05 de Outubro 2011 às 18:59

(…)

Il faut plus d’un son pour fabriquer l’Univers. Cependant, les rishis disposaient au départ d’un seul son, une vibration appelée Om, qui apparut à l’époque de ce que nous appellerions le Big Bang. Om est une syllabe sans signification – elle correspond simplement à la première onde qui brisa le silence cosmique. En se divisant en de nombreuses ondes plus petites, Om se décomposa en divers sous-frequences qui constituèrent la matière et  l’energie de notre Univers.

(…)

in Le Corps Quantique

by Deepak Chopra

23 de Dezembro 2010 às 00:45

A primeira vez que vi esta rapariga foi no filme Indigo Evolution e hoje voltei a encontrá-la!

Desejo-vos um Feliz Natal e que Deus esteja connosco.

24 de Setembro 2010 às 00:54

5 Ri tos Tibetanos

Aqui ficam uns exercícios optimos para fazer de manhã ao acordar. Dão uma energia maravilhosa para o dia!

São os 5 Ritos Tibetanos para libertar a Juventude.

Pedem é seriedade, disciplina e concentração ao fazê-los, são exercícios que alinham os chakras e os fazem girar à velocidade correcta, desbloqueando assim energias nocivas e que entopem o sistema energético.

Eu fiz um workshop dos 5 Ritos Tibetanos e foram-me indicadas algumas coisas que não estão presentes no vídeo e que vou partilhar: no 1º rito a inspiração dá-se ao levantar a perna direita e a expiração ao levantar a esquerda, uma volta completa é quando voltamos a passar pelo sítio para onde estávamos virados quando começámos; um truque para não ficarmos tontos é fixar a ponta do dedo médio da mão direita enquanto rodamos, sempre concentrados na respiração; no final unem-se as mãos no chakra cardíaco.

No 2º rito, para quem não conseguir levantar as pernas a 90 graus pode levantar a 45 graus; os braços erguem-se também, a 45 graus; termina-se esticando os braços para trás e flectindo os pés na vertical.

No 5º rito o movimento que aprendi é o de mergulhar, em vez de erguer só o peito; as indicações que tenho são: levantar o corpo em pirâmide, com os pés um pouco afastados, exalando todo o ar, na posição seguinte mergulhar colocando a cabeça para trás, inalando. Esta versão torna o exercício muito mais difícil mas também demonstra como nos custa libertarmo-nos de tudo, mergulharmos de cabeça e entregarmo-nos ao Universo.

Todos os ritos devem ser feitos 21 vezes, dentro do possível, claro, no início é normal haver uns que custam mais (o último, por exemplo!!!).

No final aconselho que se deitem um pouco a relaxar, como no yoga, ou a meditar um pouco. E o resto de um bom dia!!!

03 de Setembro 2010 às 02:54

Encontrei este blog ao procurar o filme One: The Movie (2005) e pensei que poderia interessar!

01 de Fevereiro 2010 às 05:20

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Corpus, Mente e Alma vão dar um passeio pela margem das lagoas da Terra Média. O Sol brilha de uma maneira especial nesta tarde outonal, e de repente Corpus inicia a seguinte conversa:
– Alma, não te parece que passou muito depressa o tempo em que aqui estivemos todos juntos?
– Bem, Corpus, que queres dizer com isso? Que o tempo passou muito rapidamente?
– Já está na hora de regressarmos a casa e gostaria que o tempo tivesse passado mais devagar, para desfrutar mais do passeio, que foi tão agradável.
– Eu também desfrutei e penso que temos de fazê-lo mais vezes, mas não entendi nada acerca do que me perguntaste. Deves fazer a pergunta à Mente, não achas, Tricerebrin?
– Obrigada, Alma, mas apenas vos posso dizer de uma maneira matematicamente exacta que a última vez que estivemos juntos foi há dois meses e três dias e hoje estivemos aqui duas horas, quarenta e nove minutos e sete segundos… – observou a Mente.
– Não exageres, Mente, porque o que eu gostava era de poder ficar mais um bocado, e sobretudo na tua companhia, Alma, pois há muito que a Mente e eu não te víamos, e sinto uma emoção estranha, ainda que deliciosa, quando estamos os três juntos – disse o Corpus.
– O mesmo digo eu e espero que nos continuemos a ver mais vezes e seguidas, já que, como vos dizia antes, temos uma tarefa importante a cumprir nos próximos anos, como vocês, seres humanos, dizem… – conclui a Alma.

Extraído e adaptado de Introdução à Lei do Tempo, de José Argüelles.

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