18 de Dezembro 2008 às 12:17

Esta manhã no “Pais Digital”. O que acham disto?

Redes P2P versus Radios P2P

En el siglo pasado cuando la radio irrumpe con fuerza en los hogares son muchos, fundamentalmente los artistas consagrados y sus representantes, los que ponen el grito en el cielo cuando se emitían sus obras sin su permiso: “Si las oyen por la radio nadie querrá venir a mis actuaciones en Broadway, nadie comprará mis discos” se lamentaban los artistas del momento.

Hoy, por el contrario, los creadores quieren estar en las emisiones radiofónicas e incluso pagan para que sus lanzamientos se programen en las horas de mayor audiencia. A nadie en su sano juicio se le ocurriría, en este momento, tildar de piratería al hecho de escuchar algo que se emite en la radio o llamar delincuente a quién graba lo que se programa para reproducirlo posteriormente o para hacérselo llegar a un conocido a pesar de ser un medio gratuito para los ciudadanos.

Hollywood, el ‘canon’ y la ‘piratería’

William Goldman, en su libro “Las aventuras de un guionista en Hollywood” editado en los 80, escribe:”La abundancia de productos que resultó de ello fue, en última instancia, la responsable de la existencia de Hollywood. Todos los estudios importantes pagaban un canon a Thomas Edison por el derecho de hacer películas: el cine era su invención y había que pagarle por cada película que se hiciera.

Pero había tal necesidad de contenidos que empezaron a surgir compañías piratas que no pagaban el canon. Los estudios más importantes contrataron los servicios de detectives para impedir esta práctica, lo que condujo a la mayoría de los piratas a alejarse lo más posible de Nueva York”.

Resulta, cuando menos, paradójico que aquellos que huyeron del canon y que practicaron la piratería sean hoy los que se empeñan en reeditar, para Internet, la filosofía abominada por ellos hace unas décadas.

Como el tiempo juega siempre a favor de la sostenibilidad, al igual que sucedió con la radio y con Hollywood, en pocos años se consolidarán las Redes P2P y donde ahora algunos ven piratas y “distribución ilegal” descubrirán que en realidad hay oyentes, lectores o espectadores, descubrirán que la red es magnifico un canal para difundir y promocionar todo tipo de contenidos y también para hacer negocios.

El interés general no puede condicionarse al interés particular o al interés económico y por tanto pedimos a los políticos para que vean en Internet a su gran aliado y que escuchen a los ciudadanos a esa mayoría silenciosa que algunas veces les vota.

Miguel Pérez Subías es presidente de la Asociación de Usuarios de Internet


9 Comentários

  1. Frozen no dia 18 de Dezembro de 2008 às 15:53

    que curioso….

  2. Margaridaa no dia 18 de Dezembro de 2008 às 17:35

    Daquilo que percebi do que li foi que finalmente se percebeu que difundir/mostrar as coisas na internet é como se fosse publicitar a coisa.E portanto é positivo.
    Se foi isso, estou de acordo. Por exemplo, quando mostramos músicas no linhas, é uma forma de mostrar aos outros o que não conhecem. Eu sempre pensei que fosse assim.E quem gostar muito acaba por comprar.

  3. Frozen no dia 18 de Dezembro de 2008 às 19:47

    Nao e exactamente isso.

    Quando o cinema começo por cada filme que se filmara tinhan que pagar uma parte ao edison porque era o seu invento.

    Entao surgiram muitos estudios que faziam filmes sem pagar ao edison. Pirateaban o cinema.

    Sao as mismas que agora reclaman o fin da pirateria na net.

    (isso e o que comprendi eu)

  4. Frozen no dia 18 de Dezembro de 2008 às 19:51

    (a explicaçao e da segunda parte do artigo, a primer ven a dizer o que margaridaa diz)

  5. Holof. no dia 18 de Dezembro de 2008 às 23:08

    Sim Margaridaa, percebeste bem, pelo que me diz respeito se não fosse por internet e as descargas p2p nunca teria conhecido a “Cinematic Orchestra” ou o “Erik Truffaz”, artistas que gostaria de premiar comprando algum cd este natal…sempre que seja um preço razoável.
    E da segunda parte…não foram os irmãos Lumiére que inventarão o cinema?

  6. Maio no dia 18 de Dezembro de 2008 às 23:36

    Sim senhor, um bom argumento, ainda que a comparação seja limitada pela enorme diferença entre os períodos históricos e o tipo de instrumento de difusão em causa, ou seja: com a difusão dos fonogramas em vinil, nenhum artista da época deixou de ter público nos concertos, antes pelo contrário. Actualmente, a situação é bem diferente, pois a verdade é que se vendem muito menos discos, mas também se vendem downloads. Não sei se há artistas que sintam os seus rendimentos ameaçados, mas penso que sim – e dos grandes, em todos os quadrantes, dos mettalica ao pavarotti. Parece que resolveram a questão com os concertos ao vivo. Mas quem ficou verdadeiramente afectado com o aumento das redes P2P foram as editoras, e é bem feito, pois enquanto o artista ganhava 1 euro por cada disco vendido, a editora ganhava 15, sendo os restantes 2 para os custos de produção. Durante anos facturaram milhões e pagaram mal aos artistas. Agora terão de inventar outra maneira…

  7. Frozen no dia 19 de Dezembro de 2008 às 1:11

    holof, se nao me lembro mal edison invento ou cinema ao mesmo tempo que os irmãos lumiere… mas nao estou seguro

  8. Margaridaa no dia 19 de Dezembro de 2008 às 9:07

    Pelo que eu percebi da Wikipédia, Os Lumiere e Edison andaram a par, sim, em matéria de cinema.

  9. xinha no dia 19 de Dezembro de 2008 às 11:07

    Os tempos são outros, e as industrias tem q se adaptar. Mesmo que não gostem, as industrias musical ou do cinema, terão que aceitar e comparar os benefícios com os prejuízos. A divulgação e publicidade nunca foi tão grande como agora, o q é bom, ou seja, podes internacionalizar um trabalho sem grandes custos. Mas a qualidade da imagem e som, na sua grande maioria, não tem comparação com o que se consome nas salas de cinema ou nos CD novos. E as pessoas sabem disso. De qq maneira se não tens dinheiro ficas a conhecer a obra e o artista, q de outro modo não conhecerias, e essa é sem dúvida uma mais valia enorme.
    Quanto à pirataria a sério, àqueles que vendem a baixo custo o trabalho alheio, bem isso não é novidade sempre existiu. E não me parece q tenha aumentado muito.Porque quem compra ilegal, tb sabe que existe à borla, é só procurar.

Comentar

Dados Opcionais

Voltar ao início