É verdade, por vezes duvido . De quê? Bem, do que somos uns para os outros, da importância das coisas, do que se sente, dos efeitos da distância, … se estou certa em acreditar , …
Depois vem certas alturas, certos momentos, em que volto a acreditar. Acreditar que não sou a única, que não sou única a ser como sou nem a sentir o que sinto, e que vocês, (que tão importantes são para mim), estão aí.
E é nisto que gosto de acreditar, acreditar que, apesar da distância efectiva, somos capazes de construir pontes, janelas e portas, estendermos a mão, tocarmo-nos.
Para mim é PRECIOSO saber que estão aí.
















