too much drum
too much horn
We played it for fun
cause it’s better than mourn…
Salve Martusmayer
Holof.
no dia 3 de Novembro de 2008 às 8:53
Sim…hard and long. Só agora encontrei tempo para ouvir. Gostei da desbunda da segunda parte do segundo tema (a partir do minuto 17 mais ou menos).
Margaridaa
no dia 3 de Novembro de 2008 às 11:03
Que sabor a festa, o primeiro e o terceiro temas!Prado verde, sol, amigos, banda a tocar, os gritos da criançada, conversas por entre o silêncio…
Boa, MARTUSMAYER!
xinha
no dia 3 de Novembro de 2008 às 11:27
Dizer que gostei muito, seria dizer pouco. Achei FABULOSO! o 2º tema então lembra-me aquele antes de uma grande orquestra, quando os músicos começam por afinar os seus instrumentos… não se guiam por nenhuma partitura, mas já estão a comunicar entre si, e produzem aquele som maravilhoso que se funde, indistinto… Um momento que eu adoro aliás. Por isso gostei tanto deste bocadinho, da liberdade, e da sensação de êxtase que surge no meio do que parece ser apenas puro caos.
Martus.. porque não partilhas connosco as tuas fontes?
4 Comentários
Maio no dia 2 de Novembro de 2008 às 19:03
too much drum
too much horn
We played it for fun
cause it’s better than mourn…
Salve Martusmayer
Holof. no dia 3 de Novembro de 2008 às 8:53
Sim…hard and long. Só agora encontrei tempo para ouvir. Gostei da desbunda da segunda parte do segundo tema (a partir do minuto 17 mais ou menos).
Margaridaa no dia 3 de Novembro de 2008 às 11:03
Que sabor a festa, o primeiro e o terceiro temas!Prado verde, sol, amigos, banda a tocar, os gritos da criançada, conversas por entre o silêncio…
Boa, MARTUSMAYER!
xinha no dia 3 de Novembro de 2008 às 11:27
Dizer que gostei muito, seria dizer pouco. Achei FABULOSO! o 2º tema então lembra-me aquele antes de uma grande orquestra, quando os músicos começam por afinar os seus instrumentos… não se guiam por nenhuma partitura, mas já estão a comunicar entre si, e produzem aquele som maravilhoso que se funde, indistinto… Um momento que eu adoro aliás. Por isso gostei tanto deste bocadinho, da liberdade, e da sensação de êxtase que surge no meio do que parece ser apenas puro caos.
Martus.. porque não partilhas connosco as tuas fontes?
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