09 de Fevereiro 2010 às 07:55
Começo a conhecer-me.Não existo.
Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram.
Ou metade desse intervalo, porque também há vida…
Sou isso, enfim…
Apague a luz, feche a porta e deixe de ter barulho de chinelas no corredor.
Fique eu no quarto só com o grande sossego de mim mesmo.
É um universo barato.
POESIAS de Álvaro de Campos



















2 Comentários
Margaridaa no dia 9 de Fevereiro de 2010 às 9:57
Do que eu gosto nos poetas , é que conseguem definir, traduzir por palavras, sensações que quem não é poeta dificilmente consegue (definir, traduzir por palavras…)
xinha no dia 9 de Fevereiro de 2010 às 15:05
.. mas eles passam horas nisso: na procura das palavras certas
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