Pois é,eu pensei logo em vidros que se partem.
(Houve a história de uma mãe e de um filho que deram um abraço tão forte que foram contra uma janela que se partiu, indo os vidros parar à rua, por um triz que não caíram em cima de um carro!Esta imagem fez-me logo lembrar essa situação) )
xinha
no dia 18 de Janeiro de 2009 às 12:11
Assim de repente tb me parece um edificio cheio de janelas que se partem. Mas eu gosto de imaginá-la como algo que se supõem sólido, seguro e fechado, que de repente, e de forma inesperada, se quebra dando a conhecer outra dimensão, mais ampla, imensa, fantástica, renovadora…
Margaridaa
no dia 19 de Janeiro de 2009 às 6:59
Gosto imenso desta tua visão, xinha!
Maio
no dia 20 de Janeiro de 2009 às 14:42
Uma coisa parece certa: representa-se uma zona onde o caos emerge da ordem – e só assim se percebe, inversamente, o princípio order from noise, ordem a partir do ruído… – pois enquanto nos quadrantes inferiores há regularidade perceptível, no resto há apenas caos, mas ninguém nos diz em que sentido se deve fazer a leitura, ou seja: é algo a partir-se ou, ao contrário, é algo a “construir-se”? É claro que todos podemos experienciar uma peça de loiça, por exemplo, a partir-se, mas ninguém conseguiu fazer o truque ao contrário, fazendo com que os cacos se juntem… Por isso, é muito mais plausível que o sentido da leitura seja o do caos surgindo da ordem, que é o que encontra eco na nossa experiência empírica; o caos de que a ordem necessita, com os seus ritmos, regularidades, padrões, ciclos… mas desconhecendo sempre o que sucederá no nível seguinte de uma escala de grandeza sem limites. Uma improvável, mas ainda assim previsível, superfície de catástrofe, de mudança súbita…
6 Comentários
Holof. no dia 16 de Janeiro de 2009 às 23:46
Parece um castelo de cartas a cair…
Margaridaa no dia 17 de Janeiro de 2009 às 9:20
Pois é,eu pensei logo em vidros que se partem.
)
(Houve a história de uma mãe e de um filho que deram um abraço tão forte que foram contra uma janela que se partiu, indo os vidros parar à rua, por um triz que não caíram em cima de um carro!Esta imagem fez-me logo lembrar essa situação)
xinha no dia 18 de Janeiro de 2009 às 12:11
Assim de repente tb me parece um edificio cheio de janelas que se partem. Mas eu gosto de imaginá-la como algo que se supõem sólido, seguro e fechado, que de repente, e de forma inesperada, se quebra dando a conhecer outra dimensão, mais ampla, imensa, fantástica, renovadora…
Margaridaa no dia 19 de Janeiro de 2009 às 6:59
Gosto imenso desta tua visão, xinha!
Maio no dia 20 de Janeiro de 2009 às 14:42
Uma coisa parece certa: representa-se uma zona onde o caos emerge da ordem – e só assim se percebe, inversamente, o princípio order from noise, ordem a partir do ruído… – pois enquanto nos quadrantes inferiores há regularidade perceptível, no resto há apenas caos, mas ninguém nos diz em que sentido se deve fazer a leitura, ou seja: é algo a partir-se ou, ao contrário, é algo a “construir-se”? É claro que todos podemos experienciar uma peça de loiça, por exemplo, a partir-se, mas ninguém conseguiu fazer o truque ao contrário, fazendo com que os cacos se juntem… Por isso, é muito mais plausível que o sentido da leitura seja o do caos surgindo da ordem, que é o que encontra eco na nossa experiência empírica; o caos de que a ordem necessita, com os seus ritmos, regularidades, padrões, ciclos… mas desconhecendo sempre o que sucederá no nível seguinte de uma escala de grandeza sem limites. Uma improvável, mas ainda assim previsível, superfície de catástrofe, de mudança súbita…
Margaridaa no dia 21 de Janeiro de 2009 às 6:49
i love to read you, guys!
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