12 de Julho 2008 às 20:25
Bob Dylan forever. Ontem, em Algés, foi mais ou menos igual, só que em vez da guitarra, preferiu o piano. Tocou algumas daquelas músicas que todos esperávamos, mas não como esperávamos. Versões às vezes quase irreconhecíveis, diferentes mas igualmente boas, em ritmo blues. Sem artifícios ou efeitos especiais. Só a música.
I hope you enjoy. Eu gostei muito do concerto.

















3 Comentários
Holof. no dia 13 de Julho de 2008 às 9:11
Vi na televisão parte do concerto do “Rock in Rio” de Madrid e fiquei um pouco decepcionado pois acho que refugiou-se demasiado nos blues, que é um ritmo que sempre funciona mas eu talvez esperava algo mais… Mas mesmo assim é o Dylan… grande… bravo!!
Maio no dia 13 de Julho de 2008 às 11:56
Confesso que sou um grande admirador da música de determinados momentos do Bob Dylan (a última pérola que descobri foi “The Gaslight Tapes”, de 1962 – genial!!!). Mas ao longo dos últimos anos tenho ouvido, de modo esparso, alguns temas… e já não me entusiasma. Confesso que deixei de me interessar pela música dele… A arqueologia, contudo, continua a revelar muitas jóias (outra: “Songs for Bonnie: The Minnesota Hotel Tapes”, de 1961) Mas para os fãs, um concerto ao vivo é sempre um momento irrepetível!…
xinha no dia 13 de Julho de 2008 às 12:39
Reconheço-lhe a arte, o génio, o carisma, e gosto bastante de algumas músicas, mas, confesso, nunca fui fã. Hoje além de desactualizado, parece-me ter perdido qualidade. Mas enfim, a personagem tem bastante valor, e se tivesse ido lá (ao festival Oeiras) talvez fosse espreitar o seu concerto, prestar-lhe a minha homenagem… pela música, activismo e coragem da sua juventude.
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