Para além do interesse sociológico que me despertavam as ideias delirantes e as patranhas veiculadas por muitas das senhoras que escreviam na Xis, só as crónicas da Faíza Hayat me satisfaziam verdadeiramente. Uma talentosa escritora, sim senhora! E porque não se resiste ao fascínio e ao temor das serpentes, até lhe comprei o livro e tudo!… Se a Faíza nos lesse, todos lhe mandaríamos muitos beijinhos!
One Love Marley
Anonymous
no dia 1 de Maio de 2008 às 11:24
É verdade, o som pode nos alimentar, curar, salvar ou atormentar. Mas o silêncio também. Nele tudo está contido. E dele tudo pode ser extraído. Talvez por isso o silêncio tenha um poder imenso… É por isso que gosto tanto de ir à praia ou ao campo sozinha, para poder escutar…sem ser distraída com conversas…ideias…E faz-me um bem incrível. Gosto de ficar as ouvir as ondas a desfazerem-se na areia, o marulhar a diminuir, os barulhinhos do ar que se escapam nos buraquinhos da areia, e o silêncio breve que se segue antes da próxima vaga… Um silêncio que nunca é total…mas que aproveito para respirar bem e no qual gosto de me deixo repousar… xinha
2 Comentários
Anonymous no dia 1 de Maio de 2008 às 10:21
Para além do interesse sociológico que me despertavam as ideias delirantes e as patranhas veiculadas por muitas das senhoras que escreviam na Xis, só as crónicas da Faíza Hayat me satisfaziam verdadeiramente. Uma talentosa escritora, sim senhora! E porque não se resiste ao fascínio e ao temor das serpentes, até lhe comprei o livro e tudo!…
Se a Faíza nos lesse, todos lhe mandaríamos muitos beijinhos!
One Love
Marley
Anonymous no dia 1 de Maio de 2008 às 11:24
É verdade, o som pode nos alimentar, curar, salvar ou atormentar. Mas o silêncio também. Nele tudo está contido. E dele tudo pode ser extraído. Talvez por isso o silêncio tenha um poder imenso…
É por isso que gosto tanto de ir à praia ou ao campo sozinha, para poder escutar…sem ser distraída com conversas…ideias…E faz-me um bem incrível. Gosto de ficar as ouvir as ondas a desfazerem-se na areia, o marulhar a diminuir, os barulhinhos do ar que se escapam nos buraquinhos da areia, e o silêncio breve que se segue antes da próxima vaga… Um silêncio que nunca é total…mas que aproveito para respirar bem e no qual gosto de me deixo repousar…
xinha
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