Yes!(Acho eu, mas não há muitas hipóteses de te enganares )
Lisa Ra
no dia 23 de Janeiro de 2009 às 20:03
Hey Margaridaa, acho k devo aki deixar a fonte d 1ª parte d teu post, k é :http://nwn.blogs.com/
Foi 1 espectáculo k fizémos c vários músicos americanos, e 1 luxemburguês, e cujo registo há-de andar por aí tb, + cedo ou + tarde… O mundo ñ se trata só d países, mas sabemos bem como alguns podem fazer grande mossa n geral, e por isso há k saudar os americanos pela vontade d mudança k demonstraram, e ter esperança k as coisas possam ser melhores, sp !!! ( acho eu…lol)
Ah,e a música é Viralai – álbum “Viralai” – música “madre deus”.
Bem, e Holof, acho k agora, se podias ter dúvidas, já se devem ter dissipado…Lol
Margaridaa
no dia 23 de Janeiro de 2009 às 20:11
Lisa Ra, a imagem da notícia está linkada, basta só clicar em cima para ir lá dar.
Obrigada pela música, tenho que investigar.
Lisa Ra
no dia 23 de Janeiro de 2009 às 21:38
Glup, ty
Holof.
no dia 23 de Janeiro de 2009 às 23:13
Pois é Lisa Ra, já não há dúvida.Um abraço!
Maio
no dia 24 de Janeiro de 2009 às 9:30
Quando vejo estes bonecos digitais (avatares) não consigo evitar pensar no Philip Dick… E lembrei-me ainda daqueles versos do Fernandinho:
“Temos, todos que vivemos, Uma vida que é vivida E outra vida que é pensada…”
Margaridaa
no dia 24 de Janeiro de 2009 às 10:10
Mas claro, e acho que a vida vivida não teria piada nenhuma senão houvesse a vida pensada!(E vice versa, pois!)
xinha
no dia 24 de Janeiro de 2009 às 12:32
Pois… mas eu acrescento: o REFERENTE é sempre o real, o vivido, a experiência, onde podemos ver os olhos das pessoas, as expressões, sentir o toque, perceber o ambiente… onde todos os sentidos estão a funcionar… Os sonhos, e o virtual não existem por si. E funcionam como espaço de evasão ou como muleta para a nossa vida prática, nunca o contrário.
Esta história dos avatres não vos parece uma fuga? uma forma suave e agradável de existir. É como se quisessemos viver para sempre no mundo dos sonhos.. onde nem tudo é sempre agradável, mas é protegido, e não corremos riscos maiores. Podemos desligar a máqina sempre que nos chatearmos, ou mudar de identidade rapidamente… Falo claro para quem vive em função disto.. não dos que vivem uma ou outra experiência isolada. Eu até acho alguma piada a esse mundo virtual dos avatares enquanto experiência estética, mas também me parece muito frio, e altamente ilusório.
10 Comentários
Margaridaa no dia 23 de Janeiro de 2009 às 8:58
Lisa Ra, gosto muito da música.O que é?
Holof. no dia 23 de Janeiro de 2009 às 17:55
Lisa Ra? É quem eu penso que é?
Margaridaa no dia 23 de Janeiro de 2009 às 18:52
Yes!(Acho eu, mas não há muitas hipóteses de te enganares
)
Lisa Ra no dia 23 de Janeiro de 2009 às 20:03
Hey Margaridaa, acho k devo aki deixar a fonte d 1ª parte d teu post, k é :http://nwn.blogs.com/
Foi 1 espectáculo k fizémos c vários músicos americanos, e 1 luxemburguês, e cujo registo há-de andar por aí tb, + cedo ou + tarde… O mundo ñ se trata só d países, mas sabemos bem como alguns podem fazer grande mossa n geral, e por isso há k saudar os americanos pela vontade d mudança k demonstraram, e ter esperança k as coisas possam ser melhores, sp !!! ( acho eu…lol)
Ah,e a música é Viralai – álbum “Viralai” – música “madre deus”.
Bem, e Holof, acho k agora, se podias ter dúvidas, já se devem ter dissipado…Lol
Margaridaa no dia 23 de Janeiro de 2009 às 20:11
Lisa Ra, a imagem da notícia está linkada, basta só clicar em cima para ir lá dar.
Obrigada pela música, tenho que investigar.
Lisa Ra no dia 23 de Janeiro de 2009 às 21:38
Glup, ty
Holof. no dia 23 de Janeiro de 2009 às 23:13
Pois é Lisa Ra, já não há dúvida.Um abraço!
Maio no dia 24 de Janeiro de 2009 às 9:30
Quando vejo estes bonecos digitais (avatares) não consigo evitar pensar no Philip Dick… E lembrei-me ainda daqueles versos do Fernandinho:
“Temos, todos que vivemos, Uma vida que é vivida E outra vida que é pensada…”
Margaridaa no dia 24 de Janeiro de 2009 às 10:10
Mas claro, e acho que a vida vivida não teria piada nenhuma senão houvesse a vida pensada!(E vice versa, pois!)
xinha no dia 24 de Janeiro de 2009 às 12:32
Pois… mas eu acrescento: o REFERENTE é sempre o real, o vivido, a experiência, onde podemos ver os olhos das pessoas, as expressões, sentir o toque, perceber o ambiente… onde todos os sentidos estão a funcionar… Os sonhos, e o virtual não existem por si. E funcionam como espaço de evasão ou como muleta para a nossa vida prática, nunca o contrário.
Esta história dos avatres não vos parece uma fuga? uma forma suave e agradável de existir. É como se quisessemos viver para sempre no mundo dos sonhos.. onde nem tudo é sempre agradável, mas é protegido, e não corremos riscos maiores. Podemos desligar a máqina sempre que nos chatearmos, ou mudar de identidade rapidamente… Falo claro para quem vive em função disto.. não dos que vivem uma ou outra experiência isolada. Eu até acho alguma piada a esse mundo virtual dos avatares enquanto experiência estética, mas também me parece muito frio, e altamente ilusório.
Comentar