No outro dia (há bem pouco tempo) comentava com a Joana, a propósito de um cemitério de aviões no Mojave que apareceu num documentário, como imagens de abandono a grande escala me provocam um certo fascínio – uma bizarra atracção (as texturas Margaridaa?) à qual só costumo encontrar paralelo nos sonhos…
Curiosamente hoje o obvious mostrou outro cemitério, desta vez de barcos, em Angola, e foi a partir daí que descobri um blog inteiramente dedicado a estes casos de ruína e abandono: Artificial Owl, uma estranha viagem…
São de todo o tipo os exemplos levantados. Este, um dos últimos posts, é sobre um hotel no Cambodja.
(clicar na imagem para o post)
Outros também mais ou menos poéticos como edificações soviéticas, etc… Enfim, para quem estivar praí virado…
Entretanto também descobri as imagens do cemitério de aviões – o “Boneyard” (em vídeo parecia mais impressionante):




















7 Comentários
Margaridaa no dia 13 de Setembro de 2010 às 7:28
Imagens fabulosas (e tristes).
As que mais me impressionam são as do cemitério dos barcos, em Angola. Grandes, parados…
Nakata no dia 13 de Setembro de 2010 às 11:22
Boa Dardna. Gosto daquilo que nos apresentas e gosto também do modo como escreves.
Aparece mais vezes
Holof. no dia 13 de Setembro de 2010 às 18:54
Incrível o cemitério de aviões!
xinha no dia 13 de Setembro de 2010 às 20:20
2 sites bem giros, é verdade! A mim tb me fascinam estes testemunhos obsoletos e monumentais que vão ficar para aí para todo o sempre na paisagem até… sabe-se lá quando. marcas de um gosto e de uma estética que já foi. às vezes horrivelmente feios e agressivos, outras incrivelmente curiosos e belos.
13 no dia 13 de Setembro de 2010 às 22:41
Fantástico Dardna !! Também me fascina este “lixo” que nós humanos vamos deixando por aí e a “arte” criada pelas marcas da passsagem do tempo nesses objectos …
José M Vilhena no dia 14 de Setembro de 2010 às 0:48
Uma descoberta bem interessante.
Há um espaço que eu acho fabuloso – http://ruinarte.blogspot.com/
Quem não conhece vale uma ida até lá.
Margaridaa no dia 14 de Setembro de 2010 às 7:23
José Vilhena, achei graça a essa frase “Há um espaço que eu acho fabuloso”. E não será um bocadinho suspeito?
Bem, eu também acho fabuloso, concordo em absoluto.
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