.
Por outro lado não acho irrelevante o lado espiritual porque, quer queiramos usufruir dele, quer não, ele faz parte de nós. Mas nesse aspecto cada um sabe de si.
O que gostava ter transmitido com a citação é que nós já somos a almofada, não precisamos de procurar sê-la. Agora podemos e devemos enchê-la de algodão, mas com o algodão mais puro que exista, um algodão que não nos faça alergia, mas que seja fofo e confortável. Que nos aconchegue o coração.
Joana
Anonymous no dia 21 de Janeiro de 2008 às 16:37
Boa, Joana! Fizeste fazer valer o teu ponto. A metáfora da almofada é bem gira!
One Love
Marley
Anonymous no dia 21 de Janeiro de 2008 às 19:00
Que bom estar sempre a aprender:
http://www.gnosticliberationfront.com/Bhagwan_osho.htm
e também
http://rajneesh.info/
One Love
Marley
Anonymous no dia 21 de Janeiro de 2008 às 20:08
ÓME QUEREM LÁVÊR QUISTE É TUDE PSSUAL CANDA ALMARIADE OH EMTÃ ANDEM COM US JANÊRES
taxkastocesoskoskoices no dia 21 de Janeiro de 2008 às 22:10
Fora de cena quem não é de cena!
o último não pode estar mais a leste…já não admira
Amorena no dia 21 de Janeiro de 2008 às 23:01
YAY !!! Já bem dizia o outro: -Falem…bem ou mal, mas falem…
Curioso, este post k bateu o SL em comentários…Hehehe
Dá k pensar!
Brava Joana! E mais até pelo comentàrio d k pelo post em si…smiles…
Formiguinha no dia 22 de Janeiro de 2008 às 1:19
Gostei da imagem da almofada!
Margaridaa no dia 22 de Janeiro de 2008 às 8:50
Tenho a dizer que há muitos anos li um livro de Bhagwan Shree Rasheesh, (futuro Osho) intitulado Tantra, a suprema compreensão. E lembro-me de ter gostado imenso, de ter sentido uma empatia com aquilo que o homem dizia. Curiosa , fui procurá-lo a um canto da minha estante e folheei-o. Continuo a sentir a mesma coisa, a mesma admiração por quem consegue materializar em palavras muita coisa do que sinto como verdadeira.
Certo, como diz o primeiro anónimo, há muitas coisas criticáveis.Mas isso vem do homem e não da sua obra.
E depois, não é o primeiro que desenvolve uma imensa máquina à volta da ideia. Sem querer ofender ninguém,e sem querer comparar o que não é comparável, o que dizer da enorme máquina montada à volta das ideias iniciais de Jesus, o Vaticano, a igreja…
Apeteceu-me deixar aqui mais um pedacinho de BSR que encontrei no livro que voltei a abrir, e que gostei muito.
Caminhar sobre a grama
Quando as gotas de orvalho ainda não se evaporaram,
E sentindo totalmente
A textura, o toque da grama,
A frescura das gotas de orvalho,
O vento da manhã, o nascer do sol.
Que mais precisas tu para ser feliz?
Que mais é necessário para ser feliz?
Margaridaa no dia 22 de Janeiro de 2008 às 8:56
Mas é justo, Marley, não é publicidade, como não tens o teu nome incluído nos contribuintes, apesar de haver pistas suficientes pelo Blog fora, assim é mais fácil, para quem quiser chegar ao teu triplom.
(Janelas e portas abertas, é bom!)
Margaridaa no dia 22 de Janeiro de 2008 às 9:03
Por um erro meu não copiei a primeira parte do comentário que fiz.Ela aqui vai :
Desde ontem que ando para juntar o meu comentário.
A OBRA TRANSCENDE SEMPRE O SEU AUTOR
Isto aplica-se não só aos gurus, como a todos os que transmitem qualquer coisa. Importante é aquilo que recebemos. Há Picasso, cuja neta escreveu um livro, só a dizer mal da maneira de ser dele (o que a meu ver não tem relação com a obra), há Jacques Salomé, um autor conceituado que escreve sobre relacionamentos humanos e que no entanto é divorciado…O homem é o homem, é a sua obra que é importante e aquilo que podemos ganhar com ela.
Margaridaa no dia 22 de Janeiro de 2008 às 23:19
É um prazer reencontrar Tolkien aqui, assim à mão. Obrigada, Janus.
Anonymous no dia 23 de Janeiro de 2008 às 1:42
Gostei da música (de uma maneira geral aprecio Talking Heads), mas não curti as roupinhas deles. É mais giro quando se vestiam de cortinados coloridos. Conheces Tom Tom Club Margaridaa? tem a Tina no baixo e é cá um somzão!…
Marley
formiguinha no dia 23 de Janeiro de 2008 às 2:01
Margaridaa pareces adivinhar quando estou mesmo a precisar de ouvir as tuas palavras. Saravá AMIGA!
Margaridaa no dia 23 de Janeiro de 2008 às 8:38
Concordo contigo. Para mim a cor tem imensa importância, apesar de eu sentir que os TH são tão bons , que mesmo com esta imagem cinzenta conseguem passar a mensagem. Mas fui à procura, por curiosidade , e não achei nada da fase dos cortinados coloridos. Pena!
Margaridaa no dia 23 de Janeiro de 2008 às 8:41
Formiguinha, bom saber isso, bom saber-te por aí. Um beijinho.
Anonymous no dia 23 de Janeiro de 2008 às 11:13
Devem ser as almofadas de que a Joana falava, lá mais atrás …
Margaridaa no dia 23 de Janeiro de 2008 às 16:24
…tens razão, ó anónimo(a), mas deve ter sido o inconsciente…de repente tive vontade de as pôr aqui!
Anonymous no dia 23 de Janeiro de 2008 às 18:00
Que animação fantástica! Também adorei! Sabes?… A música deles não é sempre nesta veia mais pop. A Tina Weymouth é uma grande fã da batida jamaicana (ora toca baixo eléctrico, não é?…), daí que grande parte do som deles seja pop, sim, mas a puxar para o reggae!
Obrigado margaridaa!
One Love
Marley
Anonymous no dia 23 de Janeiro de 2008 às 18:09
lol…
Que pena não nos podermos sentar lá agora mesmo a brincar aos sputniks…
One Love
Marley
Anonymous no dia 23 de Janeiro de 2008 às 18:15
A ideia do messias como mecânico de automóveis é muito gira e tenho pena de não ter lido o livro… Sabes quem me falou neste livro pela primeira vez, há muito, muito tempo? O Paulo (da Erika), que era uma criatura luminosa, apesar de discreta (e espero que seja durante muitos mais anos, pois chegou-me aos ouvidos que estava com uma saúde frágil…). Que saudades tenho do convívio dele!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 23 de Janeiro de 2008 às 18:53
Acabo de decobrir um blog a partir do qual poderão “baixar” (entre centenas de outras preciosidades dos Canned Heat, Jefferson Airplane, Bob Dylan, etc…) os primeiros albuns dos Tyrannosaurus Rex, que um comentador descreveu e qualificou muito bem como BEBOP ÉLFICO, dado os gostos literários dos dois músicos que formaram este grupo incrível – Marc Bolan e Steve “Peregrin” Took (Tolkien, claro!…).
Os álbuns que vos recomendo vivamente e que encontram em
http://dudu2dovinil.blogspot.com/search?updated-max=2007-09-19T10%3A27%3A00-03%3A00&max-results=30
são:
- “My People Were Fair And Had Sky In Their Hair But Now They’re Content to Wear Stars On Their Brows” (1968).
- “Prophets, Seers & Sages, The Angels of the Ages” (1968).
- “Unicorn” (1969)
- “A Beard of Stars” (1970).
Admito que o som não seja fácil para os ouvidos pouco habituados a música acústica… diferente… – aliás, freneticamente diferente…
Mas para mim, estes albuns são preciosíssimos, pois sou um incondicional do Marc Bolan, mesmo na fase Glam Rock… Aqui, porém, o que encontram é guirarra acústica, percussões variadas e lindas melodias vocais! Deste lote, se quiserem ouvir apenas um para experiência recomendo-vos aquele que é, talves, o melhor: “Unicorn”; ou o meu favorito “Prophets, Seers & Sages…”. E lembrem-se que estão a ouvir música extremamente inovadora feita há quarente anos atrás! Como dizia o comentador, BEBOP ÉLFICO – designação que não poderia ser mais adequada…
Boa Navegação
One Love
Marley
formiguinha no dia 24 de Janeiro de 2008 às 1:21
Porque é que se parte da ideia que a verdade magoa?
Margaridaa no dia 24 de Janeiro de 2008 às 9:19
É nestas alturas que sinto que não há longe nem distância, Marley. Apesar de mais de 2000 quilómetros que nos separam, consigo-te ver a dizer isto e mesmo ouvir a tua gargalhada!
Margaridaa no dia 24 de Janeiro de 2008 às 9:20
Gostei muito!
Margaridaa no dia 24 de Janeiro de 2008 às 9:26
As verdades nem sempre são más.E mesmo quando calham a ser….a mentira arrepia-me!
Não concordo com a última frase deste post.
A verdade, sempre soberana!(E há verdades que nos fazem bem!)
Anonymous no dia 24 de Janeiro de 2008 às 18:12
Gotcha!!!…
Ó pra mim a gingar à frente do computador!
Que somzão do cacete!!!
Do melhor!!!
(até o meu cão dançou!…)
One Love
Marley
Amorena no dia 24 de Janeiro de 2008 às 23:25
mais está para vir……..
*smile*
Janus
Anonymous no dia 25 de Janeiro de 2008 às 9:37
On this day, the Lord gave you life,
May you use it to serve him.
All of our loving prayers, will be with you,
May you never forget them.
May the long time sun
Shine upon you
All love surround you,
And the pure light
Within you
Guide your way on.
(Mike Heron /Robin Williamson /Incredible String Band, 1968)
Muitos Parabéns Janus!…
One Love
One Heart
Let’s get together and feel allright
Marley
Anonymous no dia 25 de Janeiro de 2008 às 10:49
Então, muitos Parabéns para o Janus
Amorena no dia 25 de Janeiro de 2008 às 12:03
Obrigado………embora me sinta mais de luto do k própriamente aniversariante………..obrigado
há mais marés k marinheiros…
já desatinei com a luipa hoje de manhã………isto não está a correr lá muito bem…..continuo a sentir-me descriminado……..enfim……
time will tell……think your in heaven but you living in hell…..
Zacarias no dia 25 de Janeiro de 2008 às 23:04
Muito bonito Margaridaa!
A cor é o tempero da vida.
Contra os dias nublados, que entorpecem a mente!
Amorena no dia 25 de Janeiro de 2008 às 23:53
obrigado a todos………..
nunca estamos sós………
possa eu continuar a ser merecedor da vossa amizade……….
Light and love……….Janus
formiguinha no dia 26 de Janeiro de 2008 às 2:23
Parabéns Janus (who ever you are)
Hoje também faz anos a minha pintaínha, de nome Carolina, que eu amo de paixão. 17 anos de vida e de semente a crescer!
Anonymous no dia 26 de Janeiro de 2008 às 19:44
Pois então, muitos parabéns à Carolina e à Formiguinha!
Tudo de Bom!…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 27 de Janeiro de 2008 às 16:16
Este assunto é interessante e não é simples, há muitas teorias.Voltarei mais tarde para dizer mais concretamente o que penso.(Sempre o tempo…)
Formiguinha no dia 27 de Janeiro de 2008 às 23:19
A Carolina ficou muito surpreendida quando “se viu” e…adorou. Obrigada P.
Formiguinha no dia 27 de Janeiro de 2008 às 23:23
Só tu, Margaridaa para pores aqui o nosso Tejo, o rio que eu/nós amamos, às vezes tão maltratado,tantas vezes esquecido, mas sempre tão generoso na beleza e na energia que dá!
Anonymous no dia 28 de Janeiro de 2008 às 20:05
Creators of crop circles
In 1991, two men from Southampton, England announced that they had conceived the idea as a prank at a pub near Winchester, Hampshire during an evening in 1976. Inspired by the 1966 Tully Saucer Nests,[19] Doug Bower and Dave Chorley made their crop circles using planks, rope, hats and wire as their only tools: using a four-foot-long plank attached to a rope, they easily created circles eight feet in diameter. The two men were able to make a 40-foot (12 m) circle in 15 minutes.
The pair became frustrated when their work did not receive significant publicity, so in 1981 they created a circle in Matterley Bowl, a natural amphitheatre just outside Winchester, Hampshire – an area surrounded by roads from which a clear view of the field is available to drivers passing by. Their designs were at first simple circles. When newspapers claimed that the circles could easily be explained by natural phenomena, Bower and Chorley made more complex patterns. A simple wire with a loop, hanging down from a cap – the loop positioned over one eye – could be used to focus on a landmark to aid in the creation of straight lines. Later designs of crop circles became increasingly complicated.
Bower’s wife had become suspicious of him, noticing high levels of mileage in their car. Eventually, fearing that his wife suspected him of adultery, Bower confessed to her and subsequently he and Chorley informed a British national newspaper. Chorley died in 1996, and Doug Bower has made crop circles as recently as 2004. Bower has said that, had it not been for his wife’s suspicions, he would have taken the secret to his deathbed, never revealing that it was a hoax.[20]
Circlemakers.org, a group of crop circle makers founded by John Lundberg, have demonstrated that making what self-appointed cereologist experts state are “unfakeable” crop circles is possible. One such cereologist was filmed claiming that a crop circle was genuine when the people making the circle had been filmed the night before.
Scientific American published an article by Matt Ridley,[21] who started making crop circles in northern England in 1991. He wrote about how easy it is to develop techniques using simple tools that can easily fool later observers. He reported on “expert” sources such as the Wall Street Journal who had been easily fooled, and mused about why people want to believe supernatural explanations for phenomena that are not yet explained. Methods to create a crop circle are now well-documented on the Internet.[18]
On the night of July 11-12, 1992, a crop-circle making competition, for a prize of several thousand UK pounds (partly funded by the Arthur Koestler Foundation), was held in Berkshire. The winning entry was produced by three helicopter engineers, using rope, PVC pipe, a trestle and a ladder. Another competitor used a small garden roller, a plank and some rope.
Gábor Takács and Róbert Dallos, both then 17, were the first people to be legally charged with creating a crop circle. Takács and Dallos, of the St. Stephen Agricultural Technicum, a high school in Hungary specializing in agriculture, created a 36-meter diameter crop circle in a wheat field near Székesfehérvár, 43 miles (69 km) southwest of Budapest, on June 8 1992. On September 3rd, they appeared on a Hungarian TV show and exposed the circle as a hoax showing photos of the field before and after the circle was made. As a result, Aranykalász Co., the owners of the land, sued the youngsters for 630,000 HUF (approximately $3000 USD) in damages. The presiding judge ruled that the students were only responsible for the damage caused in the 36 meters diameter circle, amounting to about 6,000 HUF (approximately $30 USD) and that 99% of the damage to the crops was caused by the thousands of visitors that flocked to Szekesfehervar following the media’s promotion of the circle. The fine was eventually paid by the TV show, as were the students’ legal fees.
Not everybody accepts that circles are man-made, believing instead that many designs are too perfect and that they lack signs of human interaction. Among these critics was British born astronomer Gerald Hawkins who, prior to his death, argued that some circles displayed a level of complexity and accuracy that would be difficult to recreate on paper, let alone in a field after dark.[18] In response, circle creating groups and proponents of the man-made hypothesis state that it is possible to create a complex design by marking radii and angles with rope, and to enter and to move about a field using landscape features and tractor trails in order to avoid leaving other marks.[22]
(wikipedia)
Grandes artistas cerealíferos!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 28 de Janeiro de 2008 às 20:07
É Spielberg ou Lucas Arts?…
Marley, o Galáctico
Margaridaa no dia 28 de Janeiro de 2008 às 20:55
Marley
Mais uma vez penso que a obra é o mais importante, sendo os crop circles lindíssimos. Interessante teres posto aqui informação,(pena o inglês, mexo-me melhor no francês,eh eh!), mas parece-me que foste parcial e não transcreveste todos os pontos de vista, pelo menos os existentes na Wikipédia. Também lá fui e completo aqui a tua pesquisa.
Le terme agroglyphe est un néologisme synonyme de crop circle parfois traduit de l’anglais par cercle de culture ou cercle de récolte. Un agroglyphe est la zone d’un champ de blé ou d’autres céréales similaires dont certains épis ont été recourbés ou couchés pour former diverses formes géométriques certaines en trois dimensions et d’autres en deux. Ces formes vont du simple cercle de quelques mètres à la composition de plusieurs centaines de mètres impliquant de nombreuses sections.
L’explication de la formation de ces figures est très controversée. L’explication la plus simple, celle défendue par le scepticisme scientifique, est une action humaine délibérée : les agroglyphes sont une production artistique humaine, similaire du point de vue de la démarche aux graffitis que l’on trouve sur les murs de nos cités. Dans ce contexte, la méthode de réalisation utilise un ou des plans sur papier et des moyens de report sur le terrain comme des cordes, pieux, décamètres ainsi que des planches ou rouleaux pour abaisser les tiges. Un très grand nombre d’agroglyphes ont été produits selon ces procédés, prouvant leur faisabilité. A noter que certains agroglyphes sont produits à des fins moins artistiques. En effet, d’autres explications persistent à être avancées. Par exemple l’origine serait due aux ovnis ou à des “manifestions d’énergie”.
Les premiers agroglyphes sont apparus dans le sud de l’Angleterre (Hampshire, Wiltshire et contrées avoisinantes) au milieu des années 1970. Au fil du temps, en même temps que le nombre des crop circles croissait, les motifs sont devenus de plus en plus complexes (les premiers agroglyphes étant de simples disques, tandis que certains de ceux apparus dans les années 1990 et 2000 furent très élaborés : messages verbaux, signes iconiques, dessins d’objets manufacturés). Évolution aussi de la distribution géographique, le phénomène sortant de son aire d’origine. Toutes ces transformations suggèrent clairement que le rôle des articles de journaux et reportages télévisuels sur le sujet, qui se sont multipliés vers la fin des années 1980, a été important dans la création même du phénomène.
Certaines personnes estiment que les agroglyphes, ou du moins certains, ne peuvent pas être des fabrications humaines. Ainsi, les motifs les plus complexes ne pourraient pas, de leur point de vue, avoir été réalisés de façon secrète et dans la durée d’une seule nuit par un simple groupe de plaisantins, même organisés ; de plus, certains débris causés par des radiations seraient selon elles très difficiles à reproduire[réf. nécessaire]. Elles tentent aussi d’argumenter en faveur de l’ancienneté des agroglyphes.
Plusieurs théories pour expliquer l’origine non humaine (naturelle, surnaturelle, extraterrestre) de ces agroglyphes ont été avancées depuis les années 1960. Au début du phénomène, deux hypothèses s’affrontaient : l’« hypothèse naturelle » et l’« hypothèse d’une cause ufologique ». De nombreux groupes marginaux proposent leur propre explication du phénomène, en accord avec leurs croyances, la plupart sans une réelle méthodologie ou rigueur d’analyse (voir liens externes). En effet, seule une approche scientifique rigoureuse (à l’instar d’une enquête policière sur la scène d’un crime), portant non seulement sur le relevé des indices physico-chimiques sur le terrain et particulièrement sur les indices communs à un grand nombre d’agroglyphes, mais aussi sur l’inventaire géographique, et dans le temps, des phénomènes recensés. Seule une telle méthodologie pourrait permettre de trancher en faveur d’une des quatre hypothèses émises à ce jour (humaine, naturelle, surnaturelle, extraterrestre). Le placement de caméras de surveillance dans les zones les plus concernées par ces phénomènes (tel le Wiltshire en Angleterre) devrait également permettre d’avancer dans cette investigation
Phénomène naturel [modifier]
Plusieurs théories ont été émises attribuant aux agroglyphes une origine naturelle (tourbillons de vent, « éclairs en boule », vortex de plasma, etc.). On pense entre autres à des champs magnétiques. Cette hypothèse a été avancée pour plusieurs raisons : des personnes peuvent se sentir mal sur un crop circle, avoir des maux de tête ou des nausées. De plus, certains appareils électroniques sont défaillants. Enfin, on mesure aussi sur certains crop circles des champs magnétiques plus élevés que la normale.[réf. nécessaire] Cependant cette hypothèse — outre qu’elle laisse dans l’ombre la nature et le mode d’action des mystérieuses forces à l’œuvre — perd toute vraisemblance au regard de la perfection et de la complexité des formes géométriques produites par le phénomène, lequel se caractérise tant par des formes circulaires ou elliptiques, généralement multiples et symétriques, que par des motifs radiaux ou angulaires, parfois symétriques, parfois asymétriques. Ce double constat, de complexité et de perfection, écarte également d’emblée la possibilité d’une origine humaine.
Origine extraterrestre [modifier]
Parmi les groupes les plus assidus à l’étude de ces phénomènes, BLT Research (http://www.bltresearch.com/). Les chercheurs de ce groupe auraient découvert des isotopes radioactifs rares dans les agroglyphes, ils auraient aussi trouvé des modifications structurelles profondes dans les nœuds des plantes tressées (et non simplement couchées) et ont fait germer des graines extraites de celles-ci. Il faut ajouter que la complexité des motifs est en constante évolution. [réf. nécessaire]
Boules de lumière [modifier]
W. C. Levengood et N. P. Talbott défendent l’hypothèse selon laquelle les agroglyphes sont réalisés par des « boules de lumière » (en anglais Balls of light), qui sont à mettre en relation également avec les phénomènes de Foo fighters. Selon eux, de telles boules de lumières émettraient des micro-ondes qui réaliseraient la forme dans les blés. L’origine de ces boules n’est pas précisément définie.
Dans un article de 1999, Levengood et Talbott prétendent que les blés ont été irradiés. E. H. Haselhoff (2001) propose dans la foulée un modèle physique explicatif3.
Joe Nickell4, membre du Committee for Skeptical Inquiry, a mis en question la fiabilité de ces résultats : l’analyse n’avait pas été faite en double-aveugle et il semblerait que les laboratoires ne puissent pas distinguer les épis de blé qui proviennent des agroglyphes de ceux qui n’en proviennent pas, si on ne leur donne pas l’information avant toute analyse. De plus, le modèle de Haselhoff (2001) n’explique pas comment les micro-ondes coucheraient les épis de blé ni comment ils traceraient la forme de l’agroglyphe dans le champ, mais seulement une possible différence de longueur entre les épis.
Margaridaa no dia 28 de Janeiro de 2008 às 21:01
Não acredito nem na negação completa destes fenómenos nem na aceitação total. Acredito que a explicação passe por outros lados (mais que um).Brevemente voltarei aqui, para expor o que penso. Mas de certeza que o que penso não passa pela negação total. Há mais que isso!
Margaridaa no dia 28 de Janeiro de 2008 às 21:03
E ainda…acredito que há mais mundo do que o mundo que vemos com os cinco sentidos.
Anonymous no dia 28 de Janeiro de 2008 às 23:00
A explicação de que fenómeno?
Bah!… Não vou postar mais nada sobre estes assuntos porque recebi ordens do comandante galáctico Ashtar Sheran e do seu ajudante de campo Adoniesis para não revelar nenhum segredo aos profanos. Mas deixa, que eles estão aí por cima de nós e têm um olho que tudo vê e no final dos tempos (data que não posso também revelar mas que será numa terça-feira depois do jantar) os maus hão-de ser queimados com os seus raios galácticos. Só os seres superiores que têm auras índigo-cristal se salvarão, tal como eu, mas mais não posso revelar, e além disso isto já está tudo escrito.
Marley o galáctico
Anonymous no dia 28 de Janeiro de 2008 às 23:06
Só há uma falha nisto tudo: não mencionam o nome do comandante Ashtar Sheran e do seu ajudante de campo (aliás, de nave) Adoniesis, que foram os verdadeiros jardineiros do universo que, com as suas naves galácticas iniciaram este processo de elevação vibratória do campo magnético terrestre, deixando tudo codificado nos cereais. E mais não posso revelar, pois estes segredos são apenas para iniciados no fogo violeta e para os demais mestres ascensionados tal como eu próprio, que sei tudo isto porque já voei muito a bordo das suas naves (tanto dos discos como dos charutos…).
Marley Saint Germain, The Upsetter
Margaridaa no dia 29 de Janeiro de 2008 às 8:23
Certo!Partiremos do princípio que já está tudo escrito, os prós e os contras, e quem quiser que se informe. Mas quanto ao resultado final, crop circles , sejam quem forem os autores,o resultado é belo!
Margaridaa no dia 29 de Janeiro de 2008 às 8:40
Quanto a este assunto, não me apetece ir daqui embora sem ter exposto a minha opinião, sendo claro que não quero convencer ninguém.
Quanto ao fenómeno dos extra terrestres, considero que é tido como extra terrestre qualquer forma de vida não existente no nosso planeta.
(Como não existe no nosso planeta, é desconhecido aos olhos de todos, logo tem forçosamente de ser “inimigo ou mau”, como tudo o que não se conhece.)
Qualquer forma de vida, ( e de não vida, tudo o que podemos ver e também o que não podemos ver), resulta de uma mesma energia. O que faz com que o resultado seja diferente é a taxa de vibração dessa mesma energia. Há coisas que vemos, há outras que não vemos, os nossos sentidos são limitados.
Não acredito que nós os humanos sejamos a única forma de vida em todo o Universo. Não seria lógico. Penso que tem que haver outras formas, uma mais evoluidas, outras menos, assim como os humanos não tem todos o mesmo grau de evolução.
Tudo aquilo que nos é apresentado pelos média ( e normalmente é pelos media que as informações são veiculadas, para não falar dos livros , onde não podemos esquecer o seu autor e as suas convicções e portanto os pontos de vista também não são isentos de opinião),é manipulado, a informação nunca faz o seu caminho num estado puro. (Quem conta um conto junta-lhe um ponto).
Toda a informação acerca dos ufo recebe o mesmo tratamento.
Pessoalmente considero lógica a existência de extraterrestres. (Sendo extraterrestres, toda a forma de vida não existente neste planeta.)
Margaridaa no dia 29 de Janeiro de 2008 às 9:29
Aconselho quem quiser a consultar o site seguinte, muito, muito interessante!!(helas, em inglês!!)
http://www.mcs.surrey.ac.uk/Personal/R.Knott/Fibonacci/fibnat.html#golden
Anonymous no dia 29 de Janeiro de 2008 às 19:41
Não sei porque é que a minha descoberta da música do David Sylvian foi tão tardia… Conhecia apenas uma faixa notável do album Sahara Blue (poemas do Rimbaud e produção do Hector Zazou). Depois, no mute, descobri o Dead Bees on a Cake e posso dizer que estou rendido! Delicioso!
Obrigado Margaridaa!
One Love
Marley
Anonymous no dia 30 de Janeiro de 2008 às 12:46
Deixa-me opinar: eu também gosto desta canção – especialmente se inserida no album genial que é o Transformer – , mas aqui ná, não gostei! No primeiro video é a brigada do reumático a mostrar que ainda não lhes deu um AVC (felizmente!)e que precisam de ir amealhando qualquer coisita para manterem a renda do penthouse, donde se segue que é melhor ouvir os originais ou, então, os putos novos a fazerem coisas giras (Sigur Ros, God Speed Black Emperor… eu sei lá!…). No segundo… ughghhh, que horror: parece aqueles vídeos hiper-mega-super pirosos que se fazem no Natal para ajudar as crianças com paralisia cerebral – o que, se fosse o caso, era uma ideia louvável, pois há muita gente pirosa com bom coração e que necessita de umas pirosadas para abrir os cordões à bolsa e contribuir para aquelas causas em que o Estado se demite de cumprir o seu papel (como no caso recente das crianças com necessidades especiais que ficaram sem apoio educacional porque os cleptocratas dos nossos governantes só sabem roubar aos fracos e aos indefesos…). Mas afinal, parece que era só para promover a BBC…
(Thumbs Down!…)
One Love
Marley
Margaridaa no dia 30 de Janeiro de 2008 às 13:16
Eh eh!!Ok. Eu gosto das duas versões, por acaso gosto destas misturas. Teria cá posto uma terceira, (depois de ler o teu comentário), mas não encontrei nada que me satisfizesse!
formiguinha no dia 30 de Janeiro de 2008 às 23:39
Gosto muito desta canção, principalmente da versão Lou Reed e Dr. Jonh. Desculpa lá, Marley mas quanto à ideia da brigada do reumático, tudo na boa, tudo tem o seu tempo. De alguns anos a esta parte, passei a gostar ou não, sem grande filosofias, só com os sentidos
formiguinha no dia 30 de Janeiro de 2008 às 23:47
é muito bom receber um elogo de alguém que amamos (mesmo que se ache que lá no fundo, mesmo no fundo, a pessoa deve estar “céguinha” de todo) principalmente se estamos com a auto-estima na m….(e acreditem que eu sei do que estou a falar)
Zacarias no dia 31 de Janeiro de 2008 às 22:32
Lindo!
Sempre adorei estes músicos.
Ao ouvi-los um tímido arrepio, estremece-me a coluna … cavalgo-o sem limites, nem fronteiras … e um raio luminoso trespassa o espaço-tempo, ignorando as leis da física, os limites do corpo.
Onde estou eu ? Poderá esta alucinação continuar ?
Há minha volta seres cabeludos e extasiados, falam de amor e paz, enquanto trocam sorrisos e flores.
O arrepio permanece, até que a música acaba e a realidade regressa.
Foi bonito, Margaridaa.
dubleudansmesnuages no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 1:56
Olha queria felicitar-te pelo teu blog maravilhoso de que gostei muito.
Beijinhos para vocês.
Armando
Margaridaa no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 7:42
É sempre gratificante saber que aquilo que se faz com muito gosto e que inegavelmente é feito a pensar na partilha, é realmente partilhado.
Obrigada, Armando.
Anonymous no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 10:33
Huummmmmm… Creio que não concordo com a senhora da frase, pois o mundo muda constantemnte – e mudamos nós que somos parte dele – e, por isso, nem sempre obtemos aquilo que sempre obtivemos se fizermos o que sempre fizemos. É essa, aliás, uma das ideias fundamentais codificadas na imagem da roda da fortuna.
One Love
Marley
Margaridaa no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 11:57
A ideia desta frase é que, se queremos obter outras coisas além daquelas que temos, também temos que mudar certos HÁBITOS, certas rotinas, e descobrir outras maneiras de estar , outros caminhos.(Pelo menos foi assim que a entendi, e por isso gostei.Está relacionada com os AUTOMATISMOS, sobre os quais já falei num “post” antigo.
Anonymous no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 15:18
Huummmmmm… Estou a ver!…
dardna no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 18:49
engraçado, à primeira vista reagi exactamente como tu Marley mas de facto não há que esquecer o potencial do pensamento lateral, algo alternativo à lógica a que tanto nos habituámos.
Abraços!!
Anonymous no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 20:46
Ou seja: a frase é tão auto-referencialmente vazia (à primeira, aliás, parece uma a la monsieur de La Palisse…), que permitiu estas duas leituras diametralmente opostas relativas à mudança e à permanência – ambas legítimas, ambas correctas, ambas lógicas. O busilis está no arco causal (daí a necessidade de reflexão sobre os processos de transformação ou, numa mais xamânica, de TRANSFIGURAÇÃO…)que faz aqui uma espécie de ouroboros…
No fundo, é um processo semelhante a:
a frase que se segue é verdadeira.
a frase anterior é falsa.
e, portanto, a lógica é um mau modelo de causalidade, pois se verdadeiro, então falso, e se falso, então verdadeiro.
Se se aplicar a uma máquina digital, esta entra em oscilação permanente e acaba por rebentar.
Yo dardna, curti essa do pensamento lateral, cujo hábito pode ser treinado por forma, a justamente, transfigurar o real… (isto em estética deve ser giro…)
Mais abraços
One Love
Marley
formiguinha no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 0:07
Tenho este livro, Prima amiga.
Às vezes viajo no tempo, ao lê-lo, volto a ter 15 anos e a acreditar em muita coisa. Hoje, muitos anos depois, ainda acredito em muitas delas. Agradeço (ao Universo? à minha natureza?) continuar a ter fé nas pessoas!
formiguinha no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 0:18
Lindo és tu, Zacarias, que consegues pÔr em palavras o arrepio que me percorreu depois de ouvir esta música.Obrigada!
Amorena no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 11:01
haaaaaa….simmmmmmmm
que bom……..
tantas saudades…..
além de conservador tou a ficar saudosista também…….
deve ser da idade……..
lembro-me tão bem do meu amigo camões e a sua ibanez a tocar crosby`s no largo do café modesto…..
sim, uma nova esperança nas nossas vidas…….
tudo era possivel…….
blessed be……..
Anonymous no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 11:52
Adorei!… Tanto, aliás, que fiz uma “postagem” no triplo M a pensar em vocês… (http://triplom.blogspot.com/). Trata-se de uma pequena lição de história ao som de um dos meus temas favoritos do Graham Nash. É bom não esquecermos – sobretudo agora, que a tortura e os campos de concentração do Império são vistos com indiferença por uma certa Europa instalada… A Europa do grande capital, da alta finança, da economia do conhecimento… A Europa financeira que engorda não só com o jogo da bolsa, com as taxas de juro, com os incentivos fiscais e com os offshores mas, também, com o nosso trabalho. O abismo que a história cavou entre os rendimentos dos muito ricos e os da classe média, é cada dia maior e mais profundo. Aqui no nosso burgo trabalha-se para engordar a banca, como diz qualquer comentador…
Enfim, por tudo isto, é bom sabermos que a Convenção Democrática de Chicago, em 1968, marcou o fim do sonho e da esperança de uma geração de revolucionários pacifistas na América. Em Paris as barricadas foram destroçadas pela polícia de choque e Woodstock marcou depois o ponto final!
Esta geração acabou bem instalada no poder e a lixar a vida a toda a gente, com a ganância do dinheiro. Até tentaram limpar-se dizendo que sim, que fumaram, mas nunca engoliram o fumo… E a América tem hoje as mais altas taxas de encarceramento do mundo, graças à proibição da marijuana. É possível passar vinte anos na prisão por ter uma planta de cannabis – mais do que em inúmeros casos de violação e roubo à mão armada.
Tristes tempos estes…
Enfim, espero encontrar-vos no triplo M
One Love
Marley
Marley
Anonymous no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 11:56
Quem é esta miúda? Faz-me lembrar alguém…
“If you can´t be with the one you love
Love the one you’re with!
Love the one you’re with!
Love the one you’re with!…”
(Crosby, Stills & Nash)
One Love
Marley
Margaridaa no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 14:05
Rui Veloso em As regras da sensatez
Margaridaa no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 17:11
Nestas tuas participações, só te falta dizer : e agora senhoras e senhores, algo completamente diferente!!!
Eu gosto, é como uma brisa…
luipa no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 18:55
Há verdades que de tão verdadeiras não deixam sombras de duvidas…tomara k todos nós seres humanos pudessemos entender todas as verdades. Beijos
dardna no dia 3 de Fevereiro de 2008 às 1:19
O que teriam os irmãos Brain a dizer sobre isso?
hmmpf… :/
formiguinha no dia 3 de Fevereiro de 2008 às 23:29
Marley, vou tentar “interiorizar” a sabedoria da ideia. Já a conheço há muito tempo, mas tem sido difícil vivê-la!
Anonymous no dia 4 de Fevereiro de 2008 às 11:44
Bonito, sim senhora!… Nesta linha, conheço apenas um trabalho fantástico de que tu também deves gostar: Steve Tibbets (um guitarrista onírico…) com uma monja tibetana cujo nome não recordo agora (mas na amazon descobres facilmente…). E numa linha laica, a tibetana Yungchen Lhamo tem três discos lindos, lindos, lindos…
One Love
Marley
Anonymous no dia 4 de Fevereiro de 2008 às 11:48
…Fez-me lembrar uma música deliciosa do Dick Annegarn chamada, justamente, “La Mer”…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 4 de Fevereiro de 2008 às 16:49
Steve Tibbets, não conheço, mas vou procurar, quanto a Youngchen Lhamo, lindíssimo, tenho dois discos dela.Há imensa música que gostaria de postar, mas ainda não encontrei a solução correcta para o poder fazer. Enquanto isso vou procurando no Youtube .(Já pensei em fazer upload para o Youtube e depois passar para aqui.)Beijos.
Anonymous no dia 5 de Fevereiro de 2008 às 12:42
A Noite Desce
«A noite desce, o calor soçobra um pouco,
Estou lúcido como se nunca tivesse pensado
E tivesse raiz, ligação direta com a terra
Não esta espécie de ligação de sentido secundário observado à noite.
À noite quando me separo das cousas,
E m’aproximo das estrelas ou constelações distantes —
Erro: porque o distante não é o próximo,
E aproximá-lo é enganar-me.»
Parabéns Rodrigo!…
Um grande Abraço!…
Anonymous no dia 5 de Fevereiro de 2008 às 12:46
…Esqueci-me de dizer que o anterior era um poema do Pessoa.
E Toma lá mais desassossego:
«Tenho mais pena dos que sonham o provável, o legítimo
e o próximo, do que dos que devaneiam sobre o longínquo
e o estranho. Os que sonham grandemente, ou são doidos
e acreditam no que sonham e são felizes, ou são devaneadores
simples, para quem o devaneio é uma música da alma,
que os embala sem lhes dizer nada. Mas o que sonha o possível
tem a possibilidade real da verdadeira desilusão. Não
me pode pesar muito o ter deixado de ser imperador romano,
mas pode doer-me o nunca ter sequer falado à costureira que,
cerca das nove horas, volta sempre à esquina da direita. O
sonho que nos promete o impossível já nisso nos priva dele,
mas o sonho que nos promete o possível intromete-se com a
própria vida e delega nela a sua solução. Um vive exclusivo e
independente; o outro submisso das contingências do que
acontece.»
Tudo de Bom para ti!
One Love
Marley
Anonymous no dia 5 de Fevereiro de 2008 às 20:41
Rodrigo, muitos parabéns !!
Um abraço
Anonymous no dia 5 de Fevereiro de 2008 às 20:44
Isto já começa a ser demais, encher o Blog com Copy – Paste …
formiguinha no dia 5 de Fevereiro de 2008 às 23:24
Parabéns ao Rodrigo. Tudo de bom!
Zacarias no dia 6 de Fevereiro de 2008 às 1:38
Gostei muito!
Não só da música dos Dead Can Dance, como do video que também está excelente.
Margaridaa no dia 6 de Fevereiro de 2008 às 7:43
Seja paste , seja outra coisa qualquer, quando vale a pena, vale a pena!
Margaridaa no dia 6 de Fevereiro de 2008 às 8:40
Ó Janus, que bonito!!
Dead Can Dance é dos meus grupos preferidos, no entanto não sei se teria adivinhado à primeira, (fiz batota, li o comentário de Zacarias!).
Gostei tanto do vídeo!Onírico!Faz lembra certos sonhos que temos, com muita imagem e muita cor, numa desorganização aparente…
Obrigada.
Anonymous no dia 6 de Fevereiro de 2008 às 11:08
Eis-me para agradecer a gentil manifestação de carinho que os meus amigos que colaboram neste blogue me deram no dia em que completei meu 42º Inverno.
Depois de uma grave (vista agora à distância, assim a considero) expressão de intolerância, falta de capacidade para aceitar a crítica e de sentido de humor, depois de compreender, em toda sua extensão, o que significa ter um blogue ou colaborar com os blogues alheios, deixei-me destas lides, pelo menos de uma forma activa. Fazer parte de “grupos”, panelinhas, ou do que lhes queirasm chamar, aplicar as nossas regras e leituras às vidas dos outros, adoptar padrões comportamerntais aceites, apenas para fugir `*a solidão, são coisas que cada vez considero mais limitantes, mas há quem julgue que a coimunicação supera estas coisas…
Eu às vezes também, por isso estou aqui a “comunicar” e a mandar para todos abraços e beijinhos…
Comam, bebem, fodam, divirtam-se e levem tudo isto um pouco menos a sério que é como quem diz, mais a sério, na busca da liberdade e de uma verdade que é só nossa e de mais ninguém. Verdades colectivas deixam-me sempre de pé atrás, pois são incompletas e, na maior parte das vezes, pouco verdadeiras.
Fiquem bem e uma vez mais, obrigados
Margaridaa no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 9:23
Tudo o que se escreve fica mais bonito se for lido na língua de origem. Mas…isto não serve para nada se não se perceber a língua.
Aqui vai uma tradução LIVRE do texto do post.
Debaixo de uma velha árvore , num prado.
Num magnífico dia quente de verão, estou estendida debaixo de uma velha árvore, alta e forte. Uma brisa de verão, doce e perfumada, acaricia o meu rosto e eu sinto o perfume das flores dos campos e da erva do prado.
Deixo o meu olhar vaguear pelo céu claro, de um azul luminoso, e cada respiração me refresca e liberta.
Deixo-me suster passivamente pela terra e sinto-me em segurança debaixo da árvore. Sinto a sua força natural fluir em mim como uma agradável corrente energética de cura.
O calor do sol irradia deliciosamente o meu corpo.
Sou invadida por uma felicidade total e uma paz profunda.
A minha cabeça repousa à sombra, refrescada.Olho o cimo da árvore através das folhas,cujo verde brilha, penetrado pelo sol.
A brisa de verão sopra docemente nas folhas, fazendo reflectir o sol.
Saboreio uma profunda paz interior e sinto o meu espírito perfeitamente desperto.
Margaridaa no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 16:42
Janus, foste tu que há muito tempo, na casa da A. falaste de padrões que se repetem.
O que dizer?
Que os amigos estão por perto (mesmo os que estão longe).Mas é a tua torre. Dizer-te que a transformes na roda da fortuna, nada é imóvel no tempo.(Fui tirar uma para ti, deu O Eremita.Como a confirmar o que eu disse.)
Margaridaa no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 16:59
Nota : o A é de Arrábida!!
Margaridaa no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 20:51
Graças a Dardna e a Zacarias tenho agora duas soluções para fazer o que tanto queria : postar música sem estar dependente do Youtube.
Obrigada!
dardna no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 23:35
Muito bom o jogo de imagens, curti!
dardna no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 23:38
peço desculpa mas acho que o dardna não teve nada a ver desta vez…
…mas quem procura sempre alcança, valeu!
dardna no dia 7 de Fevereiro de 2008 às 23:59
De vez em quando sabe mesmo bem ouvir estes man’s… tal como hoje de manhã assim p’ra abrir a pestana eheh… valeu!
Amorena no dia 8 de Fevereiro de 2008 às 1:45
acho k não estás a ver bem o significado da carta………….
não é a minha torre………a carta refere-se a uma relação….a um lar ……uma familía……
uma familia não é uma ,não ´~ao duas não são três……são todos……………é um lar k foi desfeito…….sofrem todos…….
todos……principalmente as crianças……..comprende?
tenho uma maneira muito antiga de ver as coisas………
não admira…..sou um dos antigos………ainda me lembro de andarem por ai uns dinossauros…
*smile* em todo o caso a minha máxima preferida é: ” há mais marés que marinheiros” ontem tavas frágil e eu forte………..hoje sou eu que estou frágil e tu estás forte, amanhã a deus pertence……
Margaridaa no dia 8 de Fevereiro de 2008 às 7:25
Janus
Desejo do fundo do coração que tudo, tudo, se passe da melhor maneira. E não posso fazer mais nada do que desejar , as cartas são do teu/vosso baralho.Beijos.(E dizer que estou aqui, se precisares.)
Anonymous no dia 8 de Fevereiro de 2008 às 9:32
Cada vez sei menos o que dizer…
Creio que há limites para… não sei… Em momentos difíceis lembro-me sempre de um provérbio mongol que diz:
«que as aves da tormenta voem sobre a tua cabeça não podes impedir, mas que nela façam ninhos, isso sim, podes impedir»…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 8 de Fevereiro de 2008 às 20:57
Vi há muito tempo um documentário sobre os Hopis e com os Hopis. Sobre os cinco mundos, parece-me que era isso. Fui à procura de mais informação porque tinha gostado imenso, mas não encontrei nada parecido com o que tinha visto. Conheces (Janus) algum bom livro sobre eles? (Daquilo que dizem.)
Anonymous no dia 8 de Fevereiro de 2008 às 22:49
Margaridaa
Este é um clássico: «Soleil Hopi : l’autobiographie d’un Indien Hopi», de Don C. Talayesca ; textes, rassemblés et presentés par Leo W. Simmons ; trad. Geneviève Mayoux ; prefácio de Claude Lévi-Strauss, Paris, Plon, 1982.
One Love
Marley
Anonymous no dia 8 de Fevereiro de 2008 às 22:52
Bem giros!…
One Love
Marley
Amorena no dia 9 de Fevereiro de 2008 às 1:24
sim os meus irmãos corvos………
acompanham-me desde k fomos há bretanha………
engraçado ….logo na nossa pimeira manhã em paris,fomos acordados por eles……….a crocitar……..craaa…..craaa…..craaa…..
posted by janus
Amorena no dia 9 de Fevereiro de 2008 às 1:28
o nosso bom bardo Marley nunca nos deixa ficar mal………..lol
janus
Amorena no dia 9 de Fevereiro de 2008 às 1:34
um céu de folhas de carvalho verdes, novas , viçosas…….um dia de verão…..sim……..k bom……
dardna no dia 9 de Fevereiro de 2008 às 1:45
Ena!!
..muito bom!
..pois realmente ainda não deviam lá estar, ter-me-ia lembrado.. (ou será que só viajei de noite?! XD)
Margaridaa no dia 10 de Fevereiro de 2008 às 9:10
Seu Mulher é manter em equilíbrio a colher
Para não entornar o que lá estiver.
Não sabia que escrevias!!
Gostei!(De escreveres e do que escreveste)
Anonymous no dia 11 de Fevereiro de 2008 às 10:24
Grande Tó,
Não faço ideia se, por aqui, chegará até ti a expresão dos meus votos de que este se torne em mais um dia de celebração da tua vinda até este mundo.
Até aqui já chegámos, meu irmão, daqui para a frente só Deus sabe o que se irá passar, mas espero que o balanço seja positivo e que continues, com saúde, trabalho, dinheiro e alegria a cumprir os objectivos a que te propões, junto daqueles que amas e com a força de quem sabe que tudo isto é para ser levado, sem grandes sobressaltos, até ao fim, aproveitando a cada segundo o prazer de estarmos vivos.
Conta muitos, meu irmão (e que eu cá pelo “burgo”, consiga estar presente, para te ver a contá-los)
Um grande abraço
RV
Anonymous no dia 11 de Fevereiro de 2008 às 15:00
Junto-me ao RV
E com dois já é um coro!
(Parabéns a você) – mas não sei bem porquê
Sempre me irritou este “você”
Que parece que não é para ninguém
Porque se canta a qualquer um
Mesmo que tenha cara de atum
Enlatado
Supersónico
E esventrado como artigos elegantes
A arder em moscas
E outras tropelias
Como as que tu fazias
(Sim, lembro-me bem!…).
Mas era de um coro que falava
Enquanto alguém que não é “você”
esperava e desesperava
Apenas porque “você” não és tu
e para cantar não precisamos do cú!
(A não ser para as sinfonias pastorais – que a Europa educada não diz cú, que é feio)
E Que importa se estamos afinados?
O que importa são os feriados
E os dias lânguidos da alma bêbada
E a memória dos Pinbáis
Tudo lá longe
À distância
A desaparecer
Como fumo
Desvanecendo-se azul
Cinzento
Imenso
E caras de bacalhau
Em cacilheiros oníricos
Na manhã deste dia
Em que cantamos
Os parabéns ao gentil Tó
O vampiro suspiro olhando o De Niro
O Próprio
Único e Irrepetível
Triunfante
E mirabolante
Com as asas muito abertas
Sentado na sua cadeira
Atrás das suas lentes
À frente da Musa
Mastigando torresmos
E salpicos de maresia
Na praia
Com coelhos e palhaços
Robert Fripp e Fred Frith
Sempre de improviso
Amen
Amen
Amen
(Parabéns meu! Um grande abraço!!!)
One Love
Marley
Anonymous no dia 11 de Fevereiro de 2008 às 15:20
Joana
Do que gostei mais foi do «esplêndido espectáculo interno», mas… vais-me perdoar, mas acho-te muito sexista – um defeito de homens e mulheres que não sabem que sendo uma coisa são também a outra. Eu não consigo agora explicar-te integralmente o meu ponto de vista, mas acho que sim, que devemos cantar as virtudes do feminino – sendo que, atenção, as virtudes do feminino não são exclusivo das mulheres… Porque é que será que eu não imagino um rapaz da tua geração a escrever qualquer coisa do tipo “Ser homem é…». Aliás, nem da tua nem da minha geração! (ah como me irritam os homens que coçam os tomates no metro e abrem muito as pernas quando se sentam, ocupando o lugar vazio do lado; os que escarram no chão e os que se vestem de igual, seja de fatos e gravatas ou de calças de cú caído e chapelinho a dizer NY… – mas esta é outra conversa) Enfim, se eu não imagino isto, porque é que será que no feminino parece fazer sentido e ser poesia, como tu a escreves?! Mas eu fico na minha: é claro que há descriminação (cada vez menos, felizmente) e, geralmente, são as mulheres que apanham dos homens e não o contrário mas o sexismo, como a vitimização, não ajuda nada! É claro que há diferença e é claro que devemos celebrar as diferenças, mas… (Olha, tu fáxavor não me interpretes mal, estou só a pensar de alto, hein?)
One Love
Marley
Anonymous no dia 11 de Fevereiro de 2008 às 16:57
Este poema foi inspirado pelo ciclo menstrual da mulher, pelas hormonas que tanto nos fazem “sofrer” e que aos homens não fazem tanta diferença. Não foi de modo algum numa visão sexista, porque o feminino e o masculino estão presentes no homem e na mulher para que haja equilíbrio, como disseste,
mas sim um jogo de palavras que só as mulheres devem conseguir perceber na perfeição porque só elas é que sentem esses efeitos, por isso dediquei-o às mulheres… Não para as superiorizar, mas para as identificar entre elas.
Joana
Anonymous no dia 11 de Fevereiro de 2008 às 22:45
Para o RV e pró MARLEI, nestas ocasiões já se sabe… a malta está à coca e não perdoa! é como os calduços do binóculo às 9 horas! binóculo! obrigado, muito obrigado pela lembrança, soma e segue,não há mãos a medir, nem tempo a perder, é mais uma etapa que começa, e ainda é cedo para balanços, sobe sobe marujinho ao mastro real, ver se avistas terras de Espanha, areias de Portugal…como se diz por cá: allez de l’avant!, que já dizia a minha avó, lanterna que vai à frente alumia duas vezes e prá frente é que é caminho! VIVA!
formiguinha no dia 12 de Fevereiro de 2008 às 0:30
Como aqui se diz é mais uma etapa que começa e prá frente é o caminho que nos espera. O nosso/teu tempo é hoje. Parabéns Tó!
Portiir no dia 12 de Fevereiro de 2008 às 15:03
Vou repetir uma frase que achei apropriada “não faço ideia se, por aqui, chegará até ti” mas como estamos atrasados nos votos de parabéns mais vale tentar por todos os meios….
Não me esqueci do aniversário mas estávamos fora e quando me lembrei de manhã ligar(a mim mesma disse “hoje é o dia especial do A), foi a horas ainda impróprias. Depois foi o esquecimento (andar a correr atrás dos catraios).
Porém o dia estava de sol e sei que tiveste um OPTIMO, ESPLENDOROSO, MAGNIFICO dia de aniversário…
Atrasados, cá vão os meus votos (e do resto de lá de casa) de imensas felicidades, saúde, amor, paz e AHAH SOL, para o ano que agora inicias….
Muitos parabéns
E
Portiir no dia 12 de Fevereiro de 2008 às 15:11
Margaridaa
Rendo-me à evidência e terei que te pedir emprestado (finalmente) O Profeta.
E
Margaridaa no dia 12 de Fevereiro de 2008 às 20:23
Soube-me muito bem ouvir Sandy Denny nesta (e nas outras ).
Zacarias no dia 12 de Fevereiro de 2008 às 23:24
Muito interessante.
Uma cidade que valoriza a Banda Desenhada e não a considera como uma arte menor. Gostei.
É bem melhor do que ver sempre as mesmas caras dos políticos ranhosos, nos cartazes foleiros, que “decoram” as nossas cidades.
Anonymous no dia 12 de Fevereiro de 2008 às 23:59
Nunca ninguém retirará esta mulher/voz/poesia do lugar que ocupa em mim. A voz da Sandy Denny é há muito assim como… parte do meu ser… E junto com ela a harpista Katrien Delavier. Só para as ouvir valeu a pena ter vivido…
A lista continuaria com o Phil Ochs e…
Well… What a drag it is getting old…
(Instant karma is gonna get you…
But we all shine on
Like the moon
And the stars
And the sun…)
One Love
Marley
Anonymous no dia 13 de Fevereiro de 2008 às 0:06
Boa!…
Bem giro mesmo!…
Adorei ver o Olivier Rameau e a menina Colombe, de quem me tornei um indefectível admirador aos 11 ou 12 anos… Haverá mais Urbicanda e demais Cidades Obscuras? E onde está o Tintin, para além do Museu? Em termos de impacto visual, a do Ric Hochet parece-me a mais bem conseguida.
One Love
Marley
Margaridaa no dia 13 de Fevereiro de 2008 às 9:20
Há mais.
Um dia destes vou fotografar o que falta. Mas de Hergé só há Quick & Flupke. (Ouvi dizer que é complicado lidar com a imagem de Tintin por causa dos direitos de autor!Pena!)
Anonymous no dia 13 de Fevereiro de 2008 às 11:07
Absolutamente DELICIOSO!…
Obrigado
One Love
Marley
formiguinha no dia 13 de Fevereiro de 2008 às 21:14
GOstei muito, muito, muito!! Que bom uma estória que acaba bem, aquece-nos ver coisas simples e… absolutamente “deliciosas”
(desculpa o plágio, Marley)
Este blog está cada vez melhor, nota-se o cuidado e o amor com que é feito. Tenho saudades tuas, Margaridaa!
Amorena no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 0:03
what can i say?
delightful……..
inspired………
the goddess itself…….
………only words………..
Margaridaa no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 9:49
Mmmmmmmmm, saboroso, sorriso nos lábios enquanto dura a canção, M. pede : põe mais!!!
(Eu já sabia que tinhas razão!!)
Margaridaa no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 10:16
Há música e há vozes que parecem vir lá de longe, no tempo…
Lindo!
Margaridaa no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 10:46
…e já “lá” fui, a correr, eh eh!!
Anonymous no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 11:31
Dardna, que curte fantástica! Adoro tuba (e trombone também!…). Aposto que a minha filhota vai querer dançar esta de certezinha!!!
Gostei mesmo!
One Love
P’tit chat Marley Barbapapa
Anonymous no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 11:36
Parabéns Joana!
Tudo de bom – mas mesmo bom! – para ti!
Erguemos as nossas taças e inflamamos a centelha
à tua saúde
à dos teus antepassados
e à dos teus descendentes!…
Para que contes muitos, na companhia dos que amas!…
One Love
Marley
Joana no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 15:21
Obrigada!
Obrigada Margaridaa pela música e pelo excerto, gostei mt!
Amorena no dia 15 de Fevereiro de 2008 às 22:52
Ohh…então parabéns, Joana!
Toda a Saúde…
Toda a Luz…
Todo o Amor…
Toda a Paz…
Anonymous no dia 18 de Fevereiro de 2008 às 15:34
FENOMENOLOGIA DA DÁVIDA (pt II)
Tens razão Margaridaa – e tens razão em absoluto – , no entanto, se deres e não tiveres a certeza de que as tuas dádivas são apreciadas; se deres e as tuas dádivas – testemunhos do teu amor e da tua amizade… – encontram silêncio, indiferença, ausência de resposta… então, deverás repensar a tua relação com os destinatários das tuas dádivas, pois uma relação tem sempre dois sentidos (há o ir e o vir…) e, como dizia a U.K. LeGuinn, «a verdadeira viagem é o regresso»… Se não o fizeres, o resultado será sempre perturbador e indicia autismo ou frustração. E haverá, certamente, mais quem aprecie as tuas pérolas e te deixe usufruir da felicidade de saberes que deste prazer e satisfação. Por isso deixas o teu amante saber que adoras quando ele te beija de determinada maneira. Se não o disseres por palavras saberás fazer com que ele entenda a mensagem do teu corpo. Não se trata de dar à espera do retorno, nem muito menos se trata de clientelismo: quando dou, não estou à espera de nenhum retorno material equivalente ao que ofereci, mas apenas de uma qualquer forma de reciprocidade para o prazer de dar – como o que se encontra, por exemplo, na gratidão, que é o feedback mais elementar da tua dádiva. Se alguém não sabe agradecer a um amigo é mais que provável que sofra de perturbações relacionais, para além do mero défice comunicacional. A mim dá-me tanto prazer dar como me dá prazer exprimir (e tão efusivamente quanto possível) a minha gratidão perante uma qualquer dádiva que receba. É disto que se trata quando falo nos dois sentidos de uma qualquer relação. É isso o amor: dar e receber. Se alguém exerce o seu legítimo direito a não-dar, pois deve também, creio eu, abster-se de receber. Mas quando há reciprocidade – e, sobretudo, reciprocidade continuada – a intensidade da relação aumenta e, com toda a probabilidade, aumenta o prazer de dar, dar cada vez mais…
One Love
Marley
Anonymous no dia 18 de Fevereiro de 2008 às 15:36
NOTA – no post anterior houve gralha: no título, onde se lê «dávida», deve ler-se «dádiva»
sorry lá…
Margaridaa no dia 18 de Fevereiro de 2008 às 16:59
Não posso estar mais de acordo contigo. Mas tudo, tanto o dar como o receber ou como o retribuir tem de ser sentidos, e não abrangidos pelas “regras dos bons costumes”, aos quais sou um bocado avessa.
Zacarias no dia 18 de Fevereiro de 2008 às 23:18
Concordo inteiramente com o Marley.
Dar desinteressadamente é importante, mas é também fundamental um feedback, uma reaçcão qualquer á nossa dádiva.
Quando damos desinteressadamente e do outro recebemos desinteresse e desprezo, isso é também uma forma de agressão.
Não se trata aqui de regras, apenas de relações humanas.
Margaridaa no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 8:38
Já diz Sérgio Godinho, hoje é o primeiro dia do resto da nossa vida!!
É sempre bom lembrar, para aproveitarmos a fundo o aqui e agora.
Anonymous no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 10:29
Onde te venderam essa pomada de jibóia, Janus? Eu vejo essas ideias acerca do fim do mundo com grande preocupação. São conhecidos os acontecimentos motivados pelo pânico induzido pelas crenças dos fanáticos do ano mil, assim como em diversos outros momentos da idade média europeia e em diversas outras ocasiões ao longo da história – dentro e fora da Europa. Casos houve em que populações inteiras acometidas pela pesta negra se entregavam à devassidão, pois como iam morrer em breve, achavam que tudo lhes era permitido. É a “lógica” do “aprés moi la déluge”, como escreveu Émile Zola. Acontecimentos desconhecidos, reais ou imaginários, e que escapam ao controle humano, assim como todos os momentos de mudança social intensa, caracterizam-se por uma certa efervescência de que há, actualmente, um vasto conhecimento, não se limitando a um passado mais ou menos remoto em que, de modo simplista, podemos sempre invocar a irracionalidade das crenças. Assim, depois da queda do muro, a Alemanha e a Polónia foram varridas por uma vaga de medo de lobisomens e de bruxas, e na Rússia, com a Perestroika, foram os discos voadores. Os psicanalistas chamam-lhe “o regresso do recalcado”… Por cá, nunca se viram tantos discos voadores como no período que se seguiu à Revolução de Abril… E são também conhecidos os fenómenos messiânicos que atingiram as sociedades não-europeias destruídas pela expansão europeia. Quem nunca ouviu falar na “ghost dance” dos indios das pradarias (linda música da Patti Smith…), ou nos “cargo cults” da Oceania e na demanda da Terra sem Mal dos Ameríndios do Brasil?
Depois há os casos também conhecidos da passagem de cometas, que levava outrora populações inteiras à histeria motivada pela crença no fim do mundo. Outrora? Não, não só outrora. Se bem se recordam, aqui há uns vinte anos, pouco mais ou menos, uns pseudo rosacruzes da chamada Ordem do Templo Solar conseguiu convencer cerca de quarenta pessoas a suicidarem-se, convencidos que iam entrar numa nave espacial que os ia levar para Sirius. Foi na Suiça. Apareceram mortos com o uniforme da seita e panos a tapar a cabeça, que era para fazerem melhor a viagem para a “nave”. No Canada, gente desta mesma seita esfaqueou um bebe de meses de um acólito da seita, convencidos de que se tratava do anti-cristo…
A coisa não fica por aqui. Hoje, continuamos a ter debaixo dos nossos narizes mais seitas que se aproveitam das fraquezas das pessoas e daqueles que lhes aparecem nos consultórios com sede de mudança de justiça e a necessitar de ajuda, e manipulam-nas, violentam-nas com crenças absurdas e, por vezes, levam-nas a cometer os maiores disparates. Isto representa hoje um perigo considerável para os crentes e para os incautos, pois passámos a uma fase em que os alvos são agora as crianças. Se têm problemas de atenção ou de comportamento, haverá aí alguns “psicólogos” que se encarregarão de vender uma pomada de jibóia apropriada: dirão que são crianças especiais (como se as crianças não fossem todas especiais…), muito evoluídas, que vieram à terra para elevar a frequência vibratória (que barbaridade…) do planeta: têm auras de cor indigo e outras são “cristal”. Como é óbvio, só a gentalha desta seita é que percebe disso e consegue lidar com estas crianças, daí que procurem convencer os pais (os que cometem a imprudência de lhes levar os filhos) de que necessitam de agir de forma que só eles sabem. Se os pais se querem afastar, então, vem a ameaça do suicídio dos filhos. Esta gentalha tem diplomas académicos e, entre outras coisas, dizem aos seus fiéis que, de acordo com o calendário maia, o mundo vai acabar em 2012, ou melhor: acaba o velho mundo e inicia-se uma nova era para a qual só alguns estarão preparados. Esta gente, que vende cursos de coisas como “terapia galática” aos ingénuos que caiem sob o seu poder, fascinados com os aspectos lúdicos do “encantamento do sonho”… Esta gente, que vive da exploração das fraquezas dos outros e que dissemina o obscurantismo (na origem da seita está um daqueles americanos que se auto denominam “channelers” e que diz que fala por ele um extraterrestre chamado Kryon. Como ele há milhares a fazer dinheiro à custa da estupidez alheia, mas este teve sorte e tem vendido bem) servindo-se, sem escrúpulos, das crianças… Esta gente mete-me nojo.
Aconselho-vos a terem cuidado com os consultórios de “psicologia” que frequentam, com as pessoas a quem pedem ajuda, com os “terapeutas” que vos recomendam. Não lhes entreguem os vossos filhos.
Janus, o mundo não vai acabar em 2012! Os que te disseram isso sofrem da pior das doenças do mundo moderno: a estupidez que vem de mão dada com a maldade.
Põe os olhos na mãe terra que te nutriu. Olha para as árvores, para as plantas e para as gotas de orvalho pela manhã. Vê a aranha na sua teia, os filhotes de cão, as nuvens a lua e as marés. Bate os pés na terra e ouve o tambor que te bate no peito. Isso é quanto basta.
O único mundo que eu gostava de ver acabar – e não era em 2012, era já – é o mundo pequenino e grotesco de todos os Kryons deste mundo, dessa gente nojenta que espalha a peçonha em redor e se serve das crianças para a sua promoção.
One Love
Marley
Margaridaa no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 11:56
Eu também não acredito que o mundo vai acabar, assim, numa data prevista.Mas há um conceito que os budistas veiculam, que é a ideia da impermanência.Tudo muda, tudo se transforma.A cada instante. Essa ideia é para mim a mais importante, a de ser necessário dar a devida atenção aos momentos que vão passando por nós, viver o melhor possível, dar o melhor de nós a cada momento.(Às vezes não se consegue, mas pelo menos tenta-se!)
Anonymous no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 18:48
Ôba Margaridaa!… Agora digitalizas e pões aqui no linhas para a malta curtir!
One Love
Marley
Anonymous no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 18:55
Espantosa, criativa e divertidíssima desbunda!!! (será que no final fazem um guizado de vegetais?)
One Love
Marley
Margaridaa no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 20:09
Claro que sim, tinha previsto.Mas hoje já era tarde, pouca luz.
Formiguinha no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 21:13
Marley, fizeste-me chegar lágrimas aos olhos. Concordo mesmo muito contigo.
E não pode deixar de reparar nas palavras “dádiva” e “dá-vida”…
formiguinha no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 21:21
É incrivel como este poema me fez lembrar o A. Sabes, margaridaa, que o Síndroma de Asperger passa por isto? O não perceber o sentido de algumas frases, por exemplo. Estava a ler e estava a”ouvir” algumas das dúvidas do A. ao longo dos seus (já) quase 15 anos de vivência….
Amorena no dia 19 de Fevereiro de 2008 às 23:34
hehehe…meu bom marley és tão previsivel…
então e dos pink floyd?………….ninguém fala?
sim………pink floyd………em casa do eduardo, vizinho do camões…….janelas fechadas, luz apagada………seruma de moçambique……..ahhhhhhhhhh……….é tudo tão pouquechinho hoje em dia……………………….
Margaridaa no dia 20 de Fevereiro de 2008 às 7:35
David Fonseca faz as coisas com intensidade . Já o vi na televisão a cantar uma canção “pimba” num programa, e ele fez com que essa canção soasse credível.
Gosto do que ele faz.
Margaridaa no dia 20 de Fevereiro de 2008 às 7:41
Está visto que este álbum dos Pink Floyd teve o condão de ser importante para muita gente. Para mim também foi , e muito. Foi logo o que pensei quando vi a música. Também gostei muito da imagem. O espaço. Fascina-me. (Há muita coisa que me fascina!)
Amorena no dia 20 de Fevereiro de 2008 às 22:55
…Mmmmmm…
Margaridaa no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 8:53
WIND RIVER . Andrew Vasquez (Apache)
VALE DO JAVARI . Regional Vermelho e Branco (Amazónia)
NEENDA-GO BACK . Jerry Alfred and The Medicine Beat (Tutckome)
QINGAUIIT . Tudjaat (Inuit)
Anonymous no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 9:52
Boa!
Entretanto consegui arranjar todos (em formato digital) até ao 13 (La Saveur du Songrong). Este Echo é o 14 ou há algum outro antes?
OneLove
Marley
Anonymous no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 9:54
… Não, não pode ser o 14 porque não é da série Jonathan, é um extra…
Ok, desculpa
One Love
Marley
Anonymous no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 10:00
Este livro é um belíssimo livro (tive-o nas mãos!) , grosso, de capa dura, com papel de boa qualidade e com croquis e comentários do Cosey, sobre a sua obra toda.Só tem uma desvantagem : custa 50 euros (glup!)
Anonymous no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 10:02
Ainda bem que sou previsível Janus! Assim os meus amigos já sabem que contam comigo!…
Não falei dos Pink Floyd porque me pareceu mais relevante a cena do fim do mundo, mas se bem que goste de praticamente todos os trabalhos da banda, a mim, o que me marcou mais foi o Wish You Were Here. Quanto à Seruma, no meu caso não era Pink Floyd, mas Genesis – The Lamb Lies Down on Broadway…
(I’ve got sunshine im my stomach while I rock my baby to sleep…
sleep, deep in the deep…). E não fechávamos as luzes mas sim os olhos, deitados no chão a ouvir música… deep, deep in the deep…
Um grande abraço
One Love
Marley
Anonymous no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 10:10
Não sou fã, não é o género de música que me inflama a centelha, mas respeito o trabalho dele. Já tinha visto este video na TV e tem a sua graça…
One Love
Marley
Anonymous no dia 21 de Fevereiro de 2008 às 10:13
Ahahahahahahahaa… (gargalhada tão sonora que até o meu cão olhou para mim…)
Raio dos tarecos, são mesmo danados!…
One Love
Marley
formiguinha no dia 22 de Fevereiro de 2008 às 1:04
Miau para todos os que amam esses seres fascinantes que nos fazem cativos. Long live the cats!
E margaridaa,para ti que vives no meu coração….PARABÉNS!!!!
Margaridaa no dia 22 de Fevereiro de 2008 às 10:21
Esta é forte!!
Parece que se dá um mergulho enquanto a música não acaba!
Gostei muito das duas!
Margaridaa no dia 22 de Fevereiro de 2008 às 10:24
Mmmm, tanta coisa boa!Obrigada.
Anonymous no dia 22 de Fevereiro de 2008 às 17:45
Não tens de quê!…
Tens sorte em fazer anos à sexta, como a Joana também teve…
Eu hoje já não desbundaria nada, pois estou mais morto (de cansaço) do que vivo…
One Love
Marley
formiguinha no dia 22 de Fevereiro de 2008 às 22:31
O amor que eles te deram, deitou raízes e fez a árvore que és hoje, forte e sensível, sensata e que sabe seguir o coração quando os ventos sopram a favor. Não há melhor criação do que aquela que é feita com Amor…
formiguinha no dia 22 de Fevereiro de 2008 às 22:46
Obrigada pelo presente, a ideia foi muito carinhosa. Beijo e abraço grande Priminha!
Margaridaa no dia 23 de Fevereiro de 2008 às 10:18
Obrigada,Janus.
Na verdade, o melhor deste dia é que os fios tocam todos os que habitam no meu coração , dá vontade que seja este dia todos os dias do ano.
Anonymous no dia 23 de Fevereiro de 2008 às 15:50
Que maravilha!!!
São lindos!…
Fez-me lembrar os bonecos da capa do “A Trick of The Tail” e, também, os desenhos do genial Arthur Rackam…
One Love
Marley
formiguinha no dia 23 de Fevereiro de 2008 às 17:41
Está fantástico!
Margaridaa no dia 25 de Fevereiro de 2008 às 10:54
Joana, gostei muito, muito, muito!(Não conhecia).
Margaridaa no dia 26 de Fevereiro de 2008 às 7:14
Há coisas que ultrapassam o meu entendimento : há dias que ando com estas imagens na cabeça, estas não que não conhecia, mas as mesmas do filme “As Asas Do Desejo”. E tu vens e pões aqui! Que é que eu posso dizer?
Margaridaa no dia 26 de Fevereiro de 2008 às 10:59
Estou-me a repetir, mas senti necessidade de dizer que já há muito tempo que não lia uma história que me surpreendesse tanto.
Obrigada, Joana, por teres pensado em partilhar.
Anonymous no dia 26 de Fevereiro de 2008 às 11:43
Ainda que cheio de pressa, não posso deixar de registar que neste espaço tenho, aqui no linhas no meu monitor, um espaço vazio. Não se vê nada. Há marosca técnica, certamente, pois vejo todos os outros posts menos este…
One Love
Marley
Amorena no dia 27 de Fevereiro de 2008 às 2:14
lol há coisas assim………..
tenho sentido tanto a falta das minhas asas………..
tambem tinha posted uma poesia k se perdeu nos insondáveis caminhos do cyber espaço……
bem hajam ou hajam bem
janus
Portiir no dia 27 de Fevereiro de 2008 às 10:31
Olá Margaridaa
Gosto muito destes temas da lua, sol, mar…e por isso te envio um endereço no qual se pode encontrar umas fotos do nosso IMENSO E BELO planeta TERRA… e no qual nos rendemos à evidência da nossa pequenez.
http://www.jaxa.jp/press/2007/11/20071113_kaguya_e.html
Vou ainda procurar outro doc onde tenho umas imagens girissímas de estrelas… quando encontrar, enviar-to-ei.
Entretanto, devo dizer-te que me rendi ao facto que de manhã a minha primeira página de IE se abre com o teu blog….Parabéns
Margaridaa no dia 27 de Fevereiro de 2008 às 15:49
Obrigada, portiir.
Sabe muito bem “ouvir” isso.
Beijinhos.
Margaridaa no dia 27 de Fevereiro de 2008 às 18:38
Ah, e apeteceu-me dizer que estas ondas foram filmadas com a minha maquina fotográfica. Fiquei muito contente com o resultado!
formiguinha no dia 27 de Fevereiro de 2008 às 23:13
Fizeste-me saudades do mar,da energia que ele me dá, do prazer de andar pela água e dar pontapés e correr à beira mar e sentir os salpicos a molhar o rosto e abrir muito os braços, rodopiar e sentir que estou a abraçar um mundo fresco e novo….Preciso mesmo de matar estas saudades!
Margaridaa no dia 28 de Fevereiro de 2008 às 16:58
Estas músicãs não tocam no IE6, pelo menos no meu não tocam. Pelo Firefox tocam na perfeição, o Firefox não desiluse!!(Para bom entendedor…)
Margaridaa no dia 28 de Fevereiro de 2008 às 18:28
Parece que no IE mais moderno (a seguir ao 6) também tocam.
formiguinha no dia 29 de Fevereiro de 2008 às 21:04
É giro ver como no desenho do António as figuras femininas são muito maiores que as figuras masculinas e o papel dominante da mãe no desenho da Mariana…
Anonymous no dia 1 de Março de 2008 às 0:27
Que maravilha!…
Foi a magia do fim de um dia especial, pois não é todos os dias que tenho o privilégio de estar com uma grande alma, como o meu amigo Chico (é sempre tudo muito breve, mas fica sempre, também, uma imensa vontade de podermos estar mais tempo à conversa, passear, ir aqui e ali, mostrarmos as músicas que ouvimos… E o tempo nunca chega… O tempo nunca morre… como cantava a Xana/Radio Macau… – e a divina Sandy Denny: who knows, where the time goes?…) Foi com ele que, pela primeira vez, fiz planos para sair desta tugalândia, quando ainda precisávamos de uma “licença militar” para passarmos a fronteira. Hoje vivemos melhor, sem dúvida, mas que dizer da servidão voluntária em que, melhor ou pior, se transformaram as vidas de todos nós?
Chegará de novo um tempo para te ouvir… E terás, certamente, contos de oceanos topográficos…
Boa sorte para a nova etapa
É tarde e estou cansado…
E não faltam canções para embalar o meu sono…
Obrigado amigo!
One Love
Marley
Anonymous no dia 1 de Março de 2008 às 0:30
Que batatinhas queridas e adoráveis! Muitas luas, sóis, flores e unicórnios, para o António e para a Mariana!
One Love
Marley
Margaridaa no dia 1 de Março de 2008 às 11:15
Compreendo o que dizes : amigo é alguém com quem se está bem. E os amigos que já vem de muito longe…mmmm , é bom!
dardna no dia 1 de Março de 2008 às 16:36
Muito bom mesmo!
Anonymous no dia 3 de Março de 2008 às 23:34
«Time, Time is what we need so they say…
So give us a little bit more of time…
‘Cause time is running and passing and running and passing…
And there might be no next time ya…»
(Big Youth)
Lembrei-me disto, mas o que quero mesmo dizer é que não chego para as encomendas… As solicitações são tantas… E que saudades tenho de postar qualquer coisinha no triplo M… E os discos que gostava de descarregar…
E…
…Só para dizer que estou aqui vivo, e que não me fui embora…
One Love
Marley
Anonymous no dia 3 de Março de 2008 às 23:58
Amigos
Confesso que tive uma “recaída” de Coltrane. Estava a pensar nas imagens do mar postadas pela Margaridaa e, subitamente, começei a ouvir este “Salmo”. Relaxem, fechem os olhos, ponham-se confortáveis e ouçam o que esta música tem para vos dizer. Será uma tristeza infinita ou será puro êxtase? Que dizem? Repararam bem na suavidade aveludada do saxofone e na sua deliciosa melodia? Nas catadupas rítmicas da bateria e nos ciclos do contrabaixo? sentiram a pontuação do piano e na forma como empresta texturas subtis aos restantes músicos? Como é possível esta música, tão bonita e simultaneamente tão estranha, tão espiritual e tão cruamente física, corporal?…
Relaxem, deixem-se levar…
Aqui e agora – Karuna, Karuna…
Toca o quarteto de John Coltrane, que se formou no mesmo ano em que nasci – 1960: Elvin Jones na bateria, Jimmy Garrison no contrabaixo e McCoy Tyner no piano.
One Love
Marley
Margaridaa no dia 4 de Março de 2008 às 9:48
Senti, gostei.
(E quando nos virmos, tenho uma música na cabeça que ouvi “via tu”, que gosto muito e não sei o que é!)
Margaridaa no dia 4 de Março de 2008 às 9:51
…que possas sempre estar aqui, a tua presença é preciosa!…
(e esta, hein?Saíu-me assim, sem eu dar por isso!)
Beijinhos.
Margaridaa no dia 4 de Março de 2008 às 10:00
Muito interessante!E…ainda bem que juntaste tradução, há certos assuntos que são difíceis de ler numa língua que não se domina bem.
Obrigada.
Zacarias no dia 4 de Março de 2008 às 14:22
Muito bonito
Anonymous no dia 5 de Março de 2008 às 9:21
Sò hoje me apercebi da importância deste comentário do velho Tim Leary ao Livro dos Mortos!
Obrigado Dardna!!!
One Love
Marley
Anonymous no dia 5 de Março de 2008 às 11:13
Lembrei-me dum rapazinho que era soldadinho americano numa base na Alemanha e que cantava “Go away rain!…”! Era o Terence Trent D’Arby!…
Por cá estamos mesmo no espírito da época: “Março Marçagão, de manhã Inverno, à tarde Verão” – especialmente na temperatura. De manhã e à noite, vou passear o meu cãozito e está um vento cortante que até enrijece… e volto para casa com as orelhas congeladas, a tiritar; à hora do almoço aquece e anda-se à vontade…
One Love
Marley
formiguinha no dia 6 de Março de 2008 às 0:06
Como tu sabes, margaridaa há tempos tive oportunidade de estar no terraço do Arco da Rua Augusta e ao ver a cidade, o Tejo, a outra margem( apesar da tristeza de ver o meu querido Cais das Colunas em mísero estado…)senti-me abençoada por viver em Lisboa!
Anonymous no dia 6 de Março de 2008 às 1:00
Ó Formiguinha, no terraço do Arco da Rua Augusta?!… Que sorte! E não postas umas fotografias para a gente ver?
Partilho inteiramente do teu sentimento acerca do Cais das Colunas. É um dos sítios de Lisboa que mais recordações me traz. É assim como que… um dos lugares fundamentais da cidade (tão importante que até me custa a encontrar a palavra certa…). Parece que basta pensar nos momentos que lá passei, sózinho ou acompanhado, sentado a ver o rio e os barcos e já estou a ouvir a guitarra do Paredes. É automático. Cada um tem o Ganges que merece. Nós temos o Tejo e o Cais das Colunas…
Infelizmente, houve uns cretinos que, por razões pouco claras, mantêm aquilo tapado e estragado há uma década. A necessidade de uma estação de Metro ali é um disparate: já há Metro no Oriente com ligação aos comboios (dispensamos, portanto o Metro em Sta Apolónia ) e já há Metro no Cais do Sodré com ligação a um cais fluvial com capacidade para receber barcos do Barreiro, Montijo, Seixal e Cacilhas. Assim, para quê o esbanjamento de dinheiro numa obra que não só escorregou financeiramente para além de tudo o que é razoável, como se revela inútil em termos de acessibilidades? Bom, eu calculo que há uma razão: a Manhattan de Cacilhas/Margueira está em stand by, mas quando for para a frente, há que assegurar um acesso privilegiado e luxuoso ao centro da cidade. Será para isso que vai servir o Metro no Terreiro do Paço. Um luxo, apenas.
Eu já não me posso considerar abençoado por viver em Lisboa, pois vivo na margem esquerda. E tá-se bem aqui, garanto-vos!…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 6 de Março de 2008 às 16:42
Fico para aqui comovida, a olhar para o cais e a ouvir a música…daqui a nada ainda choro!Nem sei explicar porquê!
Zacarias no dia 6 de Março de 2008 às 23:29
Esta música do Paredes está sólidamente amarrada ao Cais das Colunas. Nem o movimento constante dos cacilheiros a consegue desligar.
Paredes já cá não mora e o Cais está fechado, prisioneiro da mediocridade de um qualquer engenheiro virtual.
Margaridaa no dia 8 de Março de 2008 às 10:45
…uma linguagem especial ! Lembrei-me do poder dos tambores pela repetição.
Hipnótico!
Margaridaa no dia 8 de Março de 2008 às 10:46
Estava esquecida do quanto gosto da música deste homem!
Anonymous no dia 8 de Março de 2008 às 11:21
Fazem bem em gostar, que o gajo parece que é muito bom compositor!
Eu confesso-me bastante mais bimbo, pois prefiro de longe a música popular à música erudita e confesso-me perante vós: não suporto estes gajos assim que são – ou foram – completamente avant-garde. Tudo o que ouvi do P. Glass tem sempre as mesmas combinações de acordes – é bom para tripar imagens – Koyannisqatsy, Powaqatsy e assim e chega; Pierre Boulez: outra seca monumental; Schoenberg: intragável. Também no jazz, por exemplo, o Coltrane, de quem sou fã, quando sai da fase modal e passa ao registo atonal, nos dois últimos anos da sua vida, é absolutamente insopurtável. E já ouvi coisas hediondas do Ornette Coleman, do Archie Shepp ou do Anthony Braxton – insuportáveis ao ouvido. Minimalismo, tachismo, atonalismo, free-jazz e cenas assim, não são para mim. Tal como não me apetece dizer que o Piet Mondrian é um génio porque compôs equilibradamente uns quadrados às cores e mais uma data de gajos que pintam telas todas de uma só cor e são considerados geniais porque… nunca ninguém tinha feito antes e só quem estuda história da arte e bla bla… Bah!… Ao diabo os formalistas e o mercado de vaidades dos críticos e dos galeristas, com a sua arrogância e a sua superioridadezinha. Não tenho mesmo pachorra (mas o Rauschenberg, por exemplo, tem colagens deliciosas… – e nem seguer é um problema com o não-figurativo, pois abomino igualmente a Paula Rego… E lembro-me de telas às manchas de cor que são lindas – como um tríptico azul/verde da Xinha, por exemplo…
PS: dardna, adorei o poema, apesar de não ter apreciado a sua expressão musical
One Love
Marley
Margaridaa no dia 8 de Março de 2008 às 11:37
Por rótulos limita.
Mas percebo. Eu também rotulo .Rotulo a música clássica em geral, porque não conheço bem, mas de vez em quando sou apanhada desprevenida e gosto muito.
Deste Philip Glass, óh Marley, adoro a repetição!.(Que eu sou daquelas pessoas que gosta de ouvir uma mesma música vezes sem conta até à exaustão, como se fosse um mantra.)
Anonymous no dia 10 de Março de 2008 às 9:35
Bem giro!!!
Porque será que me lembrei das BDs do Comès?
One Love
Marley
Anonymous no dia 10 de Março de 2008 às 9:36
Belíssima foto, sim senhora!
One Love
Marley
Anonymous no dia 10 de Março de 2008 às 9:50
Para mim, que não sou dado a delírios new-age (a não ser como fascinantes objectos de curiosidade sociológica…), o melhor que tinha defunta xis – a revista do Público (jornal que aproveitei para deixar de comprar por ocasião da última alteração de design, pois também já não tinha pachorra para o seu director, que passei a abominar…) – o melhor, dizia eu, eram as deliciosas crónicas da Faíza Hayat e as biografias. Não teria sido má ideia se eles tivessem feito uma publicação com todas as biografias publicadas ao longo do tempo de vida da revista… Ao invés, publicaram umas pastelices nha-nha-nha da Laurindinha e umas músicas de plástico colorido…
Que dizes, Margaridaa?
(já agora – até porque falar da Anais Nin é falar de desejo… – não poderei deixar de te convidar, assim como aos demais amigos do “linhas…”, a ir espreitar a chegada da Primavera no MMM, em triplom.blogspot.com)
One Love
Marley
Anonymous no dia 10 de Março de 2008 às 9:55
Lindas!!!
Pena não se juntarem mais vezes (sem se esquecerem de levar os “gajos”…)
One Love
Marley
Margaridaa no dia 10 de Março de 2008 às 9:59
Pois, antes de me convidares, já lá fui, vou lá sempre. Aquela fotografia está sublime!!
Acerca da Laurinda Alves, eu gosto muito dela, da maneira como ela fala das coisas. É das tais pessoas que não conheço mas posso bem imaginar como sendo minha amiga.
E essa ideia de se publicar as biografias…acho bem interessante!
Zacarias no dia 10 de Março de 2008 às 20:11
Gostei muito.
Bela história.
Zacarias no dia 10 de Março de 2008 às 20:14
Subscrevo inteiramente o comentário do Marley.
Formiguinha no dia 11 de Março de 2008 às 1:41
Também eu tenho memórias de uma casa e um rego (era assim que lhe chamavam lá práquelas bandas!)de água fresquinha, que corria debaixo da janela do meu quarto. Quando chegava da cidade, o cantar da água não me deixava dormir. Mas como me fazia falta quando acabavam as férias e eu deixava a liberdade e o cantar da água já não acompanhava os meus sonhos…
Depois vieram umas sumidades (antepassados dos senhores da ASAE)que taparam com cimento os regos de água que serpenteavam a minha/nossa Várzea e o encanto só ficou vivo na memória.
E como me sabiam bem as uvas morangueiras do Cabril, lavadas na água que corria a céu aberto!
Pronto, vou prá cama, que daqui a pouco começo de lágrima no olho….
Anonymous no dia 11 de Março de 2008 às 9:26
Melhor ainda, no neo-folk psicadélico: Devendra Banhart! Conheces? Recomendo-te o “Rejoice in the Hands” – uma delícia!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 11 de Março de 2008 às 11:14
Surpreeeee-sa!!!!
One Love
Marley
Anonymous no dia 11 de Março de 2008 às 15:37
Quem também não encaixei à primeira foi a Joanna Newsom, cuja voz me irritou solenemente. Depois ouvi-a ao vivo numa rádio alemã (disco pirata)e gostei. A seguir ouvi o “Ys” inteirinho, do princípio ao fim, e fiquei fã.
Joanna Newsom, Devendra Banhart, CocoRosie… é a música mais gira que conheci ultimamente.
Esta música – “neo-folk psicadélico” (?) – deixa-nos um sabor nostálgico na alma (memórias da infância e das coisas simples?…) e uma ilusão de simplicidade que quase nos faz acreditar que também nós poderíamos ter sido músicos… (tal como todas as crianças sabem desenhar e o fazem com tanto gosto e empenho profundo…).
Para os amigos que queiram conhecer a discografia das CocoRosie, procurem no site de um internauta chileno, em http://raopnet.blogspot.com/search?q=cocorosie&submit.x=18&submit.y=8
One Love
Marley
Anonymous no dia 11 de Março de 2008 às 16:11
Bem… eu não queria deitar os foguetes, fazer a festa (sózinho) e ainda apanhar as canas, mas a verdade é que fiquei tão excitado por saber que as CocoRosie não são apenas um produto da minha imaginação e que há mais quem goste da música delas poupando-me a ouvir dizer que parecem patetinhas, que resolvi fazer um post no triploM – atendendo ao manifesto interesse antropológico do fenómeno – com um vídeo das irmãs Coco e Rosie! Convido-vos a passarem lá e verem!…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 11 de Março de 2008 às 16:42
Foi mesmo uma surpresa!!
Que imagens bonitas, oníricas, nao conhecia, que prazer. E pois, quanto à Joanna Newson , foi isso também : desagrado e depois…encanto.Vou ver se na sequência posto aqui umas músicas dela.
(Que bom fazerem-nos surpresas destas!)
Agora vou ao triploM!
Joana no dia 11 de Março de 2008 às 17:02
huahuahuahuahua!
Zacarias no dia 11 de Março de 2008 às 22:12
Eu também gostei bastante do video.
Já conhecia CocoRosie e Joanna Newson e é curioso que tive uma sensação semelhante, do género: primeiro estranha-se e depois entranha-se …
Realamente inovador.
Anonymous no dia 11 de Março de 2008 às 23:44
O quê Zacarias, tu também JÁ conhecias as CocoRosie!?… Então não era só a Margaridaa!?… E eu que julgava tratar-se de um produto da minha imaginação…
Por este andar ainda vou descobrir que já todos os meus amigos conheciam CocoRosie… Não tarda nada está aí a Formiguinha, o Janus, o Dardna, a Joana, a Xinha, mais os dos outros blogues, amigos, conhecidos, gente de carne e osso (e… se calhar até avatares…), todos a confirmarem que as CocoRosie são reais. Já me imagino como o Zé Kravejolas a passar numa qualquer rua da cidade ou a andar de metro e notar as pessoas a conversarem acerca de mim: – «Olha, lá vai aquele que julgava que as CocoRosie eram um produto da sua imaginação»…
E esperemos que ninguém me venha dizer que acabou de ler nas notícias de última hora que, de acordo com a Agência Lusa, as CocoRosie regressaram definitivamente à infância…
One Love
Marley
margaridaa no dia 12 de Março de 2008 às 10:07
Eh eh, fazes-me rir, Marley!
Já os Xutos cantavam : não, não sou o único, não sou o único a olhar o céu!(Era o céu?)
É isso o que as pessoas tem de magnífico, surpreendem-nos, (para além de outras coisas magníficas que podem fazer (nos) !
Viva!
A Alegria de estarmos juntos e nos surpreendermos uns aos outros!
Anonymous no dia 13 de Março de 2008 às 19:26
Delicioso!!
das animações mais giras que vi nos últimos tempos.
Boa Margaridaa! é bom no grafismo, na musica e no conteudo. não podia ser melhor…!
bjinhos_Xinha_((( : P
Margaridaa no dia 13 de Março de 2008 às 20:19
Concordo. Mas o que é bom mesmo é “ver-te ” por aqui.
Beijinho, Xinha.
Zacarias no dia 13 de Março de 2008 às 21:24
a solução é fácil, mas não vou dizer para não estragar o enigma.
Margaridaa no dia 14 de Março de 2008 às 7:12
Tudo é fácil, desde que se saiba.E talvez uma mente mais virada para as lógicas matemáticas ajude. Como disse, daqui a uns posts dou a solução.
Anonymous no dia 15 de Março de 2008 às 11:18
Também adorei Margaridaa! Tens muito bom gosto nas animações (e não só) que trazes. Esta foi estupenda para começar o sábado!
Obrigado!
One Love
Marley
Anonymous no dia 15 de Março de 2008 às 11:22
Eu também conheço esta! O mais interessante nem é a parte técnica da resolução propriamente dita (ainda que nos surpreenda!…) mas a lição que se extrai: a necessidade de termos visão mais ampla, de nos conseguirmos colocar fora dos limites estreitos dos problemas, de vermos para além das coisas…
One Love
Marley
One Love
Marley
Anonymous no dia 15 de Março de 2008 às 11:28
- Fica-se?…
- Não! Faça-se! Ser é fazer, realizar, desempenhar… E se é certo que o medo guarda a vinha, também é verdade que nem todos os anos dão bons vinhos…
Longe dos extremos, sempre…
Karuna, Karuna!…
Aqui e agora…
One Love
Marley
Anonymous no dia 15 de Março de 2008 às 11:34
Mais uma pérola!…
delicioso!!!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 15 de Março de 2008 às 11:37
Ó Tita, que lindos parabéns que aqui tens, hein?
Junto-me ao coro: muitos parabéns! Muitas felicidades!
Beijinhos
One Love
Marley
Margaridaa no dia 15 de Março de 2008 às 13:15
É isso mesmo, agora faço como tu nas Cocorosie : afinal não sou a única !!!
Eu não consegui resolver, exactamente porque me impus regras que me inibiram de encontrar a solução!Por isso gostei tanto deste enigma!
Anonymous no dia 15 de Março de 2008 às 19:10
Giro! muito giro!
E, já agora, parabéns também para a tita.
Xinha
Anonymous no dia 15 de Março de 2008 às 20:01
Pois, o medo…os medos…todos temos…Faz parte…
Nem sempre conseguimos realizar o que idealizamos. Nem conseguimos ser em plena liberdade.
O ideal é estar atento às construções do nosso miolo, e não lhes dar muita importância. Porque na maioria das vezes o medo não tem muita sustentação nem corresponde a um perigo real. E depois o medo não é estático: agora sinto-me insegura, mas daqui a um momento já não estou. E tb não adianta muito massacrar-nos pelas nossas incapacidades. Hoje não consegui, não aproveitei a oportunidade, paciência. Fica-se na mesma.…faz parte…
Xinha_((( : P
Anonymous no dia 15 de Março de 2008 às 20:20
Por mais horrível que tudo nos possa parecer num dado momento, a verdade é que tudo está em constante transformação. Agora estamos tontos e burros, tudo é horrível, e depois quando menos esperamos…tudo faz de novo sentido, mesmo que não tenha sentido nenhum. eheh…
Xinha
Anonymous no dia 16 de Março de 2008 às 13:53
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm…
OM SHIVAYA GANJA
One Love
Marley
Anonymous no dia 16 de Março de 2008 às 13:59
É exactamente isso que sinto! Daí que tenha também arquivado este puzzle para nunca me esquecer!
One Love
Marley
Margaridaa no dia 16 de Março de 2008 às 16:20
Depois de se ver uma coisa de que se gostou muito, é-se mais exigente com o que se vê a seguir. Isto porque eu gostei muito de MAHA hRIT. Mas esta sensação também pode ser inibidora de novas descobertas.
Eu gosto de animação porque (assim como a publicidade bem feita) são histórias curtas contadas de diferentes maneiras.
Esta também é bonita, se bem que pudesse ser um bocadinho mais curta.
Anonymous no dia 16 de Março de 2008 às 22:30
Bonito! Há no entanto qualquer coisa que me escapa no argumento…
Tens razão quanto ao Maha Hrit, que é fenomenal!
Anonymous no dia 16 de Março de 2008 às 22:31
Partilhado!!!
One Love
Marley
Margaridaa no dia 17 de Março de 2008 às 9:27
…a ilusão. só no fim te apercebes que o que ela tem são sacos cheios de folhas, que o varredor pensa que são tesouros. (E parece-me que o que conta para ela apesar das folhas é a dádiva dele, a amizade. Por isso carrega pacientemente todos os sacos, como se vê no princípio.)
Anonymous no dia 17 de Março de 2008 às 9:55
Sim, boa leitura, é isso mesmo!…
Muito bonito, mas mesmo assim escapa qualquer coisa na concretização, no script…
One Love
Marley
Anonymous no dia 17 de Março de 2008 às 10:03
Sim! Que disco fantástico é o “The Lamb Lies Down on Broadway”… Que momentos de incrível intensidade interior a ouvir estas músicas…
Margaridaa, sabes que estive no concerto de Cascais em 75, mas não consegui encontrar os amigos que me deram o bilhete (que chegaram antes de mim) e, meia-hora depois, saí, pois estava sózinho e lá dentro do pavilhão o cheiro no ar ganzava qualquer um… Ainda me lembro de ver o Peter Gabriel a “voar”, a cena em que anda dentro dum tubo e o fato de bolhas amarelas… E lamento ter sido tão tótó… Vir embora porque não se encontrou os amigos… é preciso ser muito ingénuo…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 17 de Março de 2008 às 10:38
Há uma altura em que os amigos valem muito mais do que um concerto que vale muito. E vale muito mais conhecer essa sensação do que mil concertos!(Excepto concertos feitos por amigos, claro!)
Anonymous no dia 17 de Março de 2008 às 23:58
Sim, a mim tb me parece que a mensagem é sobre a amizade, a partilha, e de como estas são possíveis mesmo quando interpretamos o mundo de forma diferente. E como essa partilha, essa troca de atenção faz as pessoas mais felizes.
Tb me parece inacabado…não que não se perceba a mensagem, mas porque pequenos aspectos formais tb ajudam à estética do conjunto
Bjinhos_Xinha
Anonymous no dia 19 de Março de 2008 às 11:14
Eu inclino-me para trabalho de photoshop… Mas gostei!
Anonymous no dia 19 de Março de 2008 às 11:17
Que lindas bolas!…
Hás-de dizer-me qual o melhor detergente – o verdadeiro segredo da mistela infalível. Ás vezes faço uma dose para a minha filhota mas não sei se é da qualidade ou da quantidade do detergente, a coisa nunca resulta tão bem como com o detergente original que vem com o equipamento…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 19 de Março de 2008 às 15:26
A melhor mistela parece ser efectivamente a de compra. Eu tenho uma receita caseira que já experimentei, mas não resultou muito bem.Mas não a encontro. Quando der com ela, ponho aqui.
Margaridaa no dia 19 de Março de 2008 às 15:38
Não acredito que seja photoshop, até porque tenho mais para mostrar. Isso só prova o quanto estamos longe destes cenários!(Pena!)
Anonymous no dia 21 de Março de 2008 às 19:19
Tb gosto mais das crónicas. Dos livros, tenho para aí um que nunca consegui acabar. Mas é um escritor com bastante piada.
Xinha
Anonymous no dia 21 de Março de 2008 às 20:00
São bichinhos fantásticos e óptimas companhias. Neste momento tenho uma gatinha tigra em casa, e mais 4 no quintal que nasceram num abrigo que criei para se protegerem da chuva e o frio. Esterelizei uma fémea e trato deles para que não tenham uma vida muito dificel. Adoro vê-los felizes ao Sol e a maneira como se roçam amigos pelas minhas pernas.
Xinha
Anonymous no dia 22 de Março de 2008 às 11:40
Ah que belas viagens gostaria de fazer com os meus amigos…
(ninguém tem um autocarro amarelo?)
One Love
Marley
Anonymous no dia 22 de Março de 2008 às 11:42
Gosto disto Dardna, ma soa-me mais a jazz (assim um som mais ECM…) do que a P. Glass…
One Love
Marley
Anonymous no dia 22 de Março de 2008 às 11:46
Este bandido não foi aquele que acordou o dono à cacetada e depois fingiu estar a dormir?
Que piratas cómicos são os gatos!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 22 de Março de 2008 às 12:10
Em casa com umas músicas a encher o ar e as vozes das crianças…
Que bom!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 22 de Março de 2008 às 12:32
Já fiz upload duas vezes e o tema continua a acabar antes de tempo. Verifiquei o ficheiro e está bem. Creio que é o motor do boomp3 que anda doido (deve ser da Primavera!…). Peço desculpa!…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 22 de Março de 2008 às 12:48
É verdade que é uma música bonita, e a música não tem idade.
E é verdade também que não toca até ao fim. sabes, estas coisas às vezes são mistérios…também já me aconteceram alguns percalços, chateia um bocadinho, mas estamos à mercê! Mas penso que para postar música, esta ainda é a melhor maneira.
dardna no dia 22 de Março de 2008 às 17:45
Tche!! muito bom mesmo!
formiguinha no dia 23 de Março de 2008 às 13:51
Absolutamente *****
Que criaturas fantásticas são os gatos! Adoro-os e tenho saudades dos miaus que fizeram parte da minha vida…
formiguinha no dia 23 de Março de 2008 às 13:54
Bom Domingo para todo o pessoal que aparece no “Linhas no bolso”!
Anonymous no dia 25 de Março de 2008 às 11:44
Adoro arvores. E passeios em bosques ou florestas. De preferência em silêncio para as poder ouvir chiar e estremecer ao vento. Como poderia ser a vida sem elas?
Xinha
Anonymous no dia 25 de Março de 2008 às 18:08
Bela árvore!
Bem-Vinda Xinha!
One Love
Marley
Anonymous no dia 25 de Março de 2008 às 18:13
Tem graça!… São uns bichos tão giros… Noutro dia, tinha chovido, e também me deliciei a vê-los mais a minha filhota. Tantos…
E há quem goste de os comer mas eu não. Nem é por razões afectivas, nem nada, como me sucede com os coelhos. Apenas não gosto!
One Love
Marley
Anonymous no dia 25 de Março de 2008 às 20:56
Tirei esta imagem dum concurso num site europeu para a mais bonita árvore centenária. Havia fotos com árvores com 900 anos…conseguem imaginar.
Infelizmente perdi a morada desse site, mas ainda tenho esperança de o recuperar um dia destes.
Xinha
Margaridaa no dia 26 de Março de 2008 às 16:40
A imagem é realmente bonita, mas o que me vem mais ao espírito é : e estavam tão certos que o mundo era assim!! E nós estamos tão certos daquilo que sabemos agora…
Quem dizia : Eu só sei que nada sei?
Joana no dia 27 de Março de 2008 às 1:14
O Sócrates!
sim, é engraçada a concepção do mundo que eles tinham e o quão verdadeira para eles era! Hoje em dia, já temos tantas certezas científicas sobre tantas coisas que nos é mais difícil poder crer em algo tão inocentemente quanto eles podiam há 800 anos!
Joana no dia 27 de Março de 2008 às 1:16
Muchas gracias!
Anonymous no dia 29 de Março de 2008 às 19:24
Ás vezes sinto-me como esta coruja. Montes de desatinos todos a acontecer ao mesmo tempo.
Acontece…ás vezes…
Xinha
Margaridaa no dia 30 de Março de 2008 às 9:12
Lindíssimo, dardna, tripante!
…e…obrigada pelo resto, era mesmo isso!
Anonymous no dia 30 de Março de 2008 às 13:30
Boa dardna! Também sou um grande admirador deste artista. E também de Petar Meseldzija, Gil Bruvel, Michael Parks, Rafal Olbinski…
Boas navegações!
One Love
Marley
Anonymous no dia 30 de Março de 2008 às 13:33
Arf, arf!!!
One Love
Marley
Anonymous no dia 30 de Março de 2008 às 13:39
Caracóis, joaninhas, borboletas…
Ai que bom ser pequenino!…
(a liliputização do real é uma porta aberta na fantasia e no sonho… – liliput por parte du gulliver, claro…)
One Love
Marley
Anonymous no dia 30 de Março de 2008 às 15:25
Bonitas ilustrações. Fazem-me sonhar e recordar os livros de infância.
Xinha
Anonymous no dia 30 de Março de 2008 às 15:29
Que focinhas queridas.
Os bichos são fantásticos.
Xinha
PS: enviei um comentário para as fotos das Joaninhas e ele perdeu-se. Porque será que isto acontece?
Margaridaa no dia 30 de Março de 2008 às 15:33
Xinha, no fim, quando escreveste tudo, tens de decifrar as letras e não te podes esquecer de clicar em “enviar comentário”.
Anonymous no dia 30 de Março de 2008 às 16:30
Irie Irie, lady Asa!…
Jah liveth and reigneth Itinually
Ever faithful!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 30 de Março de 2008 às 16:49
Ó amigo de Benfica, isso das nigerianas com nomes de três letras é fetiche ou quê? Primeiro era a Ayo, agora é a Asa…
eheheheheheheh… rsrsrsrsrsr…
- Just kidding, como diria o dardna!… Na verdade gostei bem mais da Asa do que da Ayo…
Abraços
One Love
Marley
Margaridaa no dia 30 de Março de 2008 às 17:07
Aquilo que me levou a por aqui estes focinhos amigos foi porque muitas vezes estes focinhos me fizeram pensar que Deus estava inspirado quando inventou o bicho cão. E apeteceu-me dizer que, muitas vezes quando há problemas com cães, (como é abordado no triploM), a culpa é de quem os ensina a ser assim. E apeteceu-me dizer que muitas vezes quando há histórias infelizes entre cães e pessoas, o lado do cão nunca é ouvido, pois ele não fala a nossa língua. Muitas vezes o cão é usado como brinquedo, onde tudo é permitido, e onde não é respeitada a sua natureza.
Há vinte anos que usofruo da sua companhia (dos cães.)
E apeteceu-me agradecer-lhes por tanto que partilham comigo (e com o resto da minha matilha!)
Anonymous no dia 31 de Março de 2008 às 11:13
Boa!!!
A música e o preto e branco dão-lhe um encanto especial, né?
One Love
Marley
Anonymous no dia 1 de Abril de 2008 às 19:07
A Laurinda é capaz de ser boa moça, mas é muito beata.
Não que o texto o denuncie, mas por coisas que vi na TV.
Xinha
Margaridaa no dia 1 de Abril de 2008 às 19:47
Tudo o que eu sei dela (via revista xis) , é que escreve muito bem sobre coisas simples. Gosto imenso.
Margaridaa no dia 2 de Abril de 2008 às 9:04
Coincidência, a partir do momento em que postei isto, a rádio iniciou uma campanha de angariação de fundos. Acho chato e pensei apagar este post, mas afinal deixo ficar, porque apesar de tudo passa boa música.
Margaridaa no dia 3 de Abril de 2008 às 8:41
Eu diria que o texto é escrito por uma mulher, pois sempre senti que a mulher escreve de uma forma mais subjectiva e sensual.
(Estou-me a lembrar da escrita de Anais Nin, e de dois filmes realizados por mulheres, um é O Piano, realizado por Jane Champion, um filme muito sensual, e outro realizado por Sofia Coppola, Lost in Translation, que eu gostei imenso e que nunca poderia ter sido realizado por um homem, um filme inteirinho sem uma cena de sexo, apesar da sensualidade andar com força no ar.)
E que é uma mulher a falar do corpo de um homem, pelo menos há partes onde o que é escrito se encaixa na ideia que se tem do corpo masculino.
(Sempre estou para ver se tenho razao…)
Anonymous no dia 3 de Abril de 2008 às 17:00
JUNTO ENVIO UMA DATA DE LINKS ONDE, PARA ALÉM DO JACEK YERKA, PODES ENCONTRAR MUITOS MAIS ARTISTAS COM PIADA, NA MESMA ONDA, ESPREITA, DARDNA, QUE VALE A PENA
http://surrealartforum.com/artlinks.htm
Anonymous no dia 3 de Abril de 2008 às 17:25
Pois, é difícil. Há músculos, mas tb há curvas, mas há mamilos e não seios, e depois tb há uma anca que se salienta (só) agora, porque está de lado. Bem, talvez seja a descrição do corpo de um homem.
Quanto ao escritor não sei…mas vou apontar para que seja uma mulher. Se fosse um homem descreveria com mais atenção as nádegas e o sexo…embora o texto continue e nós não saibamos o que vem a seguir…
Xinha
dubleudansmesnuages no dia 3 de Abril de 2008 às 21:29
Embora não seja especialista em nada e aind amenos em textos, tenho tendência para dizer que o texto foi escrito pour um homem.
Foi?
Armando
Anonymous no dia 4 de Abril de 2008 às 8:49
Para além das pistas objectivas que a xinha muito bem detectou, creio que está tudo em aberto e todas as combinações são possíveis. Infelizmente, movemo-nos em meios onde – apesar de todos os progressos – ainda há imenso preconceito relativamente ao prazer entre pessoas do mesmo sexo. E isto serve, fundamentalmente, para dizer que…
1) achei graça vocês dizerem coisas como «a mulher escreve de forma mais sensual»; um homen não poderia ter realizado «um filme inteirinho sem uma cena de sexo» (margaridaa); «se fosse um homem descreveria com mais atenção as nádegas e o sexo» (xinha).
As ideias que estão no fundo e na base destas vossas afirmações podem bem, eventualmente, falar-me ao coração enquanto homem… Mas, sinceramente, a minha ideia das diferenças gajo-gaja não passam por aí. O que vocês, como mulheres, estão aqui subtilmente a dizer é como que… uma forma camuflada, dissimulada e provavelmente não-consciente nem assumida, de inverter aquela conversa de certos homens (e mulheres) de que o lugar delas é na cozinha ou, na cama, por baixo. Eu não acho nada disso daí que
2) o texto está aberto (como nós também deveríamos estar) a todas as combinações possíveis, pelo que a resposta ao enigma propostoi pela Joana é, neste caso, um exercício aleatório que serve muito bem os propósitos de trazer ao de cima e, eventualmente, exacerbar, as nossas ideias feitas quanto aos papéis e atributos de género. Assim, e absolutamente ao acaso – pois é disso que se trata – eu apostaria em… pode ser narrador mulher a descrever corpo de homem…
One Love
Marley
Anonymous no dia 4 de Abril de 2008 às 8:51
Lindo, maravilhoso, delícia!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 5 de Abril de 2008 às 17:33
Já lá vão mais de trinta anos… Lembro-me de as ver às duas, creio que em 1976 ou 1977, a tocarem viola a e a cantar junto aos mastros das bandeiras do Liceu D. Pedro V… E lembro-me de pensar, sempre que me cruzava com elas: estas miúdas devem ser fixes!…
De uma delas, porém, nunca mais soube nada… Mas sempre lhe apreciei o humor peculiar (cáustico?) e, junto com a outra, a gargalhada fácil…
Só me resta mandar milhões de beijos às duas!
One Love
Marley
Anonymous no dia 5 de Abril de 2008 às 19:00
É gira a forma como eles criam texturas! E as cores..
Xinha
Anonymous no dia 5 de Abril de 2008 às 19:13
Eu tb me lembro! Já não me recordo bem do rosto da Ana, mas recordo-me das duas como uma dupla bem disposta e sempre com a viola atrás.
Xinha
Anonymous no dia 5 de Abril de 2008 às 22:16
Ah…
E uma flauta de bisel e uma jalaba!…
One Love
Marley
Joana no dia 6 de Abril de 2008 às 1:44
hehehe!
Parabéns!
Safaram-se bem! As pessoas que estavam comigo na altura do exercício deixaram-se levar pelos adjectivos e pelas palavras que tradicionalmente são associadas a cada um dos sexos, ignorando os pequenos elementos que indiciam tratar-se de um homem.
Este texto foi escrito por estas três mulheres exactamente com o propósito de desafiar os critérios e os normas socias e sexuais da época. Censurado em 1972, após a publicação, voltou a ser publicado em 1974.
Espero que tenham gostado! Eu gostei muito quando o exercício me foi proposto!
Margaridaa no dia 6 de Abril de 2008 às 10:20
Gostei, sim.
Mas…fiquei a pensar no censurado, fiquei a pensar que tudo o que é escondido aumenta de tamanho na cabeça das pessoas. Estou-me a lembrar que há pouco tempo expliquei o que queriam dizer certos “enormes” palavrões, (os mais correntes), à minha filha, e como esses palavrões deixam de ter essa conotação negativa depois de explicados, passam a ser exactamente e só, o que são : a definição de qualquer coisa concreta.
Quero eu dizer com isto que quem censura nao se apercebe que de facto está a apontar os holofotes ao objecto censurado.
Anonymous no dia 6 de Abril de 2008 às 11:21
Queres saber a melhor?
Eu e o meu amigo Zé Pianista estávamos no meio da confusão que se gerou ao cimo da Av. Sidónio Pais, junto a S. Sebastião, na entrada tradicional das famílias para o Parque Eduardo VII, quando as estas três Marias e mais um grupo de mulheres decidiram contestar a dominação masculina e queimar os seus sutiãs (confesso que gosto mais de ver e escrever soutiens…) publicamente. Íamos frequentemente passear e brincar para aquela zona e daquela vez fomos surpreendidos pela agitação, mas nunca chegámos a perceber bem o que se passou. Recordo vagamente uma chusma de homens ululantes… Só muitos, muitos anos mais tarde é que me apercebi que tinha estado no meio de um dos mais notáveis acontecimentos da jovem democracia: notável pelo espírito insubmisso que tanta falta fazia às mulheres portuguesas e pela coragem daquelas mulheres… mas triste, muito triste, pela reacção que suscitou nos grunhos que as quiseram agredir…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 6 de Abril de 2008 às 11:53
Lindo !
Talvez não o devesse dizer, pois também colaboro, mas muitas vezes toca-me muito o que aqui é postado pelos amigos que contribuem. Uma sinceridade, um sentimento genuíno, um fazer parte…não sei explicar. …
É bom.
dardna no dia 7 de Abril de 2008 às 14:29
Boa boa, eu também curti! (:
(e não conhecia…)
dardna no dia 7 de Abril de 2008 às 14:33
Bom link anónimo! Já espreitei mas tem tanta coisa que será difícil dar a volta a tudo…Anyway, não conhecia ainda e são sempre boas referências! (:
Anonymous no dia 7 de Abril de 2008 às 17:16
margaridaa, o que não sabes explicar e todos sentimos é algo como… «passarinhos antigos, leves como as bolas de sabão»…
dardna: há um album fundamental desta mulher (que, para além de compositora de algumas das mais bonitas canções que alguma vez ouvi, foi folclorista, pintora, ceramista, artesã…), morta de amor aos 49 anos: “Últimas Composiciones” de 1966, onde se encontram três temas que, nas suas próprias palavras, eram os que mais a tinham realizado como compositora: esta espantosa canção de amor que é “Volver alos 17″ e ainda “Run Run se fue p’al norte” e “Gracias a la vida”. Eu acrescentaria “Rin del Angelito”. O album em causa (e toda a obra de recolha folclórica, antologias e livros sobre a grande Violeta Parra pode ser descarregado em http://discosvioleta.blogspot.com/
Se aceitas um conselho, recomendo, para além das “Ùltimas Composiciones”, os seguintes: “Canciones Reencontradas en Paris” e “Recordando a Chile – una chilena en Paris”. Boas navegações!!!
One Love
Marley
Anonymous no dia 7 de Abril de 2008 às 18:48
Parar, e não fazer mais nada… observando simplesmente o que se passa dentro e fora de nós, pode ser fabuloso!
Com a prática rapidamente conseguimos aquietar os pensamentos, e emoções…e apesar de parecer que podemos estar a perder tempo, o incrível é que saímos sempre renovados e revigorados.
Mas há pessoas que por natureza não precisam de se sentar e cruzar as pernas, para entrar em comunhão com o grande vazio. A mim, por exp. aconteceu-me sempre, desde os 16 anos, entrar em estado de meditação sem sequer saber que disso se tratava. Ao passear no meio da cidade…ou no campo, ao cozinhar, ao fazer amor…sempre que me ausentava de mim, para me fundir com o mundo, ou com o outro.
Eu acredito que podemos obter estados semelhantes aos da meditação a praticar algum tipo de actividade que exija concentração e ao mesmo tempo entrega total e distanciação da nossa pessoa. Quando deixamos de nos identificar com a pessoa que julgamos que somos…
((( : )_Xinha
Margaridaa no dia 7 de Abril de 2008 às 19:54
Fabuloso link, anónimo, obrigada!
dardna no dia 8 de Abril de 2008 às 0:12
Não conhecia e é uma daquelas descobertas!…
E excelente o link também! Mais direi quando tiver digerido um pouco mais…
boas partilhas! (como diria margaridaa estas coisas são como as cerejas…)
…sim, digo eu que nem gosto de cerejas.. XD… a ideia passa…
Anonymous no dia 8 de Abril de 2008 às 8:51
E aí, então… é altura de nos interrogarmos, como o bom Sri Ramana Maharshi: – “QUEM está a meditar?”; “Quem é ESSE que medita”?; “Quem DESEJA meditar”?
…A coluna de fogo sobre os picos do Arunachala…
One Love
Marley
Anonymous no dia 8 de Abril de 2008 às 9:01
Bela dinâmica… sobretudo se as mãos acompanharem todo o balanço do canavial exposto aos ventos… – mão e forma, corpo e sopro… movimento…
É o que lamento mais, ter perdido o Tai Chi (não me refiro a bonequinhos animados mexidos por teclas de computador), que é, para mim, a melhor meditação…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 9 de Abril de 2008 às 6:21
Não sei quem é o autor, mas este haiku foi postado num blog por Quarto Galarza.
Anonymous no dia 9 de Abril de 2008 às 19:28
Sempre gostei destes poemas curtos dos japoneses. Tão minis…e no entanto, tão cheios…
Este faz-me sorrir, como a papoila ao autor. ou o autor com a papoila…
Xinha
formiguinha no dia 10 de Abril de 2008 às 22:33
Lisboa é linda! Só precisa de ser mais amada…
Anonymous no dia 11 de Abril de 2008 às 11:52
Mto bom, sim senhora!
Sempre me fascinaram os desenhos infantis. Pela frescura, pela autenticidade, a força, a liberdade…
Ainda bem q a Mariana pode participar em projectos assim..
As pinturas dos slides são tão bonitas, que não me importava de ter qualquer uma delas, em grande, numa das minhas paredes.
Xinha
Anonymous no dia 11 de Abril de 2008 às 16:58
Sim senhora, bem giro!!!
One Love
Marley
Zacarias no dia 12 de Abril de 2008 às 20:23
Bonitos desenhos de Lisboa, sem dúvida.
Margaridaa no dia 13 de Abril de 2008 às 10:37
Bom, a ideia era por Little Axe, mas talvez por ser domingo não consegui fazer o Upload.Volto a tentar quando deixar de ser domingo.
Anonymous no dia 13 de Abril de 2008 às 12:26
Estou a ver que tb tens um olho atento e sensivel.
Gosto deste olhar, Margaridaa, e das fotos só só acho que ganhavam mais força se fossem a preto e branco.
bjinhos_Xinha
Holof. no dia 13 de Abril de 2008 às 17:22
Bonita historia…
Aqui foram cortando os carvalhos durante muitos anos e agora os pinheiros invadiram o bosque…
Felizmente agora é um parque natural e salvaram-se alguns exemplares centenários…
Holof
Holof. no dia 13 de Abril de 2008 às 17:32
Obrigado Margaridaa!!
Grande Nina Simone, gosto muito!
Tambem do Little Axe e de blues em geral. Quando aprenda a manejar isto vais ouvir mais de um blues…
Anonymous no dia 13 de Abril de 2008 às 18:55
Viva! Que fixe! Até q enfim Holof. E bem vindo claro!
Estou montes de contente por esta participação. Só espero é q não desertes, pois estou certa q tens boas coisas p trocar aqui com a malta.
Bjinhos_xinha_((( : P
joao no dia 13 de Abril de 2008 às 19:59
alguém sabe do Dardna, tenho alguns sites com ele , e ele sumiu, se souberem me mande noticias
Margaridaa no dia 14 de Abril de 2008 às 6:25
Look inside yourselve : what have you done? You’ll find the answer!…
Anonymous no dia 14 de Abril de 2008 às 14:35
Ei Holof!…
A tua chegada é sempre um acontecimento! Viva!!!
Bem vindo!
One Love
Marley
Margaridaa no dia 14 de Abril de 2008 às 20:17
Absolutamente incrível!
Não consigo encontrar explicação para
a forma como foi possível formatar esse elemento em queda!
Boa!
Anonymous no dia 15 de Abril de 2008 às 10:52
Pois é…
Bem isto é obra de engenheiros, e eles são peritos em medir, quantificar e controlar tudo e mais alguma coisa. Aqui a informática e a electrónica devem definir a quantidade exacta de água que cai em cada secção para produzir o efeito desejado.
xinha
Anonymous no dia 15 de Abril de 2008 às 10:54
Parabens!
xinha
Anonymous no dia 15 de Abril de 2008 às 10:55
Parabéns Luís!!! Ó para ti a fazer anos todo plastificado!…
Abraço
One Love
Marley
Anonymous no dia 15 de Abril de 2008 às 12:01
Muito obrigado !!! os meus agradecimentos a todos … em relação ao plastificado, vejo a coisa mais como aquele brilho do vidrado do azulejo … LF
Holof. no dia 15 de Abril de 2008 às 14:22
Parabens!…
Anonymous no dia 15 de Abril de 2008 às 19:42
Também gosto muito!
Os meus favoritos continuam a ser os dois primeiros, para a etiqueta On-U-Sound!…
One Love
Marley
Holof. no dia 15 de Abril de 2008 às 21:12
Uf!! Parece que correu bem. Este foi para experimentar. Outra vez ponho mais.
Margaridaa no dia 16 de Abril de 2008 às 6:23
Que bom, que bom, pela música e por ti aqui.
Zacarias no dia 16 de Abril de 2008 às 21:44
Margaridaa
Venho aqui dar-te os meus sinceros parabéns pelo sucesso do teu blog.
Tiveste um enorme sucesso exactamente no ponto onde eu falhei, ou seja no conseguir de uma interactividade entre amigos distantes.
Conseguiste pôr várias gerações a comunicar e a expôr as suas ideias e os seus gostos, através deste meio fabuloso que é a Internet.
Posso imaginar o gozo que te dará todos os dias abrir o Linhas e ver quem escreveu desta vez, que músicas lá puseram, que opiniões lá deixaram … é o sentir da criatividade fluir … e é também o encurtar das distâncias …
É bem bonito e simpático o que estás a fazer.
Força!
Beijinhos.
Margaridaa no dia 17 de Abril de 2008 às 6:20
Obrigada Zacarias.
Beijinhos.
Anonymous no dia 17 de Abril de 2008 às 19:03
eheh! divertido
xinha
Anonymous no dia 18 de Abril de 2008 às 13:55
Bem vindo ó amigo de benfica!
Interessante, o som dos dead combo! Sacava-se bem dois ou três temas para uma colectânea de modernices, mas confesso que não faz muito o meu género. Parece mais… música para putos que curtem noites de plástico e neon!… Nem aquece nem arrefece. É agradável e pronto. O pior é quando os gajos metem vozes, como no tema dos “diamonds não sei quantos”. Aí, então, é mesmo intragável. É música que faz bom fundo enquanto se conversa e se bebe um copo. Se tivesse vinte anos talvez gostasse.
One Love
Marley
Anonymous no dia 19 de Abril de 2008 às 0:11
Ai que mauzinho que sou!…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 19 de Abril de 2008 às 8:54
Gostei de ouvir, não conhecia.
Anonymous no dia 19 de Abril de 2008 às 11:11
Boa escolha holof!
margaridaa: a Cinematic Orchestra é um grupo canadiano que faz alguma da música mais interessante que ouvi ultimamente. A primeira vez que os ouvi foi graças à xinha, que me passou uns temas soltos num cd daqueles pequeninos e simpáticos, entre os quais este que aqui está, onde os músicos trabalham a partir de uma samplagem desse disco genisal que é o “Illuminations” da Alice Coltrane e do Carlos Santana. Depois, o holof passou-me uns albuns inteiros deles e aí é que descobri mesmo o feeling da banda e fiquei rendido!
Vale a pena ouvires mais, garanto-te!
One Love
Marley
Anonymous no dia 19 de Abril de 2008 às 11:13
Site delicioso, lindo, adorável… pena é que os formatos das fotos sejam tão diminutos…
One Love
Marley
Anonymous no dia 19 de Abril de 2008 às 13:54
É verdade, eu sou fã da musica deles. Infelizmente perdi um dos discos. Desconfio que os russos que iam limpar o nosso atlier ao fim de semana ficaram com ele. Uma vez surpreendemo-los: enquanto faziam as limpezas ouviam os nossos discos assim bem alto, como eu tb gosto. Bem, não eram nada parvos…tenho saudades é do meu disco.
xinha
Holof. no dia 19 de Abril de 2008 às 14:33
xinha, diz qual é o disco e ponho um link para que possas baixar se quiseres, acho que tenho todos os discos deles. Outra coisa: é preciso registrar-se cada vez que se poe um comentário? Pede-me sempre uma palavra chave e eu nao sei qual é…
Margaridaa no dia 19 de Abril de 2008 às 14:45
Holof. –
Para se comentar, ou assinas com a tua conta google (email e passe desse email, o que resulta em Holof. como costuma aparecer,), ou no fim escolhes Nome e escreves o teu nome. Tens sempre que verificar as palavras.Depois enviar comentário.
Quanto ao link para a xinha, ….também quero, também quero!!!(entenda-se dedo no ar e aos saltos!!)
Anonymous no dia 19 de Abril de 2008 às 15:29
FIXE !!! viva os amigos fixes !
Olha o nome do album q perdi é o MOTION. Mas tb pode ser outro q tu aches bom…eu confio..
Agora fico á espera do tal link…
Bjinhos_xinha_((( : P
Margaridaa no dia 19 de Abril de 2008 às 15:29
Ena, que giro! Podia-se passar aqui a tarde toda, voando…voando….Boa!
Holof. no dia 19 de Abril de 2008 às 19:06
Adoro arvores! Junto com a musica, o que mais me ajuda a sair duma “má onda”.
Holof. no dia 19 de Abril de 2008 às 19:50
Engraçado,sim! Como encontras coisas destas? Quanto ao link que prometi demora um bocado a fazer o upload, vao lá ao post da cinematic e olhem de vez em quando, vou tentar por ainda hoje tá?
Holof. no dia 20 de Abril de 2008 às 8:34
The Cinematic Orchestra
Motian:
http://www.4shared.com/file/44669412/f5f2091a/The_Cinematic_Orchestra_-_Motion.html
The man with a movie camera:
http://www.4shared.com/file/44688543/f9cc7efa/The_Cinematic_Orchestra–Man_With_A_Movie_Camera-_Ninja_Tune_-2003-mbs.html
Ma Fleur:
http://www.4shared.com/file/44680990/19c58086/The_Cinematic_Orchestra_-_Ma_Fleur__2007_.html
(vao ver que poe “loading file, please wait”, é preciso esperar mais ou menos um minuto e depois clicar download)
Anonymous no dia 20 de Abril de 2008 às 12:10
Absolutamente elegante e delicioso|
One Love
Marley
Anonymous no dia 20 de Abril de 2008 às 12:14
Bom trabalho holof!
One Love
Marley
Anonymous no dia 20 de Abril de 2008 às 13:20
Ena pá! Isto é muito mais do que eu esperava. Mil vezes obrigado! Logo à tarde já vou espreitar estes links maravilhosos
Bjinhos, bjinhos_xinha
Anonymous no dia 20 de Abril de 2008 às 13:38
Holof:
esta animação devo ter encontrado por acaso quando navegava pelos sites de design aonde vou regularmente para me manter actualizada e informada.
mas eu também podia perguntar: onde encontras tu musicas tão fixes?
xinha_((( : )
Anonymous no dia 20 de Abril de 2008 às 14:04
tb já tinha recebido estes videos por mail…e fico a imaginar os desenhos que os primeiros homens e todos os outros fizeram dos quais não ficou registo…
xinha
dardna no dia 20 de Abril de 2008 às 21:18
ena que fixe!!
(a melhor parte é o “mergulho p’ra fora d’água” no fim!)
dardna no dia 20 de Abril de 2008 às 21:21
bom som!
dardna no dia 20 de Abril de 2008 às 21:26
Ehe, terei de dizer que são uns dos que gosto muito! XD
…e também não me importo de curtir noites de plástico e neon.. ehe.. joking!
abraços!
Anonymous no dia 21 de Abril de 2008 às 8:39
… a estática permanência da transformação…
One Love
Marley
Anonymous no dia 21 de Abril de 2008 às 9:09
Eu vou tentar explicar melhor, ó malta: cada tema é uma boa ideia, expressa e materializada nos riffs e na textura do ambiente construído pela utilização criativa da guitarra e baixo eléctricos e arsenal de pedaleiras e efeitos. Mas cada uma destas boas ideias deixa-se perceber logo ao primeiro minuto e, depois, quando esperamos a alquimia das combinatórias possíveis para a boa ideia se transformar (até poderia ser apenas um solo avassalador)… não acontece nada. Não há desenvolvimento… E isto torna-se particularmente chato quando se reconhecem os talentos potenciais dos músicos; quando se pensa que poderiam galopar mais longe, largando as sopas de cavalo cansado e os diamantes de pechisbeque para chegarem ao voo Lisboa-Berlim e, a partir daí, começarem então a explorar convenientemente as ideias, trabalhando-as para além da repetição, para além daquele ambiente acastanhado. Mas admito que isto é apenas a expressão daquela ideia de que só estamos bem onde não estamos… E eu terei de me conformar com o facto de que os Dead Combo são o que são e não o que eu gostaria (só conhecia o trabalho deles no album colectivo dedicado ao Carlos Paredes…) que fossem… Sorry lá mesmo!…
Mas à margem disto reparei que o amigo de Benfica já não consta hoje lá em cima na lista dos animadores do linhas. Espero que não tenha desanimado por eu ser mauzinho para o Tó Trips, não?
One Love
Marley
Margaridaa no dia 21 de Abril de 2008 às 9:19
Gosto da maneira como exprimes o que sentes. O que dizes sobre o desenvolver da ideia inicial poder-se-ia aplicar a outras coisas, às pessoas, por exemplo. Eu sinto muitas vezes isso, que não exploro ao máximo as ideias que surgem.
Quanto ao amigo de Benfica, ele continua presente, embora ausente da lista.(Opções…)
Anonymous no dia 21 de Abril de 2008 às 10:52
É verdade… E é por ser verdade que o seu entendimento pode ser de grande ajuda, sobretudo se nos mantivermos atentos…o que requer uma constante observação… e muita disciplina…
xinha
Anonymous no dia 21 de Abril de 2008 às 11:00
Eheh…o que o bicho homem inventa.
É por isso que temos as gavetas das cozinhas cheias de coisas.
xinha
Margaridaa no dia 21 de Abril de 2008 às 15:20
…isso é porque tu nunca descascaste penosamente um ananás com uma faca!!!!…isto é mais que uma mera coisa, isto volta a dar o gosto de se comer ananás!!!(Não é à toa que este objecto é merecedor de um post!)
Anonymous no dia 22 de Abril de 2008 às 9:26
Genial! Eu adoro esta arte em papel, assim como a engenharia do papel que produz os lindos “pop-up books”, inteiramente montados à mão… Quem quiser fazer o download gratuito de um simpático livrinho que ensina a arte do origami, está em http://www.portaldetonando.com.br/forumnovo/viewtopic.php?t=4463
One Love
Marley
dardna no dia 22 de Abril de 2008 às 15:51
Espantoso sem dúvida!
o link do Marley (para quem não consegue apanhar, o truque e clicar no inicio do link e SHIFT+End (em cima da tecla-seta Cima)
abraços!
Margaridaa no dia 23 de Abril de 2008 às 6:31
…e aqui vai uma (das muitas) explicações do poema :
Ici, le poète joue avec les mots, les lettres, les couleurs et les sons (bombinent, rire, colère, vibrements, strideurs) en un tableau très coloré déjà précurseur des Illuminations. Les voyelles deviennent des objets avec lesquels on peut s’amuser et qui portent en elles leurs propres réalités, sens et couleurs (naissances latentes). Les couleurs ont une valeur symbolique. Pour le noir, la cruauté, la nuit (puanteur cruelle, golfes d’ombre) ; pour le blanc, la fierté, la pureté, la légèreté ; pour le rouge, le sang, les lèvres, la colère, les excès ; pour le vert, la sérenité et la paix ; pour le bleu, évocation religieuse des cieux (suprême clairon, anges). Et il passe au violet pour l’évocation des yeux de La Femme. Peut-être une allusion à la jeune personne qui l’aurait accompagné à Paris en février 1871, d’après ses amis.
Un point de départ à l’idée du poème, un abécédaire qu’il a du avoir entre les mains, comme tout enfant, quand il apprenait à lire. A chaque lettre correspondait une couleur et un certain nombre de mots : A noire, pour Abeille, Araignée, Astre, Arc-en-Ciel. E était jaune pour Emir, Etendard, Esclave, Enclume. I rouge pour Indienne, Injure, Inquisition, Institut. O azur pour Oliphant, Onagre, Ordonnance, Ours. U vert pour Ure, Uniforme, Urne, Uranie et Y orange pour Yeux, Yole, Yeuse, Yatagan.
(origem : http://www.mag4.net/Rimbaud/poesies/Voyelles.html )
Anonymous no dia 23 de Abril de 2008 às 8:41
Somos vizinhos!…
Mas diz lá Margaridaa, zangaste-te com a Lauryn Hill? Gosto muito da voz dela, mas não sou fã das canções e do género. Mas fiquei surpreendido pelo desaparecimento…
One Love
Marley
Anonymous no dia 23 de Abril de 2008 às 8:52
obrigado dardna!
Tenho que aprender a linkar em hipertexto…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 23 de Abril de 2008 às 14:36
…hum…demasiado íntimo!Ela canta do íntimo dela para o meu íntimo. Só ouço às vezes…
Margaridaa no dia 23 de Abril de 2008 às 15:18
…já agora…mas como é que se linka nos comentários?
Anonymous no dia 23 de Abril de 2008 às 17:18
huuumm…
humph! huuuummmph!…
hum!
One Love
Marley
dardna no dia 23 de Abril de 2008 às 19:54
hm, é simples:
“Pode utilizar alguns tags HTML, como < b>, < i>, < a>” (sem espaço depois do primeiro < )
ou seja para ficar bold a palavra teria de ser escrita “< b>PALAVRA< /b>“(sem espaços depois do primeiro < )
para um link será:
“< a href="http://oLINK.com/">PALAVRA< /a>“(sem espaços depois do primeiro < ).
espero ter sido claro…
Uma referência para saber mais.
dardna no dia 23 de Abril de 2008 às 19:56
a tal referência…
Margaridaa no dia 24 de Abril de 2008 às 6:12
…como sempre, Dardna, bons conselhos! Thanks.
Anonymous no dia 24 de Abril de 2008 às 8:38
Obrigado dardna, tenho que experimentar, apesar da assustadora semiologia da coisa…
One Love
Marley
Anonymous no dia 24 de Abril de 2008 às 8:46
divertido, especialmente pelo british accent…
Ainda ontem falei desta ilha e do mistério da batata doce…
One Love
Marley
Anonymous no dia 24 de Abril de 2008 às 8:47
bonito, sim senhora!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 24 de Abril de 2008 às 9:05
Que sorte tu tens margaridaa, por poderes aprender francês…
Se soubesses quanto eu desejava e necessitava… (até porque acho que temos de combater desta forma a hegemonia do inglês como língua franca do dólar e da globalização…). Na verdade, leio francês e consigo manter conversações básicas, mas precisava de muito mais, por motivos profissionais…
É assim a vida…
One Love
Marley
Anonymous no dia 24 de Abril de 2008 às 11:36
Bom dia!Estou escrevendo somente para perguntar qual a natureza de um cão…? Partindo do princípio que o cão surgiu a partir da domesticação e selecção de outros animais através da acção do ser humano, isto ao longo de uns bons milhares de anos, induzindo-o a auxiliar na caça e na guarda de pessoas e respectivos bens, a ser um bom companheiro, a não defecar e urinar no interior da casa humana…onde fica e o que resta da natureza desse ser que denominamos de cão? Apetece-me até dizer que essa palavra natureza não possui conteúdo tangível tendo isso sim alimentado gerações de nobres filósofos cuja pena corre leve.É deveras interessante lêr sobre o conceito de natureza, de natural…Quando o ser humano é usado como brinquedo, onde tudo é permitido…o que não acontece com seres a si não semelhantes? É respeitar a natureza do cão colocar-lhe uma coleira com ferros pendurados de maneira a funcionar como uma grilheta quando bem se entende???…o lado do cão nunca é ouvido, pois ele não fala a nossa língua…
A culpa é de nos ensina a ser assim.
Anonymous no dia 24 de Abril de 2008 às 11:39
A culpa é de quem nos ensina a ser assim.
– desculpa mas enganei-me -
Margaridaa no dia 24 de Abril de 2008 às 12:16
Não percebi muito bem a ideia do que foi dito. O que percebo foi que do cão resta muito pouco de natural. não concordo. O facto de ter sido o cão (o lobo) o que foi sendo escolhido para desempenhar todos os papéis que desempenha, e não outro bicho, é porque é DA SUA NATUREZA ser receptivo . Claro que discordo com o que lhe é feito de mal, mas isso vem englobado com o mal geral do mundo. (E desculpa, ó anónimo, tenho sempre dificuldade em expressar o que penso!)
Anonymous no dia 24 de Abril de 2008 às 17:02
Fixe esse site sobre HTML Dardna! Acho q já o conhecia mas tinha-lhe perdido o rasto. Dá um jeito bestial.
xinha
dardna no dia 24 de Abril de 2008 às 17:30
ehe, sim, acho que esse site é A Referência mesmo!… é fixe porque para cada linguagem partem sempre do básico. (para além do mais a melhor forma de resolver um grande problema talvez seja mesmo fraccioná-lo em pequenos problemas
formiguinha no dia 24 de Abril de 2008 às 22:59
Hoje recebi o sol numa caixa, a amizade-irmã em forma de estrelas.
O melhor do mundo são os amigos!
Margaridaa no dia 25 de Abril de 2008 às 15:51
formiguinha : beijinho.
xinha : que jogo giro. (e um bocadinho viciante!)
Acho gira a ideia de postar estes joguinhos, já tinha pensado isso quando Dardna postou um, há uns posts atrás.
Holof. no dia 26 de Abril de 2008 às 8:22
Adoro estes jogos que é preciso pensar! Quero mais…
Holof. no dia 26 de Abril de 2008 às 8:32
Ainda nao disse que sou fa (desculpem, ainda nao encontrei o acento)dos videos de animaçao que aqui aparecem. Este deu-me vontade de ir dar uma volta pela serra…
dardna no dia 26 de Abril de 2008 às 10:59
ena pá, afinal há mais quem goste..
Este foi o primeiro que me lembrei depois das bolinhas… lembrei-me ainda de outra série que era o Grow (reparem que o mesmo autor continua no mesmo género no menu à esquerda)…
Anonymous no dia 26 de Abril de 2008 às 11:44
Muito bonito!
Não percebo japonês mas gostei na mesma. E só depois de ver o final é q percebi q é desenhado a 3D. Com aquele acabamento à 1ª impressão parece aguarela, mas é mto mais sofisticado q isso.
xinha
Holof. no dia 26 de Abril de 2008 às 13:34
Obrigado pelos jogos dardna, já estao nos “favoritos”…
Anonymous no dia 26 de Abril de 2008 às 16:48
Boa holof! Belíssimo som o dos Gong… Tive há muitos anos uma fita deles mas creio que soava bastante mais psicadélico do que estes temas aqui. É um grupo que conheço muito mal, apesar de já ter convivido com pessoal que era fã incondicional – o caso do sponji!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 26 de Abril de 2008 às 21:51
Que bonito!… A nascente do rio Mundo!… Hei-de ir ver no mapa o seu percurso…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 27 de Abril de 2008 às 9:10
Que bonito! E que bom, esta possibilidade de abrir uma janela e poder ver um bocadinho do que viste, apesar do longe e da distância…
Margaridaa no dia 27 de Abril de 2008 às 9:18
Realmente , falar outra (s) língua (s)para além da materna é óptimo. Alarga os horizontes.Uma boa prática para quando já se sabe alguma coisa de alguma língua é a leitura. Eu gosto muito de ler noutra lingua que não domino bem, (o inglês e o alemão), dá assim uma euforia, como se se estivesse a ir mais longe…
Margaridaa no dia 27 de Abril de 2008 às 9:20
A imagem de cima parece saída directamente de um sonho mau!
Anonymous no dia 27 de Abril de 2008 às 11:07
São giras. Gosto das duas
xinha
Anonymous no dia 27 de Abril de 2008 às 11:09
Tb gosto deste som
xinha
Anonymous no dia 27 de Abril de 2008 às 11:18
Que bom, passeios no verde… Uma das coisas de que mais gosto de fazer. E acredito que essas águas no Verão devem ser bastantes convidativas para uns mergulhitos, não ?
xinha
Anonymous no dia 27 de Abril de 2008 às 19:20
Fantásticas ilustrações. Pelo pormenor, e fantasia
xinha
Holof. no dia 27 de Abril de 2008 às 19:39
Maravilha o Wladimir Kush!! Tenho algumas que me passou o Maio mas destas só conhecia a da canoa…
Fixe!!
Holof. no dia 27 de Abril de 2008 às 19:44
Bem divertidos estes videos de gatos.
Sempre temos gatos na nossa casa. Agora mesmo temos uma gata com dois filhotes de pouco mais de um mês…
Zacarias no dia 27 de Abril de 2008 às 21:53
Já conhecia e são realmente espectaculares.
Zacarias no dia 27 de Abril de 2008 às 21:57
Espectacular essa cascata. É na sierra Segura ?
Temos que ir aí visitar esse sítio.
Holof. no dia 27 de Abril de 2008 às 22:32
Zacarias: Sim, é perto de Siles que é donde vivo agora e que tu conheces (lembras-te do “pasacalles”?).Está a 15 km mais ou menos já em “Castilla-la-Mancha” e está a tua espera…
Anonymous no dia 28 de Abril de 2008 às 8:30
conhecendo-te, ouvindo a música e vendo as fotos… é como assistir a um filme que passa na cabeça… Lá estás tu, deslumbrada e feliz com o milagre de mais um dia…
Bom dia!
One Love
Marley
Margaridaa no dia 28 de Abril de 2008 às 8:40
(Sorriso)…é mesmo isso, o milagre de mais um dia bonito! …
Anonymous no dia 28 de Abril de 2008 às 12:41
Acordar bem cedo e sentir o fresco do ar é das coisas mais fixes que há. Eu, por exp., hoje levantei-me ás 10h e semi-atordoada. Mal consegui pregar olho durante a noite e nem sei bem porquê…Acho que dormi para aí umas 2, a 3h.
A propósito das flores, fiquei surpreendida com as Miósotis. Já tinha tentado vê-las por aqui, mas nunca as consegui encontrar. Será que podias tirar uma foto assim tipo macro dessas florzitas e enviar-me?
xinha.
Holof. no dia 28 de Abril de 2008 às 13:06
Viva a primavera!!
Essas flores amarelas sao “pissenlit”?
Anonymous no dia 29 de Abril de 2008 às 10:21
Obrigado margaridaa! Excelente sinopse. Uma única imprecisão: quando o autor fala nas “formações culturais pan-africanas” evidenciando as diferenças do culto rasta a partir do mesmo plano em que se encontra a santeria, o vodu, o candomble…
Se não considerarmos os aspectos culturais mais vastos – em que todas estas expressões se referem ao culto dos espíritos e à prática do transe – o rastafarianismo distingue-se não só pela sua dimensão messiânica e milenarista (ausente nas anteriores) como pela ausência de uma componente mágica operativa (presente nas anteriores). Esta última componente existe também na Jamaica mas é independente do culto Rasta, tomando o nome de “obeah”.
O sistema colonial, convém recordar, conduziu ao extermínio da população autoctone da Jamaica e de outras ilhas das Caraíbas – os índios Arawak. Nem um sobreviveu.
Convém ainda salientar os escravos fugitivos (maroons, chimaroons – chimarrões) que faziam aldeias fortificadas nas montanhas, comunicando entre pontos distantes através dos tambores – fenómeno que ocorreu na Jamaica, como em Cuba e nas demais ilhas. É importante termos consciência, hoje, da proveniência da riqueza acumulada que permitiu à Europa a sua industrialização. Oiçamos o sociólogo suiço Jean Ziegler na sua explicação do processo de globalização (em “Les Nouveaux Maitres du Monde et ceux qui leur resistent”): «Ce sont principalement les Africains – hommes, femmes et enfants – qui, dès le début du XVIe siècle et dans des conditions d’une indicible cruauté, ont payé de leur sang et de leur vie l’accumulation premîère du capital européen. Pour indiquer le rythme de cette accumulation, je ne donnerai qu’un seul exemple: en 1773-1774, la Jamaique comptait plus de 200 000 esclaves sur 775 plantations. Une seule de ces plantations d’étendue moyenne employait 200 Noirs sur 600 acres, dont 250 de canne. Selon les calculs les plus précis fournis par Marx, l’Angleterre a retiré de ses plantations de Jamaique dans la seule année 1773 des profits nets s’élevant à plus de 1 500 000 livres de l’époque».
Para isto, foi preciso proceder áquela que foi a maior emigração forçada da hiatória da humanidade. Pelo menos vinte milhões (outros calculos decuplicam este número) de homens, mulheres e crianças foram arrancadas à sua vida normal, privadas da sua condição humana, acorrentadas e amontoadas como “coisas” – mercadorias – em porões de barcos. Os que sobreviveram à viagem (umas três semanas, um mês, para atravessar o Atlântico) encontravam à chegada a lei do chicote…
De sublinhar, finalmente, a influência cultural indiana na ilha – por via de algum tipo de mobilidade comercial própria do sistema colonial inglês. Esta influência pressente-se nalgumas expressões musicais das recolhas etnomusicológicas disponíveis (v. “Bongo, Backra and Coolie: Jamaican Roots”, vols. 1 and 2, Smithsonian Institution), tanto nalguma percussão como num incrível instrumento de corda improvisado tocado com arco, cujas escalas apelam claramente para a Índia. A mesma influência é patente também na expressão corrente para designar o cânhamo: “ganja” – que é, manifestamente, de proveniência hindu.
O rastafarianismo, pelas suas características culturais e o reggae que o veiculou, constituem do meu ponto de vista, um dos mais fascinantes fenómenos sociológicos que alguma vez conheci – fascínio que se confunde, aliás, com a minha própria vida. Foi este mesmo fascínio que me fez descobrir-me como pessoa, como se acordasse de um sonho induzido por uma maléfica Matrix que me manteve escravo até à idade de 15 anos. Por isso sou suspeito para falar disto, mesmo muito suspeito!…
One Love
Negusa Negast
Anonymous no dia 29 de Abril de 2008 às 10:27
“this is not religion man! Rasta is a way of life!”
(Bob Marley)
One Love
Negusa Negast
Margaridaa no dia 29 de Abril de 2008 às 15:35
Obrigada digo eu, Negusa Negast, por completares a sinopse. Ela está aí justamente para se saber o quê, o como, o onde.
E não, não és nada suspeito, mesmo quando as coisas nos tocam não deixamos de perder a lucidez, apenas aumentamos o conhecimento sobre elas (as coisas, as ideias, as pessoas…).
Margaridaa no dia 1 de Maio de 2008 às 8:21
Maio : já arranjei um bom lugar para assistir (e participar) nos festejos de maio.
Tem que ser de arromba, se vão ser eles que te vão manter longe do linhas!!
Beijinhos.
Anonymous no dia 1 de Maio de 2008 às 10:21
Para além do interesse sociológico que me despertavam as ideias delirantes e as patranhas veiculadas por muitas das senhoras que escreviam na Xis, só as crónicas da Faíza Hayat me satisfaziam verdadeiramente. Uma talentosa escritora, sim senhora! E porque não se resiste ao fascínio e ao temor das serpentes, até lhe comprei o livro e tudo!…
Se a Faíza nos lesse, todos lhe mandaríamos muitos beijinhos!
One Love
Marley
Anonymous no dia 1 de Maio de 2008 às 10:55
O retrato é considerado um género dentro da pintura, como a paisagem ou a natureza morta. E claro há muitas maneiras de fazê-lo. Geralmente são necessários anos de treino a fazer sempre o mesmo, como o pessoal do circo, que se especializa em atirar facas ao alvo. Mas tb há gente com capacidades especiais e inatas que ao 2º ou 3º retrato já revela talento.
xinha
Anonymous no dia 1 de Maio de 2008 às 11:24
É verdade, o som pode nos alimentar, curar, salvar ou atormentar. Mas o silêncio também. Nele tudo está contido. E dele tudo pode ser extraído. Talvez por isso o silêncio tenha um poder imenso…
É por isso que gosto tanto de ir à praia ou ao campo sozinha, para poder escutar…sem ser distraída com conversas…ideias…E faz-me um bem incrível. Gosto de ficar as ouvir as ondas a desfazerem-se na areia, o marulhar a diminuir, os barulhinhos do ar que se escapam nos buraquinhos da areia, e o silêncio breve que se segue antes da próxima vaga… Um silêncio que nunca é total…mas que aproveito para respirar bem e no qual gosto de me deixo repousar…
xinha
Margaridaa no dia 1 de Maio de 2008 às 17:54
Não percebo o que queres dizer com isso do “via feed”, mas gosto das imagens que trazes. Destas gosto especialmente da do meio.
Anonymous no dia 1 de Maio de 2008 às 18:33
3 fotos magníficas. eu gosto mais da última, tem um toque de humor.
xinha
Margaridaa no dia 1 de Maio de 2008 às 20:09
Acredito que o mais que possa ter de forjado seja um ensino prévio ao elefante. Mas isso, até nós precisamos de aprender e de treinar…Gostei de ver!
Anonymous no dia 1 de Maio de 2008 às 23:43
“A do Meio” é também o nome de um tema delicioso do 2º album do Rão Kyao (alguém mo consegue arranjar – o Bambú? Ando à caça dele à imenso tempo – ajudem-me, ajudem-me, que eu sou um incurável melómano…)…
…mas isto só para dizer que acho a do meio fantástica. A personagem poderia muito bem ter saído de uma cidade obscura do Schuiten e do Peeters…
A primeira fez-me lembrar o tigre ardendo aceso do William Blake (ou estou a fazer confusão?), pela antítese aquática mas não menos aterradora…
Holof. no dia 1 de Maio de 2008 às 23:58
Tambem gostei da do meio. Anónimo, eu tenho esse album do Rao Kyao, dá-me tempo e deixo aqui um link tá?
Holof. no dia 2 de Maio de 2008 às 0:01
Gostei muito de ver como toma forma o retrato.
Fixe!!
Holof. no dia 2 de Maio de 2008 às 0:06
Incrivel!! E nao tem truque…
Holof. no dia 2 de Maio de 2008 às 0:10
Força Maio!!
Margaridaa no dia 2 de Maio de 2008 às 8:22
Não resisti, perante tão extraordinária imagem, a mostrar como fica ainda melhor em grande, o maior que o espaço permite. Para isso, formata-se a imagem com 500 pixels de largura, (é o mais largo que o linhas permite, a altura tanto faz), faz-se o upload para http://photobucket.com/ (desculpem, ainda não pratiquei linkar na caixinha dos comentários), onde se tem primeiro que inscrever, e depois copy paste do código, como tudo o resto. Por mim, acho que vale a pena.
Quem quiser saber mais, sabe como perguntar.
Margaridaa no dia 2 de Maio de 2008 às 8:24
Fabuloso, Holof! Onde foi?
Holof. no dia 2 de Maio de 2008 às 9:08
Já faz 11 ou 12 anos que o Janus gravou isto numa pedra em frente da minha casa na serra. Perdeu um pouco a cor mas continua aí… Obrigado Janus (queria por uma musica a acompanhar mas nao sei porque algo falhou.
Holof. no dia 2 de Maio de 2008 às 9:13
Aqui vai o link para baixar o “Bambu”:
http://www.4shared.com/file/46129397/3714e649/1977_-_ro_kyao_-_bambu.html
Holof. no dia 2 de Maio de 2008 às 9:31
…e margaridaa, obrigado por postar a foto em tamanho grande, a ver se aprendo a fazer isso, mas agora já nao está. O que aconteceu?
Margaridaa no dia 2 de Maio de 2008 às 9:41
Holof., vai ver ao teu correio…
Anonymous no dia 2 de Maio de 2008 às 10:04
Fui investigar ao site do YouTube onde tinham mais videos e percebi que os bichos fazem sempre os mesmos desenhos. Nada parece espontâneo portanto.
Mas não deixa de ser giro vê-los
muito concentrados, quase com a linguiça de fora, ora levantando uma pata, ora outra. A expressão é demais…
xinha
Holof. no dia 2 de Maio de 2008 às 10:28
Obrigado margaridaa!!
Deixaste-me tudo muito fácil!
Anonymous no dia 2 de Maio de 2008 às 11:20
muito obrigado holof!!! Só tu, de facto, me poderias salvar desta longa ausência do Bambú na minha lista de disponíveis. Tive-o em k7 há muitos anos e tenho fases que sonho com a “minha em Mi” e a malha de baixo, com “A do Meio” e, sobretudo, o tema dedicado ao John Coltrane que é DELICIOSO!!!
Um grande abraço do incurável melómano!
One Love
Marley
Anonymous no dia 2 de Maio de 2008 às 11:23
Boa Holof! Janus, esta é mesmo… tu em boa forma! Por onde andas? Que sendas trilhas tu na floresta?
Abraços
One Love
Marley
dardna no dia 2 de Maio de 2008 às 15:28
hey!
dos feeds é isto, e eu cá uso o simples Thuderbird (tanto p’ra mail como p’ra feed).
do Rão Kyao encontrei isto, mais concretamente o que procuras… Desculpa Holof se já te tinhas lançado
quanto às imagens, e apesar de todas muito diferentes, acho que fazem algum sentido juntas (se bem que agora vendo bem a primeira parece montagem)…
E viva o fim de semana!
Zacarias no dia 2 de Maio de 2008 às 20:51
Eu estava lá nesse dia.
Como o tempo passa.
Desde então não esmoreceu a vontade de aí voltar.
Será em breve.
Um abração.
Zacarias no dia 2 de Maio de 2008 às 20:54
Obrigado Holof
Este também estava em falta.
E vale bem a pena.
Anonymous no dia 3 de Maio de 2008 às 10:53
obrigadíssimo! tem de facto uns temas bestiais.
xinha
Anonymous no dia 3 de Maio de 2008 às 10:58
a imagem é bonita, e tem um ar étereo apesar do material em que é construída
xinha
Anonymous no dia 3 de Maio de 2008 às 17:21
margaridaa, ensina-me lá também a mim a postar fotos em formato maior, please…
One Love
Marley
Holof. no dia 4 de Maio de 2008 às 0:50
Que fixe! Gostei…(sobretudo no fim, quando escapa por pouco…)
Margaridaa no dia 4 de Maio de 2008 às 10:51
Deixar o corpo acompanhar as ondas do som…parece simples mas é preciso entrega.
Gostei.
Anonymous no dia 4 de Maio de 2008 às 18:39
ena! isto está mesmo mto psicadélico! eheh
xinha_((( : P
Anonymous no dia 4 de Maio de 2008 às 18:43
não sei como não ficam tontos…
quando fiz dança clássica, conseguia dar várias piruetas seguidas porque há uma técnica para a cabeça…para não se enjoar. mas assim tantos minutos, não sei..é obra!
xinha
Margaridaa no dia 5 de Maio de 2008 às 6:26
Não se pode por smilies nos comentários.Mas se pudesse, era um sorriso que aqui estaria.
Anonymous no dia 5 de Maio de 2008 às 23:01
O Tintin também fazia esta postura. Com a idade e a falta de vigilância à nossa condição física há que ter atenção ao risco de pequenas hemorragias internas.
One Love
Marley
Anonymous no dia 5 de Maio de 2008 às 23:05
O agora tem essa fascinante particularidade de… impermanência, não ser – está sempre entre o que já foi e o que ainda não é… Entre a memória e a intenção
One Love
Marley
Anonymous no dia 5 de Maio de 2008 às 23:15
Muito, muito bonito!
Tenho uma teoria, mas nunca a testei: se o corpo gira para um lado, os globos oculares (na escuridão de dentro das pálpebras cerradas)têm que se movimentar para o lado inverso, até se firmar o equilíbrio.
Uma pessoa só é lindo, mas quando são meia dúzia de dervixes com os movimentos coordenados é absolutamente sublime. Uma mão tem sempre uma palma voltada para o céu e a outra para a terra. Com a velocidade e o auxílio da música, algo flui, algo se une, algo se dissolve.
One Love
Marley
Anonymous no dia 6 de Maio de 2008 às 9:19
Bom dia, o que eu quero dizer é que o cão é um produto criado pelo ser humano, tem levado milhares de anos e está em constante evolução, ainda mais agora que a biotecnologia é coisa por demais utilizada. Deus não estava inspirado, o ser humano é que estava necessitado. O próprio ser humano tem criado outros seres humanos, condicionando e direccionando-os rumo a não se sabe bem o quê…o ser humano é hoje já ´não tanto um produto das condições fisícas que o envolvem mas e sim do meio cultural e social onde se vai formando como ser, se o meio é uma merda…
Portiir no dia 6 de Maio de 2008 às 10:08
Olá Margaridaa
Eu, numa manhã fresquinha penso +/- o que está copiado e creio que os meus vizinhos já estão habituadíssimos a me ver beber a minha água à janela
http://www.deezer.com/#music/result/cat%20stevens
As Sung by Cat Stevens
lyrics by Eleanor Farjeon
Morning has broken, like the first morning
Blackbird has spoken, like the first bird
Praise for the singing, praise for the morning
Praise for the springing fresh from the word
Sweet the rain’s new fall, sunlit from heaven
Like the first dewfall, on the first grass
Praise for the sweetness of the wet garden
Sprung in completeness where his feet pass
Mine is the sunlight, mine is the morning
Born of the one light, Eden saw play
Praise with elation, praise every morning
God’s recreation of the new day
Portiir no dia 6 de Maio de 2008 às 13:36
Isto hoje é que é comentar…
Gostei imenso que (se não te importares) fiz um pequenino doc word que vou imprimir para colar na minha cozinha
Obrigada
(mando-te o ficheiro à parte pois aqui não estou a ver como fazê-lo)
Susan no dia 6 de Maio de 2008 às 19:39
Bom dia! Meu nome Susan. I’m sorry I don’t speak Portuguese. I picked your blog at random to play a meme-game. If you would like to play, please see the post Meme-time at my blog http://monkeybottle.blogspot.com/
Anonymous no dia 7 de Maio de 2008 às 20:09
Bem fixe estas bandas (isto é dixieland nao?). Dá vontade de levantar-se e fazer algo. Quando toca limpeza aqui em casa eu ponho musica assim e pego na vassoura.
Holof.
Anonymous no dia 8 de Maio de 2008 às 10:56
Giro! Muito giro! Acho piada ao aproveitamento que foi feito do fundo, das fotos com texturas. Estas personagens fazem-me lembrar as criaturas que eu tb costumo desenhar.Gostei.
xinha
Susan no dia 8 de Maio de 2008 às 14:08
I’m so glad you answered the questions! What is caju?
Susan no dia 8 de Maio de 2008 às 14:09
What does “linhas no bolso” mean? The google tramslater tells me “lines in the pocket.”
Margaridaa no dia 8 de Maio de 2008 às 15:27
The truth is that was dardna who explain to me the game and his goals : made bloggers know each othrer, and that’s fine to me. Linhas no Bolso means exatly lines in the pocket(lol), and it means that we can put here on this blog everything that we like, that we have on the pockets.
Tell me,Susan, do you understand french? If i want to comment on you blog, can i make it in french?(As you can see, my english is very rusty!)
Glad i see you around.
Matrgaridaa no dia 8 de Maio de 2008 às 15:58
O que eu estou a apresentar não são estas imagens, (que sim, Xinha, são giríssimas,), mas o Dump, onde o dardna nos apresenta imensa coisa interessante.
Susan no dia 9 de Maio de 2008 às 3:22
Thank you for the explanation of “Linhas no bolso.” I think that is lovely. Your English is perfectly understandable, but yes, please feel free to comment en Francais. I only speak English, but that is shameful and should be remedied. I can translate the comments and maybe even try to write a little in French myself, which would be funny for you to read, I’m sure.
Romi no dia 9 de Maio de 2008 às 6:14
I’ve answered! Thank you for tagging me.
margaridaa no dia 9 de Maio de 2008 às 8:43
Susan, languages can open more and more the world, it’s like a bigger window. Reading a book in a language that is not owers can be very exciting.
Exciting to is to be here speaking with you, that i don’t know and that lives far away (from here, of course).
Have a good day.
Anonymous no dia 9 de Maio de 2008 às 17:01
Curioso, aqui estamos muito contentes pela razao contrária: ESTÁ A CHOVER!!!
Holof.
Anonymous no dia 10 de Maio de 2008 às 10:28
Mais uma vez, o dardna está de parabéns. Dei uma vista de olhos no Dump e pareceu-me muito bem arquitectado! Hip, Hip… Dardna!!!
Abraço
One Love
Marley
Anonymous no dia 11 de Maio de 2008 às 14:08
Obrigado Maio por fazeres parte da m. vida. Se estivesses aqui, não tinhas escapatória possível, levavas um grande, caloroso e terno abracinho.
Bjinhos_xinha
Anonymous no dia 11 de Maio de 2008 às 17:30
Maio, un grande,grande abraço
Holof.
Zacarias no dia 11 de Maio de 2008 às 20:26
É por estar a chover em Espanha e Portugal, que está sol na Bélgica.
Está certo, eles também tem direito.
Zacarias no dia 11 de Maio de 2008 às 20:30
Um abraço também para ti, Marley. E também para todos os outros.
É tão bom ter amigos, não é ?
dardna no dia 12 de Maio de 2008 às 5:27
boa cena Holof. valeu mesmo!
…mais por aqui ou dali!
Anonymous no dia 12 de Maio de 2008 às 8:54
Obrigado por estes links dardna, parecem bons blogs de musica e gosto de ter donde procurar coisas novas. Da discografia faltam os ao vivo: Live in Montreaux com o Bugge Wesseltoft e sobretudo o Live in London, muito, muito bom!
O Maio tambem me passou o ultimo, “Glow”, faz agora uma semana e acho que é uma maravilha!
Holof.
Anonymous no dia 12 de Maio de 2008 às 8:59
Gosto desta imagem!…
Holof.
Susan no dia 12 de Maio de 2008 às 15:34
Margaridda,
I’m sorry it has taken me so long to respond to your idea about a shared blog. Thank you for including me in your idea, but I don’t have enough time to give it the attention it needs. I feel like I am missing a fun opportunity. But, I will still visit Linhas! Maybe this Autumn I will have more time if you still want to work on it then. (I am starting my thesis research this summer.)
Anonymous no dia 12 de Maio de 2008 às 17:18
Será que alguém me pode explicar como funcionam os links que o Dardna cedeu. Tenho que me registar no rapidshare.com? mas em qual? no Premium ou no Free? e não tenho que fazer um pagamento?
Como é que vocês fazem? gostava de aceder a toda aquela música…nem consigo imaginar o que estou a perder…
xinha_((( : P
Anonymous no dia 12 de Maio de 2008 às 17:53
OK, já consegui! Topei o link do tutorial e encontrei tudo bem explicadito. QUE FIXE! Nem quero acreditar…
xinha
Zacarias no dia 12 de Maio de 2008 às 20:27
Gostei muito Holof.
Tanto da música como do filme.
Que tal dar-nos umas informações sobre estes músicos ?
Um abraço.
Anonymous no dia 13 de Maio de 2008 às 8:43
sim, belíssimo!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 13 de Maio de 2008 às 8:52
xinha, viste o meu mail de dia 1 de Fevereiro? Agora que já percebeste o truque talvez aches alguma utilidade naqueles endereços de blogs que te enviei hein?
dardna, o avax é óptimo porque também tem livros académicos, de que necessito. Se souberes mais algum endereço para livros académicos manda, ok?
One Love
Marley
Anonymous no dia 13 de Maio de 2008 às 8:57
Obrigado malta!
Margaridaa, por onde andas tu que não postas há quatro dias? Sente-se a tua falta! Está tudo bem?
One Love
Marley
Anonymous no dia 13 de Maio de 2008 às 8:59
nuns dias chove
noutros dias bate sol
tem muito samba, muito show
e rock’n'roll…
One Love
Marley
Anonymous no dia 13 de Maio de 2008 às 9:04
Margaridaa, tu serias uma óptima companhia para uma volta no topolino e um picnic com sandes de atum, alface, tomate, milho, cenoura ralada, ovo cozido e um nadinha de maionnaise, sumo de maçã natural (já provaste o da Andros?) e, no final, duas deliciosas fatias de tarte de bolacha com chantilly e morangos…
One Love
Marley
Anonymous no dia 13 de Maio de 2008 às 10:58
Bonito sim, mas tem qualquer coisa de triste..
xinha
Anonymous no dia 14 de Maio de 2008 às 18:44
Fixe! Nao conhecia e aparentemente toca com musicos espanhois. Nao encontro nada dele para baixar…paciencia!
Holof.
Anonymous no dia 15 de Maio de 2008 às 12:32
Bom som, sim senhora. O tema de que gostei mais foi o segundo (“Tanto Tiempo”)…
One Love
Marley
Anonymous no dia 15 de Maio de 2008 às 20:12
À Bretanha???… Uaaaauuuuu! Ó Margaridaa!… Que bom, que sorte!!!… Eu adoro a Bretanha… Já lá fui duas vezes e espero poder voltar um dia…
Fico em pulgas por ver o que tens para mostrar…
Anonymous no dia 15 de Maio de 2008 às 20:13
One Love
Marley
Anonymous no dia 16 de Maio de 2008 às 10:35
Ena que fixe! E que bom puder passear assim…A melhor altura é mesmo agora, longe das confusões do Agosto. Ainda bem que tás de volta…sentiu-se a tua falta por aqui.
bjnhos_xinha
Margaridaa no dia 16 de Maio de 2008 às 11:55
mmmm que bom!! Pois é isso mesmo que este carrito sugere, um passeio em boa companhia. (E que bom, pensares em mim como boa companhia!)
(e que é isso de sumo de maçã do Andros?)
Margaridaa no dia 16 de Maio de 2008 às 12:04
Maio
Gostei imenso daquilo que escreveste, eu também sinto parecido. E é bom bom (como o Sol) estar aqui contigo, e com os amigos que postam, e com os amigos que passam…ter esta janela aberta. (Poderia dizer que é das coisas mais saborosas que acontecem ultimamente, mas agora sou eu que tenho medo de estar a ser lamechas!)
Positive Vibration, yeah!!
Margaridaa no dia 16 de Maio de 2008 às 12:10
Bonito, mais um que não conhecia.
Obrigada, Holof.
Margaridaa no dia 16 de Maio de 2008 às 12:11
Bela imagem, dardna.Gostei!
Anonymous no dia 16 de Maio de 2008 às 16:36
Absolutamente delicioso
para as nossas colecções
Algo de precioso
Da terra dos bretões
Obrigado margaridaa
One Love
Marley
Anonymous no dia 16 de Maio de 2008 às 16:41
Sem querer… “só estar bem onde não estou”… atrever-me-ia a dizer que não seria mal visto fazer alguma experimentação cromática, substituindo o vermelho e o amarelo por outras combinações…
Mas isto é só almejar o impossível (que é, aliás, uma coisa muito armoricana…), hehe…
One Love
Marley
Anonymous no dia 16 de Maio de 2008 às 16:57
Oh belas terras Armoricanas…
lindas cidades de Vannes e Kemper…
lindas harpas, bombardas, danças e pássaros no céu tranquilothsqe…
árvores, pedras, rios e ribeiros…
Que saudades…
One Love
Marley
Anonymous no dia 16 de Maio de 2008 às 18:46
Giro, giro…
xinha
Anonymous no dia 16 de Maio de 2008 às 18:50
Bonita e fantástica ilustração!
(o outro comentário anterior, era para o post seguinte, mas tb se aplica aqui)
xinha
Anonymous no dia 16 de Maio de 2008 às 20:08
Bonita imagem! Já guardei…Bom ver-te por aqui outra vez…
Holof.
Anonymous no dia 17 de Maio de 2008 às 9:43
Brocéliande – Parque temático. Muito giro. Quando lá estive com a xinha, o janus e a amorena havia centenas (centenas!…) de papelinhos com desejos no túmulo de Merlim – era época alta de turismo e o chão a toda a volta das pedras tinha papéis atados com fitinhas… A zona do parque que gostei mais foi a da fonte de Barenton…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 17 de Maio de 2008 às 10:57
Engraçado o termo ” Parque temático”, acho que se adequa. Mas para quem lá nunca tenha ido e nunca tenha visto nada sobre o sítio, a ideia de visitar é muito atraente.
Não sei porquê, lembrei-me do que o nosso amigo Croas dizia, que era fixe por vezes não perceber a letra das músicas, podemos sempre imaginar o que dizem.
Gostei imenso de visitar, mas senti isso mesmo, que era um parque temático.(Esta palavra ainda não me tinha ocorrido e designa na perfeição o que senti.)
Seja como for, como gostaria imenso de ter encontrado estas imagens se lá não tivesse ido, elas aqui estão,para os que não foram lá e a quem o assunto interesse.
Anonymous no dia 17 de Maio de 2008 às 11:00
Eu lembro-me deste parque….mas agora em plena Primavera deve estar muito mais verdejante e simpático. Não me lembro da fonte de que fala o Marley, mas do lago, de um tronco forrado a dourado, uma visão um pouco inesperada ali no meio do bosque, e do percursso sugerido pelos carreiros sem ervas para quem não conhecesse o lugar.
xinha
Margaridaa no dia 17 de Maio de 2008 às 11:02
…assim como gostaria de ver fotografias do Thor e de Stonehengue…não haverá ninguém?
Eu não posso lá ir, tenho dois cães e os cães e Inglaterra, é complicado!
Margaridaa no dia 17 de Maio de 2008 às 11:10
Gostei imenso, da música, da letra, e também das imagens, o que nem sempre é fácil.
Holof. no dia 18 de Maio de 2008 às 8:44
Maravilha!! Mais duas para a pasta “Favoritos de Fantasy Art”
Holof.
Anonymous no dia 18 de Maio de 2008 às 10:33
Que delícia…
One Love
Marley
Anonymous no dia 18 de Maio de 2008 às 10:35
Boa cerveja, então!…
Ao Linhas e À Nossa!!!…
One Love
Marley
PS Que é feito da formiguinha que nunca mais apareceu por cá?
One Love
Marley
Anonymous no dia 18 de Maio de 2008 às 10:37
… e se puserem o nome dela no google vão encontrar o site da artista. Se fizerem “pesquisa de imagens, ainda há mais algumas coisas…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 18 de Maio de 2008 às 10:41
Também já disse à Formiguinha que sentia a falta dela por aqui, mas ela disse que se encontrava numa fase mais contemplativa e menos participativa.
Pena.
Margaridaa no dia 18 de Maio de 2008 às 10:45
Estas imagens dão-me arrepios (de prazer), adoro a água neste estado puro, liberto. Sinto a sua energia.
(Se não fosse tão longe daqui, ainda mais longe que a Bretanha, um dia destes tinhas-nos aí, para ir-mos todos juntos a esse sítio magnífico!)
Anonymous no dia 18 de Maio de 2008 às 10:59
bonito!
gostava de conhecer…
xinha
Anonymous no dia 18 de Maio de 2008 às 11:05
Gosto da 2ª. Da ideia dos troncos entrelaçados…associados à ideia de árvore…
xinha
Margaridaa no dia 18 de Maio de 2008 às 15:58
Fabulosa, este técnica! Diz-me dardna, não estou enganada, pois não? Os desenhos são mesmo feitos in loco…ou são ilusões e eu não reparei?
Gostei muito!
Anonymous no dia 18 de Maio de 2008 às 16:40
Porque será que isto me faz lembrar os textos loucos do William Burroughs?…
One Love
Marley
Anonymous no dia 18 de Maio de 2008 às 16:52
Muito obrigado dardna! Gutemberg, PDL, etc, já conhecia. Procuro algo mais do género do Avax, onde se encontram livros académicos muito bons – preciosos mesmo!… Talvez o warez de que falas seja bom, mas já tentei registar-me 3 vezes e falha sempre qualquer coisa. Mais tarde voltarei a tentar.
Obrigadão e um abraço!
One Love
Marley
Anonymous no dia 18 de Maio de 2008 às 17:36
Fantástico!! Gostei muito. E no fim diz “Wallpaiting”, é mesmo pintura.
Boa dardna!
Holof.
Anonymous no dia 18 de Maio de 2008 às 19:09
BOA!! Grande animação! uns litros de tinta branca, metros de parede, alguns dias, talento suficiente e voilá…Muito giro!
xinha
Anonymous no dia 18 de Maio de 2008 às 19:12
Ena, ena! fui espreitar e adorei os poemas. Alguns são mesmo muito bons! Os vossos rebentos estão de parabéns.
xinha
Margaridaa no dia 19 de Maio de 2008 às 6:21
Holof. : todos estes leitorzinhos tem as suas manias, por vezes falha, eu já cheguei à conclusão que tem que ver com as horas a que se faz upload e com certas músicas que devem estar protegidas.Já conhecia este método, foi o Zacarias que me mostrou, mas tem uma coisa chata, certas músicas não passa na totalidade. Para mim, o boomp3 ainda é o que falha menos, apesar de já me ter feito enervar algumas vezes.
…e como sempre, bom som!…
Margaridaa no dia 19 de Maio de 2008 às 7:00
…bom, não é DOS rebentos, mas DO rebento, e é do rebento mais velho.
Anonymous no dia 19 de Maio de 2008 às 10:22
eu referia-me ao rebento do Holof, e ao rebento da Margaridaa
xinha
Anonymous no dia 19 de Maio de 2008 às 10:28
OLha…o André esteve a bulir nesta empresa – IMEEM – lá nos USA.
xinha
Anonymous no dia 19 de Maio de 2008 às 16:59
Ena pá! Talvez este seja um lugar frequentado por crianças…talvez..
xinha
Anonymous no dia 19 de Maio de 2008 às 18:51
Uma casa de “Fantasy Art”…
Linda!
Holof.
Anonymous no dia 19 de Maio de 2008 às 19:07
Parece que o segundo tema não se ouve assim que voltei a postar, espero que resulte (no meu computador ouve-se bem)
Holof.
Frozen no dia 20 de Maio de 2008 às 1:00
muito obrigado pelo link
faz-me feliz que gostasen dos poemas ^^
saludos
dardna no dia 20 de Maio de 2008 às 17:10
…e afinal o que se pensa sobre o assunto? (se a selecção de recortes não diz já tudo…
)
Anonymous no dia 20 de Maio de 2008 às 18:27
Não se ouve, uma pena pois é uma delícia, lembro-me dos meus filhos ouvirem esta história bem calados com os olhos bem abertos… Uma cassete que me gravou o Maio e que recentemente me passou via 4shared,
“Berceuses pour les vieux enfants”.
Muito bom!
Holof.
Anonymous no dia 20 de Maio de 2008 às 18:35
Retifico, demora a carregar mas afinal pode ouvir-se.
Holof.
Anonymous no dia 20 de Maio de 2008 às 18:40
Isto só pode ser em Africa!
Boa!
Holof.
Anonymous no dia 20 de Maio de 2008 às 18:56
bem..o que dizer ?…que vai demorar um bom bocado para que interiorizemos estas alterações? Quanto ao porquê, ou se concordo ou não, e apesar de me fazer confusão algumas mudanças, só posso dizer que não sou linguista, desconheço os critérios que conduziram a estas decisões. Tb entendo que as línguas são entidades vivas, que evoluem, se transformam, ganham vida própria, e por isso…o melhor, talvez seja aceitar..tb que outra hipótese temos? não tou a ver a malta a ir p a rua gritar ou manifestar-se pelos hífenes ou pelos acentos, eheh. e apesar da chatice da adaptação, isto até é capaz de trazer alguns beneficios na comunicação entre povos
xinha
Holof. no dia 20 de Maio de 2008 às 19:02
Em resposta ao teste, os dois primeiros ouvem-se bem mas o último não dá nada. (Doors, que bons!…)
Holof.
Anonymous no dia 20 de Maio de 2008 às 19:02
sim, sim…excepcional contador de histórias. E esta é muito, muito gira!!
Anonymous no dia 20 de Maio de 2008 às 19:07
apesar da imagem ser engraçada, pela solução criativa…o bicho tá suspenso pelas patas, e não sei até que ponto aquilo deve ou não tê-lo magoado
xinha
Anonymous no dia 20 de Maio de 2008 às 19:13
E lá em baixo no post “Mais blues” voltei o pôr o tema da Dianne Reeves” desta vez com “goear”, digam-me se conseguem ouvir.
Holof.
Margaridaa no dia 21 de Maio de 2008 às 6:24
Na altura em que postei isto, nao sabia, mas por acaso (eu acho que foi por acaso, ou passaste por aqui?)recebi o link de uma petição dos que não estão de acordo com este acordo. Aqui vai, para quem tiver curiosidade : (eu estou de acordo com a xinha,” as línguas são entidades vivas, que evoluem, se transformam, ganham vida própria, e por isso…”)
http://www.ipetitions.com/petition/manifestolinguaportuguesa/index-771.html
Margaridaa no dia 21 de Maio de 2008 às 6:28
Holof., ainda bem que não desististe da música, ela é realmente lindíssima, gostei imenso do que diz.
E este host, não conhecia, vai-nos dar mais uma possibilidade de postar música, a par com a solução encontrada por dardna. Ufa, confesso que fiquei um bocado ansiosa antes de termos encontrado solução!
Anonymous no dia 21 de Maio de 2008 às 19:26
Que desbunda de animação! Boa!
Holof.
Margaridaa no dia 21 de Maio de 2008 às 19:32
Lindo!
(Também gosto da qualidade do som!)
Anonymous no dia 21 de Maio de 2008 às 20:59
A qualidade do som está óptima! A musica tb parece fixe, mas só ouvi ainda a 1ª
Anonymous no dia 21 de Maio de 2008 às 21:00
Eu não consigo ver..Aparece um rectangulo branco sobre fundo preto e mais nada
xinha
Anonymous no dia 21 de Maio de 2008 às 23:21
Boa malta!…
Sem querer ser desmancha-prazeres, permitam-me só uma pequena observação: para quem vê aqui de fora, o único senão deste leitor é que só sabemos o que está lá a tocar depois de se clicar no play – e, mesmo assim, as letrinhas passam a branco, sem contraste com o cinza do player…
Abraços a todos!
One Love
Marley
Margaridaa no dia 22 de Maio de 2008 às 6:15
Ora, Marley, essa informação podes sempre ser tu a por, essa opção foi a escolhida. Eu acho fixe, assim se quiseres fazer o jogo do adivinha…(coisa que não podes fazer se a informação estiver toda lá!…)
Margaridaa no dia 22 de Maio de 2008 às 6:19
Xinha, estive a ver, e isto tanto passa no firefox, como no Internet explorer. Ás vezes há destas coisas, coisas que correm menos bem, mas no dia seguinte ja funciona.(Ontem havia um filminho do blogger em que tb acontecia isso, e hoje já passa fixe!)
Anonymous no dia 22 de Maio de 2008 às 11:34
eheh…a ideia é gira. Faz lembrar aqueles alpinistas que escalam escarpas verticais e depois a meio da empreitada resolvem dormir numas tendas que ficam penduradas apenas por uns cabos. Isto a metros e metros do chão, ás vezes acima das nuvens
xinha
Anonymous no dia 22 de Maio de 2008 às 11:36
as cores são agradáveis, mas o estilo não é original
xinha
Anonymous no dia 22 de Maio de 2008 às 12:02
Será um artista, será pancadinha, ou terá um grande amor aos pássaros?
One Love
Marley
Margaridaa no dia 22 de Maio de 2008 às 16:04
xinha
visto que o estilo me agrada imenso, diz-me (e eu sei que sabes) outros pintores ,para que eu possa procurar e ver o trabalho.
Margaridaa no dia 23 de Maio de 2008 às 18:09
Bela mandala.
Já tinha saudades de te ver por aqui!
Anonymous no dia 23 de Maio de 2008 às 23:50
Bom som xinha! Gostei. Já está na lista de espera…
Holof.
Margaridaa no dia 24 de Maio de 2008 às 7:52
Boa! (E é bom, quando a coisa corre bem, não é?)
Holof. no dia 24 de Maio de 2008 às 9:09
PARABÉNS!!!
Anonymous no dia 24 de Maio de 2008 às 11:28
Muitos parabéns!!!
Daqui te enviamos um abraço e votos de que estejamos todos cá para festejar pelo menos tantos quantos os que já passaram e que hoje comemoras!
One Love
Marley
Anonymous no dia 24 de Maio de 2008 às 11:29
Bom Som!
One Love
Marley
Anonymous no dia 24 de Maio de 2008 às 11:33
margaridaa, tu nem imaginas o que eu suei para, depois de ter conhecido esta mesma música numa compilação de harpas escocesas, arranjar discos desta mulher.
Era no tempo em que o dinheiro ainda chegava para comprar discos… e acabei por obtê-los por correio, de uma loja na Escócia, pois nem sequer as grandes cadeias o tinham.
Interrogo-me porque raio um talento assim faz dois discos e desaparece?!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 24 de Maio de 2008 às 11:48
Parabéns a vocêee..nesta data queridaaa..muitas felicidades… muitos anos de vidaaa…yeeeeHhh!! (isto a cantar)
xinha
Margaridaa no dia 25 de Maio de 2008 às 11:34
Bob Holroyd…hum…não conheço!…Ursula Rucker…hum…nunca tinha ouvido falar…
..,é isto exactamente que me faz vibrar, conhecer coisas novas, filtradas pelas mãos dos amigos…que bom!
Margaridaa no dia 25 de Maio de 2008 às 11:41
Eu sempre pensei que “The Little girl Giant” fosse um projecto feito e apresentado por “Royal de Luxe”, mas afinal , pelo que percebo, foi “Artichoque” que realizou a parte mais fantástica da coisa, ou seja, a concepção das marionetas.Foi isso, não foi?
Margaridaa no dia 25 de Maio de 2008 às 11:57
Grande desbunda , este African Drug!!!
dardna no dia 25 de Maio de 2008 às 13:12
olha sinceramente não sei bem como foi a colaboração, tenho ideia de que Royal de Luxe é toda a malta que lá está no dia e Artichoke quem produz todos os artificies..
vê ainda aqui e ali (este vê com calma que parece ter muita coisa)
Susan no dia 25 de Maio de 2008 às 17:02
Oh, wow! Isso é tão bonito!
Anonymous no dia 25 de Maio de 2008 às 18:47
Eu já tinha visto este vídeo e tb achei fantástico. Reinventar a cidade como um lugar de sonho e fantasia parece-me um empreitada mais que engraçada e louvável.
xinha
Anonymous no dia 25 de Maio de 2008 às 23:31
margaridaa, nem imaginas quão importante foi este post para mim!… Vou explicar-te: aqui há uns 15 anos atrás, vi na tv um documentário que me deixou absolutamente maravilhado. Tratava-se de uma performance com uma marioneta gigante numa cidade cujos habitantes tomavam conhecimento de que algo estava para acontecer, alguns dias antes, ao cruzarem com carros destruidos por garfos gigantes que os atravessavam, autocarros serrados ao meio, etc… Por fim, o gigante aparecia e a cidade vivia em festa até ao dia em que partia numa jangada…
Anos passados, sempre que me lembrava daquele evento, ficava fascinado, até que decidi mandar um email para a RTP, dando as coordenadas, para ver se me identificavam o documentário daquela incrível performance. Nem sequer me responderam. Há dois anos, dei conta da existência de um “Festival de Gigantes” no Pinhal Novo, e calculei que essa seria uma boa ocasião para descobrir a coisa. Infelizmente, acabei por não ir…
Com este teu post e uma buscazinha na rede, descobri finalmente o mistério: Eram os Royal de Luxe (Le géant tombé du ciel” e creio que o que eu vi era “Le retour…”. O realizador dos documentários chama-se Dominique Deluze e tem todo o material referente a esta espantosa troupe em dois dvds que, já agora, aproveito para te perguntar se não existirá naqueles circuitos alternativos, públicos ou piratas, que dê para fazer uma cópia…
Percebo bem quando dizes que guardavas esta pérola para uma ocasião especial. Isto é mesmo do melhor que já se viu em artes de rua!…
Obrigado
One Love
Marley
Margaridaa no dia 26 de Maio de 2008 às 8:04
…quanto aos circuitos alternativos públicos, não há.Claro, estou a referir-me à Médiateca. Eu tb gostaria imenso de ver esse dvd. Quanto aos outros circuitos…vamos esperar por o que vai dizer o “mestre”.
Anonymous no dia 26 de Maio de 2008 às 9:17
Obrigado margaridaa!
Fantástico!
One Love
Marley
Anonymous no dia 26 de Maio de 2008 às 11:11
FIXE !! gosto disto Holof. Aí está uma música que eu seria capaz de comprar. E não sei de qual das 3gostei mais…
xinha
dardna no dia 26 de Maio de 2008 às 14:32
pois estava à espera do que saía da mediateca..
suponho que seja este dvd, que aqui esta mais barato em segundamão, mas não encontrei nada na web (por qualquer via)… o mais próximo foi este documentário de deluze sobre outro tema… se entretanto surgir aviso, é claro.
abraços!
Anonymous no dia 26 de Maio de 2008 às 18:41
EhEhEh!! fartei-me de rir ao ver estes anuncios, sobretudo o das velhinhas. Qualquer dia tou como elas..eheh…
Boa Margaridaa, gostei deste momento refrescante e divertido…sabes tava mesmo a precisar, depois de um dia tão agitado…
xinha
Anonymous no dia 26 de Maio de 2008 às 19:00
Divertidas as velhinhas…
Porque não?
Holof.
Anonymous no dia 26 de Maio de 2008 às 19:02
Muito bom!! Tenho um pps com uma actuação deles em Nantes com boas fotos! Boa Margaridaa!!
Holof.
Anonymous no dia 26 de Maio de 2008 às 19:06
Não fazes ideia como gostei de ouvir estes temas! Tenho todos estes albuns por aí perdidos nas profundidades do meu disco duro externo e nunca me lembro de os ouvir…
Holof.
Anonymous no dia 26 de Maio de 2008 às 20:42
Malta, não me deixa ver o video, diz para tentar mais tarde, vou esperar um pouco, se não dá tento postar outra vez
Holof.
Anonymous no dia 26 de Maio de 2008 às 22:59
Ahahahahahahahah
fartei-me… ahahahah…
…de rir!!!
Ahahahahahahahahahahahahahahahh
Fantás… ahahahah … tico!…
Adorá… ahahahahahahaha… vel…
One Love
Marley
Anonymous no dia 26 de Maio de 2008 às 23:01
Excelente material, sempre!
One Love
Marley
Anonymous no dia 26 de Maio de 2008 às 23:03
Tu disseste “Porque não?”
ahahahahahhhaahahahhahahaah
(sorry lá, ainda me estou a rir dos bébés…)
One Love
Marley
Margaridaa no dia 27 de Maio de 2008 às 6:09
Contagiante, giro!!!!!(Não posso deixar de imaginar como será, quando em vez de rir eles se põe a chorar em grupo!!)
Anonymous no dia 27 de Maio de 2008 às 8:30
Uma única palavra: M-a-r-a-v-i-l-h-a!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 27 de Maio de 2008 às 8:39
Obrigado dardna! “Mal-eurosamente” a crise bate com força. Ainda não será desta!
Abraço
One Love
Marley
Anonymous no dia 27 de Maio de 2008 às 8:41
dardna
aquela do telescópio entre Londres e Nova Iorque também estava deliciosa. Adorei!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 27 de Maio de 2008 às 12:08
É isso mesmo, contagiante. Um bébé a rir já é maravilhoso, mas 4 carequinhas é demais!
xinha_((( : D
Anonymous no dia 27 de Maio de 2008 às 12:13
Tb me soube bem ouvir…
xinha
Anonymous no dia 27 de Maio de 2008 às 19:20
MAIO!! Por favor…
Holof.
Margaridaa no dia 28 de Maio de 2008 às 8:27
…não sei porquê, mas no IE os gifs não mexem, mas (como sempre) pelo firefox, a coisa corre bem…
Anonymous no dia 28 de Maio de 2008 às 9:02
No meu IE mexe tudo! E não são giros, são SUPER-GIROS! Espero que dê para usar right-clicks e guardar para enviar a alguém…
One Love
Marley
Margaridaa no dia 28 de Maio de 2008 às 9:04
…se eles não mexerem, clicar em cima da imagem, isso vai mostrá-los no sítio onde eles estão alojados, e onde mexem, de qualquer maneira…
Anonymous no dia 28 de Maio de 2008 às 9:13
BOA! No meu IExplorer tb funciona bem, demora é um bocadinho a carregar.
xinha
Anonymous no dia 28 de Maio de 2008 às 16:59
Obrigado a todos.
JC
Anonymous no dia 28 de Maio de 2008 às 19:27
Muito fixe!! Eu tenho o Mozilla e
funciona bem. Boa!!
Holof.
Anonymous no dia 29 de Maio de 2008 às 9:33
pois é..há de facto muitas histórias assim…o mundo tá cheio delas..A animação é gira de qualquer das formas.
xinha
Anonymous no dia 29 de Maio de 2008 às 9:34
Parabéns!
xinha
Anonymous no dia 29 de Maio de 2008 às 9:47
Muitos parabéns Xana! Alguém te mostrará que estamos aqui todos, unidos num coro de alegria, entre borboletas faiscando ao sol, para te mandar muitos beijinhos de parabéns?
One Love
Marley
Margaridaa no dia 29 de Maio de 2008 às 15:59
Tão giro!!!!!
( e reparaste na nossa sincronia matutina?)
Margaridaa no dia 29 de Maio de 2008 às 16:02
Janus
Gosto do teu “primo”, mas ainda gosto mais de te ver por aqui, novamente…
É bom!
Anonymous no dia 29 de Maio de 2008 às 18:35
Viva Janus!! Fixe rever-te! Não conheço este David Fonseca.É Português?
Holof.
Anonymous no dia 29 de Maio de 2008 às 18:37
Não sei se te lembras de mim mas mesmo assim parabéns!
Holof.
Anonymous no dia 29 de Maio de 2008 às 18:40
Fui lá ver ao obvious e gostei muito!
Fixe esse parque. Boa!!
Holof.
Anonymous no dia 29 de Maio de 2008 às 18:42
Glup… que história! De série negra.
Holof.
Anonymous no dia 29 de Maio de 2008 às 19:31
Janus: não percebo nada do que diz o David na canção, de qualquer das maneiras, viva!! É fixe saber que tás por aí…
xinha
Anonymous no dia 29 de Maio de 2008 às 19:33
queria acrescentar q gostei mto da música. De manhã não tive tempo…Boa escolha margaridaa.
xinha
Anonymous no dia 29 de Maio de 2008 às 23:50
Ena Janus!… Pareces o D. Sebastião, de regresso por entre o nevoeiro do ciberespaço…
One Love
Marley
Anonymous no dia 30 de Maio de 2008 às 9:28
Muito queridas as canções com as vozes das crianças. Gostei..
xinha
Anonymous no dia 30 de Maio de 2008 às 9:32
Amoroso este desenho. Gosto dos sorrisos, das pestanas, das asas, dos pés de bailarina, das flores, da outra fada a voar…de praticamente tudo..
xinha
Margaridaa no dia 30 de Maio de 2008 às 10:31
Feliz, feliz, Nadaka, por estares aqui!
Benvindo!!!
Margaridaa no dia 30 de Maio de 2008 às 12:56
…o grande desafio é (e que me apetece sempre propor a quem redige um telejornal, por ex.): por cada notícia negativa , há que se mostrar uma coisa positiva….
Anonymous no dia 30 de Maio de 2008 às 15:08
Maravilha! Sobretudo a esfera benfazeja de acção da fada, que partilho inteiramente (aliás, ainda ontem fui dar uma espreitadela no blog da Lena d’Água e, coitada, está em grande sofrimento porque acabam de lhe roubar a sua cadelinha Tita. Quem? Bêbados de caçadeira na mão que praticam um “desporto” chamado caça). Espero que esta linda fada da Mariaa os possa transformar rapidamente em pedra!
One Love
Marley
Anonymous no dia 30 de Maio de 2008 às 15:11
Deliciosas canções!
A propósito, conheces Gerard Delahaye? Tenho 3 albuns dele que, logo que possa, te passarei, pois suspeito que a Mariaa vá adorar.
One Love
Marley
Anonymous no dia 30 de Maio de 2008 às 15:18
nadaka? ahahahah! fizeste-me lembrar a castafiore quando chama o capitão por mastok, capac, kodak…
Eis que nakata, o peixe de águas profundas, avatar do desaparecido alquimista Rodes-da-Borralha, emerge de novo à superfície, como o grande Durideau desdobrando as suas asas de gigante…
Felicidades Nakata!
One Love
Marley
Anonymous no dia 30 de Maio de 2008 às 15:21
à segunda ainda é melhor! Sobes ao 4shared ou coisa que o valha, um destes dias?
One Love
Marley
Margaridaa no dia 30 de Maio de 2008 às 15:40
Está bem. O 4shared parece-me uma boa escolha, ando há tempos para experimentar, com o every day para a xinha. Assim que o fizer, digo.
Margaridaa no dia 30 de Maio de 2008 às 15:42
eh eh, também, não deixas escapar nada!Pois foi, eu bem vi que me enganei, mas já foi depois do comentário seguir…
Anonymous no dia 30 de Maio de 2008 às 19:04
Malta, acabo de publicar isto e o blog está muito estranho, desordenado e com letra diferente. Voces tambem o veem assim?
Holof.
Margaridaa no dia 30 de Maio de 2008 às 19:07
Sim, desta vez e para variar, é pelo firefox que a coisa está a correr mal, pelo ie vê-se bem.Isto às vezes tem pancada!!
Anonymous no dia 30 de Maio de 2008 às 19:14
Uma delicia!! Adorei! Se sobes ao 4shared pensa em mim…
Anonymous no dia 30 de Maio de 2008 às 19:33
Ena Ena, o Nakata! Mais um curtido por aqui, boa!
xinha
Anonymous no dia 30 de Maio de 2008 às 19:37
No meu vejo tudo normal. Mas os Pc ás vezes são temperamentais, e tem manias. É preciso alguma paciência…
xinha
dardna no dia 30 de Maio de 2008 às 21:40
está corrigido malta!
(ao escrever o nome entre as musicas o código do primeiro leitor saiu incompleto…)
depois verei o que posso fazer para evitar isso, de qualquer forma não é nada de grave!
Margaridaa no dia 31 de Maio de 2008 às 8:16
Ó Dardna, tão precioso, se algum dia te descobrem , nem sei!!Nem imaginas a sensação que dá , ver a casa toda desarrumada, eu até repostei uma foto, mais pequena, pensava que o problema vinha daí….é que os outros blogs passavam normalmente, eu pressentia que seria qualquer coisa do linhas…
Ufa!!
Anonymous no dia 31 de Maio de 2008 às 8:53
Obrigado dardna!! Vou procurar ter cuidado no futuro. Antes de participar no linhas algumas vezes via o blog desde um ciber e sempre estava um pouco desordenado, assim que pensei que talvez fosse do meu pc. Ainda bem que estás aí para reparar os erros dos azelhas como eu!
Holof.
Anonymous no dia 31 de Maio de 2008 às 9:49
Curiosa foto e curioso tema com ar de vals… gostei!
Holof.
Margaridaa no dia 31 de Maio de 2008 às 10:53
Versões de canções é uma coisa interessante, pois é um bocado o espelho daquele ditado “quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto.” Gostei destas, só reconheci as duas últimas, talvez não conheça a original primeira.
Quando encontrar, hei-de postar “With a little help from my friens, dos Beatles e do Joe Cocker. Um exemplo de como uma versão pode ser muito melhor que a cantiga original.
Anonymous no dia 31 de Maio de 2008 às 11:31
Margaridaa, o original do primeiro tema é o Voodoo Child do Jimi Hendrix
mas concordo que é dificil de reconhecer… No Zacarias esteve um video deste tema da Angelique Kidjo que recomendo para quem gosta de versões.
Holof.
Anonymous no dia 31 de Maio de 2008 às 11:55
Dardna
Gostei muito do tema do Matt Elliott e lembrei-me de…
… de que adoro anedotas de náufragos, de canibais e de fakires…
Abraço
One Love
Marley
Anonymous no dia 31 de Maio de 2008 às 14:31
Voodoo Chile e Jammin’ – 5 estrelas: são versões que transfiguram criativamente os originais daí resultando uma coisa nova e, em ambos os casos, de enorme qualidade!
A do Neil Young já não achei tão interessante. Parece que ficou atravessada, a meio caminho entre a exigência (?) de ser minimamente fiel ao original e a necessidade de fazer coisas novas, mas fiquei alerta para conhecer trabalhos originais dela, pois tem boa voz (dava uma bela cantora “gótica”) e o tema está, mesmo assim, bem esgalhado.
One Love
Marley
Frozen no dia 31 de Maio de 2008 às 17:02
E tuda uma surpresa encontrar uma cançao do Matt Elliot neste blog
muito boã
Frozen no dia 31 de Maio de 2008 às 17:06
eu si gosto mesmo da versão de Neil Young, acho que e muito envolvente, holof, vou te procurar mais versões
Anonymous no dia 31 de Maio de 2008 às 18:20
Frozen
Um grande abraço e bom fim de semestre académico
One Love
Marley
Margaridaa no dia 31 de Maio de 2008 às 18:23
frozen , seria interessante para o colectivo deste blog que partilhasses a tua música connosco ,(é uma maneira de alargar horizontes…).Se achares uma boa ideia, fala com holof., para entrares em contacto…
Margaridaa no dia 31 de Maio de 2008 às 18:26
dardna, não queres partilhar mais uns temas deste Matt Elliot, que eu não conhecia (e nem conheço, um tema é pouco…)
Anonymous no dia 31 de Maio de 2008 às 20:56
Gosto muito de Joni Mitchel. E estes 2 temas são do melhor.
Boa!!
Holof.
Margaridaa no dia 1 de Junho de 2008 às 7:53
Vontade de estar lá e ver!…Lindo…!
(
Anonymous no dia 1 de Junho de 2008 às 10:58
Sem dúvida, dá vontade de ir lá!
Maravilha!!
Holof.
Anonymous no dia 1 de Junho de 2008 às 11:54
Lindo!…
Algum dia veremos ao vivo este… fogo de Santelmo?
One Love
Marley
Anonymous no dia 1 de Junho de 2008 às 15:18
Eu adorava ver isto, acho que era capaz de ficar horas e horas a olhar para o céu em êxtase…
Marley a propósito, parece que o fogo de S.Telmo é um fenómeno diferente do que acontece nos pólos, embora a natureza dos mesmos seja semelhante e se deva também à variação magnética ou eléctrica do ar. Como nunca tinha ouvido falar e sou curiosa, fui investigar e descobri que, S Telmo é um santo padroeiro dos marinheiros, e que estes deram esse nome aos fenómenos luminosos que às vezes ocorrem nas extremidades dos mastros, por os considerarem bom presságio. Mas ao que parece, quando há tempestades eléctricas na atmosfera estes também são visíveis em outras estruturas altas ou objectos pontiagudos, como chaminés, ou aviões… É giro…nunca vi, mas agora já estou prevenida…((( : P
xinha
Anonymous no dia 1 de Junho de 2008 às 15:27
Agni ?
One Love
Marley
Anonymous no dia 1 de Junho de 2008 às 15:31
Agni??
xinha
Anonymous no dia 1 de Junho de 2008 às 15:48
Ok , pode ser…((( : D
Os hindus têm deuses para tudo…e o fogo é um elemento primordial…
xinha
Anonymous no dia 1 de Junho de 2008 às 16:12
Que giros!! e essa sintonia de que eles falam percebe-se na música…Um video mesmo fixe Maio!
xinha
Margaridaa no dia 1 de Junho de 2008 às 18:15
Maio, este vídeo tocou-me imenso. Gostei da música, gostei do que dizem e principalmente gostei daquilo que transpira deles, juntos. E desejei que, quando tiver a idade deles , continue a ter-te a ti e aos outros amigos por perto,para podermos também continuar a fazer coisas juntos, e podermos ser bonitos como estes três amigos.
Gostei muito, muito!
Zacarias no dia 1 de Junho de 2008 às 19:15
Também gostei muito deste video.
A amizade, tal como a música, não têm idade.
Anonymous no dia 1 de Junho de 2008 às 19:46
Fantástico! Há mesmo sintonia entre eles. Boa Maio!!
Holof.
Anonymous no dia 1 de Junho de 2008 às 23:34
Boa dardna!
estreei a caixa de pesquisa para verificar a data das Tucana aqui no linhas, a partir dos posts sobre elas no Zacarias, e fique espantado. Março foi há pouquíssimo tempo (bom… também pode ter sido há uma eternidade, dependendo do ponto de vista…) e eu não me lembro nada deste post do linhas? Nossa! Onde tinha eu a cabeça?… Isto leva-me a pensar nas surpresas e alegrias que teremos a olhar para o linhas daqui a uns dez anos, hehehe…
One Love
Marley
Anonymous no dia 2 de Junho de 2008 às 13:07
Passou-me o mesmo que o Marley. Fui lá procurar as Tucanas e admirei-me do recente que era. Onde estava eu em Março? Não me lembro deste post! Começo a ter o “disco duro” cheio…
Holof.
Anonymous no dia 2 de Junho de 2008 às 13:14
Esta versão sempre me lembra o Woodstock, para mim um dos melhores temas do filme. Boa!!
Holof.
Anonymous no dia 2 de Junho de 2008 às 13:19
O comentário anterior é para o post do Joe Cocker, desculpem mas enganei-me e não sei como corregir.
Holof.
Anonymous no dia 2 de Junho de 2008 às 13:41
Olá,
Fico muito orgulhosa de ver as minhas nuvens aí junto com os outros links!
Muito obrigada.
inté
anab
Margaridaa no dia 2 de Junho de 2008 às 15:26
…só porque falam nisso…, também já tinha apresentado Asa, Holof. e se quiseres ouvir mais dois temas, a receita é a mesma que para as Tucanas.
Margaridaa no dia 2 de Junho de 2008 às 15:30
Holof. , (o comentário está no post anterior), este tema cantado pelo Joe Cocker nem parece o mesmo.E gosto, no Woodstock, toda a intensidade. (Temos que concordar que ele também estava um bocado “intenso” quando cantou, eh eh!!!! )
Anonymous no dia 2 de Junho de 2008 às 23:31
Inteiramente de acordo! É a banda sonora que impõe um misto de… terror e de espanto (?), de… jungle fever thing…
E é um somzão!…
One Love
Marley
Anonymous no dia 3 de Junho de 2008 às 10:39
Engraçado…
xinha
Anonymous no dia 3 de Junho de 2008 às 13:00
Super fixe!
One Love
Marley
Anonymous no dia 3 de Junho de 2008 às 13:16
… E acabo de ver o site, que é genial!
Altamente recomendado!
Grandiosa descoberta xinha!!!
One Love
Marley
Anonymous no dia 3 de Junho de 2008 às 13:32
Tens razão margaridaa, estava muito “intenso”, mas a performance foi memorável. Creio que um dos mais altos momentos da carreira dele!
One Love
Marley
Anonymous no dia 3 de Junho de 2008 às 16:12
… e nos meios new-age de inspiração teosófica existe até um “AGNI-YOGA”. Não sei é se é apenas mais uma invenção delirante destes novos empresários, ou se haverá mesmo, no seio do hinduísmo, um registo histórico e prácticas desta modalidade…
E não há também uma “electricidade” chamada “fohat”, ou estou a confundir?
One Love
Marley
Margaridaa no dia 3 de Junho de 2008 às 16:34
Gostei imenso dos outdoors!Giros e originais!
Anonymous no dia 3 de Junho de 2008 às 22:07
Deve ser mais uma invenção sim. Mais um grupo…Há sempre muitos espíritos criativos por aí prontos a inventarem mais umas teorias…Pelo que tenho lido, na história do yoga, não há registos de nenhuma escola com esse nome.
‘fohat’ parece ser um termo da teosofia, mas acho que o conceito pode se encontrar noutras filosofias, noutras culturas, com outros nomes…Pelo q percebi do que li, corresponde ao principio ou força dinamizadora, unificadora, transformadora…que está presente em tudo . Sim acho q sim…uma espécie de electricidade cósmica, de força vital…de prana…
xinha_((( : )
Margaridaa no dia 4 de Junho de 2008 às 6:36
Livre me faço…gosto.
Que ser livre é uma conquista interior .(Combater os nossos dragões de estimação…)
Anonymous no dia 4 de Junho de 2008 às 8:40
OK
One Love
Marley
Anonymous no dia 4 de Junho de 2008 às 8:43
Excelente Joana!
O sentido rítmico está muito bem
e a imagética é bem sugestiva!
Mostra mais… mostras?
One Love
Marley
Anonymous no dia 4 de Junho de 2008 às 9:25
giro !!
xinha
Margaridaa no dia 4 de Junho de 2008 às 12:23
Giro, giro!!(e para quem não tiver percebido, clica-se nas letras laranja e não na imagem…)
Margaridaa no dia 4 de Junho de 2008 às 14:27
Muito interessante.
Gostei daquela experiência com os óculos, ainda não tinha ouvido falar.E depois, como acaba assim de repente, fui à procura de mais.E há, no Youtube, o resto do documentário.
Boa, Janus !
Anonymous no dia 4 de Junho de 2008 às 14:29
… E aproveito para vos convidar a passarem pelo triploM, onde poderão ler alguns poemas de um dos grandes bardos bretões do século XX – o grande Youenn Gwernig
One Love
Marley
Anonymous no dia 4 de Junho de 2008 às 15:26
Muito interessante, mas…
ATENÇÃO:
- A mecânica quântica na interpretação de Copenhaga é reputadamente delirante, como sugeriu o papa dos iluminnati Robert Anton Wilson. Pelo que se vê aqui, o apelo ao solipsismo é claro
- Os mentores deste interessante filme (que eu gostava de ver) fazem parte de um culto (mais um) americano centrado numa aldrabona do tipo kryon – uma “channeler” chamada J. Z. Knight que está convencida (ou apenas nos quer convencer, nunca se sabe bem quais os limites da patologia ou da exploração dos tolos) que pela voz dela fala um guerreiro da Atlântida de há 35000 anos (o que eles inventam, santo Deus!…). Este culto – a “Escola de Iluminação Ramtha” – tem copyrights sobre o nome do espírito (que lhe apareceu na cozinha) e um volume de negócios que permite ocupar cinquenta empregados, mantendo parcerias de negócios com vários tipos de empresas, mercadorizando, camisolas, bonés, livros dvds…
- À semelhança de muitos outros cultos, propõem no filme, segundo li, a conversa do costume: a ligação entre a ciência e a religião – ou melhor, a “espiritualidade”, matérias em que, geralmente, são criativamente ignorantes.
Do que se vê nesta amostra, surge a ideia de que o que está dentro de nós é mais importante do que o que está fora (esta “espiritualidade” está muito longe da advaita, da necessidade de transcender os opostos), dizendo que este é um novo modelo da ciência. Mas novo ele não é: Platão descreveu-o na sua alegoria da caverna. Da maneira que nos sugerem a coisa, percebe-se a necessidade de que des-realizemos as nossas vidas de escravos miseráveis, para ver se nos tornamos melhores. Da pseudo mediunidade fraudulenta do séc XIX até à pseudo-mediunidade fraudulenta do séc XX-XXI, muita coisa mudou, mas o apelo irracional é constante, surgindo como fuga fácil aos tormentos das nossas vidas solitárias, tristes e pouco ilustradas (no sentido de “enlightenment”, justamente), predispondo-nos a acreditar nas maiores barbaridades e fantasias, do tipo civilizações “avançadíssimas” no tempo dos dinossauros, extraterrestres & etc…
- Agora percebo porque é que o meu conhecido Pedro Zacarias, próximo das aldrabonas do Kryon em Oeiras, me recomendou este filme…
Cuidado!
Karuna, karuna, aqui e agora!
One Love
Marley
Margaridaa no dia 4 de Junho de 2008 às 15:38
Hum…eu acho que há sempre um grande medo quando se fala em religão e em ciência. Quem vem com toda a bagagem de trás,não consegue deixar de ver aldrabice em tudo o que é sítio(que toque nestes assuntos). Há aquele livro que por acaso descobri na tua biblioteca e que fez as minha delícias, que se chama o Tao da Física, que fala e compara ciência e religião.
Mais uma vez aqui encontro o preconceito no
teu discurso, a ideia de que as pessoas que tem dinheiro tem que ser aldrabonas. Eu achei interessante o vídeo e aquilo que ouvi e vi vai de encontro a outras coisas que já ouvi e li noutros lados.
Margaridaa no dia 4 de Junho de 2008 às 15:54
ah, outro preconceito parecido : que os políticos tem que ser aldrabões.Aqui também acredito que os haja com convicções.O preconceito (eu sei que às vezes dou por mim a ter alguns, também) pode ser uma coisa pesada, que impede o livre movimento.
Anonymous no dia 4 de Junho de 2008 às 17:19
Janus, não percebi metade do inglês, mas confesso que também não tenho muita pachorra para este tipo de filmes. Porque não adiantam grande coisa. Costumo dizer sobre as teorias que se pretendem espirituais, que a serem ou não verdade não me adiantam grande coisa na prática. Ou seja, não me ajudam a resolver problemas concretos. Aqui há uns tempos um tipo contava-me dos seres invisíveis e das hierarquias, blá, blá…e eu perguntei-lhe o que ganhava eu de facto a ler sobre essas coisas, se essa informação não me acrescentava nada de verdadeiramente útil. É por isso que não adiro a religiões, nem a seitas ou grupos que me venham com as histórias de que isto é assim ou assado. É que geralmente quando se determina que alguma coisa é assim, isso traz logo um atrelado com normas e regras para obter alguma coisa. Regras que devo aceitar sem pestanejar ou questionar. Pelo que já percebi do que li e investiguei, e pelas experiências que já tive, não há nada para alcançar, a não ser esse mesmo conhecimento. O resto é treta. E se alguém andar para aí a dizer que sabe como nos tornar mais isto ou aquilo, o melhor é mesmo desconfiar e fugir no sentido contrário.
Atenção Maio, eu também sou uma adepta da não-dualidade, mas diferentes personalidades tem o direito de aderir a outros filosofias e outras ideias. E quanto ao conhecimento, parece-me razoável não nos limitarmos só aos meios que a ciência nos oferece. A intuição, a clarividência e alguns estados de consciência são poderosas e sofisticadas ferramentas cognitivas, que permitem o acesso a dimensões que os cientistas nem suspeitam.
xinha
Margaridaa no dia 4 de Junho de 2008 às 17:52
…barreiras e mais barreiras…o que adianta? o facto de não se sentir ou de não se ver muita coisa não quer dizer que ela não exista. E essas coisas não tem forçosamente de estar ligadas a religiões.Eu sinto-me sempre muito acompanhada de perto, os meus passos a serem guiados pelo bom caminho, coisas giras a acontecer.Mas o que eu sinto , os outros não tem que sentir. Mas uns não tem que negar outros, só porque há diferença no sentir e na maneira de estar.É essa intolerância em relação à diferença, cada um a ter certezas muito certas em relação às ideias…e a ser pouco aberto em relação ao que não sente…afinal não se avançou nada com o tempo….
dardna no dia 4 de Junho de 2008 às 21:12
hey malta,
eu sei que isto já vem quase fora do prazo, fica ai o disco: http://tinyurl.com/5tfey4
(a pass era aquela: ou mutesound ou mutesound.info)
talvez venha a postar mais umas num futuro!
abraços malta!
(hey frozen!)
dardna no dia 4 de Junho de 2008 às 21:21
ah sim, Banksy é realmente um referência, com uma crítica bastante incisiva! há ainda quem o critique a ele por ter vindo do meio urbano do graffiti e hoje em dia se vender em galerias…(afinal tudo isso é bastante discutível). boa indicação xinha!, já há uns tempos que não passava lá…
dardna no dia 4 de Junho de 2008 às 21:31
boa boa, também gosto destes projectos (no fundo é dar uso aos novos recursos para triar e dispor informação de formas nunca antes vistas)! Outro parecido, e bem mainstream, é o diggLabs, que trabalha com base nos artigos submetidos ao colossal digg (social bookmarking, outro tema que dava para escrever umas boas resmas de papel).
Anonymous no dia 4 de Junho de 2008 às 23:23
Margaridaa: Fritjof Capra, o autor de “O Tao da Física” é um gajo bem formado e que sabe do que fala, como cientista, como divulgador e como filósofo. Não há medo nenhum quando se fala em ciência e religião – apenas se trata de registos diferentes e, na maior parte dos casos, dificilmente compatíveis.
Mas quando a conversa é a “escola de iluminação ramtha” (em que a dona de casa JZ Knight aparece como “a iluminada”, é preciso ver para crer… No You Tube encontras material fabuloso:
Aqui (http://youtube.com/watch?v=AK14JfRiNQ4) vês um programa de televisão de 1985, do género daqueles que ocupam as manhãs dos principais canais de televisão nacionais, em que a criatura (aos 10 minutos do video, aprox.) muda de roupa e encena a possessão pelo ramtha. É um espectáculo absolutamente patético que nos leva a pensar o que poderá ir na cabeça das pessoas que acreditam naquilo.
Aqui (http://www.youtube.com/watch?v=DXHtjb44qyA&NR=1),uns anos depois, vês a performance para uma audiência de crentes numa sessão de “iniciação”. É patente o ponto de degradação e de decadência do povo americano… Os preços são óptimos. Segundo se lê no site deles, no ano passado fizeram um destes “cursos de iniciação” em França (Ah! a conquista dos mercados Europeus é notável, pois os mais bem sucedidos pastores norte-americanos não conseguem. Só os brasileiros e, num outro registo, os mormons!) onde, em 4 dias, se aprendia – e passo a citar “uma combinação de conhecimentos sem precedentes e de disciplinas que permitem experienciar este saber como experiência pessoal. Aprenda como a Consciência se desloca no Cérebro para produzir a Mente.
Aprenda como o Cérebro cria hologramas que são observados através da acção do Campo Quântico para se tornarem na Realidade tangível. Aprenda como Pensamentos e Atitudes afectam o ADN» (confesso que esta última é a minha favorita). Vai daí, este “retiro de iniciação” de 4 dias custa apenas 600€, não incluindo estadia nem alimentação.
Repara: não tenho preconceito nenhum quanto ao dinheiro e não acho que as pessoas com dinheiro são necessariamente aldrabonas, mas parece-me que há maneiras mais dignas de ganhar a vida, do que a enganar o próximo, como umas “psicólogas” e suas apreendizes que te vendem cursos de… “Terapia Galáctica”… Mais: felizmente, tenho longos anos de experiência pessoal neste género de coisas, conheci-as por dentro, e vi bem o que é a “espiritualidade” da maior parte desta gente. Garanto-te: são répteis autênticos! Mesquinhos, desonestos, ganaciosos… E nem se trata de julgamentos apressados. A net está cheia de testemunhos das vítimas destes “iluminados”. James Randi, do “Skeptic Inquirer” está farto de prometer um milhão de dólares a quem lhe prove conseguir fazer aquelas tretas do tipo Uri Geller, ou da russa que “via” as cores pelo tacto, ou telepatia, etc. etc. Até à data, ninguém conseguiu reclamar o prémio. Entretanto, há aí gente capaz de dar 35€ por um frasquinho com um rótulo que diz “indigo”, cheio de… “água geometricamente pura” -pois!… Na verdade, é preciso inovar, lançar sempre novos produtos, pois estes mercados saturam-se rapidamente.
Margarida: não sou nada intolerante em relação à diferença – antes pelo contrário – a minha formação vai exactamente no sentido oposto, para além de que eu próprio tenho visões místicas e sinto vibrações cósmicas, mas isso é coisa que só me diz respeito a mim e, eventualmente, aos meus amigos. Não me passa pela cabeça que alguém possa ser tão doente ao ponto de ganhar dinheiro explorando a ignorância do seu semelhante, como a tal JZ Knight, o psicopata que diz que é “kryon do campo magnético” ou, melhor ainda, a “nossa” Alexandra Solnado, que tem uma linha de telefone directa para falar com Jesus Cristo e inúmeros livros vendidos onde narra estas conversas.
Finalmente: xinha, estou de acordo contigo – até porque estou aberto ao conhecimento e à inquirição profunda da existência – excepto no que toca às “dimensões que os cientistas não suspeitam”. Nem podem suspeitar, justamente, porque as dimensões de que falas são casos particulares, testemunhos da experiência de fulano, beltrano ou sicrano, e não há ciência do particular, nem teoria que explique o que se passa no mais intimo do mistério que é a nossa existência. Toma o caso da meditação transcendental – exemplar no que toca aos propósitos, à honestidade do seu criador (que não ponho em causa) e á dimensão sociológica do fenómeno – e vê o que resultou daí: nada! Constatar que o cérebro modifica padrões por causa da meditação? Normalíssimo. Seria de estranhar era se ficasse na mesma. É preciso não misturar as coisas. Ciência é uma coisa. Religião é outra.
One Love
Marley
Anonymous no dia 4 de Junho de 2008 às 23:37
Muito giro! Por um lado, há o aspecto criativo e técnico do projecto – que é absolutamente genial!…; e, por outro, há uma sensação estranha que me fez sentir como os anjos sobre Berlim do Wim Wenders… (Ao terceiro ou quarto clic surgiu-me um desenho a preto e branco de uma menina triste sentada num baloiço, dizendo que se sente pessimamente…)
One Love
Marley
Anonymous no dia 5 de Junho de 2008 às 0:11
Bem-vinda Ana!!!
Muitos e bons posts é que eu desejo!
One Love
Marley
Margaridaa no dia 5 de Junho de 2008 às 6:11
Marley
Gostei da tua explicação.Provávelmente até estamos de acordo, sou eu com a minha incapacidade de explicar o que penso que falho. Hei-de ver o que dizes que há para ver. Dessa J.Z.Knight nunca tinha ouvido falar.
Estes assuntos interessam-me muito.Mas sim, sou muito mais a favor do indivíduo e da sua experiência, do que de seitas e grupos organisados, dos quais tenho horror.
“u próprio tenho visões místicas e sinto vibrações cósmicas, mas isso é coisa que só me diz respeito a mim e, eventualmente, aos meus amigos.”É esta a parte que me interessa.
Margaridaa no dia 5 de Junho de 2008 às 6:14
Bem-vinda!!!
…e, há coisas engraçadas…anteontem estive com uma colectânea de poesia na mão, e os meus olhos pararam neste mesmo poema.Com tantas possibilidades, é giro teres escolhido exactamente o mesmo.(As coisas andam no ar, dizem…)
Margaridaa no dia 5 de Junho de 2008 às 6:45
NOTA : não é preciso pass para o Matt Elliot!!!
E, obrigada, dardna, tb aproveitei…
Anonymous no dia 5 de Junho de 2008 às 9:30
margaridaa, reparaste na hora do meu post dos 3 amigos?
Anonymous no dia 5 de Junho de 2008 às 10:13
viva Ana! e mais uma vez…bem-vinda.
xinha
Anonymous no dia 5 de Junho de 2008 às 10:22
parece-me que no geral estamos de acordo. e sobretudo no que toca às experiências pessoais.
bjinhos_xinha
Anonymous no dia 5 de Junho de 2008 às 15:16
dardna,obrigadão pelo Matt Elliot, que não conhecia!
Belo disco!
One Love
Marley
dardna no dia 5 de Junho de 2008 às 17:42
Este post e os comentários derivados foram uma delícia de seguir! boa!
Margaridaa no dia 5 de Junho de 2008 às 19:02
…e é mesmo o mesmo senhor.E estava na calha para um destes dias.E continua na calha, porque vale a pena.Mas só o resultado, é interessante no obvious ver o “como”.
Anonymous no dia 5 de Junho de 2008 às 20:21
Pelos excertos de meio minuto que ouvi na amazon é, de facto, um belo disco. Mas a verdade é que o teu link abre o rapidshare até clicarmos no botão “free”. Depois, não é possível mostrar a página.
Mas no problem. Calculo que não seja nenhuma raridade e se encontre por aí facilmente…
One Love
Marley
Anonymous no dia 5 de Junho de 2008 às 20:23
margarida, reparaste nas horas dos meus comentários no post do matt elliott?
ana barata no dia 5 de Junho de 2008 às 20:49
Obrigada!
:)
dardna no dia 5 de Junho de 2008 às 23:35
Marley, voltei a testar e esta a funkar :/
aliás até estão em happy hours neste momento…
[You would like to download the following file:
http://rapidshare.com/files/55368109/MttEllitDrnkngSngs.at.mutesound.info.rar | 63365 KB
It’s Happy Hour!
Download your file without security questions. Have Fun!]
e não, de facto não é nenhuma raridade, aliás acho que até foi um disco bastante badalado..
(se ainda assim não conseguíres nada é só avisar)
Margaridaa no dia 6 de Junho de 2008 às 6:15
…e pronto, Marley, fui reparar nas horas…eh eh!Giro!A mim também me acontece olhar para o relógio e ser capicua.Não sei porquê, fico sempre contente quando isso acontece!
Quanto ao matt elliot, eu fui ao primeiro link e funcionou na perfeição, nem tive que estar à espera aqueles segundos…Pois, isto da net tem os seus mistérios…
Margaridaa no dia 6 de Junho de 2008 às 6:20
Ri-me do princípio ao fim!(E mesmo agora que já acabou ainda tenho o sorriso colado!)
Margaridaa no dia 6 de Junho de 2008 às 7:45
…e só por falar nisso, vê as horas do meu comentário no post do cisne, do darna…
Anonymous no dia 6 de Junho de 2008 às 9:00
hahahahahahahahahaha
hahahahahahahahahhahaah
ahahahahhahhahahahahhhhh
Delicioso!
One Love
Marley
Anonymous no dia 6 de Junho de 2008 às 9:03
hahahahahah
hahahahahahha
hahahahahahhaha
ahahahahahahah
aaaahhhhhhh…
(até choro de tanto rir!…)
haaaaaaammmm
Muito bom!!!
One Love
Marley
Anonymous no dia 6 de Junho de 2008 às 9:08
bingo!
One Love
Marley
Anonymous no dia 6 de Junho de 2008 às 9:14
Já conhecia o trabalho deste artista, só não sabia quem era.
mto giro!
xinha
Anonymous no dia 6 de Junho de 2008 às 9:19
os bichos são fantásticos! eu tb ensinei a m. gata a dizer umas coisas. e ela faz o número sempre que eu lhe peço e insisto.
xinha
Anonymous no dia 6 de Junho de 2008 às 9:24
eheh é por estas e por outras que temos as nossas casa cheias de objectos.
xinha
Anonymous no dia 6 de Junho de 2008 às 9:38
Depois destes vossos comentários tenho que vos contar, aliás a margaridaa já sabe: no outro dia, e como andava com as emoções num turbilhão e não sabia porquê, decidi e porque desconfiei, ir ver que lua era num site que tem as fases e horas… e foi então, para meu grande espanto que reparei que a hora anunciada para a lua cheia, coincidia exactamente com a hora que eu estava a viver no momento. Ou seja o site anunciava a lua cheia para as 12h35 (já não me lembro bem) e no meu PC marcava precisamente essa hora. Fiquei, mais que surpreendida…foi engraçado. Daquelas coisas que só acontecem uma vez na vida para aí…
xinha
Anonymous no dia 6 de Junho de 2008 às 9:51
ó xinha, fiquei curioso… Já pensaste em filmar a bichana e mostrares-nos?
One Love
Marley
Anonymous no dia 6 de Junho de 2008 às 10:07
Essa é muito boa xinha! Excelente mesmo! Digna de memória!
Mas, dizes tu, uma vez na vida???? Eu podia contar-te pázadas delas… mas vou só contar-te a última (e nem por sombras é tão boa como a tua): preparo-me para ir passear com o meu cão, abro a porta de casa e, no escuro, a minha mão dirige-se para o interruptor da luz da escada. Pois nesse preciso momento, mesmo antes de pôr o dedo no botão, vejo um clarão esverdeado à minha frente, ouço um estouro enorme e, assustado, dou um salto para trás para me compenetrar do sucedido. Nada de especial. A luz da escada cuto-circuitou em todos os andares no preciso momento em que eu a ia accionar. A escada ficou dois dias às escuras. Nunca antes tinha sucedido. De facto, sou um bocado eléctrico e ando a levar choques eléctricos em toda a parte – hi-fi, micro-ondas, janelas… (deve ser de não cortar o cabelo há imenso tempo, hehe…) – mas naquele exacto instante foi… invulgar.
Margaridaa no dia 6 de Junho de 2008 às 10:11
Mostra!Mostra!!(Coro com o Marley!)
Margaridaa no dia 6 de Junho de 2008 às 15:51
Vocês são giros…e então andar numa maré em que todas as lâmpadas que se acende fundem?Hein?
Anonymous no dia 6 de Junho de 2008 às 16:24
Passador com rolhas!! Grande invento! Porque não pensamos antes?
Holof.
Anonymous no dia 6 de Junho de 2008 às 16:31
Que giros! Os bichos são mesmo demais! Eu tambem tenho uma gata que que quer falar, o problema é conseguir filmar…
Holof.
Anonymous no dia 6 de Junho de 2008 às 16:48
Curioso o que faz este rapaz. Obrigado Margaridaa!
Holof.
Anonymous no dia 6 de Junho de 2008 às 17:40
Isto de avariar sistemas eléctricos e electromagnéticos é frequente acontecer-me. Tenho fases piores, mas dou cabo de tudo, lâmpadas, PC’s, Tv’s, elevadores e sobretudo telefones. E também já me aconteceu, mais que uma vez, entrar nalgumas lojas, e pôr os alarmes a apitar dos objectos que estão expostos. O meu colega e eu reparamos: as outras pessoas aproximavam-se e nada, eu ia e piiiiiiiiiiiiiiiiiii, um desatino. Vinha o segurança e arranjava, mas a coisa voltava-se a repetir quando eu me voltava a aproximar. Em lojas diferentes, dias diferentes…E algumas lojas dos chineses que tem alarmes na entrada tb apitam quando passo à porta. Fica tudo a olhar para mim como se tivesse roubado alguma coisa ou assim…Eheh. Podemos ser apenas nós, eu acho que é muito prana, mas tb podem ser explosões solares, ou apenas algumas coincidências. Também descobri que é bom arranjar maneiras de descarregar esse excesso de energia. Passear, abraçar umas árvores…
xinha
Margaridaa no dia 7 de Junho de 2008 às 10:22
Gostei imenso do vídeo de cima.
A música dos Sigr Rós é muito bonita, mas fica-se sempre asim : mas sobre o que é que eles estarão a falar?
E aquela paisagem do outro vídeo…linda!
Anonymous no dia 7 de Junho de 2008 às 11:50
Oh Margaridaa, eles tb poderão dizer o mesmo das musicas cantadas na nossa língua.
Já ouvi uma ou outra música de que gosto, mas no geral acho-as tristes, quase depressivas…
xinha
Anonymous no dia 7 de Junho de 2008 às 20:47
Sigur Rós… Para mim, são apenas um dos grupos mais interessantes dos últimos anos – uma descoberta que devo ao Frozen (gracias a lot Frozen! saludos!)… É uma música de imensidões, de paisagens fantásticas, de serena agitação interior, de…
One Love
Marley
Frozen no dia 7 de Junho de 2008 às 23:52
Sigur Rós son mesmo bons
tenho que dizer que o segundo video pertenece a pelicula Heima, que é um documental sobre Islandia e uma serie de conciertos dos Sigur alí
O documental e mesmo uma delicia, pelos paisagens e a música, muito recomentavel
Margaridaa no dia 8 de Junho de 2008 às 8:06
Xinha, que bonitos, um encanto!Juntam o jogo à poesia…(aquela da menina a apanhar estrelas…hum,gostei!)
Margaridaa no dia 8 de Junho de 2008 às 8:07
…recomendo vivamente aos que tem filhotes pequenos, a Mariaa gostou muito!
Margaridaa no dia 8 de Junho de 2008 às 8:09
Falar com palavras das palavras…não é fácil!Gostei.
Margaridaa no dia 8 de Junho de 2008 às 9:59
Curtido!Ri-me com o Enrico Macias e gostei de Boris Vian à la pêche!
Margaridaa no dia 8 de Junho de 2008 às 10:02
Dá que pensar.
Aliás, este fenómeno pode-se ver quando se tenta (e se consegue) manipular a opinião “das massas”.
Anonymous no dia 8 de Junho de 2008 às 11:02
giro e ligeiro
xinha
Anonymous no dia 8 de Junho de 2008 às 12:34
Pois é, a maioria prefere viver integrado e ser aceite pelos outros, a viver evidências sozinho (embora também haja quem desconfie das suas capacidades). Mas o que dizes Margaridaa, é muito bem observado, não tinha pensado nisso, há sempre quem se possa aproveitar deste aspecto, para manipular e dominar…
O que eu tenho percebido ao longo dos últimos anos, e o texto confirma isso, é que a grande maioria das pessoas prefere dar lugar à maldade a admitir que se possam ter enganado ou estar erradas. Regra geral, gente assim só arranja problemas aos outros.
Quanto ao maravilhoso desenho: às vezes, muitas vezes, sinto-me assim, uma ovelhita estúpida…
xinha
Margaridaa no dia 8 de Junho de 2008 às 15:09
Que bom!
Tu sabes como gosto de ter ver aqui.
Anonymous no dia 8 de Junho de 2008 às 18:54
Eheh…Olhe, a ser verdade, guarde-me uns 5 frascos dessa banhazita, se faz favor, não vá esgotar-se. É que estou mesmo a precisar de algum ânimo fácil. Qualquer coisa que não exija muito esforço ou empenhamento…obrigadíssimo
xinha
Anonymous no dia 8 de Junho de 2008 às 18:55
ena, ena, mais gente por aqui, isto está a ficar engraçado
xinha
dardna no dia 8 de Junho de 2008 às 19:30
Whooray for sunday!
…the surprising sound of a billion back-geared bees, may it fill our covenant ark along the way… do tune your wave machine to the big transmitter!
p.s.: who’s the guy behind that moaning guitar??
dardna no dia 8 de Junho de 2008 às 19:40
Muito bom sim senhor
… aliás este Werber tem coisas muito engraçadas ao logo da saga das formigas (se bem me lembro tinha lido o primeiro volume e é realmente fascinante a forma como ele nos consegue pôr a ver o mundo pelas antenas dos bichos).
Quanto às massas está tudo dito!…
MARTUSMAYER no dia 8 de Junho de 2008 às 19:53
what bee? what ark? what big trnamitter?
he’s the grand-son of H. Melville, he used to play (also had a record with that name) some disco stuff…a.k.a as moby… but who cares?…
Zacarias no dia 8 de Junho de 2008 às 23:05
Eu quero, eu quero !!!
Este artigo parece ser maravilhoso.
Será que posso ficar multimilionário, loiro, com olhos azuis, 1,90m, magro, esbelto e irresistível, fazendo as garotas babarem-se à minha passagem ?
Eu quero, eu quero !!!
Posso pagar em 69 suaves prestações mensais ?
Anonymous no dia 8 de Junho de 2008 às 23:08
THE RETURN OF BIG MATUSMAYER, GREAT !!!!
Zacarias no dia 8 de Junho de 2008 às 23:20
Delicioso.
Margaridaa no dia 9 de Junho de 2008 às 6:42
(Finalmente consegui arranjar um bocadinho para ver este vídeo!)
Gostei imenso. a primeira parte está muito gira , visualmente, com aquela forma de animação. Tudo aquilo que ouvi está mais uma vez de acordo com aquilo que eu tenho lido em vários lados .Sinto-me em sintonia com esta versão dos factos. E, para quem não concorda, (como de direito,) desafio a mostrar outra teoria.Não só a dizer mal desta, que isso é a técnica dos políticos, “falar mal de”, sem apresentar a sua própria visão, ou outra visão, ou outra alternativa.
Boa, Janus, mais uma vez, gostei!
Margaridaa no dia 9 de Junho de 2008 às 8:59
Faz todo o sentido, MARTUSMAYER aqui, com quem cada viagem musical é uma aventura!
dardna no dia 9 de Junho de 2008 às 17:59
eh!
antes fosse!
e esse pato que se ponha a pau que ainda lhe calha ser o próximo
Anonymous no dia 9 de Junho de 2008 às 19:44
O próprio Matos Maia?
Maio
Margaridaa no dia 10 de Junho de 2008 às 6:23
MARTUSMAYER era para ter respondido, mas entretanto foi-se deitar. Só queria dizer que achei giro teres percebido, nem todos saberão quem é (quem foi) Matos Maia. (Está lá?)
Anonymous no dia 10 de Junho de 2008 às 12:45
Ahahahahaha…
Super-fixe!!!…
Arrebataste a plateia, grande Martus Meyer!
Sim Martus, sim margaridaa, os dias da rádio… (“those were the days”… como diria o Zappa…)… Em miúdo… a rádio era fundamental, fosse à tarde, a ouvir o António Calvário, o Tony de Matos e esses cromos todos, enquanto a minha mãe lavava a roupa no tanque da varanda debruçada sobre esse mundo fabuloso e cheio de mistérios que era o dos quintais das traseiras…; fosse à noite, com o “quando o telefone toca”, sempre à espera que passassem música pop – José Cid e Elton John…
Mas eu confesso: de quem sou mesmo fã é do Aníbal Cabrita. Cresci a sério a ouvir o Café-Concerto, com ele e a Maria José Mauperrin, depois o “Imaginário” e as “Noites de Luar”, na Antena 1. É raro tanto bom gosto musical como o dele! E depois, houve ainda o reencontro com o Aníbal Cabrita naquele que foi o melhor projecto de rádio alguma vez realizado em Portugal – a Xfm…
Saudoso abraço
Maio
Anonymous no dia 10 de Junho de 2008 às 19:25
Os desenhos são mto giros, mas ninguém morre por não comer carne. Já o inverso é bem possivel, uma vez que a carne tem imensas toxinas que se não forem devidamente expulsas e combatidas só estão a dar cabo do nosso organismo. E isto sem falar dos venenos que hoje dão aos bichos e que tb podem entrar na nossa cadeia alimentar.
xinha
Anonymous no dia 10 de Junho de 2008 às 22:31
Para mim é um dilema pois gosto de comer carne mas sou incapaz de matar uma galinha ou outro animal. Para quem vive no campo é uma contradição.
Enfim…
Holof.
Anonymous no dia 10 de Junho de 2008 às 22:35
Nunca consegui ver estas coisas, é como as imagens 3D,não há maneira…
Holof.
Margaridaa no dia 11 de Junho de 2008 às 11:03
Holof., compreendo-te, porque eu ao princípio também não conseguía. E não compreendia o olhar de assombro dos que conseguíam.(Estou a falar das imagens 3D).Até que um dia a coisa resultou, e garanto-te, vale a pena experimentares, num dia em que não estejas cansado (é importante) e num sítio bem iluminado. Olhas para a imagem aí a uns 30 cm da cara, e…fascínio!
Quanto a estas híbridas, o truque é mesmo afastares-te do ecrã aí uns quatro passos ou cinco.
Margaridaa no dia 11 de Junho de 2008 às 11:07
O que eu achei engraçado nesta tirinha é que exprime bem o que se passa : se fôssemos nós que tivéssemos que matar os bichos, estou convencida que deixaríamos de comer (tanta)carne.Eu como carne, mas gostaria de mudar de hábitos. Mas ainda não consegui.
Anonymous no dia 11 de Junho de 2008 às 12:56
Bem giro, sim senhora!
Maio
Anonymous no dia 11 de Junho de 2008 às 18:55
De arte plástico não sei muito, gostei de alguns mas a música adorei!
Anouar Brahem, fantástico! Boa!
Holof.
Anonymous no dia 11 de Junho de 2008 às 18:56
pois eu tb gosto e sempre gostei do sabor da carne, mas come-la é participar no sofrimento dos bichos. é ser cumplice dessa maldade que a maioria não vê nem quer saber, que são os aviários,ou os locais onde os bichos crescem em regime de prisão e tortura. sem nunca terem visto o sol, ou rebolado de alegria na relva.
ser vegetariano ao principio é apenas uma questão de disciplina, 1º corta-se com a carne, aos poucos, substitui-se por outros alimentos, e depois abandona-se o peixe, gradualmente. e acreditem a sensibilidade gustativa refina-se e aumenta bastante. eu já só como peixe muito de vez em quando, e por razões sociais, um almoço com clientes, amigos…e sinto-me óptima. mas olhem para quem não quer abdicar da carne, porque não optam pela biológica? tem um sabor superior, não tem quimicos, e estão a investir num tipo de produção mais feliz para os bichos. mas apesar deste discurso, acreditem não sou fundamentalista, se por alguma razão não tiver outra opção, eu não direi que não a um suculento bocadinho de lombo, de preferência com um bom molho.
xinha
Anonymous no dia 11 de Junho de 2008 às 18:59
A xinha tambem me enviou isto e gostei muito! Oxalá fossem todas assim…
Holof.
Anonymous no dia 11 de Junho de 2008 às 19:01
é delicioso este bocadinho. a ideia..a musica…a imaginação…a criança..
das coisas mais giras que me enviaram por email nos ultimos tempos
xinha
Anonymous no dia 11 de Junho de 2008 às 19:09
Gostei desta música sim senhora. Maravilhosa. Alaúde e acordeão, uma combinação bem conseguida
xinha
Anonymous no dia 12 de Junho de 2008 às 1:07
Também gosto muito, sim senhora!
Boa escolha
Maio
Margaridaa no dia 12 de Junho de 2008 às 10:10
Que “guitarra” fabulosa!…e quanto ao som…ninguém tem, para a gente ouvir?
Margaridaa no dia 12 de Junho de 2008 às 10:23
Gostei.
E..é esta a maneira que eu gosto de conhecer a música, “pegarem-me pela mão” , mostrarem-me uma a uma…
de as ouvir neste”rádio”, como se estivesse em tua casa (ou em casa de quem mostra), e tu (ou quem mostra), a por as musicas no leitor e a dizer : ouve esta…!
Margaridaa no dia 12 de Junho de 2008 às 10:26
Gostei de conhecer o som, apesar de ser um bocadinho diferente do som que costumo ouvir. Mas…é aí que reside a aventura, não é?
Margaridaa no dia 12 de Junho de 2008 às 10:36
Matrix…eu sei que gostaste muito. Nunca vi, mas fiquei com curiosidade.(Não sei porquê, cheira-me a que isto seja uma cena do início!)
Anonymous no dia 12 de Junho de 2008 às 11:28
Delicioso!
xinha
Anonymous no dia 12 de Junho de 2008 às 11:34
Vale a pena escutá-lo aonde?? esqueceste-te de nos sugerir um link, um blog, um site…
Oh sim, a guitarra tem uma forma fantástica..eheh..deixa-nos ainda mais curiosos quanto ao som que poderá sair dali…
xinha
Anonymous no dia 12 de Junho de 2008 às 11:58
Se por acaso imaginamos que já conquistamos alguma dimensão surpreendente, e que com isso obtemos alguma espécie de visão superior, estamos completamente enganados. É que para lá do que pensamos que alcançamos há sempre mais qualquer coisa que ainda não imaginamos. E assim sucessivamente…Enquanto houver a ideia de que se pode alcançar alguma coisa, haverá sempre mais alguma coisa por alcançar…Não há nada para obter, nada para conquistar a não ser libertar-nos de todas as ideias que pensamos serem plataformas absolutas e seguras para a nossa imensa incapacidade de lidarmos com o caos…Só há destinos e karmas para quem se sente preso e limitado, escravo das suas próprias amarras…
xinha
Anonymous no dia 12 de Junho de 2008 às 18:06
Filme fantástico. Deliciosa fantasia, tão rica que permite até leituras antagónicas…
Mas eis-te a dar no ponto essencial, xinha! É exactamente esse o ensinamento de Ramana Maharshi (e, num outro plano, do filósofo Krishnamurti). Matrix, ou Maya, convencem-nos que existem coisas como “iniciações” e coisas a atingir, de maneira que não vemos a floresta por causa das árvores…
Maio
Anonymous no dia 12 de Junho de 2008 às 18:12
Eu já me cruzei com o gajo no Mutant Sounds. Vejam aqui:
http://mutant-sounds.blogspot.com/2008/05/charlie-nothingbrother-fredericthe.html
Maio
Anonymous no dia 12 de Junho de 2008 às 19:17
Por esta amostra, o Charlie parece mais poeta que músico. E aquele instrumento? é mesmo uma viola?
xinha
Susan no dia 12 de Junho de 2008 às 19:43
Oh my god. That was a commercial. I feel so dirty now.
Margaridaa no dia 13 de Junho de 2008 às 7:25
Yeh, Susan, i like commercials, when they are made with imagination. They are some very nice. Glad to see you (around)
Anonymous no dia 13 de Junho de 2008 às 15:53
… Bonito, margaridaa!
Lembrei-me do príncipe Siddartha, o Iluminado, empunhando uma flor amarela à sombra de uma grande figueira…
Ou dormindo, com o inefável sorriso
Maio
Holof. no dia 14 de Junho de 2008 às 9:48
Esqueci-me de dizer que o fim do video está cortado…
Margaridaa no dia 14 de Junho de 2008 às 10:31
…uma voz bonita a tocar harpa e a cantar, vai sempre directamente de encontro ao nosso imaginário das coisas belas e míticas (quase belo demais para ser real, como o unicórnio).
Gostei.
Holof. no dia 15 de Junho de 2008 às 9:10
Que desbunda! Psicodélico! Queria perguntar quem são mas agora vejo aqui que devem ser os “Acido agri-doce teenager” que põe aqui ao lado. Curiosa maneira de escrever a letra do segundo video…
Margaridaa no dia 15 de Junho de 2008 às 9:36
Como diz Holof., que desbunda!!!Gostei imenso , principalmente do de cima.(Para já não falar ali de uns aspectos…a cor dos leitores em degradé e alternados no espaço…hum…terei que investigar…) BOA!
xinha no dia 15 de Junho de 2008 às 12:03
Também sinto peferência pelo de cima. Tanto pela música como pela animação. E sim.., a onda psicadélica está de volta..
Maio no dia 15 de Junho de 2008 às 15:21
Boa dardna! Também gostei! (surpreendentemente, o baixo é disciplinado, lol…)
Maio no dia 15 de Junho de 2008 às 15:26
Do que eu gostei mais foi da ondulação do corpo com a música…
(e, claro, do arranjo com um bom naipe de acompanhantes e, sobretudo, daquelas mãozinhas delicadas a dedilharem uma bela harpa até sem olhar para os dedos, com uma naturalidade…)
dardna no dia 15 de Junho de 2008 às 16:46
Hey malta,
chamam-se Of Montreal,
têm coisas engraçadas, não são os meus favoritos mas realmente com os telediscos ganham outra dimensão!
ficam links encontrados para quem quiser (primeira musica, primeiro link, segunda segundo,terceiro, outro album, se faltar pass é só apitar):
http://tinyurl.com/5su2a9
http://tinyurl.com/6c2fvz
http://tinyurl.com/6eqosz
Holof. no dia 15 de Junho de 2008 às 20:39
Misteriosos estes sons dos domingos.
Bons temas, gosto muito de jazz mas não consigo adivinhar quem toca (é para adivinhar não é?). Tentarei no próximo domingo.
Maio no dia 15 de Junho de 2008 às 23:30
É isso holof!… Bem misteriosos os sons dos domingos, hein? – o primeiro tema, especialmente…
All made possible by the Great Martus Meyer and his amazing, exotic and nicely exquisite musical taste!
Greetings!!!…
Margaridaa no dia 16 de Junho de 2008 às 7:17
Sabem, se estivessem aqui, seria igual. Seria assim : ouçam ! E nada seria revelado!Faz parte.(Ouvir a música sem nenhum pré-conceito?)
xinha no dia 16 de Junho de 2008 às 10:55
Eu também acho curioso e gosto destes bocadinhos de domingo. Com ou sem mistério…
xinha no dia 16 de Junho de 2008 às 11:06
Os arco-íris fazem-me sempre sorrir. É como se possuíssem uma qualquer magia…sempre tão belos…a quebrar a monotonia da nossa existência…
Margaridaa no dia 16 de Junho de 2008 às 16:42
Nakata , fui ver, mas o teu link apenas me dá a possibilidade de mandar um mail, (abre-se o outlook…).
Margaridaa no dia 16 de Junho de 2008 às 16:52
Apetece-me dizer (com um sorriso nos lábios) : “bom e velho Nakata…”.Percebo o teu discurso, mas não concordo inteiramente com ele. Porque acho que tão mau é concordar por obrigação, como discordar por obrigação. (Veio-me à ideia alguém que não vai ver certo filme só porque ele ganhou prémios.)(Não é ninguém conhecido de alguém).
A fluidez , a empatia, a receptividade e a troca, eis valores que gosto. E essa de quereres enfiar barretes a quem servirem(os barretes…)hum, acho que há coisas melhores para oferecer…:D
Maio no dia 16 de Junho de 2008 às 20:24
Estou a ver o teu filme nakata, mas já não me dás grande novidade – não porque tivesses que dar (o que é que tu gostas mais de dar, afinal?) mas porque o rebanho aprecia pastos novos. O teu méeee pode ser desafinado ou a lã ser mais escura, mas se não fossem as novidades o que seria de ti? Por mais que queiras escapar e não te apeteça sequer ver as pessoas e falar com os amigos, não te livras da tua condição ego-gregária. Vê o que está a dar: “sociologia da inovação”…
PS: tudo isto não quer dizer nada e escusas de andar à procura de sentidos escondidos. O mundo é pura superfície.
PS2 (não é a consola): Manda mais que a malta gosta de erva tenra pá!…
xinha no dia 16 de Junho de 2008 às 21:50
Bem, eu acho 1º que tudo, que a tua visão é apenas mais uma, tão legítima como outra qualquer. Mas eu detecto aqui uma contradição Nakata : começas por dizer que pode ser gagá, imberbe ou burro quem acata e segue as opiniões dos outros, mas acabas dizendo que é na troca de opiniões que podem nascer novas ideias. Ora, no caso da história, uma das possíveis visões, é os ditos personagens aceitarem a opinião dos outros como válidas. Tanto como as suas. Daí o irem trocando de lugares. É que ás vezes só experimentando se reconhece a validade de certas ideias. É bom saber pensar pela nossa cabeça, mas agradar aos outros em detrimento da nossa opinião não é uma coisa desonrosa. Pode até ser um sinal de amor…e de querer evitar conflitos idiotas, porque tanto se pode fazer uma coisa assim, como assado. Eu posso ir em cima do burro, mas se insistirem para que desça, mesmo que a razão seja idiota, eu posso faze-lo, isso não me aborrece…e o opinativo até fica feliz…e de uma forma mais cínica ou condescendente, até deixo de o ouvir zumbir aos meus ouvidos. Mas aqui, e para te dar razão, o que interessa é que pode haver várias maneiras de se fazerem as coisas…
Eu concordo contigo na sinceridade, e nos riscos implícitos…desde que os objectivos, as verdadeiras intenções, sejam nobres. Quanto ao ser mal-educado, bem…eu acho que todos podemos sê-lo sim, mas sobretudo não pelo que dizemos, mas nos modos, no tom, é aí que podemos perder a razão. Mas também te digo que prefiro gente frontal, e espontânea, àqueles que se escondem, e manobram nas escondidas com esquemas manhosos…Com esses nunca sabes com o que podes contar…
E quanto ao estar bem com Deus e mal com o mundo, como é que é?? Então Deus não se encontra no mundo?? È isso? Onde está então esse Deus ?
Margaridaa no dia 17 de Junho de 2008 às 7:19
Giro, giro…(e mais uma vez, na parte técnica, surpreendes-me : mas onde está a imagem armazenada, que o rato não se descose?)
Margaridaa no dia 17 de Junho de 2008 às 7:46
…e ainda, fiquei a pensar, também não és directo. Falas num plural que se refere a alguém (ou a mais que um(a)), sem ser a ninguém de concreto.Parece assim como se tivesses agarrado num punhado de pedras e atirado ao ar, para ver se acerta em alguém.A técnica é a mesma que é usada por quem tu criticas.
xinha no dia 17 de Junho de 2008 às 13:38
Quando já não resta mais ninguém, quando estamos tão isolados que não temos com quem partilhar, falar, desabafar, a solidão pode de facto ser uma ferida aberta, e dolorosamente difícil de suportar. Mas além do isolamento físico, também há quem sofra em silêncio rodeado de gente, por falta de identificação, e de compreensão…
A solidão pode ser realmente desastrosa, sobretudo no que toca à saúde mental. Pode alterar o miolo e comportamentos de forma bastante negativa. Criando modos de cognição distorcidos, psicoses etc..
Mas também há quem precise de isolamento, e goste de viver em retiro ou clausura, por opção. Que aceita a solidão como uma benesse, e a viva de forma satisfatória.
Maio no dia 17 de Junho de 2008 às 15:01
margaridaa, reparaste na hora do post?
RV no dia 17 de Junho de 2008 às 16:27
À Xiinha respondo que não à contradição nenhuma no que digo: acatar opiniões alheias, acriticamente, e debater,trocar ideias, discutir, conversar e perceber que todos pensamos de forma diferente não são a mesma coisa, nem duas posições opostas que eu defendo. Se calhar não me soube escrever.
À Margaridaa respondo que a pedra (a expressão é algo dura, não quis atirar nada a ninguém, mas tão só rir-me do quão embevecidas algumas pessoas estão consigo próprias que nem se apercebem de quão agressivamente veneram seus umbigos) foi atirada a alguém, opinioso até dizer chega, que não exprime suas opiniões como algo que é só seu e o faz, aberto à discussão. Alguém que adopta posições (clichés) como se de verdades absolutas se tratassem e que se quando alguém não as partilha, não merece ser ouvido e é ostracizado … De defensores da integridade dos outros e do mundo que, do alto do seu pedestal, criticam a torto e a direito, ao mesmo tempo que se defendem de qualquer argumento que não lhes agrade ou que demonstre a fragilidade dos seus, intrepondo entre si e os outros um filtro que só deixa passar o agradável, estou um pouco farto. Sobretudo, quando eles reclamam para si próprios uma moralidade superior que não reconhece em ninguém que não pense como eles o direito à liberdade de ser diferente…
…e mais não digo!
Margaridaa no dia 17 de Junho de 2008 às 16:37
…sabs, RV, essa expressão “pedras” é porque me lembro de o T. contar que quando era miúdo, houve um irmão que se magoou com uma pedra que atirou ao ar e que lhe veio bater na cabeça.Esse episódio veio-me à lembrança quando te li.:D
xinha no dia 17 de Junho de 2008 às 19:13
É verdade, podemos viver iludidos quanto à nossa própria individualidade, é um risco, que todos corremos. E as possibilidades da solidão se converter em qualquer ilusão, libidinal ou não, futurista ou não, também são imensas…
Mas isso não invalida a existência do sentimento de solidão. A individualidade parece-me uma condição natural, somos únicos, temos uma identidade própria. Mas o apelo da natureza é implacável, não somos feitos para vivermos sozinhos. Somos impelidos a viver em grupo, por necessidade de sobrevivência, e pela brutal atracção e necessidade de reprodução.
Não há nada a fazer quanto a isso, é assim. Em relação à libido, uma força espantosa, até podemos resistir-lhe e transcende-la, aliás é mais fácil lidar com o que desejamos, do que com o que não gostamos. Mas a solidão pode ser devastadora…como lidar com esse drama? Com a fatalidade que pode ser não ter companhia quando ela faz tanta falta? Uma pessoa, dizem os psiquiatras, deve ter pelo menos 3 outras pessoas próximas com quem possa se dar. Mas quando elas não existem mesmo? Quando já não há mais ninguém? E quando o aprender a diluir a dor é um passo que pode durar anos, isto para quem sabe como faze-lo?
xinha no dia 17 de Junho de 2008 às 20:00
RV: não, não são a mesma coisa, mas, ninguém falou em acatar opiniões alheias acriticamente. Falou-se no benefício, implícito, em aceitar, e daí, aproveitar outras ideias, nasçam elas da troca ou não com outras. Se não houver benefício o melhor é estar quieto. Só que às vezes não é preciso debater nada, as opiniões dos outros são óptimas. E o nosso filtro, diz-nos que podemos usá-las de imediato em proveito próprio. Ou não é assim?
xinha no dia 17 de Junho de 2008 às 20:08
É pá, será que estou completamente desatenta, ou já vi este texto,o post do Maio, ser alterado mais que uma vez?
Margaridaa no dia 17 de Junho de 2008 às 20:24
Bom link, Nakata, realmente muita informação para ser saboreada!Boa!
admin no dia 18 de Junho de 2008 às 0:40
nakata, há por aí alguém com as orelhas quentes!… Interrogo-me é… porque raio terás tu ficado com isso atravessado? Porque te terás sentido tão atingido? Porque continuas, tanto tempo depois, a sentir-te como um mártir do livre-pensamento, vítima da Inquisição, alvo de um processo por delito de opinião?… Que rancor…
Fazes-me lembrar aquela história (que já toda a gente contou 10 mil vezes, a última das quais acho que foste mesmo tu) do monge que pegou na boazona ao colo para atravessar o rio…
nakata, parte para outra, em vez de ficares a repisar como um bêbado! Não és capaz, pois não? Pois!… Pela leitura do teu comentário, pensa lá: quem é que está a ostracizar quem?
Aqui o teu amigo Maio (sim eu sei que os amigos já não te dizem nada…)…
Pois…
…Ia a dizer mais não sei quê e não sei que mais, mas de repente perguntei-me: porque raio estou aqui a esta hora da noite a perder tempo epistolar com um gajo ressentido que não me aparece quando o convido e nem se dá ao cuidado de telefonar? Deve ser porque sou da “esquerda freak” e voto nuns gajos que têm “opiniões pré-formatadas”…
Margaridaa no dia 18 de Junho de 2008 às 9:33
Maio, reparei nas horas sim, eh eh, ainda é mais giro quando fica registado!
Fiquei a pensar naquilo que aqui foi escrito, no post e nos comentários. (Quem foi que foi falar para multidões?). Percebo que seja muito atraente de repente ver alguém que te fala directamente aos teus desejos, como uma tábua de salvação.Que esse alguém seja em carne e osso, que se possa ver…Quero dizer que compreendo esse fenómeno.(É por aí que passa o êxito de certas igrejas, não é?)
Mas a mim o que me interessa mais é cada pessoa, e não a multidão.E…referindo-me ao comentário de Xinha, eu percebo que a casa vazia deve doer, mas também estou convencida que , se queremos e nos apetece brincar com os outros, podemos (e devemos ) agarrar na bola, desafiar, agir, o “queres brincar comigo?”, sem estar à espera que nos venham convidar. Eu sei que é difícil fazer amizades novas.(Pelo menos é o que sinto),mas podemos sempre ir ao nosso baú e voltar a olhar para quem lá está, com olhos novos, como se fosse a primeira vez, com a vantagem de não ser.
Dar o primeiro passo, imprimir movimento…ok por vezes não te voltam a atirar a bola, ou atiram-te só em resposta ao teu gesto, mas outras vezes há verdadeiras surpresas, e muito agradáveis…:D
Margaridaa no dia 18 de Junho de 2008 às 10:16
..eu tinha percebido isto que Maio comenta…e concordo com a reacção se Maio (há tanto tempo e ainda!…)
Quanto à parte dos amigos…não queira deixar de dizer que me sinto muito contente por Nakata ter aceite entrar pata o Bolso.
xinha no dia 18 de Junho de 2008 às 11:08
Não sei qual é a vossa história. Mas cá para mim, o melhor é encontrarem-se e conversarem. Eh pá, gritem, e discutam se for preciso…mas libertem essa energia…Ou então esqueçam, para sempre…ou melhor ainda, perdoem…
Margaridaa no dia 18 de Junho de 2008 às 12:12
…continuo a achar muito interessante o que aqui trazes!…
Maio no dia 18 de Junho de 2008 às 12:30
Grande divulgador de ciência, o Carl Sagan. Em 1969, se a memória me não falha, escreveu um texto que foi discretamente eliminado da sua bibliografia oficial, onde descreveu o quanto a sua actividade intelectual beneficiou do seu hábito de fumar marijuana. De como encontrou na cannabis abertura, sensibilidade e estímulo para pensar em coisas interessantes. Fantástica a passagem em que descreve como estando no banho com uma grande ganza teve que inscrever uma ideia brilhante no sabonete, para que depois não a esquecesse. Estava então a elaborar “Os Dragões do Eden”…
Maio no dia 18 de Junho de 2008 às 12:39
…e na sequência do post sobre a solidão, cito ainda o Carl Sagan:
«mais vale acender uma vela do que maldizer a escuridão”…
admin no dia 18 de Junho de 2008 às 12:54
xinha_((( : P
Maio no dia 18 de Junho de 2008 às 14:27
margaridaa, o gajo que foi ver se enchia o pavilhão Atlântico, foi um tal Bob Proctor, um americano que anda há mais de 40 anos a refinar a melhor maneira de enriquecer enganando o seu semelhante, coisa que parece finalmente ter conseguido, graças a um best-seller da treta chamado “O Segredo”, de que o negócio dele é um mero epifenómeno. Apesar de não haver muitas notícias, parece que o pavilhão não encheu, apesar de ter lá ido um nº indeterminado de papalvos sofredores e ambiciosos que, com bilhetes entre os 30 e os 60 euros, deve ter dado para lhe pagar o cachet de 35.000€. E qual é o espantoso segredo que o gajo vende? O que chamam “a lei da atracção”, que é algo de uma profundidade espantosa: tem pensamentos positivos e só atrairás coisas positivas. É simples e funciona tão bem que até atraiu efectivamente rios de dinheiro para as contas bancárias destes sábios. A “mensagem” é de uma vacuidade total e não difere das mensagens interplanetárias e atlantes de Kryons, Ramthas e cª Lda, ou seja: basta pensar com muita força e espírito positivo, para que as coisas aconteçam, pois o pensamento determina a realidade. O que é surpreendente é que os vendilhões, dantes, tinham “técnicas secretas” e métodos que era preciso pôr em acção para ganhar o céu. Estes fazem a festa com cada vez menos. Até já nem precisam de encenar aquelas cenas patéticas como se vê fazer no youtube a iluminada JZ Knight. Agora, basta-lhes vender… nada! O vazio total. Não há técnicas, nem métodos, nem posições, respirações ou o que quer que seja. Apenas “façam força” para terem pensamentos positivos de forma a atrairem coisas positivas (dinheiro, claro). É isso mesmo que o charlatão vende: a promessa de riqueza sustentada pela crença numa “lei”. Do meu ponto de vista, este é mais um vampiro que, aproveitando a maré de vendas do livro da australiana, não teve que gastar dinheiro em promoção e marketing, apenas aproveitou a credulidade das pessoas que, ao comprarem massivamente o livro, criaram condições para que estes intrujões americanos venham conquistar mercados na Europa (na terra deles há muita concorrência). Por sua vez, ele abrirá caminho a todo um cortejo de pura irracionalidade e estupidez que vale muito dinheiro. É que o tempo passa e há muita gente que vai reparar que não ficou rica como o gajo prometia. Pelo contrário, até, já que a crise mundial é brutal… Na sequência destes “segredos” muita gente virá a ficar frustrada por não ter enriquecido, por não ter realizado as suas ambições e as promessas de vida faustosa e dinheiro a rodos prometida pelo tal Proctor. E essa frustração, cria o pântano ideal onde outros miasmas poderão medrar, vendendo novos produtos espirituais aos pobres ignorantes.
Triste, esta vaga de endarkenment… Triste, sobretudo, a baixa formação e a falta de senso-comum de quem se engana com a pílula dourada destes bandidos. Este chamava-se a si próprio filósofo, mas nunca andou numa universidade. Dizer-se que se é engenheiro ou médico sem ter habilitações dá prisão. Mas “filósofo”… É livre de enganar o povo, e ninguém se chateia. Vê lá tu que já nem é obrigatório ter uma cadeira de Filosofia para entrar para um curso de Ciências Sociais… Quanto mais…
RV no dia 18 de Junho de 2008 às 15:12
Vocês faze-me rir…Põe-me na mente opiniões, ressentimentos e outras coisas más que nem passaram por ela. E tanto tempo?Quando é que começou ele a contar?Por pouco nem me esquecia da coisa toda, mas por acaso vim cá espreitar e vi a quantidade de comentários que minha boca suscitou… Com estranheza no olhar, reconheço, já que não o esperava nada.Apenas me referi a alguém que supostamente expressa publicamente opiniões, mas que depois filtra as respostas, para aceitar apenas as concordantes… Nada mais… Não carrego nada comigo, nem fiquei “tão sentido”
…E, já agora – sugiro que façam este exercício, please – vejam lá as opiniões que suscitei com isso… Se o que eu escrevi merecia tanta conversa???
Alguns até projectam em mim um rancor que não sinto… (Rancor a propósito de quê? Por que razão?
Realmente…
…E ainda iam dizer mais “não sei quê e não sei que mais”, mas depois arrependem-se… Realmente, ó Maio, não compreendo porque raio perdes o teu tempo com um gajo “ressentido” (palavras tuas que mais parecem uma projecção freudiana de sentimentos que não nutro) a quem os amigos já não dizem nada…
Até fico parvo com a infantilidade de certas coisas… Dizem e dizem muito, mas parvoíces destas, passo.
…E ó Xiinha, não há história nenhuma (digo eu, não é, depois destes comentários, já nem sei bem se há ou não. Pela minha parte não há mas pelo que a outros toca já nada posso dizer e parece, de facto haver!), nem me apetece gritar com ninguém. Parece é haver que queira gritar comigo… Enfim…
As pessoas surpreendem-me sempre.
Sabes, margaridaa, tenho pena que assim seja. Inicialmente tinhas-me dito que, dentro de certas limitações, este era um espaço de liberdade onde se podiam dizer as coisas que quiséssemos, mas parece-me que há quem não goste muito das coisas que eu digo…
Beijinhos a todos e espero que, apesar das minhas idiotices, vocês consigam continuar a divertir-se
Margaridaa no dia 18 de Junho de 2008 às 15:17
…e não é? (um espaço de liberdade?)A prova está aí, as pessoas dizem (escrevem) o que pensam.Que maior liberdade pode haver?Se não se dissesse nada é que seria mau sinal!!
Margaridaa no dia 18 de Junho de 2008 às 17:34
Hum, gostei, gostei muito.
Maio no dia 18 de Junho de 2008 às 19:07
… a arte de sacudir a água do capote e assobiar para o lado… como quem diz:
- “Eu!?????… Nem sei de que é que estão a falar. Pensei lá numa coisa dessas!… Vocês é que me interpretaram mal, seus ingratos mal-intencionados!…”
Ó Maio, que infantilidade!… Que parvoíce! Vê-se logo que é uma projecção! Estás a inventar tudo!”
Estas conversas não me divertem nada, de facto. Mas se insistes, também podes crer que não me calo.
admin no dia 18 de Junho de 2008 às 19:20
Hei-de ver este filme, quando passar na tv, daqui a um ano…
Este bocadinho sobre o Marley é precioso! E a história do filme parece-me uma metáfora para muitas solidões… quando já não há ninguém… e todos os que antes eram normais se transfiguraram pelo horror da peste e se transformaram numa ameaça mortal…
É bom saber que o último homem gosta de Bob Marley!…
Holof. no dia 18 de Junho de 2008 às 19:35
Agora dou-me conta que depois de tanto tempo a viver em Espanha onde não se ouve falar inglês que esqueci o pouco que sabia, não consegui acompanhar este post (nem os anteriores)e tenho pena pois parece bem interesante. Vou procurar uma tradução.
Holof. no dia 18 de Junho de 2008 às 19:37
Este sim, deu para entender. Fixe!!
xinha no dia 18 de Junho de 2008 às 19:45
sim, este filme é capaz de ser giro
xinha no dia 18 de Junho de 2008 às 21:24
Esta foto faz-me lembrar um anúncio da Peugeot (acho que era esta marca) com umas joaninhas doidas gemendo e gritando de amor, a achincalharem o carro que balançava de toda as maneiras Um anúncio muito giro que me fazia sempre sorrir e suspirar de inveja. Pelas cambalhotas claro. ((( : P
Eu percebo os velhotes, mas no tempo deles também havia muito mais culpas, e tabus do que hoje. Felizmente a coisa tem se vindo a aligeirar, e ainda bem.
Eu sou franca, estou cada vez mais amoral nestas coisas. Sempre que me apetecer e houver oportunidade, não deixarei de a aproveitar. E seria uma estupidez não o fazer, à luz do que hoje sei e sinto. Há limites, claro, não vou dormir com o tipo da garagem aqui em frente, era um bocado arriscado aqui para a minha reputação na rua, a qual já não é muito boa, para dizer a verdade. Mas já arriscaria com um dos putos do andar de cima que já andam na casa dos trinta e qualquer coisa…Também não gosto da ideia de me meter na vida dum casal. Salvo raras excepções. Há uns tempos tive uma oportunidade e deixei-a cair porque o tipo era casado. Depois percebi que eles até têm uma relação aberta. Mas na altura não sabia e não fui capaz…tive receio de me envolver emocionalmente, sobretudo porque estava muito carente de afecto. Ás vezes é fácil confundir tudo, o sexo, o amor, os afectos…E nestas coisas é preciso estar atento…não misturar…para não criar confusões…Claro que é muito mais compensador quando estas coisas andam todas juntas…mas a não ser possível…bom, venha o que vier…que eu agradeço aos deuses…
Zacarias no dia 18 de Junho de 2008 às 23:37
Muito interessante.
Carl Sagan foi um dos personagens mais interessantes da Ciência do século XX.
Lembro-me como há largos anos atrás me fascinou a sua série sobre o Cosmos, que gostaria de rever.
Zacarias no dia 19 de Junho de 2008 às 0:01
Até há algum tempo atrás, quando pensávamos em solidão, imaginávamos algum Robinson Crusoé, abandonado numa ilha deserta.
Hoje, com o crescimento exponencial das grandes cidades, por um lado e o quase desaparecimento de ilhas desertas, por outro , a ideia de solidão é recriada de outra forma e imaginamos um ser emparedado, entre si próprio, no meio de uma multidão distraída, que passa por ele e não o vê.
Será esta solidão ainda pior que a anterior ?
É possível, mas isso até não é o mais importante.
A História deste planeta, mostra inequivocamente, que o ser humano só sobreviveu em grupo … mas também nunca este planeta teve tanta gente como agora …
Combater a solidão e integrar-se e conviver socialmente em qualquer grupo é uma espécie de alimento social, tanto ou mais importante, que o alimento nutricional, que consumimos no dia a dia.
Ser social e conviver em grupo é também um exercício de tolerância, em que se torna necessário democratizar o nosso ego e fazê-lo compreender que ele não é nem mais, nem menos importante do que o de qualquer outro que exista á nossa volta.
Tenho muitos amigos. Preciso deles, das suas palavras, dos seus sorrisos, das suas ideias, tanto quanto preciso do alimento para o almoço.
Se por vicissitudes da vida, perco algum desses amigos pelo caminho, não descanso enquanto não encontro outro, ou outros, que ocupem esse lugar.
É essa a minha filosofia e aceito os meus amigos na sua plenitude, com as suas qualidades, claro, mas também com os seus defeitos, que tem forçosamente que ter.
Por falar nisso, estou com saudades de bater um bom papo, com todos vocês.
Um abraço.
Margaridaa no dia 19 de Junho de 2008 às 7:44
..como pode alguém ocupar o lugar de outro alguém?…
Cada amigo é único, precioso.Um não é igual a outro, todos tão diferentes!!
Margaridaa no dia 19 de Junho de 2008 às 9:13
Em complemento àquilo que eu já comentei aqui neste post, (mesmo que provávelmente já ninguém aqui venha), tive vontade de acrescentar o seguinte : aquilo que se diz é baseado nas informações que se tem, que por vezes podem não estar completas.
E se as histórias não forem tão antigas como isso?E se elas se tiverem repetido?E se houver ostracismo, realmente, (mas não por parte do Nakata…)?E se, realmente, onde se diz haver liberdade de expressão, não haja, e os comentários que se faz passem por um filtro?
E se?…
Pronto. Mesmo que mais ninguém leia,os “ses” ficam aqui…
admin no dia 19 de Junho de 2008 às 10:42
Parabéns Chico!! Muitos parabéns! Mais unm grande abracinho. E que contes muitos, muitos…Apesar da distância tens sido sempre um amigo consistente e em quem posso confiar. ((( : )
bjinhos_xinha
admin no dia 19 de Junho de 2008 às 10:52
Grande Homem!!!
Um grande grande abraço e votos de que possamos continuar a contá-los juntos!…
Muita água
fontes e cascatas
nascentes e olhos-de-água
com seu doce e trinfante canto
de vida líquida
perene
escorrendo
gotejando
subtil
tranquila
nos contrafortes da montanha
ao sol do meio dia
deixando música nas margens e nos leitos
como no Nilo
no Ganges
e no Mississipi…
Como no reflexo brilhante
de um detalhe
aquático
pequena pedra na margem do Mundo
sonhando a amizade das garças e das cegonhas
dos melros e dos pardais…
E lá longe os olivais
e a planície ondulante
a perder de vista
ao sol abrasador
do mês de Junho
Um grande abraço
Saúde e felicidade!
E tudo de bom!!!
Maio
Abraço
Maio no dia 19 de Junho de 2008 às 11:45
Bem observado margaridaa, mas então quem tem a informação que permitiria dar uma resposta, hipoteticamente positiva, à tua interrogação “e se…?”. Se o nakata a tem que ponha as cartas na mesa em vez de se auto-vitimar em circunvoluções retóricas pouco transparentes que lançam a suspeição sobre… ninguém em especial a propósito de algo que ele nem sabe de que é que se trata, pois ao que parece – segundo leio (quiçá erroneamente)no post duplicado, ninguém está habilitado para compreender as suas palavras (especialmente eu, claro…).
Pessoalmente, creio que o nakata revela aqui um entendimento deficiente da “partilha” e da “democracia” – da “liberdade para ser diferente” que invoca. Estive a reler uns certos posts num certo blog que morreu no Outuno passado e não retiro uma palavra ao que disse ao nakata a esse propósito, pois é a minha opinião e também tenho direito a ela: que foi malcriado (coisa que, aparentemente – e na minha leitura das suas palavras, o ofendeu). Mas Discordar é uma coisa. Rebaixar o adversário é outra: para assumir a plenitude da primeira não é necessário descer tão baixo no trato com um amigo (?), que, tanto quanto possível, penso eu, deve ser cortês.
Mas o que interessa é que acho francamente positivo que, graças a ti, o nakata esteja aqui connosco. Eu, que sempre gostei dele (e já o disse aqui e ali várias vezes) fico particularmente satisfeito, pois o linhas construiu pontes entre as pessoas concedendo a todos oportunidades iguais – isso é democracia – contribuindo, assim, para que nos tornemos um pouco mais transparentes, o que me parece que é bom para todos e para cada um.
Beijos
Margaridaa no dia 19 de Junho de 2008 às 17:50
É,concordo com o que aqui escreves, Maio.
Mas sobretudo gosto quando dizes “eu sempre gostei dele”…
Porque sabe tão bem dizer : gosto de ti, ou gosto dele, ou gosto dela.
Eu também gosto de dizer. Por isso não resisto : gosto de ti, gosto do nakata, gosto da xinha …e mais e mais…não é uma lista enorme, mas é uma boa lista, de pessoas de quem gosto!E é bom dizê-lo!
admin no dia 19 de Junho de 2008 às 20:26
Obrigado malta! Obrigado mesmo!!
Um abração para todos!
RV no dia 20 de Junho de 2008 às 9:49
Pois… Eu nessas coisas sou conservador (acho eu… porque as vezes em que saí da linha “normalidade”, apesar de inicialmente estar um pouco de pé atrás, curti bastante)… Digamos antes que há coisas que nunca experimentei e que, não obstante, tento ter a mente aberta.
Mas voltando ao que interessa, como vês, um gajo fala em sexo e (para além da parte afectiva, claro) vêem logo à baila palavras como reputação, parece mal, limites, etc. A verdade é que os velhotes de que falamos não são assim tão diferentes de nós como isso…
Beijocas
admin no dia 20 de Junho de 2008 às 11:09
E aqui podem ir buscar o Cd:
http://rapidshare.com/files/121379252/ABCotS.rar
Curtam!
xinha no dia 20 de Junho de 2008 às 11:11
…a que mais gostei for a do mosquito…eheh..
Amorena no dia 20 de Junho de 2008 às 12:23
8 anos se passaram….tão distante no tempo, mas tão perto….entretanto a vida pegou em mim e chamou-me para ser pai de mais dois seres que muito amo e respeito…..é assim…. o robe branco ficou guardado, mas não esquecido…….
sinto alguma relutancia em mostrar estas imagens …quase como se vos pedisse k me mostrassem a vossa lingerie…..ou roupa interior….
lol…….algo muito pessoal k não é propriamentepara mostrar a todos……mas hoje é o solsticio de verão…..a altura de maior luz…a maior celebração do ano…..noite magica…….quem me dera puder dançar á luz da lua com vocês todos…..intocáveis……….sem medos nem apreensões…………
blessed be
ps. parabéns xico..um grande ano p ti……tudo de bom
xinha no dia 20 de Junho de 2008 às 13:15
Obrigadinho Nakata. Estive a ouvir no site dela as musicas que passam no Jukebox e gostei. Vou já ao rapidshare ver esse CD.
admin no dia 20 de Junho de 2008 às 13:36
Viva o solstício! Viva o Verão!
Uma óptima ocasião para celebrar a vida, sem dúvida. Com druidas ou sem eles. Vestido de branco ou nu a mergulhar no oceano, que é o que me lembro assim de repente e me faz sempre sentir muito bem com o universo.
Bjinhos_xinha
Maio no dia 20 de Junho de 2008 às 15:48
Boa Janus!
Saudações!!!…
Salve Mãe Terra
árvores rios e fontes
sombras, clareiras e aves no céu…
Eis o verdadeiro mistério
e a única fonte
capaz
de apaziguar a escuridão
plática
metálica
do sistema trevoso
que a cada momento se insinua no nosso caminho!…
Honremos a terra
o sol
a lua
e as estrelas
a água
o vento
E a tempestade…
Na minha aldeia, a lua cheia incendiou o horizonte com uma claridade fantástica…
E o silêncio balsâmico da noite
evocava ritmos de harpas
trompas
e tambores
e o principe siddartha dormia sorrindo
sereno
tranquilo
entre a memória e a intenção
Como num barco puxado por cisnes
vogando sem destino
Estamos juntos!
A fumar uns petardos sobrenaturais
incandescentes
trovejantes
E a dançar debaixo das estrelas ao som do tambor
à beira do oceano…
bum, bum, bum…
bum, bum, bum, bum…
Yeah man!
Lightning and thunder flash!
Light up the dark
Light and salvation
Light of love!
Bons momentos (eheh…) para todos!
Maio no dia 20 de Junho de 2008 às 16:00
Boa nakata, bela descoberta!
Também fui ouvir a jukebox e adorei! Folk-blues profundo, muito profundo…
Grande som!!!
Obrigado!
Maio no dia 20 de Junho de 2008 às 16:02
…e o esquadrão de libélulas?
ó para elas tão marciais!…
Holof. no dia 20 de Junho de 2008 às 18:44
Magico sim! Um prazer ler estas linhas Janus! Tudo de bom para ti tambem!!
Holof. no dia 20 de Junho de 2008 às 18:49
Sim senhor!! Bom som! Gosto mesmo!
Obrigado pelo link, vou baixar.
Holof. no dia 20 de Junho de 2008 às 18:56
São fantásticos!!
xinha no dia 20 de Junho de 2008 às 19:26
Vocês que andam sempre a reparar nas coincidências, já repararam na hora do meu post, o das 11:11 ?
giro hemm ?! ..só reparei agora
Maio no dia 20 de Junho de 2008 às 19:41
Boa xinha
Aqui no linhas aconteceram-me três praticamente seguidas. Fora da blogosfera é quase diário e, frequentemente, várias vezes ao dia, quando olho para o relógio…
pimba!
Margaridaa no dia 20 de Junho de 2008 às 21:27
Sinto-me tocada por celebrar com vocês(ainda que desta maneira, mas o que conta é o espírito), mais uma passagem.
Mais uma vez vos digo a todos “Saravah”.
Margaridaa no dia 20 de Junho de 2008 às 21:39
Malta
Pois eu fui lá e não consegui por todas a letras na caixinha.(Estou a falar do RS).Tente IE e FF, não consegui. Gostava de saber se alguém conseguiu.
E sim, Nakata, do que ouvi, gostei, eu que gosto imenso de vozes femininas!!..
Holof. no dia 20 de Junho de 2008 às 21:57
Margaridaa, se é do link do rapidshare que estás a falar, eu baixei sem problemas e não tive que pôr letras em nenhuma caixa. Estou a ouvir agora mesmo, bom som!
Margaridaa no dia 21 de Junho de 2008 às 9:23
Obrigada, Holof. Pois, há uns momentos melhores que outros para o RS.Hoje de manhã consegui sem problemas (e sem letras!)
Margaridaa no dia 21 de Junho de 2008 às 9:51
Lindo!
Margaridaa no dia 21 de Junho de 2008 às 9:59
Xinha, quando isso começa a acontecer, é constante, eu e Maio podemos afirmar isso!(Mas é tão giro…!)
Margaridaa no dia 21 de Junho de 2008 às 19:34
Aquilo que passa deixa sempre a nostalgia do que já não se pode ter
Mas é no que é
E no que vem
Que se concretizam os desejos
xinha no dia 21 de Junho de 2008 às 21:57
Que bom, que felicidade o Verão… Gosto sobretudo dos passeios…de poder andar na serra, de escutar as abelhas a zumbirem, os gritos de alerta dos pássaros quando me sentem próximo, demasiado próximo, de encher completamente os pulmões de ar e de cheiros, e o Flash doido, com os cheiros que eu não sinto e desconheço, perseguindo pistas, e carreiros invisíveis…Adoro estes passeios, fico inebriada do verde, e da paisagem, e depois o bem que me faz deixar-me ir…perder-me dos meus pensamentos…E além do verde há o mar, mais precisamente os banhos, a agua fresca mas não fria, a pele a cheirar a algas e sal o dia todo, a areia perto, quentinha e macia…e poder ficar ali estendida, sem tempo, a ver o céu…esquecida de mim…Ah, o Verão não é óptimo, é maravilhoso…
xinha no dia 21 de Junho de 2008 às 22:00
Ah, já conhecia este site. Muito giro, e excelente design.
Holof. no dia 22 de Junho de 2008 às 9:40
Curioso! E há muito que ver! Pena que o firefox não me deixou abrir a animação… Vou tentar no IE
MARTUSMAYER no dia 22 de Junho de 2008 às 17:17
Podemos sempre dizer quem toca, se alguém quiser saber…
(Apostamos que ninguém quer saber, eh eh!…)
Holof. no dia 22 de Junho de 2008 às 17:53
Sempre há alguem que quer saber. Por outro lado tambem é fixe não saber, assim não somos influenciados pelo nome do artista… Bom som!!
Maio no dia 22 de Junho de 2008 às 20:07
Saber é sempre bom, mas eu nem arrisco previsões nestes domínios electroacústicos…
1ª Larguei logo uma estrondosa gargalhada (hã?…) – o delírio consistente que, afinal, harmoniza bem com o bop (hã?)…
2º melodiazinha irritante (jazz is not dead, it just smells funny, hã?…)
3º aqui tudo se compõe e, para mim (hã?…), começa a ter espessura interessante…
Saudações Martus Mayer
Looking forward to hear you next sunday!!!
xinha no dia 22 de Junho de 2008 às 22:24
Huumm…(de saboroso), este é sem dúvida, dos teu posts, o que mais apreciei. E achei tão fixe que vou voltar a ouvi-lo amanhã bem alto, quando me sentar a aqui a bulir, pela manhãzinha. Gosto deste jazz, e mais ainda quando é ao vivo.
Bem, eu acho que podias dizer quem toca, acho simpático…porquê não o fazer ?
Margaridaa no dia 23 de Junho de 2008 às 10:54
Vinícios de Moraes sempre soube utilizar bem as palavras (e cantá-las!)
Margaridaa no dia 24 de Junho de 2008 às 7:22
Nada feito! O vídeo deve ter sido retirado!Oh!
Holof. no dia 24 de Junho de 2008 às 7:56
Pois é, o video já não está. Será parte da encenação?
Margaridaa no dia 24 de Junho de 2008 às 8:42
Obrigada, Maio, pelo link!
Álbum de 2003 :
http://lix.in/b89605b6
Maio no dia 24 de Junho de 2008 às 9:37
Margaridaa, eu também não resistiria a este tema e a esta animação! É F-A-B-U-L-O-S-O… Do melhor que ouvi dela. Vem no album de 2006 (que gostei mais do que do de 2003)
Maio no dia 24 de Junho de 2008 às 9:39
… esqueci-me de dizer que o bom gosto do Holof, revelado nestas descobertas, é uma verdadeira fonte de beleza e prazer para os nossos ouvidos!
Obrigado holof!!!
Maio no dia 24 de Junho de 2008 às 9:49
dizes bem holof, encenação!…
Pela luz dos nossos olhos, até ao momento, e após décadas de fantasia, os “extraterrestres” não são mais do que um produto da indómita imaginação criadora dos povos – muito em particular, daqueles que tanta esperança depositaram na tecnociência que foram ao ponto de a perverterem e usarem para fins que são conhecidos por quem investiga a sociologia da coisa. Se repararem bem, alguém, ou algum grupo, pode sempre afirmar a sua superioridade e ser detentor de “conhecimentos” e “segredos” que só a ele(s) foram revelados (porque têm a mania de serem muito melhores que os outros gajos todos…). Os propósitos são obscuros, mas geralmente – para além dos aspectos ligados à megalomania, ao engrandecimento pessoal, e a um ego e vaidade desmesuradas, há também a extorsão, a chantagem e todo o cortejo de irracionalidades próprios de quem faz do proselitismo o seu modo de se afirmar perante os incautos, potenciais “discípulos”, tristemente manipulados…
Cuidado com essa gente dos ovnis. Já conheci alguns que são perigosos.
Maio no dia 24 de Junho de 2008 às 9:51
let’s dance to the music
Margaridaa no dia 24 de Junho de 2008 às 10:35
…pois é, Maio.Junto-me a ti para dizer : Obrigada, Holof!!!
E, só para saberes, o link do álbum de 2006 já não é viável.Oh!Pena!
Maio no dia 24 de Junho de 2008 às 11:17
margaridaa, acabei de experimentar e está operacional…
http://www.mediafire.com/?8ym9owmd2tx
Tenta novamente
xinha no dia 24 de Junho de 2008 às 12:10
Pois é…já lá fui ver e o link fugiu, estranho! as testemunhas, quase todas idóneas, estavam todas devidamente identificadas, os cargos, os anos, os locais, institutos por onde tinham passado, etc…E os relatos,dos mais variados, iam desde avistamentos e controladores de trafego aéreo, a casos de desactivação de misseis por grupos de dezenas de ovnis. Além da denúncia de muita obrigação de segredo por parte das autoridades investigadoras, e do Estado. Pessoal, fiquei excitadíssima, e não me parecia filme…Enfim…a ser verdade…há-de vir ao de cima…mais cedo ou mais tarde
bjinhos
xinha no dia 24 de Junho de 2008 às 12:24
Muito bonito! Eu quando ouvi pela 1ª vez tb fiquei tonta pela beleza, pela poesia… Os primeiros acordes parecem um lamento, quase o principio dum fado, que depois se desenvolvem noutra direcção…delicioso. E a animação, bem…tb é do melhor…
Maio no dia 24 de Junho de 2008 às 13:25
X-inha, compreendo a tua excitação, mas…the truth is out there, hehe…
Margaridaa no dia 24 de Junho de 2008 às 16:30
Tens razão, Maio, este último link está ok, mas parece-me que não é o mesmo que puseste no Z.
(e…thanks again!)
Holof. no dia 24 de Junho de 2008 às 20:25
Como vejo que gostaram de Cibelle aqui vai um link para baixar um mini cd que se chama “About a girl”
http://www.4shared.com/file/52550017/91d72719/2005_cibelle_-_about_a_girl_ep__ziriguiboom_.html
luipa no dia 24 de Junho de 2008 às 21:29
é bonito sim…de arrepiar
Maio no dia 25 de Junho de 2008 às 10:43
margaridaa, diz alto e muito depressa:
tapouc fal
tapouc fal
tapouc fal
tapouc fal
tapouc fal
tapouc fal
tapouc fal
tapouc fal
(lol)…
beijos
Janus no dia 25 de Junho de 2008 às 11:58
pois………..eu conheço isto…
hehehe…….
em 2001 só passou no euronews ……em mais lado nenhum….nem rádios nem televisão…sóno euronews…………eu vi por “acaso”………..á noite disse ao meu irmão para ver.mas já não deram a noticia……….
só não vê kem não ker ver……
estão cá desde sempre……
os judeus sabem toda a história…….pk eles realmente foram apadrinhados por alguns cavaleiros das nuvens……….
hehehe…………
xinha no dia 25 de Junho de 2008 às 12:00
((( : )
admin no dia 25 de Junho de 2008 às 13:34
Irmão Terráqueo
só não vê quem não quer ver?…
Esta agora é que foi… oftalmológica!?… Ah manganão, essa foi boa! É que em terra de cegos quem tem um olho é rei…
Já não me lembro se vi esse episódio de 2001, ou se estava a ver a Sofia Aparício noutro canal, ou se estava ausente na minha nave movida a energia do ponto zero à esquerda (estava sim, a planear evitar que fosse para a direita, juntamente com a espécie 57, que são verdes e têm antenas na testa, coisas que não podem ainda ser reveladas pois são segredos importantíssimos para o futuro da espécie humana…), mas eu é só querer e vejo logo, charutos e pratos de sopa (alguns parecem-se mais com tofu fatiado), para além de que costumo conversar frequentemente com os comandantes Adoniesis e Ashtar Sheran, da frota galáctica, que me disseram recentemente, também, que o Rael é que vai fazer o golpe do dinheirão das patentes e que o Kryon do campo magnético é, na verdade, o S. Judas Tadeu disfarçado de camafeu e convencido que é o Orfeu, meu…
Paz e dinheirinho para o bife (de seitan, preferencialmente)
Melkizedec o Iluminado
admin no dia 25 de Junho de 2008 às 13:45
…Ah, então são os judeus que são muito melhores que os outros gajos todos?… Que foram apadrinhados pelos cavaleiros do céu? Que insulto ao povo mártir da Palestina! A ver se esses extraterrestres resolvem de vez o problema do livre-arbítrio e se mandam os afilhados acabar com o tormento de quem vive nos imensos campos de concentração sionistas…
Melkizedec, o galáctico
Margaridaa no dia 25 de Junho de 2008 às 17:00
Lindo!
Que vontade de me passear aí, também!…
Holof. no dia 25 de Junho de 2008 às 19:33
Gulbenkian….saudades…
xinha no dia 25 de Junho de 2008 às 20:10
É verdade que há alguma provocação na afirmação ’só não vê kem não ker ver’, ó Janus. Olha, eu nunca vi nenhum ET. Já vi OVNIS, mas ETs, never. E também não acredito se não vir. Mas também não vou botar discurso sobre as razões desse facto. Acerca das m. experiências ou das dos outros, porque isso só traz mal-estar, e pretende criar e marcar diferenças que não existem. Se houver algum fundo de verdade nessa história, como em tudo, ela há-de vir ao de cima, até lá só podemos especular.
E tu ó Melkizedec, és mauzinho, ou andas a treinar ?
xinha no dia 25 de Junho de 2008 às 20:16
Já sabia deste evento. Tenho que ir espreitar, ver ‘in loco’. Para a semana acho que tenho um concerto no auditório ao ar livre e vou aproveitar para ver de perto estes telões.Obrigadinho pelas fotos. ((( : )
admin no dia 26 de Junho de 2008 às 0:26
Se eu fosse mau nunca teria ido a bordo da nave do Ashtar Sheran e do Adoniesis para aprender a lei do universo. A maior verdade de todos os tempos foi-me transmitada na quadragésima sexta iniciação solar a bordo de uma nave a sobrevoar as pistas de Nazca, pelo colégio dos mestres ascensionados do fogo violeta: eu sou o eu sou – este é o maior segredo, e logo a seguir vem a lei da atracção que revelei a uma senhoira australiana e que vai elevar a frequência vibratória do corpo etérico da Terra e, assim, ao desviarmos o meteorito que vinha quase a colidir com o planeta, estamos a limpar o karma e a energizar os neurónios das zonas desconhecidas do cérebro… Mas nada mais pode ser dito de momento, pois estes são segredos apenas para os iniciados indigo-cristal de Alcobaça, como eu, o detentor do sagrado penacho cósmico e mestre absoluto do umbigo da terra e de todas as Atlântidas. O único treino que faço é nos jogos da selecção de Alpha do Centauro, pois na época passada ganhámos contra a Lemúria no hiperespaço. Graças a esta pontuação, o mistério do armazém nove de Roswell e o papel da frota galáctica na condução dos assuntos de estado no pentágono, vai finalmente ser revelada. Nada disto seria possível, claro, sem os meus colegas iniciados da Grande Fraternidade Branca, de cuja manifestação atesta a minha presença hologramática no ciberespaço.
Paz e dinheirinho para o tofu!
Melkizedec, o extraterrestre estupendo (versão astral materializada na consciência de Melkizedec o galáctico e de Melkizedec, o iniciado do eu sou o eu sou que diz que diz que deu que diz que diz que dá, Lemúria na bola não deu (orfeu o camafeu), Lemúria na bola não dá, só um geladinho da olá, daqueles novos cheios de chocolate…
mham, mnham, mnham…
xinha no dia 26 de Junho de 2008 às 10:24
((( : P
Margaridaa no dia 26 de Junho de 2008 às 10:53
Holof, obrigada pelo link!
Margaridaa no dia 26 de Junho de 2008 às 11:10
…e agora que já ouvi tudo, (dois álbuns e um ep), penso que o clip primeiro, Green Grass, foi o mais bem escolhido como primeiro encontro. A música de Cibelle é toda de qualidade, mas é aquela música e a animação, que produz o “clic” que eu senti , e ao que parece não fui a única a sentir!Bem escolhido!!
Portiir no dia 26 de Junho de 2008 às 11:42
Pela luz dos olhos teus
Vinicius de Moraes
Quando a luz dos olhos meus
E a luz dos olhos teus
Resolvem se encontrar
Ai, que bom que isso é, meu Deus
Que frio que me dá
O encontro desse olhar
Mas se a luz dos olhos teus
Resiste aos olhos meus
Só pra me provocar
Meu amor, juro por Deus
Me sinto incendiar
Meu amor, juro por Deus
Que a luz dos olhos meus
Já não pode esperar
Quero a luz dos olhos meus
Na luz dos olhos teus
Sem mais larirurá
Pela luz dos olhos teus
Eu acho, meu amor
E só se pode achar
Que a luz dos olhos meus
Precisa se casar
http://uaiuai.wordpress.com/caixa-de-musica/pela-luz-dos-olhos-teus-tom-jobim-e-miucha/
(nao ouvi a música….)
Maio no dia 26 de Junho de 2008 às 12:50
Bingo margaridaa!!!
Se me permites, faço minhas as tuas palavras!!!
Já ouviste aquelas pérolas do Shivkumar Sharma (santoor) com o Hariprasad Chaurasia (flauta)? É muito, muito bom!…
Maio no dia 26 de Junho de 2008 às 12:52
Que giro!!! Até quando vai estar assim? A minha filha vai adorar!…
Margaridaa no dia 26 de Junho de 2008 às 13:47
…e, a quem isso interesse, à hora a que publico este post, o vídeo que a Xinha queria mostrar encontra-se disponível, até fiz o download via Keepvideo, antes que volte a desaparecer!!!
Maio no dia 26 de Junho de 2008 às 16:58
ESCURIDÃO – fascinante, esta literatura do século XIX. As fraudes do espiritismo, felizmente, tornaram-se sobejamente conhecidas. Quem será a pessoa de bom senso, hoje, que acredita que a alminha de um suposto druída Kardec ditou lá do além estas páginas ao sr Leon Hyppolyte? Na verdade, ele foi o iniciador da vaga que possibilita agora o disparate dos channellers (que é uma versão reciclada de um produto velho que já ninguém compra)
MAIS ESCURIDÃO – Ah… o disclosure project… Pura fantasia. Acreditam em coisas acerca das quais não têm uma única prova, daí que continuo a achar mais piada ao projecto Alexandra Solnado: pergunte que o céu responde, com vários cursos que ela vende a pedido de Jesus.
Margaridaa no dia 26 de Junho de 2008 às 17:00
Eu acredito.(Mas não te quero convencer de nada!)
admin no dia 26 de Junho de 2008 às 17:37
margaridaa, um verdadeiro iniciado não diz “taxa vibratória”. Se fazes favor aprendes comigo que sou um grande iniciado nos mistérios templários de Shamballa e dizes “frequência vibratória”!… Mas… Oh… Ooooooohhhhh… – Acabo de receber uma comunicação da nave de comando e… eu, o holograma galáctico do eu sou o eu sou, aconselho-te a não revelares esses segredos, pois os profanos não estão preparados para a verdade e não te compreenderão, podendo usar mal esses conhecimentos, podendo até avariar a máquina de limpar o karma planetário.
Melkizedec o canalizador celeste
admin no dia 26 de Junho de 2008 às 17:38
Acreditas na Alexandra Solnado?
Margaridaa no dia 26 de Junho de 2008 às 18:32
Sabes, Maio, (ou Melkizedec), eu tenho uma enorme admiração por ti e por tudo o que sabes , já to disse várias vezes. Mas há certos assuntos em que ficas rígido, pouco flexível, metes tudo no mesmo saco e acabou-se. Não é o tu teres uma opinião diferente da minha. Isso é claro, e não serás só tu, mas é a minha maneira de ver, e tal como eu disse no princípio do post, acho interessante conhecer formas de pensar diferentes. Mas a maneira como reages, parece a de certos políticos em campanha eleitoral, em que criticam a actuação dos adversários, mas não apresentam nada seu.
Quero eu dizer com isto : tenho reparado que a tua crítica é destrutiva, mas não apresentas nenhuma perspectiva tua. Humorizas com o Melkizedec, mas ficamos sem saber o que pensas tu. Poderias por exemplo dizer : não acredito em mais nada do que nesta vida, morro e pronto! Aí, ok, era o teu ponto de vista.Mas assim não…Parecemos o mundo, cada um certo de que está certo!!!e muito fechado na sua casca!!!
.. e ainda, obrigada pela correcção, frequência vibratória, certo!
…e…não conheço Alexandra Solnado!…Conheço o pai, grande humorista do seu tempo!
xinha no dia 26 de Junho de 2008 às 20:43
Margaridaa: tiraste a m. frase do contexto, falta aqui alguma coisa para se perceber melhor o que eu quis dizer. Uma coisa é ter opiniões, e todas as opiniões são válidas e merecem alguma atenção. Outra é botar discurso sobre as razões porque cada um tem as suas experiências. E naquele contexto, havia nitidamente uma posição de que, quem não vive determinadas tipo de experiências é porque tem limitações…ou não está preparado para as viver… A afirmação do Janus, era classificativa quanto às capacidades dos outros. Pretendia marcar diferenças, que só ele vê. Se uma pessoa se quer sentir mais alguma coisa que as outras porque passou ou viveu certas experiências, é livre de o fazer, mas está a criar um ambiente de desigualdade, e desconforto à sua volta que é desnecessário e não traz benefício a ninguém. Vou explicar melhor com um exemplo simples: se eu puder ver alguma coisa que outros, cegos, não vêem, não faz muito sentido eu dizer-lhes que eles não vêem porque não podem, pois não? É como se eu estivesse a insistir e a marcar bem a incapacidade deles, a posição deles em relação à minha. Não é simpático, não é amoroso, é desnecessário. (embora nalgumas situações dê jeito, seja tentador e saiba bem). E isto para não falar da possibilidade de eu própria estar completamente chalupa e enganada acerca de mim própria, o que é outra questão engraçada.
Quanto ás possibilidades de ver ou não certas coisas. Será que isso é importante? Se eu puder usar isso para benefício de todos, ok fixe, de resto o melhor é estar calada. É verdade que à medida que se desenvolvem determinados sentidos se vai percepcionando o mundo de forma diferente. Isso é um facto. Posso desenvolver a audição, e isso traz-me um retorno. Mas escutar mais sons, ou ver mais cores, não me traz nenhum ascendente sobre quem quer que seja, antes pelo contrário, só me ajuda a perceber o quanto todos somos e fazemos parte da mesma matéria. Por isso não faz sentido, andar para aí a dizer, olha eu já vivi isto, tu não, oh tadinho deve ser porque ainda não estás preparado, etc. Isso é pura vaidade, e como todos sabemos, quem vê brilho não vê corações.
admin no dia 26 de Junho de 2008 às 21:05
…e para rematar: qual é o vaidoso que não resiste a uma provocaçãozita quanto às suas capacidades? Não sei se estão a ver…é que este tipo de argumentos, acaba por arrastar outros da mesma espécie…puro devaneio…às vezes sabe bem..mas hhhh…vou ver as noticias
admin no dia 26 de Junho de 2008 às 21:07
o post anterior era meu
xinha_ ((( : P
Janus no dia 27 de Junho de 2008 às 0:18
É pá maio não sejas tão setembro…
relax bro…
catch a fire…
Margaridaa no dia 27 de Junho de 2008 às 7:18
Concordo com o que disseste, Xinha, mas…continuo a achar que se deve falar dos seus pontos de vista, mesmo que os seus pontos de vista sejam diferentes do resto das pessoas.É dentro desse meu ponto de vista que tive vontade de expor o que penso sobre a pluralidade dos mundos, mesmo que tenha consciência que esta minha visão não seja partilhada pela maioria.
xinha no dia 27 de Junho de 2008 às 10:52
Partilhar sim, inteiramente de acordo. mas fazer juizos de valor e classificações comporta sempre riscos.
Maio no dia 27 de Junho de 2008 às 11:52
«O Projecto Alexandra Solnado – Terapia da Alma é um projecto espiritual com uma forte vertente terapêutica. Tudo começou quando Alexandra Solnado viu Jesus pela primeira vez, em 28 de Março de 2002 e começou a escrever as mensagens que Ele passou a ditar a 1 de Setembro do mesmo ano.
Em Este Jesus Cristo que vos Fala – Livro 1, Jesus ditou, entre outras mensagens, um Curso denominado “Como se conectar com o céu sem deixar de andar por aqui…”. (…) Há uns anos, Alexandra Solnado passou por uma situação de enorme desespero, não lhe restando outra possibilidade senão confiar e entregar ao céu o destino desse caso tão delicado. A partir desse momento, o Universo começou a conspirar a seu favor. (…) Nunca imaginara que Jesus Cristo pudesse aparecer. Era tudo muito novo. Alexandra viu Jesus Cristo pela primeira vez a 28 de Março de 2002 e começou a escrever as suas mensagens a 1 de Setembro do mesmo ano»
in http://www.alexandrasolnado.com/index.html
“Hubble: 15 Years of Discovery”
http://avaxsphere.com/ebooks/science_books/astronomy_cosmology/Hubble_Discov.html
“The God Delusion”
http://rapidshare.com/files/5703958/godelusion.rar ”
Beijos e Abraços
Margaridaa no dia 27 de Junho de 2008 às 17:13
http://rapidshare.com/files/5703958/godelusion.rar
Maio, isto que baixei pede password para abrir.Arranjas?
O outro link antes deste não consegui abrir.
Margaridaa no dia 27 de Junho de 2008 às 20:11
Maio, belíssimas imagens no livro do Hubble.Este é um assunto que também me interessa muito, o espaço.Thanks!
Quanto à Alexandra Solnado, já fui ver ao site, mas não com muita atenção. Mas a ideia da conversa com Deus não é original.Em 1995 Neale Donald Walsh escreveu “Conversas com Deus”, partindo do mesmo princípio.São três livros , dos quais li dois. Há uma teoria que diz que temos o “eu profundo”, o que sabe mais que o eu que está mais à tona. É sob essa luz que gosto de ler o que é escrito, e no que toca a estes livros, gostei de ler.
Maio no dia 28 de Junho de 2008 às 1:42
margaridaa
chalaças à parte, o “Princípio da Pluralidade dos Mundos” tem um notável potencial de beleza poética. Tal como o Genesis ou o Apocalipse de S. João, entre tantos outros produtos daquilo que a humanidade tem de mais precioso – a sua imaginação criadora. Precioso, mas também perigoso. O problema começa quando as pessoas lêem estes textos como se fossem livros de História ou quando acreditam que contêm uma verdade independente de quaisquer factos objectivos. Aí perde-se a beleza mito-poética e forma-se a tal peçonha de que te falava noutro dia. Quando era miúdo, ainda achava que valia a pena argumentar com as Testemunhas de Jeová que me batiam à porta – e fi-lo muitas vezes. É claro que se eles acreditam que o mundo foi criado há 6400 anos por uma entidade a que chamam Jeová-Deus, que criou também o casal Adão e Eva, de quem descende toda a humanidade, de nada serve tentar explicar que estão enganados (a mim, pelo menos, parece-me óbvio e do mais elementar bom senso que estão enganados…). Creio que só um tótó acredita que Jesus pediu à Alexandra Solnado para vender um curso de… “Como se conectar com o céu sem deixar de andar por aqui”. Esta gente não é séria. E, infelizmente, há bué de tótós. O problema complica-se quando o que está em causa são crenças aparentemente plausíveis disseminadas em círculos que me poderão ser mais próximos, como por exemplo a crença na astrologia, na vida depois da morte, ou em extraterrestres e discos voadores. Parece-me bastante redutor achar que os meus amigos (e mais não sei quantos milhões de pessoas) são tótós. Acredito, ao contrário, que a verdade os libertará. Acalento, portanto, a esperança de que, no tempo que lhes resta até ao momento de regressarem às cinzas, ou à terra, possam encontrar na sua própria experiência, a luz do espírito claro e do coração puro que os liberte das grilhetas destas crenças que reputo como vãs e enganadoras e, infelizmente, em muitos casos, perigosas e desonestas. Penso muitas vezes nisto e, quando me confronto com a realidade, com o peso da omnipresença da peçonha, sei que a minha esperança é também ela vã. Mas de uma coisa tenho a certeza: no momento derradeiro, serão – seremos todos – iluminados pela verdade da cessação do ser. Para muitos, feliz ou infelizmente – ninguém sabe – esse instante iluminado será muito curto e não haverá tempo sequer para pedir, como Goethe, “mais luz”, nem tampouco para lamentar a brevidade desse relance. Na maior parte dos casos, nem há tempo sequer para perceber o que está a acontecer na fugaz eternidade desse instante.
«… De nada pode valer-te esse futuro sonho. Cercam-te ainda os homens que seguiram pela floresta o rasto que deixaste, furtivo e pardo na penumbra última»
(J.L. Borges – “Um Lobo”)
AQUI CHEGAMOS AO LIMITE DO COGNOSCÌVEL, AO REBORDO DO MUNDO… E AGARRADO AO TRONCO DE UMA ÁRVORE ALCANDORADA SOBRE O ABISMO (UM DAMASQUEIRO EM FLOR), CHUANG TZU TRINCOU UM FRUTO SUMARENTO ANTES DE SE PRECIPITAR NO ESPAÇO, EM QUEDA LIVRE
admin no dia 28 de Junho de 2008 às 2:30
Ah, desculpa, a pw para o magnífico livro do Dawkins – The God Delusion, é:
http://www.AvaxHome.ru
Mas este
http://depositfiles.com/files/413957
não pede pw
Margaridaa no dia 28 de Junho de 2008 às 9:19
Maio, isto das crenças é pano para muitas mangas e não acredito que leve a algum lugar discutir as diferenças. A minha leitura é que assim como uns acreditam, outros não acreditam. (Estando aqui concretamente eu, que acredito e tu que não acreditas.)
Respeito a tua maneira de ver, mas…chamar totós aos que acreditam é ir pelo mesmo caminho que os fanáticos religiosos que querem à viva força levar todo o resto do mundo pelo seu caminho.(E as guerras que se fizeram e fazem por causa disso, a última que me estou a lembrar foi aquela das caricaturas a Maomé).As certezas são de cada um, desde que não interfiram com a liberdade do outro. Afinal a tua certeza é tão provável como as outras certezas.
Tolerância com a diferença!Liberdade, (mas não só para os que compartilham os mesmos pontos de vista, que aí sim, é fácil ser tolerante!)
xinha no dia 28 de Junho de 2008 às 13:15
…eu tb acredito, como o Maio, que é a partir da experiência pessoal que devemos encontrar meios e formas para alcançar a liberdade/felicidade, mas, reparem, a Solnado tb pode dizer o mesmo. Teve umas visões e pronto…ficou maravilhada com isso…
Ainda ontem a propósito destas conversas, sonhei que andava numa missão qualquer com umas criaturas, umas humanas, umas espaciais. Havia uma que mais parecia um daqueles dinossauros dos Flinstones, tão a ver, com um focinho engraçado e orelhas minúsculas no alto da cabeça, não era deste planeta de certeza. Éramos todos amigos, mas quando acordei a meio da noite, senti-me assustada, parecia real, e percebi que não me sentia muito à vontade para lidar com aquela diferenças de focinhos. Bem, adiante…eu podia analisar isto de muitas maneiras, e uma hipótese era: bem, os ET’s andam de facto por aí, e esta noite estive com eles, que é uma forma de eles comunicarem com a malta sem criar muitas ondas. Agora imaginem eu a apregoar isto aos sete ventos, e a criar escolas, e filosofias sobre o assunto. E se houver promessa de felicidade no assunto, até posso ter sucesso no empreendimento, e ganhar umas massas. É isto que o Maio detesta, sobretudo porque acredita que todos possam ser desonestos. Eu acho que não, alguns estão tão convictos do que doutrinam, que nem se percebem que podem estar-se a enganar a eles mesmos. Mas isso não me faz confusão…cada um corre para o que lhe apetece… e não posso considerá-los tolos por aquilo que viveram, ou passaram…como poderia fazê-lo?
Eu acho que todos temos crenças, e não é isso que faz de nós totós. É mais o que fazemos com elas que pode fazer de nós ou dos outros totós. O que dizemos…a quem dizemos…a importância que lhes damos…
Bjinhos
Maio no dia 28 de Junho de 2008 às 13:16
Acerca de…
Os tótós e a tolerância pela diferença… e… as certezas de cada um desde que não interfiram com a liberdade do outro:
Tudo depende do nosso entendimento daquilo que é interferência. O elevado número de tótós que entregam o seu dinheiro aos inúmeros bruxos que anunciam nos jornais leva à necessidade de mudar as leis, pois as vítimas queixam-se de extorsão, depois de constatarem que não houve nenhuma magia para resolver os seus problemas. Tótós ou ingénuos, é óbvio que foram enganados.
Quando há gente que, a coberto da ciência (como as “psicólogas” que fazem incidir a sua peçonha sobre as crianças e que vendem terapia galáctica e outras baboseiras que tais…) divulga crenças que, como atestam inúmeros estudos de caso, se revelam prejudiciais às pessoas (desde logo porque impede o pensamento crítico e as torna mais estúpidas e dependentes dos caprichos de quem ganha o pão à custa da ignorância e da ingenuidade alheias), então, eu acho que há interferência.
Penso que devemos ser absolutamente intolerantes com a intolerância. A democracia não deve tolerar, por exemplo, as demonstrações públicas de ódio racial, religioso, etc. Em termos muito práticos, penso que nenhum de nós entregaria a saúde ou a educação de um filho a esta gente.
Um médico, por exemplo, trata-te em função de um conhecimento que apresenta um grau de fiabilidade bastante razoável, porque há procedimentos que o bom senso partilhado determina, com base em pesquisa, experimentação, etc. Se o meu filho tem uma pneumonia não precisa de bolinhas de açucar, defumadouros ou passes magnéticos. Teoricamente. é para isto que serve a educação. A peçonha, defendo eu, não deve ser ensinada. Se há gente que se deixa morrer porque Jeová-deus proibe um acto médico banal como uma transfusão de sangue, não as podemos impedir de morrer, a não ser que seja o nosso filho. Por isso, eu não quero essa gente à minha volta, nas ruas a espalharem a sua peçonha. E este exemplo é extensivo a muitos outros tipos de peçonha.
xinha no dia 28 de Junho de 2008 às 20:38
Tão giro! a personagem é amorosa!…e as expressões estão tão bem conseguidas que a empatia é imediata.
Holof. no dia 28 de Junho de 2008 às 21:37
Bem giro, sim! Gostei! Bixar?? Não era Pixar?…
Holof. no dia 28 de Junho de 2008 às 21:38
??????????!…
Margaridaa no dia 28 de Junho de 2008 às 22:38
…e de facto, fez-me sorrir!
Margaridaa no dia 28 de Junho de 2008 às 22:40
Bixar pelo que eu percebi é uma espécie de finta para não chamar a atenção, eh eh!
Margaridaa no dia 28 de Junho de 2008 às 22:45
Fico a pensar que não conheces.São de facto muito especiais, os Ena pá 2000, ou os irmãos catita. Se não conheceres , quando ouves pela primeira vez…é a surpresa!A letra é um bocadinho “hard”, mas eles são uns curtidos. O vocalista candidatou-se à presidência em 2001, e só para tu veres , vou postar o clip,(só o primeiro, tem muitos…) que estive a ver com o T. no outro dia.
Margaridaa no dia 28 de Junho de 2008 às 22:53
Estive a ver este clip com o T. e fartámo-nos de rir. Achei digno de ser aqui mostrado!
Holof. no dia 29 de Junho de 2008 às 9:12
Ahahaha!! Todas as campanhas deviam ter um candidato assim, são tão xatas…
Margaridaa no dia 29 de Junho de 2008 às 11:15
Maio
Podia deixar assim , que a conversa já vai longa.Mas este último comentário teu confirmou-me a impressão que tinha : sabes, quando algo corre mal entre um casal, por exemplo se é o homem que falha, a parte lesada fica a falar mal de todos os homens da terra. Assim me parece que é o que tu fazes. Certo, há charlatões, a peçonha, como tu lhes chamas, mas isso existe em todos os domínios. E depois há a parte do dinheiro, é verdade que só tens acesso a certos campos se tiveres dinheiro. Mas isso não quer dizer que a essência das coisas não exista . E acho francamente mau e limitador juntares tudo e considerares tudo igual. Há casos e casos.
Margaridaa no dia 29 de Junho de 2008 às 11:21
Ontem fiquei cheia de curiosidade , mas só agora pude ouvir.Gostei da versão “freedom”, mas do que eu gostei mesmo foi da letra da primeira música, linda!(Fez-me lembrar um pouco David Sylvian,temos sempre tendência a comparar com o que já conhecemos!)
Gostei!
Margaridaa no dia 29 de Junho de 2008 às 11:23
…olha, ainda não tinha reparado que vem mesmo a dizer “bixar” dentro do filminho…estranho…!
xinha no dia 30 de Junho de 2008 às 0:05
Este bocadinho soube-me muito bem. Hoje, e a esta hora, estava a precisar de um som assim… ‘cool’, não muito trepidante, onde pudesse repousar o espírito…Merci, estes Sound of Sunday tem sido deliciosos!
Maio no dia 30 de Junho de 2008 às 0:55
…e muito variados!…
…mas eu votava pela indicação do nome dos artistas!
Saudações ao grande Martus Mayer!
Holof. no dia 30 de Junho de 2008 às 0:57
De acordo com a xinha, uma delicia!
Para despegar…
Muito bom o terceiro tema!!
admin no dia 30 de Junho de 2008 às 10:31
mais um gif divertido…e colorido
((( : ) xinha
Holof. no dia 30 de Junho de 2008 às 19:12
Parecem as padeirinhas do forno de lenha da rua dos soeiros, uma delicia!
xinha no dia 30 de Junho de 2008 às 19:12
Eheh…viva o pãozinho fresco! E este das fotos tem mesmo bom aspecto…mhamm..mhamm..
Nada melhor que o nosso pão, feito na hora. Com as misturas de farinha e a quantidade de sal que gostamos.
Nunca mais fiz…e agora se fizesse, as primeiras vezes seriam experimentais, pois já nem sei a quantidade de fermento (natural – farinha fermentada) que teria que usar. Já lá vão mais de 20 anos para aí…Quem viveu na Arrábida deve-se lembrar do nosso maravilhoso pãozito acabado de fazer no forno a lenha. Dia de pão era sempre dia de festa…
E tu não fazes misturas, com passas, e nozes, ou assim…?
Maio no dia 1 de Julho de 2008 às 9:45
mnhaam, mnhaaam, mnhaaaam..
Maio no dia 1 de Julho de 2008 às 9:49
Um artista, o dardna, hein?
Parabéns
xinha no dia 1 de Julho de 2008 às 11:11
Ena..Holof. parece que ontem postamos à mesma hora , mesmo minuto… grande pontaria, as sincronias andam aí…
xinha no dia 1 de Julho de 2008 às 11:20
A ideia é boa, sobretudo porque não conheço o género em português-português.
Maio no dia 1 de Julho de 2008 às 11:41
ó xinha, e ainda por cima às 11:11!… Bem visto, sim senhora!…
Margaridaa no dia 1 de Julho de 2008 às 17:04
…e vocês não viram tudo : o post seguiu ás 15.51!!!
xinha no dia 1 de Julho de 2008 às 21:16
…eheh, estamos todos em sintonia ((( : )
Holof. no dia 2 de Julho de 2008 às 1:36
Curiosas imagens sim senhor! Boa!!
Portiir no dia 3 de Julho de 2008 às 10:06
Ola Margaridaa
Mando-te este link e, outra vez, não o ouvi…mas espero que seja o que eu penso
http://www.youtube.com/watch?v=lGjhFk4f8W0
Logo que possa vou verificar
Beijinhos
Margaridaa no dia 3 de Julho de 2008 às 10:37
Engraçado, portiir, tinha pensado exactamente nesta música, e entretanto passou. Boa lembrança!
xinha no dia 3 de Julho de 2008 às 11:07
‘The wonder’, está sempre presente… só precisamos é de estar atentos…
xinha no dia 3 de Julho de 2008 às 11:09
viajar…que bom…sem tempo..sem compromissos..
Margaridaa no dia 3 de Julho de 2008 às 11:16
(((:)
(Que falta que fazem aqui os smilies!)
Maio no dia 3 de Julho de 2008 às 13:09
Escreveu Ursula Kroeber LeGuinn (filha do grande antropólogo americano Alfred Kroeber) no seu genial “The Dispossessed” (Os Despojados) que
«a verdadeira viagem é o regresso».
Boa Viagem malta!!!
Beijos e Abraços
Holof. no dia 3 de Julho de 2008 às 19:40
Boa viagem!!
Maio no dia 5 de Julho de 2008 às 12:16
Genial!!!
Adorei!…
xinha no dia 5 de Julho de 2008 às 12:52
Excelente! Ginasta, malabarista, dançarino..reunir tudo e com qualidade é fantástico.
Holof. no dia 7 de Julho de 2008 às 0:09
No meu caso não é assim, não tenho nem telemovel…
Maio no dia 7 de Julho de 2008 às 18:47
Ei xinha, este é muito fixe (a gargalhada que salta é absolutamente irreprimível…), mas creio que já tinha sido postado aqui no linhas…
Holof. no dia 7 de Julho de 2008 às 20:35
É mesmo, já tinha sido postado mas a gargalhada foi igual!
xinha no dia 7 de Julho de 2008 às 22:04
Ah foi ?!…nunca tinha visto. Há uma outra animação com este gato a lutar com uma porta fechada. Não terá sido esse?
xinha no dia 7 de Julho de 2008 às 22:09
E pelo que parece, ambas dotadas e com talento para a música como o pai.
admin no dia 8 de Julho de 2008 às 12:01
E o CD tá aqui:
http://rapidshare.com/files/35959330/PPWOTWA.rar
xinha no dia 8 de Julho de 2008 às 19:53
Fixe! Vou já espreitar…
Holof. no dia 9 de Julho de 2008 às 0:05
A Putumayo tem várias colectâneas de vozes femeninas mas este para mim é o melhor. Boa escolha!
Holof. no dia 9 de Julho de 2008 às 0:13
HAR! HAR!
SMAC!
Maio no dia 9 de Julho de 2008 às 0:52
Boa escolha nakata!
Também já o conhecia do teu lote holof, e é muito bom, sim senhor!…
Maio no dia 9 de Julho de 2008 às 14:47
Eu gosto mais da música da Anoushka. Na Norah não achei novidade nenhuma.
Maio no dia 9 de Julho de 2008 às 21:25
Eis um bom ponto de partida:
http://vinilovigoteao.blogspot.com/2007/12/ozric-tentacles-waterfall-cities.html
Holof. no dia 9 de Julho de 2008 às 21:54
Grande pedalada, sim senhor! Não conhecia nem nunca ouvi falar, boa descoberta Maio!
xinha no dia 9 de Julho de 2008 às 22:51
Sim, sim… tb gosto disto, e de preferência instrumental como neste clip. Às vezes as emoções pedem uma coisa assim, e nada melhor que pôr o som bem, bem alto, a partir… e deixar o corpo vibrar por contágio, sem aditivos…altamente catártico…
Holof. no dia 10 de Julho de 2008 às 7:50
Maio, baixei esse album mas parece que está com defeito, não posso abrir e como fiquei com vontade de ouvir mais encontrei este:
http://rapidshare.com/files/59534779/ozten_jurassic_shift_ex.rar
Maio no dia 10 de Julho de 2008 às 9:32
holof, há um site que tem a discografia completa (menos 3 recentes ao vivo, que terei ainda de procurar), mas atenção que a maior parte deles está em formato OGG (há alguns em MP3, e isso está indicado no link). A mim não me faz diferença porque estou a gravá-los em audio e o meu software de gravação reconhece o formato OGG. Se o formato não te aborrecer (o OGG tem a vantagem de não ter perda de qualidade sonora face ao original e não ocupa muito espaço), é em
http://sakallimusic2.blogspot.com/
Aqui há até a reedição dos seis primeiros albuns que, na década de 80, só sairam em K7, mas estes ainda não ouvi. Por agora, já ouvi uns seis dos treze albuns de estúdio e não há nenhum de que não tenha gostado. Absolutamente tripante!…
Caso o OGG não te sirva, resta procurar através do blogscope (http://www.blogscope.net/) pondo na caixa de pesquisa “ozric+nome do album”. Do conjunto de resultados (que se podem prever pondo apenas o rato em cima, sem ter de abrir as páginas) há-de haver algum que sirva para baixar!
Grande stonão estes ozrics!. (se fosse livre, estaria batido no próximo festival de Glastonbury para vê-los ao vivo…)
Abraço
Maio no dia 10 de Julho de 2008 às 17:08
Sim Holof, estive a ouvir pela 2ª vez o Jurassic Shift e é muito, muito bom!… Dos melhores!…
Maio no dia 11 de Julho de 2008 às 0:58
Ai que grande festinha, desde a cabeça até chegar ao fim do gato…
Maio no dia 11 de Julho de 2008 às 23:49
Boa batida, sim senhora!
O que me impressionou mais foi um videozinho que têm lá no myspace em que eles estão a gravar overdubs em casa, com um portátil, microfones, instrumentos e pouco mais… Fantástico!
Maio no dia 12 de Julho de 2008 às 0:15
Para os fãs da Ane Brun: “Live in Scandinavia”
http://evrensellmuzik.blogspot.com/2008/07/ane-brun-live-in-scandinavia.html
Holof. no dia 12 de Julho de 2008 às 8:51
Bom som! Sim, parece o Fela Kuti…
(o que quer dizer grasspoppers?)
Holof. no dia 12 de Julho de 2008 às 9:18
Aqui a sexta-feira chamamos “San Viernes”. O fim de semana começa depois de almoço, assim que posso dormir uma boa sesta espanhola.
Obrigado pelo link Maio, tenho esse album a baixar no soulseek desde o post do Nakata mas só chagaram 2 ou 3 temas. Mas consequi outro que se chama “Duets”, se alguem quiser posso subir ao 4shared…
xinha no dia 12 de Julho de 2008 às 12:21