Ah! tenho este disco, o nº 1. Tem algumas músicas excelentes. Boa escolha para nos consolar a alma depois da visão da desgraça do conjunto de imagens pelos Direitos Humanos. E agora aproveito e pergunto: e então os direitos dos bichos? e dos rios? e dos mares? e dos céus? e da terra do chão? O que tem os homens a mais e de tão importante que seja mais que tudo o resto?
Maio
no dia 14 de Dezembro de 2008 às 20:01
Sim belo som holof!…
Xinha, custa-me a entender a tua pergunta. É certo que os piolhos, as baratas, os percevejos e até os virus têm direitos. Será que não percebes porque serão os direitos humanos mais importantes que os direitos do resto do mundo vivo – do vírus da gripe, por exemplo? Queres formar um núcleo de activistas para a defesa do ebola ou do hiv?
xinha
no dia 14 de Dezembro de 2008 às 21:48
Sim, as bactérias e virús tb tem direito à vida, e eu não faço nenhum drama se tiver que usar um anti-bacteriano para combater ou salvar a ‘pele’, para defender a minha vida… e só por isso. Mas elas fazem parte deste todo que é a vida, e combatê-las por desporto, só iria desequilibrar o conjunto. Com o resto é o mesmo. E é a isso que eu me refiro.
Não, eu não consigo perceber porque deverão os direitos da nossa espécie ser mais importante que os das outras. Identifico-me de imediato com os que me são semelhantes, é certo, mas o respeito pelo próximo, não o limito à vida dos humanos. Quando se fala de direitos humanos, apela-se a quê? À consciência.. ao respeito pela forma de existência do outro, qualquer que seja? E então que consciência é essa que consegue respeitar um semelhante e não um diferente? E é aqui que começa a desgraça. A consciência se é disso que se trata, e o respeito pela vida, deverá ser uma coisa limitada? Quanto mais categorizamos e criamos diferenças, menos visão de conjunto, mais limitados nos tornamos. É o modo de pensar que me parece pequenino e distorcido, será que me percebes? Se tu diferencias aqui, vais fazê-lo com muita facilidade ali. Tendo em conta a tua formação, eu percebo o teu interesse no assunto, Maio, muito louvável e a propósito com as comemorações da data por todo o mundo, e até participei na iniciativa. Mas não consigo deixar de me manifestar na defesa de uma consciência mais abrangente e universalista. É só isso.
Maio
no dia 14 de Dezembro de 2008 às 22:56
Continuo a não perceber, pois acho que estás a confundir tudo. Desvalorizas o que qualificas de “limitado” em prol de uma “consciência mais abrangente e universalista”, mas há metafísica bastante em não pensar em nada, lembras-te?. Mostrar imagens que apelem para o problema das violações de direitos humanos parece-te “uma desgraça”, mas falas dos direitos dos rios, dos animais, dos céus, do chão (?)…
Creio que precisas focalizar a consciência, delimitar os objectos a que se dirigem as tuas intenções. Concentrar em vez de dispersar e diluir. Sò há consciência com conteúdo, pois a consciência é sempre consciência de alguma coisa, mais não seja de si própria – e aqui é que está o problema: apalpas a tromba ao elefante e prontamente dizes que é uma serpente.
Uma coisa é afirmar um vagamente búdico princípio de respeito pelo mundo vivo referido ao que metafisicamente costuma surgir na expressão “todos os seres” (do tipo “não mates esse mosquito porque nele pode estar a alma do teu avô” – um provérbio que não se aplica, certamente, em regiões onde grassa a malária). Isso ensinou-me muito cedo o meu pai – a não matar nem ferir. Isso é “ahimsa”, ou inofensividade. Estamos de acordo.
Outra coisa é a afirmação política desses (e de outros) princípios tal como a encontras, por exemplo, na Declaração Universal dos Direitos do Homem. Tu tens todo direito a achar que esse modo de pensar é “distorcido e pequenino” . A mim parece-me, ao contrário, que é recto, grandioso, justo, bom, generoso e fecundo. Talvez aches que os que pensam assim são pessoas básicas, alienadas, que não estão à altura dos que pensam nos animais, nos rios no céu e no chão.
Entre nós não há entendimento possível e, como antes se provou, a troca de argumentos não nos leva a parte nenhuma a não ser a uma perda de tempo.
Margaridaa
no dia 15 de Dezembro de 2008 às 6:33
Vocês fazem-me pensar na imagem que eu postei abaixo do conjunto (só vem separada porque não cabia no conjunto),pelo direito de ser diferente.As diferenças existem e estamos sempre a constatá-las no dia a dia. Tão legítimo é o ponto de vista de um como o de outro, é o conjunto de ideias que torna os projectos ricos e diversificados.Os direitos humanos não excluem os direitos dos animais, nem vice-versa.
Neste caso tenho que dizer que gostei da tua ideia, Maio, em concretizar este “mural” relativo aos direitos humanos. Mas nada te impede, Xinha, de avançares igualmente com uma ideia que exponha os teus ideais.Ao lado deste projecto(dos direitos humanos), como complemento, e não como oposição.
Maio
no dia 15 de Dezembro de 2008 às 9:34
Certo!
xinha
no dia 15 de Dezembro de 2008 às 12:12
Não, ninguém me ouviu aqui dizer não à Declaração. Ninguém me ouviu desvalorizar ou chamar pequenino a esses ideais. E se lerem bem, vão ver que ninguém falou em metafísica, ou budismos. Isso é apenas a tua interprretação Maio. Eu apenas aproveitei a questão da consciência para alargar horizontes. Porque apesar de mto louvável e grandiosa que seja essa Declaração, considero que é pequeno se se ficar por aí.
Quanto à consciência, lamento dizer-te, mas pela minha experiência, e de mais uns milhões, sei que se te conseguires de facto concentrar bem num ponto acabas por conseguir ver o todo. E essa experiência não me abandonará nunca mais, e tem implicações no modo de ver e conduzir a m.vida. Talvez eu seja provocatória sim, mas não me parece que seja confusa. Quem deu aqui exemplos verdadeiramente confusos e baralhativos não fui eu. Então explica lá: 1º dizes que devo focar, para não dispersar, para logo a seguir dizeres em tom acusatório, que se me concentrar só na tromba não vejo mais que a serpente. Então, devo ou não ver mais que a tromba? Ou será que não percebi bem?
Mas margaridaa, eu não estou em desacordo com ninguém. É verdade que reclamei ao principio a forma como a ideia foi apresentada, e visionei logo um mural de horrores. Mas depois até acabei por achar positivo participar. Mas isso não impede que agora tente alargar um pouco a perspectiva. E claro, que encontre resistências (talvez por resposta à minha anterior resistência, eheh), nada de anormal. ou de imprevisível.
Margaridaa, as minhas ideias estão aí. Não tenho propostas para murais, nem tento seduzir ninguém a andar no mesmo sentido que eu. Sobretudo se são adultos e crescidos.
Margaridaa
no dia 15 de Dezembro de 2008 às 19:10
Bom, controvérsia à parte, tenho de reagir à última parte do teu comentário, Xinha….”nem tento seduzir ninguém a andar no mesmo sentido que eu. Sobretudo se são adultos e crescidos.”
POis, é pena, e eu não me quero incluir nesse grupo dos adultos e crescidos, se isso significar menos troca. Gosto imenso da sensação de receber o entusiasmo de “outrém”,esse outrém a falar entusiasmado do sentido do seu caminho, mesmo que não seja o mesmo sentido que o meu.Dessa vontade que vem de dentro, de mostrar o que se gosta, com entusiasmo.
Não quero fazer parte dos adultos crescidos, com ar sério…bem, estou a lembrar-me do principezinho, e acho que já exprimi a minha ideia.
13
no dia 15 de Dezembro de 2008 às 19:59
Muito fixe !!
xinha
no dia 15 de Dezembro de 2008 às 21:21
Margaridaa: eu penso que consigo transmitir com entusiasmo as minhas ideias, mas não ando por aí a dizer: ok, agora venho pedir-vos para criar isto, assim e assim. Vão aos jornais, mexam-se, etc… Há maneiras e maneiras de arrastar os outros sem que isso se possa tornar uma obrigação para ninguém. Aliás tu viste a percentagem de participação. Se alguns não tivessem escolhido mais que uma imagem, o mural seriam 5 fotos. Bem, já não é maus de todo. Mas na minha opinião, a coisa ou aparecia de forma espontânea, ou pareceu que estávamos na escola. Nada foi deixado à discussão. Uma pessoa propôs, a outra alinhou, e já está. Está decidido.
Eu concordo q há coisas giras que se podem fazer, e as intenções são sempre as melhores, eu nem duvido disso. Mas enfim.. não sejamos ingénuos.
Apesar do meu lado mais crítico, e analítico, eu acho, e estou-me a repetir, que a iniciativa até acabou por gerar alguma dinâmica, o que é sempre positivo. Venham mais, mas por favor, ponham a coisa a debate, senão parece que andamos todos a reboque, sem cabeça para pensar.
Margaridaa
no dia 16 de Dezembro de 2008 às 6:39
Acho que aqui há nítida diferença entre a nossa maneira de pensar.
Aquilo que é emitido nem sempre é recebido da mesma maneira.
Neste caso foi lançada uma ideia e o debate traduziu-se na aceitação ou não, na receptividade ou na não participação.Ninguém obrigou ninguém a participar.Se eu estou a defender esta ideia, é porque ela me é cara, e o que eu desejaria era que houvesse mais desafios destes, pôr as pessoas a realizar coisas.(Já o Janus e a Amorena tinham feito isso.).Mas sempre dentro do livre arbítrio.
Claro que é mais cómodo e seguro uma pessoa não se mexer, não tomar iniciativa, assim já não se expõe a críticas.Mas não é essa atitude que eu defendo.Já há muita gente assim.Volto a dizer : boa, Maio!Quem é o seguinte a propôr? Alinho!Alinho!
12 Comentários
Margaridaa no dia 14 de Dezembro de 2008 às 9:29
Gosto muito deste som!
xinha no dia 14 de Dezembro de 2008 às 19:02
Ah! tenho este disco, o nº 1. Tem algumas músicas excelentes. Boa escolha para nos consolar a alma depois da visão da desgraça do conjunto de imagens pelos Direitos Humanos. E agora aproveito e pergunto: e então os direitos dos bichos? e dos rios? e dos mares? e dos céus? e da terra do chão? O que tem os homens a mais e de tão importante que seja mais que tudo o resto?
Maio no dia 14 de Dezembro de 2008 às 20:01
Sim belo som holof!…
Xinha, custa-me a entender a tua pergunta. É certo que os piolhos, as baratas, os percevejos e até os virus têm direitos. Será que não percebes porque serão os direitos humanos mais importantes que os direitos do resto do mundo vivo – do vírus da gripe, por exemplo? Queres formar um núcleo de activistas para a defesa do ebola ou do hiv?
xinha no dia 14 de Dezembro de 2008 às 21:48
Sim, as bactérias e virús tb tem direito à vida, e eu não faço nenhum drama se tiver que usar um anti-bacteriano para combater ou salvar a ‘pele’, para defender a minha vida… e só por isso. Mas elas fazem parte deste todo que é a vida, e combatê-las por desporto, só iria desequilibrar o conjunto. Com o resto é o mesmo. E é a isso que eu me refiro.
Não, eu não consigo perceber porque deverão os direitos da nossa espécie ser mais importante que os das outras. Identifico-me de imediato com os que me são semelhantes, é certo, mas o respeito pelo próximo, não o limito à vida dos humanos. Quando se fala de direitos humanos, apela-se a quê? À consciência.. ao respeito pela forma de existência do outro, qualquer que seja? E então que consciência é essa que consegue respeitar um semelhante e não um diferente? E é aqui que começa a desgraça. A consciência se é disso que se trata, e o respeito pela vida, deverá ser uma coisa limitada? Quanto mais categorizamos e criamos diferenças, menos visão de conjunto, mais limitados nos tornamos. É o modo de pensar que me parece pequenino e distorcido, será que me percebes? Se tu diferencias aqui, vais fazê-lo com muita facilidade ali. Tendo em conta a tua formação, eu percebo o teu interesse no assunto, Maio, muito louvável e a propósito com as comemorações da data por todo o mundo, e até participei na iniciativa. Mas não consigo deixar de me manifestar na defesa de uma consciência mais abrangente e universalista. É só isso.
Maio no dia 14 de Dezembro de 2008 às 22:56
Continuo a não perceber, pois acho que estás a confundir tudo. Desvalorizas o que qualificas de “limitado” em prol de uma “consciência mais abrangente e universalista”, mas há metafísica bastante em não pensar em nada, lembras-te?. Mostrar imagens que apelem para o problema das violações de direitos humanos parece-te “uma desgraça”, mas falas dos direitos dos rios, dos animais, dos céus, do chão (?)…
Creio que precisas focalizar a consciência, delimitar os objectos a que se dirigem as tuas intenções. Concentrar em vez de dispersar e diluir. Sò há consciência com conteúdo, pois a consciência é sempre consciência de alguma coisa, mais não seja de si própria – e aqui é que está o problema: apalpas a tromba ao elefante e prontamente dizes que é uma serpente.
Uma coisa é afirmar um vagamente búdico princípio de respeito pelo mundo vivo referido ao que metafisicamente costuma surgir na expressão “todos os seres” (do tipo “não mates esse mosquito porque nele pode estar a alma do teu avô” – um provérbio que não se aplica, certamente, em regiões onde grassa a malária). Isso ensinou-me muito cedo o meu pai – a não matar nem ferir. Isso é “ahimsa”, ou inofensividade. Estamos de acordo.
Outra coisa é a afirmação política desses (e de outros) princípios tal como a encontras, por exemplo, na Declaração Universal dos Direitos do Homem. Tu tens todo direito a achar que esse modo de pensar é “distorcido e pequenino” . A mim parece-me, ao contrário, que é recto, grandioso, justo, bom, generoso e fecundo. Talvez aches que os que pensam assim são pessoas básicas, alienadas, que não estão à altura dos que pensam nos animais, nos rios no céu e no chão.
Entre nós não há entendimento possível e, como antes se provou, a troca de argumentos não nos leva a parte nenhuma a não ser a uma perda de tempo.
Margaridaa no dia 15 de Dezembro de 2008 às 6:33
Vocês fazem-me pensar na imagem que eu postei abaixo do conjunto (só vem separada porque não cabia no conjunto),pelo direito de ser diferente.As diferenças existem e estamos sempre a constatá-las no dia a dia. Tão legítimo é o ponto de vista de um como o de outro, é o conjunto de ideias que torna os projectos ricos e diversificados.Os direitos humanos não excluem os direitos dos animais, nem vice-versa.
Neste caso tenho que dizer que gostei da tua ideia, Maio, em concretizar este “mural” relativo aos direitos humanos. Mas nada te impede, Xinha, de avançares igualmente com uma ideia que exponha os teus ideais.Ao lado deste projecto(dos direitos humanos), como complemento, e não como oposição.
Maio no dia 15 de Dezembro de 2008 às 9:34
Certo!
xinha no dia 15 de Dezembro de 2008 às 12:12
Não, ninguém me ouviu aqui dizer não à Declaração. Ninguém me ouviu desvalorizar ou chamar pequenino a esses ideais. E se lerem bem, vão ver que ninguém falou em metafísica, ou budismos. Isso é apenas a tua interprretação Maio. Eu apenas aproveitei a questão da consciência para alargar horizontes. Porque apesar de mto louvável e grandiosa que seja essa Declaração, considero que é pequeno se se ficar por aí.
Quanto à consciência, lamento dizer-te, mas pela minha experiência, e de mais uns milhões, sei que se te conseguires de facto concentrar bem num ponto acabas por conseguir ver o todo. E essa experiência não me abandonará nunca mais, e tem implicações no modo de ver e conduzir a m.vida. Talvez eu seja provocatória sim, mas não me parece que seja confusa. Quem deu aqui exemplos verdadeiramente confusos e baralhativos não fui eu. Então explica lá: 1º dizes que devo focar, para não dispersar, para logo a seguir dizeres em tom acusatório, que se me concentrar só na tromba não vejo mais que a serpente. Então, devo ou não ver mais que a tromba? Ou será que não percebi bem?
Mas margaridaa, eu não estou em desacordo com ninguém. É verdade que reclamei ao principio a forma como a ideia foi apresentada, e visionei logo um mural de horrores. Mas depois até acabei por achar positivo participar. Mas isso não impede que agora tente alargar um pouco a perspectiva. E claro, que encontre resistências (talvez por resposta à minha anterior resistência, eheh), nada de anormal. ou de imprevisível.
Margaridaa, as minhas ideias estão aí. Não tenho propostas para murais, nem tento seduzir ninguém a andar no mesmo sentido que eu. Sobretudo se são adultos e crescidos.
Margaridaa no dia 15 de Dezembro de 2008 às 19:10
Bom, controvérsia à parte, tenho de reagir à última parte do teu comentário, Xinha….”nem tento seduzir ninguém a andar no mesmo sentido que eu. Sobretudo se são adultos e crescidos.”
POis, é pena, e eu não me quero incluir nesse grupo dos adultos e crescidos, se isso significar menos troca. Gosto imenso da sensação de receber o entusiasmo de “outrém”,esse outrém a falar entusiasmado do sentido do seu caminho, mesmo que não seja o mesmo sentido que o meu.Dessa vontade que vem de dentro, de mostrar o que se gosta, com entusiasmo.
Não quero fazer parte dos adultos crescidos, com ar sério…bem, estou a lembrar-me do principezinho, e acho que já exprimi a minha ideia.
13 no dia 15 de Dezembro de 2008 às 19:59
Muito fixe !!
xinha no dia 15 de Dezembro de 2008 às 21:21
Margaridaa: eu penso que consigo transmitir com entusiasmo as minhas ideias, mas não ando por aí a dizer: ok, agora venho pedir-vos para criar isto, assim e assim. Vão aos jornais, mexam-se, etc… Há maneiras e maneiras de arrastar os outros sem que isso se possa tornar uma obrigação para ninguém. Aliás tu viste a percentagem de participação. Se alguns não tivessem escolhido mais que uma imagem, o mural seriam 5 fotos. Bem, já não é maus de todo. Mas na minha opinião, a coisa ou aparecia de forma espontânea, ou pareceu que estávamos na escola. Nada foi deixado à discussão. Uma pessoa propôs, a outra alinhou, e já está. Está decidido.
Eu concordo q há coisas giras que se podem fazer, e as intenções são sempre as melhores, eu nem duvido disso. Mas enfim.. não sejamos ingénuos.
Apesar do meu lado mais crítico, e analítico, eu acho, e estou-me a repetir, que a iniciativa até acabou por gerar alguma dinâmica, o que é sempre positivo. Venham mais, mas por favor, ponham a coisa a debate, senão parece que andamos todos a reboque, sem cabeça para pensar.
Margaridaa no dia 16 de Dezembro de 2008 às 6:39
Acho que aqui há nítida diferença entre a nossa maneira de pensar.
Aquilo que é emitido nem sempre é recebido da mesma maneira.
Neste caso foi lançada uma ideia e o debate traduziu-se na aceitação ou não, na receptividade ou na não participação.Ninguém obrigou ninguém a participar.Se eu estou a defender esta ideia, é porque ela me é cara, e o que eu desejaria era que houvesse mais desafios destes, pôr as pessoas a realizar coisas.(Já o Janus e a Amorena tinham feito isso.).Mas sempre dentro do livre arbítrio.
Claro que é mais cómodo e seguro uma pessoa não se mexer, não tomar iniciativa, assim já não se expõe a críticas.Mas não é essa atitude que eu defendo.Já há muita gente assim.Volto a dizer : boa, Maio!Quem é o seguinte a propôr? Alinho!Alinho!
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