Omiri é um projecto de Vasco Ribeiro Casais (Dazkarieh) e Tiago Pereira (vídeo-jocking), uma proposta arrojada onde o baile tem um cenário: a tela de projecção onde dançam Wim Wandekeybus, William Forsythe, ou o Sr. António a bailar o Galandum.
A mistura de instrumentos estranhos e programações de Vasco Ribeiro Casais com a visão irreverente de Tiago Pereira misturam música “trad” e vídeo em tempo real, sintetizadores e matanças do porco, chouriças e Nyckelarpas com distorção, pessoas das aldeias que dançam e cantam ladaínhas actuais porque são e sempre foram de hoje. Tocar, dançar – e criar …
xinha
no dia 18 de Fevereiro de 2010 às 17:30
têm piada.. gosto deste som, assim meio rock, meio psicadélico, meio folk. e o de baixo, meio electrónico, mais os instrumentos estranhos.. muito fixe. e nacional ainda por cima.
e eles tem discos?
Holof.
no dia 18 de Fevereiro de 2010 às 20:01
Sim senhor!! Boa pedalada, grande descoberta 13!
Anónimo
no dia 18 de Fevereiro de 2010 às 21:00
“Dentro da Matriz” é o nome do disco de estreia de OMIRI.
É um disco essencialmente instrumental, em que todos os temas correspondem a uma dança específica, sobretudo danças tradicionais portuguesas (Repasseado, Malhão, Valsa, Mazurca, Chotiça, etc.), e ainda com a colaboração de Né Ladeiras no único tema cantado do disco “Malhão do Vento”.
13
no dia 18 de Fevereiro de 2010 às 21:28
Não sei porque o anterior saiu anónimo ?!?!…
13
Margaridaa
no dia 19 de Fevereiro de 2010 às 11:11
A ideia está gira, contagiante, onde a imagem tem um papel importante, cumplice da música. (Curiosidade em saber como reagiu o público: a dançar?)
Aquele instrumento (o “violino”) é lindíssimo, para além do som.
6 Comentários
13 no dia 18 de Fevereiro de 2010 às 11:53
Omiri é um projecto de Vasco Ribeiro Casais (Dazkarieh) e Tiago Pereira (vídeo-jocking), uma proposta arrojada onde o baile tem um cenário: a tela de projecção onde dançam Wim Wandekeybus, William Forsythe, ou o Sr. António a bailar o Galandum.
A mistura de instrumentos estranhos e programações de Vasco Ribeiro Casais com a visão irreverente de Tiago Pereira misturam música “trad” e vídeo em tempo real, sintetizadores e matanças do porco, chouriças e Nyckelarpas com distorção, pessoas das aldeias que dançam e cantam ladaínhas actuais porque são e sempre foram de hoje. Tocar, dançar – e criar …
xinha no dia 18 de Fevereiro de 2010 às 17:30
têm piada.. gosto deste som, assim meio rock, meio psicadélico, meio folk. e o de baixo, meio electrónico, mais os instrumentos estranhos.. muito fixe. e nacional ainda por cima.
e eles tem discos?
Holof. no dia 18 de Fevereiro de 2010 às 20:01
Sim senhor!! Boa pedalada, grande descoberta 13!
Anónimo no dia 18 de Fevereiro de 2010 às 21:00
“Dentro da Matriz” é o nome do disco de estreia de OMIRI.
É um disco essencialmente instrumental, em que todos os temas correspondem a uma dança específica, sobretudo danças tradicionais portuguesas (Repasseado, Malhão, Valsa, Mazurca, Chotiça, etc.), e ainda com a colaboração de Né Ladeiras no único tema cantado do disco “Malhão do Vento”.
13 no dia 18 de Fevereiro de 2010 às 21:28
Não sei porque o anterior saiu anónimo ?!?!…
13
Margaridaa no dia 19 de Fevereiro de 2010 às 11:11
A ideia está gira, contagiante, onde a imagem tem um papel importante, cumplice da música. (Curiosidade em saber como reagiu o público: a dançar?)
Aquele instrumento (o “violino”) é lindíssimo, para além do som.
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