11 de Junho 2008 às 22:55

blue pill or red pill?

posted by janus


3 Comentários

  1. Margaridaa no dia 12 de Junho de 2008 às 10:36

    Matrix…eu sei que gostaste muito. Nunca vi, mas fiquei com curiosidade.(Não sei porquê, cheira-me a que isto seja uma cena do início!)

  2. Anonymous no dia 12 de Junho de 2008 às 11:58

    Se por acaso imaginamos que já conquistamos alguma dimensão surpreendente, e que com isso obtemos alguma espécie de visão superior, estamos completamente enganados. É que para lá do que pensamos que alcançamos há sempre mais qualquer coisa que ainda não imaginamos. E assim sucessivamente…Enquanto houver a ideia de que se pode alcançar alguma coisa, haverá sempre mais alguma coisa por alcançar…Não há nada para obter, nada para conquistar a não ser libertar-nos de todas as ideias que pensamos serem plataformas absolutas e seguras para a nossa imensa incapacidade de lidarmos com o caos…Só há destinos e karmas para quem se sente preso e limitado, escravo das suas próprias amarras…
    xinha

  3. Anonymous no dia 12 de Junho de 2008 às 18:06

    Filme fantástico. Deliciosa fantasia, tão rica que permite até leituras antagónicas…
    Mas eis-te a dar no ponto essencial, xinha! É exactamente esse o ensinamento de Ramana Maharshi (e, num outro plano, do filósofo Krishnamurti). Matrix, ou Maya, convencem-nos que existem coisas como “iniciações” e coisas a atingir, de maneira que não vemos a floresta por causa das árvores…

    Maio

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