PLURALIDADE DOS MUNDOS
“Mas também não vou botar discurso sobre as razões desse facto. Acerca das m. experiências ou das dos outros, porque isso só traz mal-estar, e pretende criar e marcar diferenças que não existem”
by Xinha
Foi esta frase que me deu vontade de expressar também o que penso sobre este assunto. Porque eu acredito que é interessante ouvir todas as opiniões, mesmo que outras opiniões não sejam iguais à nossas. Mas…não dizer o que se pensa equivale a dizer que se está de acordo com aquilo o que é dito (escrito).
Há pessoas que sabem muito sobre muita coisa. Eu não. Eu filtro a informação que recebo pelo crivo da minha intuição.Não me tenho dado mal com esta prática.
Não vou apresentar Allan Kardec. Há muita informação na rede sobre ele.É do seu livro “Le Livre des Esprits” que fui retirar esta teoria sobre a existência de vida noutras dimensões. Devo dizer que que acho lógico o que é dito.Apresento o texto original, e como sei que nem todos estarão à vontade com o francês, apresento também uma tradução feita por mim.
Todos os globos que circulam no espaço são habitados?
“Sim, e o homem na terra está longe de ser , como ele acredita, o primeiro em inteligência, em bondade e em perfeição. Mas há homens que acreditam ser muito fortes, que imaginam que este pequeno globo é o único a ter seres inteligentes!”
A constituição física dos diferentes globos é toda ela semelhante?
“Não, elas não se parecem em nenhum aspecto.”
Sendo que a constituição física dos mundos não seja igual para todos, será que a organização dos seres que neles habitam é diferente?
“Sem dúvida, como os peixes são feitos para viver na água e os pássaros no ar.”
Como se passa com os mundos mais afastados do sol são privados de luz e calor, pois o sol apresenta-se a eles sob a forma de uma estrela?
“Há outras fontes de luz e de calor para além do sol : não se esqueçam da electricidade que, em certos mundos desempenha um papel importante, desconhecido de vós, e que é mais importante do que na terra.Para além disso não foi dito em lado nenhum que todos os seres sejam feitos da mesma matéria que a vossa e com o mesmo tipo de constituição.”
Depois de lido, e resumindo o que quero transmitir, é que a percepção do nosso corpo é limitada, e aquilo que vemos ou que podemos ver está relacionado com a frequência vibratória daquilo que queremos observar. Tudo o que vibra a frequências diferentes das nossas, do nosso corpo, torna-se invísivel aos nossos olhos.



















21 Comentários
Margaridaa no dia 26 de Junho de 2008 às 13:47
…e, a quem isso interesse, à hora a que publico este post, o vídeo que a Xinha queria mostrar encontra-se disponível, até fiz o download via Keepvideo, antes que volte a desaparecer!!!
Maio no dia 26 de Junho de 2008 às 16:58
ESCURIDÃO – fascinante, esta literatura do século XIX. As fraudes do espiritismo, felizmente, tornaram-se sobejamente conhecidas. Quem será a pessoa de bom senso, hoje, que acredita que a alminha de um suposto druída Kardec ditou lá do além estas páginas ao sr Leon Hyppolyte? Na verdade, ele foi o iniciador da vaga que possibilita agora o disparate dos channellers (que é uma versão reciclada de um produto velho que já ninguém compra)
MAIS ESCURIDÃO – Ah… o disclosure project… Pura fantasia. Acreditam em coisas acerca das quais não têm uma única prova, daí que continuo a achar mais piada ao projecto Alexandra Solnado: pergunte que o céu responde, com vários cursos que ela vende a pedido de Jesus.
Margaridaa no dia 26 de Junho de 2008 às 17:00
Eu acredito.(Mas não te quero convencer de nada!)
admin no dia 26 de Junho de 2008 às 17:37
margaridaa, um verdadeiro iniciado não diz “taxa vibratória”. Se fazes favor aprendes comigo que sou um grande iniciado nos mistérios templários de Shamballa e dizes “frequência vibratória”!… Mas… Oh… Ooooooohhhhh… – Acabo de receber uma comunicação da nave de comando e… eu, o holograma galáctico do eu sou o eu sou, aconselho-te a não revelares esses segredos, pois os profanos não estão preparados para a verdade e não te compreenderão, podendo usar mal esses conhecimentos, podendo até avariar a máquina de limpar o karma planetário.
Melkizedec o canalizador celeste
admin no dia 26 de Junho de 2008 às 17:38
Acreditas na Alexandra Solnado?
Margaridaa no dia 26 de Junho de 2008 às 18:32
Sabes, Maio, (ou Melkizedec), eu tenho uma enorme admiração por ti e por tudo o que sabes , já to disse várias vezes. Mas há certos assuntos em que ficas rígido, pouco flexível, metes tudo no mesmo saco e acabou-se. Não é o tu teres uma opinião diferente da minha. Isso é claro, e não serás só tu, mas é a minha maneira de ver, e tal como eu disse no princípio do post, acho interessante conhecer formas de pensar diferentes. Mas a maneira como reages, parece a de certos políticos em campanha eleitoral, em que criticam a actuação dos adversários, mas não apresentam nada seu.
Quero eu dizer com isto : tenho reparado que a tua crítica é destrutiva, mas não apresentas nenhuma perspectiva tua. Humorizas com o Melkizedec, mas ficamos sem saber o que pensas tu. Poderias por exemplo dizer : não acredito em mais nada do que nesta vida, morro e pronto! Aí, ok, era o teu ponto de vista.Mas assim não…Parecemos o mundo, cada um certo de que está certo!!!e muito fechado na sua casca!!!
.. e ainda, obrigada pela correcção, frequência vibratória, certo!
…e…não conheço Alexandra Solnado!…Conheço o pai, grande humorista do seu tempo!
xinha no dia 26 de Junho de 2008 às 20:43
Margaridaa: tiraste a m. frase do contexto, falta aqui alguma coisa para se perceber melhor o que eu quis dizer. Uma coisa é ter opiniões, e todas as opiniões são válidas e merecem alguma atenção. Outra é botar discurso sobre as razões porque cada um tem as suas experiências. E naquele contexto, havia nitidamente uma posição de que, quem não vive determinadas tipo de experiências é porque tem limitações…ou não está preparado para as viver… A afirmação do Janus, era classificativa quanto às capacidades dos outros. Pretendia marcar diferenças, que só ele vê. Se uma pessoa se quer sentir mais alguma coisa que as outras porque passou ou viveu certas experiências, é livre de o fazer, mas está a criar um ambiente de desigualdade, e desconforto à sua volta que é desnecessário e não traz benefício a ninguém. Vou explicar melhor com um exemplo simples: se eu puder ver alguma coisa que outros, cegos, não vêem, não faz muito sentido eu dizer-lhes que eles não vêem porque não podem, pois não? É como se eu estivesse a insistir e a marcar bem a incapacidade deles, a posição deles em relação à minha. Não é simpático, não é amoroso, é desnecessário. (embora nalgumas situações dê jeito, seja tentador e saiba bem). E isto para não falar da possibilidade de eu própria estar completamente chalupa e enganada acerca de mim própria, o que é outra questão engraçada.
Quanto ás possibilidades de ver ou não certas coisas. Será que isso é importante? Se eu puder usar isso para benefício de todos, ok fixe, de resto o melhor é estar calada. É verdade que à medida que se desenvolvem determinados sentidos se vai percepcionando o mundo de forma diferente. Isso é um facto. Posso desenvolver a audição, e isso traz-me um retorno. Mas escutar mais sons, ou ver mais cores, não me traz nenhum ascendente sobre quem quer que seja, antes pelo contrário, só me ajuda a perceber o quanto todos somos e fazemos parte da mesma matéria. Por isso não faz sentido, andar para aí a dizer, olha eu já vivi isto, tu não, oh tadinho deve ser porque ainda não estás preparado, etc. Isso é pura vaidade, e como todos sabemos, quem vê brilho não vê corações.
admin no dia 26 de Junho de 2008 às 21:05
…e para rematar: qual é o vaidoso que não resiste a uma provocaçãozita quanto às suas capacidades? Não sei se estão a ver…é que este tipo de argumentos, acaba por arrastar outros da mesma espécie…puro devaneio…às vezes sabe bem..mas hhhh…vou ver as noticias
admin no dia 26 de Junho de 2008 às 21:07
o post anterior era meu
xinha_ ((( : P
Janus no dia 27 de Junho de 2008 às 0:18
É pá maio não sejas tão setembro…
relax bro…
catch a fire…
Margaridaa no dia 27 de Junho de 2008 às 7:18
Concordo com o que disseste, Xinha, mas…continuo a achar que se deve falar dos seus pontos de vista, mesmo que os seus pontos de vista sejam diferentes do resto das pessoas.É dentro desse meu ponto de vista que tive vontade de expor o que penso sobre a pluralidade dos mundos, mesmo que tenha consciência que esta minha visão não seja partilhada pela maioria.
xinha no dia 27 de Junho de 2008 às 10:52
Partilhar sim, inteiramente de acordo. mas fazer juizos de valor e classificações comporta sempre riscos.
Maio no dia 27 de Junho de 2008 às 11:52
«O Projecto Alexandra Solnado – Terapia da Alma é um projecto espiritual com uma forte vertente terapêutica. Tudo começou quando Alexandra Solnado viu Jesus pela primeira vez, em 28 de Março de 2002 e começou a escrever as mensagens que Ele passou a ditar a 1 de Setembro do mesmo ano.
Em Este Jesus Cristo que vos Fala – Livro 1, Jesus ditou, entre outras mensagens, um Curso denominado “Como se conectar com o céu sem deixar de andar por aqui…”. (…) Há uns anos, Alexandra Solnado passou por uma situação de enorme desespero, não lhe restando outra possibilidade senão confiar e entregar ao céu o destino desse caso tão delicado. A partir desse momento, o Universo começou a conspirar a seu favor. (…) Nunca imaginara que Jesus Cristo pudesse aparecer. Era tudo muito novo. Alexandra viu Jesus Cristo pela primeira vez a 28 de Março de 2002 e começou a escrever as suas mensagens a 1 de Setembro do mesmo ano»
in http://www.alexandrasolnado.com/index.html
“Hubble: 15 Years of Discovery”
http://avaxsphere.com/ebooks/science_books/astronomy_cosmology/Hubble_Discov.html
“The God Delusion”
http://rapidshare.com/files/5703958/godelusion.rar ”
Beijos e Abraços
Margaridaa no dia 27 de Junho de 2008 às 17:13
http://rapidshare.com/files/5703958/godelusion.rar
Maio, isto que baixei pede password para abrir.Arranjas?
O outro link antes deste não consegui abrir.
Margaridaa no dia 27 de Junho de 2008 às 20:11
Maio, belíssimas imagens no livro do Hubble.Este é um assunto que também me interessa muito, o espaço.Thanks!
Quanto à Alexandra Solnado, já fui ver ao site, mas não com muita atenção. Mas a ideia da conversa com Deus não é original.Em 1995 Neale Donald Walsh escreveu “Conversas com Deus”, partindo do mesmo princípio.São três livros , dos quais li dois. Há uma teoria que diz que temos o “eu profundo”, o que sabe mais que o eu que está mais à tona. É sob essa luz que gosto de ler o que é escrito, e no que toca a estes livros, gostei de ler.
Maio no dia 28 de Junho de 2008 às 1:42
margaridaa
chalaças à parte, o “Princípio da Pluralidade dos Mundos” tem um notável potencial de beleza poética. Tal como o Genesis ou o Apocalipse de S. João, entre tantos outros produtos daquilo que a humanidade tem de mais precioso – a sua imaginação criadora. Precioso, mas também perigoso. O problema começa quando as pessoas lêem estes textos como se fossem livros de História ou quando acreditam que contêm uma verdade independente de quaisquer factos objectivos. Aí perde-se a beleza mito-poética e forma-se a tal peçonha de que te falava noutro dia. Quando era miúdo, ainda achava que valia a pena argumentar com as Testemunhas de Jeová que me batiam à porta – e fi-lo muitas vezes. É claro que se eles acreditam que o mundo foi criado há 6400 anos por uma entidade a que chamam Jeová-Deus, que criou também o casal Adão e Eva, de quem descende toda a humanidade, de nada serve tentar explicar que estão enganados (a mim, pelo menos, parece-me óbvio e do mais elementar bom senso que estão enganados…). Creio que só um tótó acredita que Jesus pediu à Alexandra Solnado para vender um curso de… “Como se conectar com o céu sem deixar de andar por aqui”. Esta gente não é séria. E, infelizmente, há bué de tótós. O problema complica-se quando o que está em causa são crenças aparentemente plausíveis disseminadas em círculos que me poderão ser mais próximos, como por exemplo a crença na astrologia, na vida depois da morte, ou em extraterrestres e discos voadores. Parece-me bastante redutor achar que os meus amigos (e mais não sei quantos milhões de pessoas) são tótós. Acredito, ao contrário, que a verdade os libertará. Acalento, portanto, a esperança de que, no tempo que lhes resta até ao momento de regressarem às cinzas, ou à terra, possam encontrar na sua própria experiência, a luz do espírito claro e do coração puro que os liberte das grilhetas destas crenças que reputo como vãs e enganadoras e, infelizmente, em muitos casos, perigosas e desonestas. Penso muitas vezes nisto e, quando me confronto com a realidade, com o peso da omnipresença da peçonha, sei que a minha esperança é também ela vã. Mas de uma coisa tenho a certeza: no momento derradeiro, serão – seremos todos – iluminados pela verdade da cessação do ser. Para muitos, feliz ou infelizmente – ninguém sabe – esse instante iluminado será muito curto e não haverá tempo sequer para pedir, como Goethe, “mais luz”, nem tampouco para lamentar a brevidade desse relance. Na maior parte dos casos, nem há tempo sequer para perceber o que está a acontecer na fugaz eternidade desse instante.
«… De nada pode valer-te esse futuro sonho. Cercam-te ainda os homens que seguiram pela floresta o rasto que deixaste, furtivo e pardo na penumbra última»
(J.L. Borges – “Um Lobo”)
AQUI CHEGAMOS AO LIMITE DO COGNOSCÌVEL, AO REBORDO DO MUNDO… E AGARRADO AO TRONCO DE UMA ÁRVORE ALCANDORADA SOBRE O ABISMO (UM DAMASQUEIRO EM FLOR), CHUANG TZU TRINCOU UM FRUTO SUMARENTO ANTES DE SE PRECIPITAR NO ESPAÇO, EM QUEDA LIVRE
admin no dia 28 de Junho de 2008 às 2:30
Ah, desculpa, a pw para o magnífico livro do Dawkins – The God Delusion, é:
http://www.AvaxHome.ru
Mas este
http://depositfiles.com/files/413957
não pede pw
Margaridaa no dia 28 de Junho de 2008 às 9:19
Maio, isto das crenças é pano para muitas mangas e não acredito que leve a algum lugar discutir as diferenças. A minha leitura é que assim como uns acreditam, outros não acreditam. (Estando aqui concretamente eu, que acredito e tu que não acreditas.)
Respeito a tua maneira de ver, mas…chamar totós aos que acreditam é ir pelo mesmo caminho que os fanáticos religiosos que querem à viva força levar todo o resto do mundo pelo seu caminho.(E as guerras que se fizeram e fazem por causa disso, a última que me estou a lembrar foi aquela das caricaturas a Maomé).As certezas são de cada um, desde que não interfiram com a liberdade do outro. Afinal a tua certeza é tão provável como as outras certezas.
Tolerância com a diferença!Liberdade, (mas não só para os que compartilham os mesmos pontos de vista, que aí sim, é fácil ser tolerante!)
xinha no dia 28 de Junho de 2008 às 13:15
…eu tb acredito, como o Maio, que é a partir da experiência pessoal que devemos encontrar meios e formas para alcançar a liberdade/felicidade, mas, reparem, a Solnado tb pode dizer o mesmo. Teve umas visões e pronto…ficou maravilhada com isso…
Ainda ontem a propósito destas conversas, sonhei que andava numa missão qualquer com umas criaturas, umas humanas, umas espaciais. Havia uma que mais parecia um daqueles dinossauros dos Flinstones, tão a ver, com um focinho engraçado e orelhas minúsculas no alto da cabeça, não era deste planeta de certeza. Éramos todos amigos, mas quando acordei a meio da noite, senti-me assustada, parecia real, e percebi que não me sentia muito à vontade para lidar com aquela diferenças de focinhos. Bem, adiante…eu podia analisar isto de muitas maneiras, e uma hipótese era: bem, os ET’s andam de facto por aí, e esta noite estive com eles, que é uma forma de eles comunicarem com a malta sem criar muitas ondas. Agora imaginem eu a apregoar isto aos sete ventos, e a criar escolas, e filosofias sobre o assunto. E se houver promessa de felicidade no assunto, até posso ter sucesso no empreendimento, e ganhar umas massas. É isto que o Maio detesta, sobretudo porque acredita que todos possam ser desonestos. Eu acho que não, alguns estão tão convictos do que doutrinam, que nem se percebem que podem estar-se a enganar a eles mesmos. Mas isso não me faz confusão…cada um corre para o que lhe apetece… e não posso considerá-los tolos por aquilo que viveram, ou passaram…como poderia fazê-lo?
Eu acho que todos temos crenças, e não é isso que faz de nós totós. É mais o que fazemos com elas que pode fazer de nós ou dos outros totós. O que dizemos…a quem dizemos…a importância que lhes damos…
Bjinhos
Maio no dia 28 de Junho de 2008 às 13:16
Acerca de…
Os tótós e a tolerância pela diferença… e… as certezas de cada um desde que não interfiram com a liberdade do outro:
Tudo depende do nosso entendimento daquilo que é interferência. O elevado número de tótós que entregam o seu dinheiro aos inúmeros bruxos que anunciam nos jornais leva à necessidade de mudar as leis, pois as vítimas queixam-se de extorsão, depois de constatarem que não houve nenhuma magia para resolver os seus problemas. Tótós ou ingénuos, é óbvio que foram enganados.
Quando há gente que, a coberto da ciência (como as “psicólogas” que fazem incidir a sua peçonha sobre as crianças e que vendem terapia galáctica e outras baboseiras que tais…) divulga crenças que, como atestam inúmeros estudos de caso, se revelam prejudiciais às pessoas (desde logo porque impede o pensamento crítico e as torna mais estúpidas e dependentes dos caprichos de quem ganha o pão à custa da ignorância e da ingenuidade alheias), então, eu acho que há interferência.
Penso que devemos ser absolutamente intolerantes com a intolerância. A democracia não deve tolerar, por exemplo, as demonstrações públicas de ódio racial, religioso, etc. Em termos muito práticos, penso que nenhum de nós entregaria a saúde ou a educação de um filho a esta gente.
Um médico, por exemplo, trata-te em função de um conhecimento que apresenta um grau de fiabilidade bastante razoável, porque há procedimentos que o bom senso partilhado determina, com base em pesquisa, experimentação, etc. Se o meu filho tem uma pneumonia não precisa de bolinhas de açucar, defumadouros ou passes magnéticos. Teoricamente. é para isto que serve a educação. A peçonha, defendo eu, não deve ser ensinada. Se há gente que se deixa morrer porque Jeová-deus proibe um acto médico banal como uma transfusão de sangue, não as podemos impedir de morrer, a não ser que seja o nosso filho. Por isso, eu não quero essa gente à minha volta, nas ruas a espalharem a sua peçonha. E este exemplo é extensivo a muitos outros tipos de peçonha.
Margaridaa no dia 29 de Junho de 2008 às 11:15
Maio
Podia deixar assim , que a conversa já vai longa.Mas este último comentário teu confirmou-me a impressão que tinha : sabes, quando algo corre mal entre um casal, por exemplo se é o homem que falha, a parte lesada fica a falar mal de todos os homens da terra. Assim me parece que é o que tu fazes. Certo, há charlatões, a peçonha, como tu lhes chamas, mas isso existe em todos os domínios. E depois há a parte do dinheiro, é verdade que só tens acesso a certos campos se tiveres dinheiro. Mas isso não quer dizer que a essência das coisas não exista . E acho francamente mau e limitador juntares tudo e considerares tudo igual. Há casos e casos.
Comentar