dubleudansmesnuages
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 1:56
Olha queria felicitar-te pelo teu blog maravilhoso de que gostei muito. Beijinhos para vocês. Armando
Margaridaa
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 7:42
É sempre gratificante saber que aquilo que se faz com muito gosto e que inegavelmente é feito a pensar na partilha, é realmente partilhado. Obrigada, Armando.
Anonymous
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 10:33
Huummmmmm… Creio que não concordo com a senhora da frase, pois o mundo muda constantemnte – e mudamos nós que somos parte dele – e, por isso, nem sempre obtemos aquilo que sempre obtivemos se fizermos o que sempre fizemos. É essa, aliás, uma das ideias fundamentais codificadas na imagem da roda da fortuna.
One Love
Marley
Margaridaa
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 11:57
A ideia desta frase é que, se queremos obter outras coisas além daquelas que temos, também temos que mudar certos HÁBITOS, certas rotinas, e descobrir outras maneiras de estar , outros caminhos.(Pelo menos foi assim que a entendi, e por isso gostei.Está relacionada com os AUTOMATISMOS, sobre os quais já falei num “post” antigo.
Anonymous
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 15:18
Huummmmmm… Estou a ver!…
dardna
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 18:49
engraçado, à primeira vista reagi exactamente como tu Marley mas de facto não há que esquecer o potencial do pensamento lateral, algo alternativo à lógica a que tanto nos habituámos.
Abraços!!
Anonymous
no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 20:46
Ou seja: a frase é tão auto-referencialmente vazia (à primeira, aliás, parece uma a la monsieur de La Palisse…), que permitiu estas duas leituras diametralmente opostas relativas à mudança e à permanência – ambas legítimas, ambas correctas, ambas lógicas. O busilis está no arco causal (daí a necessidade de reflexão sobre os processos de transformação ou, numa mais xamânica, de TRANSFIGURAÇÃO…)que faz aqui uma espécie de ouroboros… No fundo, é um processo semelhante a:
a frase que se segue é verdadeira.
a frase anterior é falsa.
e, portanto, a lógica é um mau modelo de causalidade, pois se verdadeiro, então falso, e se falso, então verdadeiro. Se se aplicar a uma máquina digital, esta entra em oscilação permanente e acaba por rebentar.
Yo dardna, curti essa do pensamento lateral, cujo hábito pode ser treinado por forma, a justamente, transfigurar o real… (isto em estética deve ser giro…)
Mais abraços
One Love Marley
luipa
no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 18:55
Há verdades que de tão verdadeiras não deixam sombras de duvidas…tomara k todos nós seres humanos pudessemos entender todas as verdades. Beijos
8 Comentários
dubleudansmesnuages no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 1:56
Olha queria felicitar-te pelo teu blog maravilhoso de que gostei muito.
Beijinhos para vocês.
Armando
Margaridaa no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 7:42
É sempre gratificante saber que aquilo que se faz com muito gosto e que inegavelmente é feito a pensar na partilha, é realmente partilhado.
Obrigada, Armando.
Anonymous no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 10:33
Huummmmmm… Creio que não concordo com a senhora da frase, pois o mundo muda constantemnte – e mudamos nós que somos parte dele – e, por isso, nem sempre obtemos aquilo que sempre obtivemos se fizermos o que sempre fizemos. É essa, aliás, uma das ideias fundamentais codificadas na imagem da roda da fortuna.
One Love
Marley
Margaridaa no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 11:57
A ideia desta frase é que, se queremos obter outras coisas além daquelas que temos, também temos que mudar certos HÁBITOS, certas rotinas, e descobrir outras maneiras de estar , outros caminhos.(Pelo menos foi assim que a entendi, e por isso gostei.Está relacionada com os AUTOMATISMOS, sobre os quais já falei num “post” antigo.
Anonymous no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 15:18
Huummmmmm… Estou a ver!…
dardna no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 18:49
engraçado, à primeira vista reagi exactamente como tu Marley mas de facto não há que esquecer o potencial do pensamento lateral, algo alternativo à lógica a que tanto nos habituámos.
Abraços!!
Anonymous no dia 1 de Fevereiro de 2008 às 20:46
Ou seja: a frase é tão auto-referencialmente vazia (à primeira, aliás, parece uma a la monsieur de La Palisse…), que permitiu estas duas leituras diametralmente opostas relativas à mudança e à permanência – ambas legítimas, ambas correctas, ambas lógicas. O busilis está no arco causal (daí a necessidade de reflexão sobre os processos de transformação ou, numa mais xamânica, de TRANSFIGURAÇÃO…)que faz aqui uma espécie de ouroboros…
No fundo, é um processo semelhante a:
a frase que se segue é verdadeira.
a frase anterior é falsa.
e, portanto, a lógica é um mau modelo de causalidade, pois se verdadeiro, então falso, e se falso, então verdadeiro.
Se se aplicar a uma máquina digital, esta entra em oscilação permanente e acaba por rebentar.
Yo dardna, curti essa do pensamento lateral, cujo hábito pode ser treinado por forma, a justamente, transfigurar o real… (isto em estética deve ser giro…)
Mais abraços
One Love
Marley
luipa no dia 2 de Fevereiro de 2008 às 18:55
Há verdades que de tão verdadeiras não deixam sombras de duvidas…tomara k todos nós seres humanos pudessemos entender todas as verdades. Beijos
Comentar