Na procura de musica pra melhorar o estudio encontrei esta maravilhosa añada (cançao de cuna asturiana) dos Lucas 15, grupo do Nacho Vegas con o seu ¿violista? Xel Pereda (que canta esta cançao)
Duerme fiu del alma,
duerme queriu, duerme queriu
que to mano descanza,
ponte aflixiu, ponte aflixiu.
Duerme sin pena
que a la par de to cuna
to madre vela, to madre vela,
ella.
Con tomillo y romero y manzanilla y manzanilla
atropote to madre nesa cunina, nesa cunina
pa que tranquilu dormidin te me quedes,
nenu queridu, nenu queridu,
ella.
Los otros paxarinos de la enramada, de la enramada,
nun despertar al nenu que ya apigaza, que ya apigaza.
Marchaivos lloñes a facer gorgorines
a cuyá’l monte, a cuyá’l monte,
ella, ella.
Palomina que ximes en el carvayu, en el carvayu,
nun despertes al nenu con el to llantu, con el to llantu.
Ai lestos que ye sus escandalo hermosu
me lu despertes, me lu despertes,
ella, ella.
¿Veslu cómo se queda con les manines, con les manines,
enfilás nuna notra con les horquilles, con les horquilles?
La cariquina paez sol hermosu,
mitá del día, mitá del día,
ella, ella, ella …

















5 Comentários
xinha no dia 28 de Janeiro de 2009 às 17:42
Muito bonita esta canção! A viola, a voz, tudo..
Holof. no dia 28 de Janeiro de 2009 às 19:00
Hermosa cancion…
Margaridaa no dia 28 de Janeiro de 2009 às 19:10
Belíssima!
Bonita nas palavras,bonita na parte instrumental.Especial.
Nakata no dia 29 de Janeiro de 2009 às 13:38
A canção é uma pérola …e o/a frozen não nos quer presentar com a história do seu nick (se calhar sou chato, com este repto e, porventura, não há “grandes” histórias por trás dos nicks, a não ser a do: “foi o que me veio à cabeça… não pensei muito no assunto”. Mas em relação a isso, conto-vos uma outra história: Esta noite, acordei por volta das 4:30h, lavado em lágrimas.Um sonho horrível, culminou no “esfarelar” da falésia onde me encontrava, para me atirar numa queda interminável que só podia acabar com a minha morte. Felizmente, o piso, cá em baixo era de areia e enterrei-me, amortecendo a queda, só que, enquanto me encontrava no ar a caír, tive a clara consciência de me encontrar numa situação da qual não havia saída possível… Contei a duas pessoas e, curiosamente, cada uma comentou da mais inesperada das formas – Tudo isto, não para vos contar um pesadelo horrível, mas sim para ilustrar o argumento de que, por mais “desenxabida” que uma história nossa nos possa parecer, são sempre interessantes as leituras que os outros fazem delas).
Termino dizendo que isto não é nada de mais, apenas me encontro numa situação algo complicada de possibilidade de mudar de trabalho, em que me espera o desconhecido. Uma situação em que eu próprio me coloquei (minha vida é assim: anda em ciclos de 5 anos, sendo que o ciclo presente está concluído), ou seja, que desejo ver chegar a bom termo, mas que recebeu da parte dos meus superiores hierarquicos um rotundo não que faz com que ainda esteja para se saber qual irá ser o desfecho. Será que foi um pesadelo tão banal como isto? A simples expressão da incerteza em que me sinto? Provavelmente.
(Desculpem ter mudado por completo de assunto, nada tendo a ver com o posto do/a frozen – que não sei quem é – mas tudo isto para ver se mais alguém me conta histórias que, no fundo, é das coisas que mais gosto… que me contem histórias…)
Maio no dia 30 de Janeiro de 2009 às 18:14
Belíssimo tema Frozen!… Pena não entender o asturiano…
Comentar