17 de Dezembro 2008 às 14:48
«They say we are going wrong to all the people we meet
But we won’t worry, we won’t shed no tears
We found a way to cast away the fears»
(Bob Marley)
Respondo enigmaticamente ao teu desafio Nakata, pois reservo a história do nickname – não o Maio, mas o que se dissimula nas traseiras destes fonemas – para as conversas íntimas reais, ao vivo, não mediadas digitalmente – live and direct. Se quiseres saber mais, parte em demanda. Interroga Hermes, o deus dos ladrões, dos viajantes e dos médicos.
Mas esta resposta não é só para ti.
YANN TIERSEN – POINT MORT

















6 Comentários
Holof. no dia 17 de Dezembro de 2008 às 19:43
Adoro Yann Tiersen…calminho este tema. E espero ouvir ao vivo essa história do nickname…
Margaridaa no dia 18 de Dezembro de 2008 às 6:24
…então e os que não podem estar ao vivo? Hein?
Nakata no dia 18 de Dezembro de 2008 às 9:45
http://rapidshare.com/files/172967880/YTTY.rar
Vão até aqui, se não tiverem ainda ouvido, vale mesmo a pena… É um disco de Inverno, bom para tardes passadas à beira do lume, com uma caneca de chá a fumegar nas mãos
Nakata no dia 18 de Dezembro de 2008 às 9:47
Pois, pois… Há quem não possa estar ao vivo, por um lado e, por outro, o repto pretendia que se pusessem a imaginação e os “dotes literários” em acção… Mas cada um responde-lhe como quer, pois claro!
Maio no dia 18 de Dezembro de 2008 às 10:59
Nakata, esqueceste-te de dizer ao pessoal que o link é para um album que o Yann Tiersen dedicou a um navegador bretão – Eric Tabarly – desaparecido há 10 anos. Do pouco que ouvi do Tiersen até ao momento este é o meu favorito. Belo, belo disco.
Quanto aos nicks, há muito pouco que vocês – Holof, Margaridaa, Nakata… – não saibam. Daí que ouvir a história ao vivo não vos havia de interessar grande coisa – já todos a sabem (mas é escusado torná-la assim tão pública. São coisas íntimas hein?…). Para além do mais, e para quem ainda não tenha dado por isso, os tempos da convivência generalizada, com calor humano real, ao vivo e em directo já acabaram. Resta-nos a blogosfera, os encontros a dois ou a três, irregulares e, na maior parte das vezes com periodicidade anual, ou então cantar o fado. Nem sei se há quem se rale muito com isso. Eu ralo-me, mas conformo-me mais facilmente do que seria de esperar. E sei que o Janus também se rala, que ainda há tempos mo disse.
Ah!… – e caso não saibas Nakata, Maio deve-se também a um blog que alimento há exactamente um ano, um mês e 18 dias.
Saudinha
13 no dia 18 de Dezembro de 2008 às 12:48
Muito bom disco Nakata. Também se recomenda, do mesmo autor, para quem ainda não conheça – Amelie
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