ah eu lembro-me.. eram bem giras. mas todas clandestinas e sem saneamento básico, que eu tb me lembro do meu pai me falar nisto (ele dirigia o departamento de urbamismo de Almada e às vezes falava destes problemas)
Fiquei a pensar no que disseste, xinha, e se por um lado tens razão, por outro lado a uniformização que cada vez mais se faz sentir, cada vez com mais regras,cada vez a fazer com que as coisas fiquem mais iguais,causa-me profundo desagrado.E não estou a falar só concretamente destas casas clandestinas, vem-me à cabeça a fruta normalizada, as lojas iguais (aqui e noutros países), a fabricação do queijo…é um nunca acabar de exemplos.
Viva a diferença!!!!
Maio
no dia 21 de Março de 2009 às 9:33
Documentos preciosíssimos para quem se debruça sobre a ocupação do interface litoral. Poderás dizer-me a que ano se reportam estas imagens?
Margaridaa
no dia 21 de Março de 2009 às 11:30
1986.
O incrível é que me lembro perfeitamente do momento em que as tirei!
Anónimo
no dia 21 de Março de 2009 às 11:34
Sim, Margaridaa, tb partilho da mesma opinião, mas isso não tem nada a ver com saneamento, e construção em terrenos não aprovados, que são bons para a agricultura,por exp., ou que estão em cima de arribas q se podem deslocar, ou perto de mais da água, em dunas etc..
Uma coisa é estética, que tb tem e deve ter algumas regras, pelo menos em certos sítios, outra são as infra-estruturas, os locais.. as regiões, parques naturais protegidos etc..
Anónimo
no dia 21 de Março de 2009 às 11:36
Quanto à estética, eu lembro-me de andar a ver essas casinhas c o meu pai, aí e na Trafaria, e ele achava imensa piada ás soluçõs mais naifs, ao modo ingénuo mas belo com que cada um com os poucos recursos a que tinha acesso, conseguia criar..
7 Comentários
xinha no dia 20 de Março de 2009 às 9:54
ah eu lembro-me.. eram bem giras. mas todas clandestinas e sem saneamento básico, que eu tb me lembro do meu pai me falar nisto (ele dirigia o departamento de urbamismo de Almada e às vezes falava destes problemas)
Inês A. no dia 20 de Março de 2009 às 22:00
Que cores fantásticas!
Margaridaa no dia 21 de Março de 2009 às 8:51
Fiquei a pensar no que disseste, xinha, e se por um lado tens razão, por outro lado a uniformização que cada vez mais se faz sentir, cada vez com mais regras,cada vez a fazer com que as coisas fiquem mais iguais,causa-me profundo desagrado.E não estou a falar só concretamente destas casas clandestinas, vem-me à cabeça a fruta normalizada, as lojas iguais (aqui e noutros países), a fabricação do queijo…é um nunca acabar de exemplos.
Viva a diferença!!!!
Maio no dia 21 de Março de 2009 às 9:33
Documentos preciosíssimos para quem se debruça sobre a ocupação do interface litoral. Poderás dizer-me a que ano se reportam estas imagens?
Margaridaa no dia 21 de Março de 2009 às 11:30
1986.
O incrível é que me lembro perfeitamente do momento em que as tirei!
Anónimo no dia 21 de Março de 2009 às 11:34
Sim, Margaridaa, tb partilho da mesma opinião, mas isso não tem nada a ver com saneamento, e construção em terrenos não aprovados, que são bons para a agricultura,por exp., ou que estão em cima de arribas q se podem deslocar, ou perto de mais da água, em dunas etc..
Uma coisa é estética, que tb tem e deve ter algumas regras, pelo menos em certos sítios, outra são as infra-estruturas, os locais.. as regiões, parques naturais protegidos etc..
Anónimo no dia 21 de Março de 2009 às 11:36
Quanto à estética, eu lembro-me de andar a ver essas casinhas c o meu pai, aí e na Trafaria, e ele achava imensa piada ás soluçõs mais naifs, ao modo ingénuo mas belo com que cada um com os poucos recursos a que tinha acesso, conseguia criar..
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